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Saúde

Sarampo: Brasil tem mais de 100 casos e OMS emite alerta


Publicado em: 13/05/2018
 

Só neste ano, 1.115 casos casos de sarampo foram confirmados em 11 países das Américas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. A Venezuela lidera com 904 casos, o Brasil está em segundo com 104 infectados e os Estados Unidos em terceiro, com 63 confirmações. Ainda há registros na Colômbia (21), Canadá (9), México (4), Argentina (3), Equador (3), Peru (2), Guatemala (1) e Antigua e Barbuda (1).

 

Diante do registro que é superior ao número de casos do ano de 2017, quando apenas quatro países da região notificaram 895 casos, a OMS recomenda uma intensificação de imunizações e vigilância.

 

No Brasil, o surto de de sarampo atinge os estados de Roraima, com 81 casos, e do Amazonas, que confirmou 22 infectados. Os dois estados fazem fronteira com a Venezuela, que lidera na quantidade de casos confirmados pela OMS.

 

Na quinta-feira, (10), o Ministério da Saúde, informou duas mortes em decorrência do sarampo e 103 infectados (1  a menos que o número divulgado pela OMS).  A pasta também comunicou que, em coordenação com os governos estaduais e municipais, está conduzindo atividades de vacinação, vigilância epidemiológica, fortalecimento da rede de laboratórios, comunicação de risco e capacitação de profissionais em manejo de casos de sarampo.

 

Sintomas de sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa grave e altamente contagiosa.  Entre os sintomas estão:

  • Febre alta, acima de 38,5°C;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Conjuntivite;
  • Manchas vermelhas pelo corpo;
  • Vermelhidão dos olhos;
  • Pontinhos brancos que aparecem na mucosa bucal.

Ao notar os sintomas, é importante consultar um clínico geral ou pediatra, no caso das crianças, para confirmar o diagnóstico, que pode ser feito apenas com avaliação clínica ou através de exames laboratoriais.

 

O vírus do sarampo é facilmente transmitido por tosse ou espirros, por isso, é aconselhado usar uma máscara ou pano limpo para cobrir a boca.

 

Prevenção

© Fornecido por Catraca Livre

 

A vacinação contra o sarampo é a única maneira de prevenir a doença. O esquema vacinal vigente é de uma dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e a segunda dose da vacina tetra viral aos 15 meses de idade. Adultos não-imunes também devem se vacinar, com exceção de gestantes, transplantados e portadores de aids.

(msn)



Sentir o cheiro da natureza evita estresse e doenças, diz estudo


Publicado em: 04/05/2018
 

Um grupo de pesquisadores acredita que os cheiros da natureza podem evitar o estresse e até o câncer nas pessoas. O estudo, produzido no Japão, avalia o efeito terapêutico dos aromas das árvores e pode dar origem a um novo tratamento alternativo de aromaterapia.

 

De acordo com os especialistas, quando os cheiros da floresta começam a agir no organismo, já diminuem o estresse e a irritação. Sendo assim, caminhar numa área verde pode estabilizar a pressão arterial e fortalecer a imunidade das pessoas.

 

O estudo analisou os efeitos que os óleos essenciais e os odores emitidos pelas árvores exercem no organismo. Qing Li, um dos cientistas que coordenam a pesquisa, desconfia que os pinheiros estejam entre as árvores que tenham um dos maiores potenciais terapêuticos na natureza.

 

 

Li criou o centro de pesquisa International Society of Nature and Forest Medicine, o qual viabiliza a aplicação do cheiro das árvores em tratamentos alternativos. A ação inspirou os finlandeses, que criaram o Finnish Forest Research Institute, centro de referência que também estuda os fins terapêuticos dos cheiros das árvores.

 

Embora os cientistas ainda não tenham concluído as pesquisas sobre os efeitos dos que sentimos nas florestas, já foi comprovado que olhar para fotografias com temas relacionados ao meio ambiente relaxa o cérebro da mesma maneira que se o indivíduo estivesse no local fotografado.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

(ciclovivo)

 



Você sabia que própolis protege seus dentes?


Publicado em: 01/05/2018
 

A própolis é uma resina atóxica produzida por vegetais e coletada pelas abelhas para proteger a colmeia: além de ter função antimicrobiana, sua função é vedar a colônia contra água, umidade e vento. Há milênios os seres humanos também usufruem dos potenciais da própolis, os egípcios antigos, por exemplo, utilizavam-na em rituais de mumificação, para preservação dos corpos. A novidade é que a própolis também pode ser uma poderosa aliada na prevenção de cáries, contribuindo para a integridade do esmalte dentário.

 

De acordo com experimentos realizados pelos pesquisadores Pedro Luiz Rosalen, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, Severino Matias de Alencar, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (USP) e Masaharu Ikegaki, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Alfenas, que estudam os diversos tipos da resina há 15 anos, a própolis é um agente antimicrobiano natural, que atua de duas formas no combate à cárie.

 

As pesquisas sobre a própolis revelaram que, além de atuar como antibiótico, ela reduz a capacidade dos microrganismos presentes na placa bacteriana de produzir os ácidos que originam as cáries. Ou seja, as bactérias continuam nos dentes, mas não conseguem liberar os ácidos que causam a desmineralização. Essas bactérias também geram uma espécie de cola que faz com que os microrganismos se grudem nos dentes, formando novas placas bacterianas. A própolis consegue impedir que as bactérias lancem essa substância nos dentes, o que impede a formação de novas placas. “Mais do que matar os microrganismos é importante  impedir que as doenças causadas pelos  microrganismos aconteçam”, salienta Rosalen.

 

Os tipos de própolis variam de acordo com a vegetação. Segundo o pesquisador, o Brasil é o país que tem o maior registro de diversidade da resina, devido à sua variedade de climas e ecossistemas. “A própolis do Sul é bastante diferente da própolis no Nordeste. Nós buscamos nessas diferentes resinas substâncias químicas que, isoladas, possam fazer frente a esse desafio da cavidade oral de interferir na vida e na atuação das bactérias”, comenta o professor.

 

Os produtos a base de própolis voltados à saúde bucal na maioria dos casos devem ser feitos em farmácias de manipulação, e precisam ser prescritos por dentistas de acordo com o quadro de cada paciente. Algumas pessoas podem ter alergia a própolis, mas, como existem diversos tipos da resina, é possível ter alergia a um tipo e não a outro.

(msn)

 



Novos dispositivos facilitarão a vida de quem tem diabetes


Publicado em: 01/05/2018
 

Congresso na Áustria apresentou últimas novidades para monitoramento e tratamento da doença

 

De bombas de insulina ultrarrápidas a monitores contínuos de glicemia que não exigem picadas na pele, novas tecnologias ajudam médicos e pacientes a administrar os níveis de açúcar no sangue e a evitar as complicações do diabetes. Essas e outras novidades foram divulgadas no 30° Congresso Internacional de Tecnologias Avançadas e Tratamentos para Diabetes, que aconteceu na Áustria, no mês passado. O evento reuniu milhares de especialistas do mundo todo.

 

Um dos lançamentos mais importantes foi o glucagon – hormônio responsável por aumentar o nível de glicose no sangue – em pó intranasal, que tem como objetivo acelerar o tratamento da hipoglicemia – quando há uma queda acentuada de açúcar no sangue – e impedir complicações para a saúde de quem tem a doença.

 

“O método tradicional de aplicação acontece por meio de injeções, o que pode retardar a estabilização da glicemia. Há casos em que a pessoa não sente os sintomas da hipoglicemia e pode acabar desmaiando, perdendo a consciência, entrando em coma ou até tendo convulsões. Nesse caso, a aplicação do hormônio via nasal seria rápida – em até 30 minutos –, indolor e nada invasiva ao paciente”, afirma o endocrinologista Levimar Rocha Araújo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, um dos representantes do país no congresso. A liberação do medicamento deve ser submetida à Food and Drug Administration (FDA), dos EUA, ainda nesse semestre.

 

De acordo com o médico, outro aliado no combate ao diabetes é o dispositivo Eversense – um pequeno sensor colocado sob a pele para monitorar os níveis de glicose. “Ele é implantado no braço do paciente, permanecendo no local por até 90 dias. Ele está aparelhado com um pequeno transmissor, aplicado como patch sobre o sensor implantado, que fornece leituras para um aplicativo de smartphone dando informações de glicose em tempo real, incluindo dados de tendências e alertas para hipoglicemia e hiperglicemia”, explica o médico.

 

Araújo ressalta que o monitoramento com esse software, juntamente com o celular, facilita a vida do paciente. “Esse processo permite que ele não precise ficar dando picadas nos dedos todas as vezes, o que é incômodo. Basta passar o celular por cima do sensor, que ele recebe as informações e repassa para o especialista”, esclarece.

 

O endocrinologista ainda destaca a insulina Fiasp, com atuação mais ágil do que a ultrarrápida, já conhecida no mercado, que teve melhorias em seu processo de fabricação. “Ao ser injetada, ela age apenas em cinco minutos, o que podemos considerar um tempo muito positivo. Para termos uma ideia, aqui, no Brasil, temos a insulina ultra-rápida, que age em 15 minutos, e a rápida, que faz efeito em 30 minutos”, aponta.

 

Araújo destaca que as novas tecnologias, além de melhorar o tratamento do diabetes, promovem a autonomia do paciente e beneficiam a relação com o médico. “O portador do diabetes tem o direito e deve levar uma vida da maneira mais normal e saudável possível. A tecnologia também nos aproxima desse paciente, permitindo que haja mais interação entre nós e menos tempo preenchendo requerimentos e fichas”, afirma o endocrinologista.

 

Ciência

Encontro. O próximo Congresso Internacional de Tecnologias Avançadas e Tratamentos para Diabetes está marcado para acontecer em fevereiro do ano que vem, no Canadá.

UFMG desenvolve aplicativo

Alunos e professores de diversos cursos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)– entre eles, enfermagem, letras e ciência da computação – estão trabalhando, há três anos, no desenvolvimento de um aplicativo em prol das pessoas com diabetes. Chamado de Agito, o software tem como principal objetivo trabalhar a parte emocional e sentimental dos adolescentes diabéticos, por meio da interação com um avatar que os incentiva a praticar o autocuidado.

 

De acordo com Heloísa Carvalho, professora da Escola de Enfermagem da UFMG, uma das responsáveis pelo projeto, o aplicativo tem o conteúdo produzidos por profissionais da área de saúde e se relaciona com o adolescente por meio de perguntas, sugestões e desafios. “O jovem é convidado a se abrir, a dizer o que se sente, porque isso impacta diretamente a qualidade de vida. O avatar já pergunta como ele se sente naquele dia e, dependendo da resposta, sugere que ele dê uma caminhada, ouça uma música ou realize outra atividade que lhe faça bem”, diz.

 

Heloísa afirma que não é somente a parte psicológica que conta. “Queremos ajudar no tratamento da doença. Para isso, trabalhamos a contagem de carboidratos, o nível glicêmico dos alimentos, a atividade física e a aplicação da insulina”, diz.

 

O software está na fase final de desenvolvimento e deve ser testado a partir do mês de julho. “Escolhemos adolescentes que fazem tratamento no Hospital das Clínicas para serem os primeiros usuários do programa”, conta. O objetivo da equipe é que o Agito esteja disponível gratuitamente à população até o primeiro semestre do ano que vem.

 

Uma das interessadas no aplicativo é a estudante Giovanna Costa, 15. Há cinco anos, ela foi diagnosticada com diabetes. “No começo foi muito difícil, porque eu era muito nova. Mas hoje lido muito bem com a doença. Aplico insulina, faço contagem de carboidratos, o que flexibiliza bastante a dieta, que já não é mais tão restritiva quanto antes”, diz.

 

A estudante afirma que está empolgada com a chance de usar a tecnologia a seu favor. “O diabetes, infelizmente, não tem cura. Mas acredito que o Agito facilitará ainda mais os diabéticos no dia a dia”, pontua a jovem.

(Otempo)

 



Beber café aumenta chance de passar dos 90 anos, diz estudo


Publicado em: 16/04/2018
 

O estudo 90+, realizado pelo instituto americano UCI MIND, foi iniciado em 2003 para estudar a faixa etária que mais cresce nos Estados Unido: as pessoas com mais de 90 anos. Como pouco se sabe sobre as pessoas que alcançaram esse marco, o notável aumento do número de idosos apresenta uma prioridade de saúde pública para promover a qualidade de vida.

 

O pesquisadores puderam perguntar aos 1.600 entrevistados, “o que faz com que que as pessoas vivam até 90 anos de idade?”. Os participantes do estudo foram visitados a cada seis meses por especialistas que realizaram testes neurológicos e neuropsicológicos. Além disso, os entrevistados receberam uma série de testes físicos e cognitivos para determinar o desempenho das pessoas nessa faixa etária. 

 

Analisando a alimentação, atividades, hábitos e estilos de vida, o estudo pôde concluir que o uso moderado de café pode ajudar significativamente para que alcancemos com saúde os 90 anos de idade. Além do café, a pesquisa revelou que a cerveja e o vinho também estão inclusos no cardápio da longevidade. Dois copos de cerveja ou duas taças de vinho diárias, segundo a pesquisa, crescem em 18% as chances de uma vida mais longa. Já o café, quando consumido diariamente, também eleva, em cerca de 10%, a probabilidade de se passar dos 90 anos.

 

Não sei explicar, mas acredito de verdade que beber de forma modesta aumenta o tempo de vida”, afirmou Claudia Kawas, neurologista e coordenadora do estudo.

(br.jetss.com)