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Tecnologia antes e depois: como era a vida no passado

Publicado em: 01/09/2016
 
A introdução dos computadores pessoais mudou o mundo nos últimos anos. As transformações causadas por essas máquinas foram tão rápidas que muitos dos hábitos que tínhamos há pouco tempo já não fazem sentido algum para crianças com pouca idade. Tente explicar para alguém nascido nos anos 2000 o que é uma fita cassete ou então pergunte à elas quanto tempo elas passam ‘online’ – uma pergunta que só faz sentido para quem nasceu em uma época que não havia internet e que pode soar como perguntar ‘quanto tempo você permanece usando a energia elétrica da sua casa?’.
Esse conflito de gerações acontece também no ambiente de trabalho, que mudou muito com a chegada dos PCs. O trabalho que antes era feito por vários equipamentos com funções distintas acabou concentrado em apenas uma máquina, menor e mais prática. No entanto, por mais que possam parecer apenas peças de museu, aparelhos como o fax ou o carimbo ainda existem e, a passos largos, são substituídos por programas que executam o mesmo trabalho, mas de forma muito mais veloz. Conheça algum deles:
Máquina de escrever
Mesmo que você nunca tenha visto uma, deve saber com que se parece. Primeiro eram todas mecânicas, depois surgiram as eletrônicas. Mas o princípio é basicamente o mesmo: os tipos (as letras) ficam dentro de um mecanismo que é acionado quando você pressiona uma tecla. Daí, ele entra em contato com uma almofada de tinta e é, então, pressionado contra o papel, imprimindo a letra na hora. Errou? Algumas máquinas eletrônicas tinham uma tinta branca que podia ser batida por cima do erro. Mas se você não a tivesse, era só voltar a folha manualmente e digitar, quer dizer, datilografar por cima.
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Mimeógrafo
Máquinas de fotocópias eram caras, por isso, quando alguém precisava copiar algo, era necessário usar um mimeógrafo – uma máquina complicada que, com a ajuda de um estêncil (uma folha com os contornos das letras e desenhos da folha que se quer copiar) e álcool, fazia cópias. Ele era muito usado em escolas, e quem nasceu por volta de 93 ou 94 talvez ainda se lembre do cheiro de álcool perfumado que tomava conta dos corredores das pré-escolas quando era dia de atividade.
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Telex
O Telex era um sistema internacional de comunicação escrita que transmitia textos produzidos a longas distâncias. Parecido com uma máquina de escrever, o Telex usava uma rede de circuitos similar às redes de telefonia e a linguagem do sistema funcionava baseada em código morse. Desnecessário dizer que com a internet e o e-mail, o Telex perdeu a função.
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Fax
Ainda usado por muitas empresas, mas considerado uma tecnologia defasada, o fax transmite, em um aparelho telefônico, a cópia de um documento. Você coloca um papel no fax, ele escaneia a informação e, do outro lado, outra pessoa imprime a cópia no mesmo aparelho. O fax ainda é usado para transferir documentos que precisam estar autenticados. Isso, pois muitos ainda consideram mais confiável poder verificar uma assinatura em um papel do que em um documento digital.
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Carimbo
Alguns profissionais ainda usam carimbos, mas boa parte desse mercado está perdido graças à comunicação digital. O carimbo datado está reservado hoje para profissionais da área de saúde e notariais para validar documentos e garantir sua veracidade, já que é a maneira mais simples de ‘imprimir’ algo em cima de outra impressão.
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Lista telefônica
Antes um catálogo presente em qualquer casa e um guia fundamental para a vida – encontrar uma pizzaria ou o telefone de uma pessoa eram feitos assim, página após página -, a lista telefônica perdeu completamente o propósito depois das ferramentas de busca online. Os serviços de telefonia disponibilizam listas telefônicas virtuais e, claro, para achar um serviço privado, todo mundo usa a internet. Não existe mais sentido em guardar aquela pilha de livros grossos e pesados acumulando pó.
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Disquetes gigantes
Aqui poderíamos falar de qualquer mídia – mas os disquetes gigantes são os mais exóticos. Os mais antigos, de 1971, tinham 20cm por 20cm e guardavam 80KB, o equivalente a apenas uma foto com baixa qualidade. Em 1993, os disquetes mais modernos guardavam 5,75mb, o equivalente a 3 fotos em alta qualidade, ou uma MP3 de uns 5 minutos. Hoje, cartões micro-SD e pendrives guardam facilmente mais de 30GB, além de serem muito menores.
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TELEFONE PÚBLICO (ORELHAO)
Quem nunca utilizou um ORELHÃO? Pelo menos uma vez na vida esse acessório público nos ajudou a resolver problemas urgentes ou nos permitiu matar a saudades de conversar com quem amamos. Claro que hoje em dia com os aparelhos moveis, cada vez menos pessoas precisam apelar para o uso destes telefones, mas com certeza sua mãe ou seus avós já utilizaram em algum momento.
Os telefones públicos fazem parte da vida da população brasileira desde 1920, mas foi em 1934 que a Companhia Telefônica Brasileira (CTB) instalou na cidade de Santos, em São Paulo, os primeiros Telefones Públicos de Pagamento Antecipado. Na época somente estabelecimentos credenciados tiveram esse benefício. Para efetuar uma ligação era simples, havia uma caixa coletora de moedas e as ligações eram realizadas com ajuda de uma telefonista.
Em 1934, para fazer uma ligação era necessário ter uma moeda de 400 réis. Porém, com a mudança da moeda brasileira em 1945, foi necessário mudar também o dispositivo interno dos telefones, que passaram a receber duas moedas de 20 centavos. Por causa dessas dificuldades que foi criada, então, as FICHAS TELEFÔNICAS.
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