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Você sabe a diferença entre gasolina comum e aditivada? Descubra a melhor opção para seu veículo.

Publicado em: 15/01/2018
 

Muitas vezes, ao parar no posto para abastecer o veículo, somos questionados sobre a preferência entre gasolina comum ou aditivada.

 

O problema é que nem sempre o condutor sabe qual a diferença entre os dois tipos de combustível e, com isso, acaba sem saber qual a melhor opção.

 

Por isso, resolvi abordar essa temática no artigo de hoje, a fim de esclarecer algumas dúvidas sobre gasolina comum e aditivada.

 

Se quiser tirar todas as suas dúvidas, não deixe de seguir a leitura até o final.

 

Gasolina comum x gasolina aditivada


 

Parece uma obviedade, mas a grande diferença consiste nos aditivos presentes na composição do combustível aditivado.

 

Dependendo da marca do combustível, ocorrem variações na fórmula de sua composição e da proporção de seus ingredientes.

 

O objetivo fundamental da gasolina aditivada é colaborar com a limpeza do motor e dos canais por onde passa o combustível.

 

Manter o sistema de alimentação limpo é importante para o bom funcionamento do motor e, além disso, é importante para que a emissão de poluentes seja menor.

 

Além disso, a limpeza desse sistema ajuda a diminuir os gastos com manutenções e com o consumo do motor.

 

Qual dos dois escolher?

Alguns especialistas afirmam que o ideal seria dar prioridade ao uso da gasolina comum. Porém, alternar entre eles seria uma opção, desde que a utilização do combustível aditivado seja feita de forma esporádica.

 

Uma dica interessante seria utilizar a gasolina aditivada uma vez a cada quatro abastecimentos com a comum. Não usá-la sempre representa, inclusive, evitar gastos sem necessidade.

 

Mas atenção! Caso você não possua um veículo flex, que são aqueles preparados para aceitar os dois tipos de combustível, é importante prestar atenção à seguinte recomendação.

 

Veículos que tenham rodado mais de 30.000 km utilizando apenas gasolina comum devem receber a gasolina aditivada aos poucos.

 

Realizar a mudança de combustível de forma brusca pode entupir o sistema, devido ao fato de o aditivo ser muito forte.

 

Mas se sua dúvida tem mais relação com o custo benefício, a solução pode ser obtida analisando o tipo de situação que você precisa encarar no trânsito.

 

Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), veículos que encaram trânsito intenso e parado, que obriga o condutor a parar e acelerar várias vezes, deveriam ser abastecidos preferencialmente com gasolina aditivada.

 

Essa escolha se justifica pelo fato de este tipo de combustível contribuir para a economia de consumo e, também, para a preservação do motor.

 

Já aqueles condutores acostumados com trânsito livre, no qual é possível transitar mais livremente e com velocidade constante, a indicação é para que se dê preferência ao combustível comum.

 

Qual tipo de gasolina polui menos?

Em tempos de grande preocupação com o meio ambiente, é normal encontrar motoristas que escolhem o combustível do veículo a partir do questionamento “qual é menos poluente?”.

 

A resposta para essa pergunta pode não ser a mais animadora, visto que ambos poluem a atmosfera, pois não podemos esquecer que nos dois casos ocorre a queima de gases por meio de combustão.

 

Sendo assim, o que é possível afirmar sobre o nível de poluição causado pelos dois tipos de gasolina é que a comum polui mais que a aditivada.

 

Isso ocorre devido ao fato de a aditivada manter os bicos injetores mais limpos, contribuindo para uma emissão menor de hidrocarboneto e monóxido de carbono.

 

O futuro dos combustíveis

Já que os combustíveis fósseis, como é o caso da gasolina, não tem colaborado de forma efetiva para a preservação do meio ambiente, existem inúmeros debates acerca do uso de combustíveis alternativos que ajudam a minimizar o impacto ambiental gerado pelo crescente número de veículos em circulação.

 

Na Europa, já se fala em prazo para que saiam de circulação os veículos movidos a esses combustíveis. Na Alemanha, por exemplo, a proposta é tirar esses veículos das vias do país até o ano de 2030.

 

E para que seja possível retirá-los do trânsito, várias medidas são pensadas. Uma delas é a produção e popularização de veículos elétricos.

 

Na Holanda, por exemplo, a ideia é que até 2025 sejam concedidas licenças apenas a veículos movidos a eletricidade. Para isso, o governo estuda a possibilidade de que esse tipo de veículo chegue mais facilmente aos condutores.

 

No Brasil, a possibilidade de termos uma frota composta por veículos elétricos em sua maioria ainda parece distante.

 

Isso porque, além do alto preço cobrado por esses veículos, é necessário realizar uma série de mudanças no sistema de trânsito do país como, por exemplo, a forma como esses veículos seriam abastecidos.

 

No entanto, as montadoras já trabalham em propostas para estimular a comercialização de veículos elétricos no país.

 

Agora é com você!

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as características dos dois tipos de gasolina abordados neste artigo, espero que fique mais fácil responder ao frentista do posto se quer abastecer com comum ou aditivada.

(Doutormultas)