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Ricardo Boechat, jornalista, morre aos 66 anos em queda de helicóptero em SP


Publicado em: 11/02/2019
 

Jornalista era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM. Aeronave bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela Rodovia Anhanguera.

 

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo.

Boechat deu uma palestra a representantes da indústria farmacêutica em Campinas, no interior do estado, na manhã desta segunda e retornava a São Paulo por volta das 12h. Ele deveria pousar no heliponto da Band, no Morumbi, Zona Sul da capital paulista.

O jornalista era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ. Ele também trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil” e foi comentarista no Bom Dia Brasil, da TV Globo, na década de 1990. Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro.

Filho de diplomata, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires. O pai estava a serviço do Ministério das Relações Exteriores na Argentina.

O perfil de Boechat no site da Band News FM informa que ele era o recordista de vitórias no Prêmio Comunique-se – e o único a ganhar em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Em pesquisa do site Jornalistas & Cia em 2014, que listou cem profissionais do setor, Boechat foi eleito o jornalista mais admirado. Boechat lançou em 1998 o livro “Copacabana Palace – Um hotel e sua história” (DBA).

Em pesquisa do site Jornalistas & Cia em 2014, que listou cem profissionais do setor, Boechat foi eleito o jornalista mais admirado.

Jornalista Ricardo Boechat morre em queda de helicóptero em SP

Jornalista Ricardo Boechat morre em queda de helicóptero em SP

Mapa mostra local onde helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera — Foto: Wagner Magalhães/G1 Mapa mostra local onde helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera — Foto: Wagner Magalhães/G1

Mapa mostra local onde helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera — Foto: Wagner Magalhães/G1

 

Acidente

O chamado de socorro foi feito às 12h14. A queda ocorreu perto do quilômetro 7 do Rodoanel, sentido Castelo Branco. De acordo com a CCR Rodoanel Oeste, que administra o Rodoanel, houve uma terceira vítima com ferimentos, o motorista do caminhão.

Segundo informações iniciais, o helicóptero era do hangar Sales, no Campo de Marte, na Zona Norte da capital paulista, que ficou destelhado após um vendaval nas últimas semanas.

Foram enviadas ao menos 11 viaturas para o local. A Polícia Rodoviária Estadual informou que a alça de acesso do Rodoanel à Rodovia Anhanguera precisou ser interditada. Já a rodovia não teve bloqueio.

Investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), começaram a investigação, que chamam de “ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PT-HPG”.

A ação inicial é o começo do processo de investigação e possui o objetivo de coletar dados: fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos. Segundo nota, a investigação realizada pelo CENIPA tem o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram.

Helicóptero prefixo PT-HPG que se acidentou na Anhanguera — Foto: Matheus Herrera/Arquivo pessoal Helicóptero prefixo PT-HPG que se acidentou na Anhanguera — Foto: Matheus Herrera/Arquivo pessoal

Helicóptero prefixo PT-HPG que se acidentou na Anhanguera — Foto: Matheus Herrera/Arquivo pessoal

Caminhão também se envolveu em acidente com helicóptero — Foto: TV Globo/Reprodução Caminhão também se envolveu em acidente com helicóptero — Foto: TV Globo/Reprodução

Caminhão também se envolveu em acidente com helicóptero — Foto: TV Globo/Reprodução



Dupla armada roubam dinheiro e veículos vítimas enquanto jogavam baralho


Publicado em: 11/02/2019
 

PATROCÍNIO (MG) – No dia 10/2, às 16h03min, segundo relato das vítimas, se encontravam na avenida Tupinambas, 1661, no bairro Carajás jogando baralho, quando foram abordados por dois homens encapuzados, sendo um deles portando um revólver, que anunciaram o roubo, trancando as vítimas num cômodo.

 

Os autores permaneceram no local aproximadamente 40 minutos, fugindo em seguida, levando uma caminhonete Toyota Hilux , cor Preta, placa GWG-8400, R$150,00 reais e um aparelho celular preto de propriedade da vítima O. C.;  uma caminhonete Fiat Toro, cor Prata, placa QNP-3229 e R$180,00 reais de propriedade de D. C.; 2 aparelhos celulares de cor preta, R$ 1.300,00 reais e uma Espingarda Boito, calibre 28, com 14 cartuchos, sem registro, da vítima E. J. C.; 1 celular Nokia, da vítima M. A. F.; R$ 345,00 reais e um aparelho celular Samsung J7 Preto da vítima M. C. da S.; R$ 230,00 reais da vítima T. dos S. F.

 

 

As vítimas reconheceram o autor como sendo D. G. dos S., de 24 anos, nascido em 15/09/1994 na cidade de Curvvelo MG, sendo o suspeito é contumaz na prática de crimes.

 

 

O outro autor não foi identificado.

Denúncias anônimas ligue 190 



Iniciadas hoje reformas no Auditório “Geraldo Campos”


Publicado em: 11/02/2019
 

Uma equipe de profissionais da Secretaria Municipal de Obras Públicas iniciou na manhã dessa segunda-feira (11), uma ampla reforma em toda a estrutura do auditório “Geraldo Campos”, que fica anexo ao Centro Administrativo Abdias Alves Nunes. O auditório muito utilizado por todos os departamentos da Administração Municipal, além de escolas, colégios entre outras instituições, vai passar por uma completa reforma e ganhará um palco mais moderno e funcional.

 

 

Segundo informações do subsecretário de Obras Públicas Wellington Fernandes (Mamazão), os trabalhos iniciados nessa segunda-feira prevêem o rebaixamento do palco em sua altura, além de dotá-lo com acessibilidade para portadores de necessidades. O auditório também vai receber uma determinada quantidade de ar-condicionado que propicie bem-estar para a demanda dos cerca de 300 lugares.

 

 

A localização do auditório Geraldo Campos facilita a realização de pequenos e médios eventos, além dos mais diversos treinamentos possibilitando acesso facilitado para os servidores, secretários e do próprio prefeito Deiró Marra, que solicitou as reformas necessárias ao titular da pasta Jorge Marra, no final do ano passado. A expectativa é de que as obras sejam concluídas dentro dos próximos 60 dias, avaliam os responsáveis.

ASCOM/PMP/Luiz Cabral/Foto Divulgação



Decreto do indulto humanitário, que libera presos em estágio terminal, é publicado no DOU


Publicado em: 11/02/2019
 

O decreto é assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro

 

Presidente assinou decreto de perdão de pena restrito e humanitário para doentes graves e terminais nesta sexta-feira (8). Decreto foi publicado no ‘Diário Oficial da União’ nesta segunda (11).

 

 

O governo federal publicou nesta segunda-feira (11), no “Diário Oficial da União”, indulto humanitário (perdão de pena) para presos brasileiros e estrangeiros com doenças graves e terminais. O decreto proíbe indulto a condenados por corrupção, crimes hediondos e de tortura, entre outros.

Bolsonaro assinou o decreto na sexta-feira (8), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado desde o dia 28 de janeiro em razão de uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia e religar o intestino.

De acordo com o decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, caberá ao juiz de cada caso a decisão de conceder ou não o indulto, depois de ouvir o Ministério Público e a defesa do condenado.

O texto prevê indulto nos seguintes casos:

  • por paraplegia, tetraplegia ou cegueira adquirida posteriormente à prática do delito ou dele consequente, comprovada por laudo médico oficial, ou, na falta do laudo, por médico designado pelo juízo da execução;
  • por doença grave, permanente, que, simultaneamente, imponha severa limitação de atividade e que exija cuidados contínuos que não possam ser prestados no estabelecimento penal, desde que comprovada por laudo médico oficial, ou, na falta do laudo, por médico designado pelo juízo da execução; ou
  • por doença grave, neoplasia maligna ou síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids), desde que em estágio terminal.

O indulto fica proibido nos seguintes casos:

  • Condenados por crimes hediondos;
  • Crimes com grave violência contra pessoa;
  • Crimes de tortura;
  • Envolvimento com organizações criminosas;
  • Terrorismo;
  • Violação e assédio sexual;
  • Estupro de vulnerável;
  • Corrupção de menores;
  • Satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente;
  • Favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável;
  • Peculato;
  • Concussão;
  • Corrupção passiva;
  • Corrupção ativa;
  • Tráfico de influência;
  • Vender/transportar ou se envolver com drogas;

indulto é geralmente concedido todos os anos, em período próximo ao Natal. A prática está prevista na Constituição como atribuição exclusiva do presidente da República.

Depois de eleito, em novembro do ano passado, Bolsonaro afirmou em rede social que não concederia indulto a presos em seu governo.

Decreto polêmico

No fim do ano passado, o ex-presidente Michel Temer decidiu não editar o decreto de indulto de Natal. O indulto concedido por ele em 2017 está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

O julgamento foi interrompido em novembro do ano passado por um pedido de vista. Seis ministros votaram a favor do decreto e dois contra. Faltam os votos de outros três ministros.

Na época da assinatura do indulto, o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, procurador Deltan Dallagnol, chegou a dizer que o decreto de Temer era um “feirão de natal para corruptos”.

(G1)



Cliente mineiro recebe correspondência com ofensas de operadora de celular


Publicado em: 11/02/2019
 

As palavras ‘mineiro boiola otário’ estavam no envelope, logo abaixo do nome de morador da cidade de Lambari

 

 

Bruno Ribeiro Carvalho, 31 anos, que reside em Lambari (MG), passou por uma situação inaceitável com uma das operadoras em que é cliente, a TIM. Ele recebeu ofensas em uma correspondência referente a um relatório de chamadas. As expressões “mineiro boiola otário” aparecem impressas ao final do complemento do seu endereço.

 

O relatório de chamadas enviado para o cliente com essas expressões chulas é referente ao seguinte período – outubro de 2018 a janeiro de 2019. A correspondência só chegou após Bruno solicitar o envio, já que diferente dos meses anteriores o relatório não havia sido enviado.

 

Bruno, que concluiu recentemente sessões de radioterapia para o tratamento de um câncer que enfrenta desde 2014, também teve problemas com a TIM em relação às cobranças indevidas do plano TIM Pré Top.

Minha Operadora entrou em contato com Bruno que explicou que de imediato nem notou as ofensas na correspondência que chegou entre os dias 21 e 22 de janeiro.

Quando notou as ofensas Bruno diz que ficou horrorizado e que a primeira providência adotada foi postar a foto da correspondência no Facebook, o que gerou uma onda de outros comentários de pessoas que também já passaram por problemas com o atendimento da TIM. A partir deste ponto a imprensa começou a reverberar o caso de Bruno, que é bacharel em direito.
Questionado se pretende continuar utilizando os serviços da TIM, Bruno, que também é cliente da Vivo, diz que irá manter o serviço ativo devido a qualidade da rede da operadora na região onde vive, porém deixou bem claro que se não fosse por essa questão trocaria de operadora.

Bruno já está tomando providências para que seu caso seja avaliado pela Justiça. Dois advogados já estão reunindo outras evidências para então tocar o caso pra frente.
O cliente diz que seu objetivo não é a parte financeira, mas que a prioridade é que o caso sirva como lição para que episódios parecidos não aconteçam com outros consumidores.
A TIM já declarou que o funcionário responsável pelo caso em questão foi afastado e no dia 26 de janeiro enviou uma carta ao Bruno com seu posicionamento.
“Pedimos desculpas pelos transtornos causados… Informamos também que este não corresponde aos valores éticos e morais disseminados pela TIM a seus colaboradores”.
(minhaoperadora)