Powered by WP Bannerize

TJMG nega liminar e médico segue preso; defesa aguarda julgamento de mérito de habeas corpus

Publicado em: 13/12/2017
 

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou o pedido de liminar para libertar o médico Gustavo Alberto Magalhães Pinto, 42 anos, preso no último dia 29 de novembro acusado de estupro de vulnerável que seria de um menino de 11 anos (o processo corre em segredo de justiça). A confirmação da negativa de liminar é do advogado de defesa Fabrício Oliveira Santos.

 

Com isso, Gustavo permanece preso na Penitenciária Regional de Patrocínio.

 

O advogado explicou que não é comum uma das sete câmaras do TJMG conceder liminar e explica que aguarda o julgamento do mérito do habeas corpus que pede a soltura do suspeito. O TJMG entra em recesso no fim do ano e Fabricio Santos reconhece ser difícil, mesmo apesar de seus esforços para antecipar a pauta, que que o julgamento ocorra antes.

 

O advogado explicou também que o habeas corpus será julgado por três desembargadores, ao contrário da liminar quando só um juiz da 3ª Câmara Criminal do TJMG fez o julgamento.

 

À época da prisão, a delegada Ana Cláudia Passos em entrevista explicou que as investigações duraram cerca de um mês e a Polícia Civil colheu depoimentos e indícios para representar pela prisão preventiva do médico psiquiatra, que foi acatada pelo Ministério Público e Poder Judiciário.

(redehoje)