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Saúde

TPM: saiba como controlar o desejo por doces nesse período


Publicado em: 09/03/2018
 

As mulheres se queixam, com razão, por sentirem um desejo muito grande por alimentos doces no período que corresponde ao pré-menstrual. A explicação para isso é que ocorre uma redução temporária do neurotransmissor serotonina neste período e portanto o corpo busca a produção de forma natural.

 

Segundo os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 75% a 80% das mulheres já tiveram a famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual). Para 60% delas, os sintomas chegam a atrapalhar as atividades diárias e até prejudicam o trabalho.

 

Porém, existem alimentos que ajudam a diminuir os sintomas da TPM e de quebra, controlam o aumento do peso neste período. O uso de alimentos ricos em L-triptofano também pode ajudar (laticínios, carnes magras, peixes, banana, amendoim e nozes e tâmaras) podem ser um parceiro nesta fase.

 

Evite comer durante a TPM:

– Açúcar, doces, geleia, mel (no máximo uma vez por semana);

– Sal e condimentos;

– Embutidos (salsicha, presunto etc.) e alimentos ricos em sódio, como molho inglês e caldos de carne, que promovem a retenção de líquido;

– Alimentos industrializados e enlatados;

– Café;

– Chocolate;

– Refrigerantes;

– Bebidas alcoólicas e tudo que contenha cafeína, pois aumenta a irritabilidade;

– Alimentos ricos em gorduras saturadas, que prejudicam a circulação.

Alimentos Liberados:

– Água. Consuma bastante para evitar a retenção de líquido;

– Água de coco e chás de frutas, sem açúcar;

– Frutas, verduras, algas, leguminosas (feijão, grão de bico, ervilha, lentilha, vagem), ricos em fibras;

– Carboidratos (batata, mandioca);

– Atum, salmão, sardinha, arenque, semente de linhaça, óleo . São ricos em ômega 3, melhoram a circulação, evitando os inchaços. O consumo pode ser diário;

– Leite fermentado e derivados (iogurte natural, queijo branco, coalhada). São ricos em cálcio, melhoram o funcionamento do intestino, reduzindo a sensação de inchaço;

– Vegetais verde-escuros, que também são ricos em cálcio e diminuem as cólicas, aumentando a disposição para enfrentar a rotina diária;

– Alimentos ricos em magnésio, como figo, aveia, beterraba, alcachofra, quiabo, abacate, banana — durante a menstruação e, especialmente, nos dias que a precedem;

– Azeite de oliva;

– Castanha-do-Pará, castanha de caju, nozes, amêndoas, macadâmia, avelã e pistache;

– Faça exercício físico.

– Procure ajuda de um nutricionista para ajustes individuais.

(msn)



Dor menstrual pode ser “tão dolorosa quanto um ataque cardíaco”, afirma especialista


Publicado em: 07/03/2018
 

Menstruar é uma das mais surpreendentes características da mulher: todos os meses, o útero se reveste com uma camada vascularizada a fim de gerar vida, mas, quando a fecundação não ocorre, o órgão se descama e forma a menstruação.

 

Apesar da importância desse processo, ele pode causar sintomas nada agradáveis. A principal queixa é a cólica menstrual, cuja intensidade pode variar de leve a muito intensa. A fim de exemplificar tamanho incômodo, um estudioso britânico comparou a sensação a um ataque cardíaco.

 

Cólica dói tanto quanto infarto

mulher com colicas 0318 400x800 © Africa Studio/Shutterstock mulher com colicas 0318 400×800

 

Segundo a Academia Americana de Médicos da Família, os períodos menstruais dolorosos, chamados de dismenorreia, podem interromper o dia a dia de uma em cada cinco mulheres. Apesar disso, ainda há poucos estudos a respeito da condição e do seu tratamento.

 

Em entrevista ao site Quartz, o professor de saúde reprodutiva John Guillebaud, da University College London, disse que a dor pode ser tão severa a ponto de ser comparada com um ataque do coração.

 

O ginecologista Frank Tu, diretor do departamento de dor ginecológica da NorthShore University HealthSystem, disse na mesma entrevista que alguns médicos são ensinados a dar analgésicos para cólicas, mas eles podem não ser suficientes.

 

Até que ponto é normal sentir cólica?

colica dor pelvica 0717 400x800 © CHAjAMP/Shutterstock colica dor pelvica 0717 400×800

 

Além da dor, a dismenorreia pode causar cansaço, diarreia, cefaleia, depressão, ansiedade, náuseas e nervosismo.

 

O grande perigo é que a condição pode ser muito mais do que um período doloroso: um sinal de condições mais graves, como endometriose e adenomiose.

 

Infelizmente, a falta de seriedade com a qual a menstruação é encarada cria uma cultura do silêncio em que mulheres não são levadas a sério ao se queixarem das dores e têm de se acostumar a elas.

 

Embora seja um fenômeno natural, é recomendado buscar auxílio médico caso os sintomas sejam tão exorbitantes a ponto de prejudicar ou impedir os afazeres diários. A avaliação de um médico responsável e cauteloso poderá revelar o porquê da intensidade da cólica e determinar tratamentos realmente efetivos.

(msn)



Cuidado com essa lesão no sexo que pode deixar mulher em sofrimento: qual é o risco?


Publicado em: 28/02/2018
 

Existe uma lesão que acontece no sexo e é pouco compreendida, porém importante. O machucado afeta uma parte da anatomia feminina e pode ocorrer durante relação vigorosa ou sem os devidos cuidados. Além de incomodar a mulher, ele pode ser tão grave a ponto de precisar de cirurgia. Entenda:

 

Lesão durante sexo

Segundo a ginecologista Marisa Patriarca, do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, a vagina tem em média 7 a 8 cm, mas, quando a mulher fica excitada, o colo do útero vai para cima e o espaço fica ainda maior, o que é complementado pela lubrificação. Isso tudo faz com que o pênis deslize sem fricção, evitando que a mulher se machuque.

 

Há casos, no entanto, em que a relação acontece sem que a mulher esteja devidamente excitada, ou então que o parceiro tenha um órgão muito grande, ou, ainda, que a penetração seja vigorosa. Como consequência, a mulher pode apresentar lesão na região posterior do fundo da vagina ou no colo do útero.

 

lesao na vagina 0218 400x800 © Anetlanda/Shutterstock lesao na vagina 0218 400×800

 

“É como se fosse uma pancada. A paciente fica com a região dolorida, edemaciada, mas sem nenhuma ferida em si”, ressalta o ginecologista e obstetra Patrick Bellelis.

 

É grave?

Na maior parte dos casos, essa lesão não é perigosa e provoca apenas dor, semelhante à cólica, na hora e/ou nos dois dias posteriores à transa, mas uma pequena parcela das mulheres pode sofrer laceração grave.

 

“O mais alarmante é a possibilidade de ruptura do fundo vaginal, a qual pode causar sangramento abundante e fazer com que a mulher tenha que ir para o centro cirúrgico para sutura”, alerta o médico.

 

É igual ferida no colo do útero?

ferida colo utero 0217 400x800 © Medical Art Inc/Shutterstock ferida colo utero 0217 400×800

 

Há quem confunda essa lesão com ferida no colo do útero, um problema clinicamente chamado de ectopia que é caracterizado pela projeção da mucosa interna do colo do útero para fora.

 

Diferente da lesão causada pelo sexo, a ectopia está relacionada à infecção por HPV e geralmente não causa sintomas.

 

O que fazer?

A recomendação da ginecologista Marisa Patriarca é sempre consultar um ginecologista ao sentir dor no sexo, já que pode ser um indício de doenças importantes como clamídia e doença inflamatória pélvica.

Há como prevenir?

sexo beijo cozinha 017 400x800 © 4 PM production/shutterstock sexo beijo cozinha 017 400×800

 

Os especialistas afirmam que esse machucado do sexo pode ser evitado por meio de cuidados simples, entre eles o diálogo aberto entre os parceiros sobre as preferências e os cuidados na hora H.

 

Apostar nas preliminares é muito importante, já que a mulher demora mais para ficar excitada do que o homem e partir direto para a penetração pode machucar. “Em média, as relações sexuais dos humanos englobam em média 15 minutos de penetração. Sendo assim, por que não aproveitar mais? Use e abuse das carícias”, recomenda o médico Patrick Bellelis.

 

Caso haja pouca lubrificação, é possível usar lubrificantes íntimos. Quanto a um parceiro com o pênis muito grande, é indicado ter cautela e optar por posições em que a mulher tenha maior controle da penetração, como de conchinha ou ela por cima.

 

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(msn)



Em vez de ferver o ovo, você deveria tentar cozinhá-lo no vapor


Publicado em: 25/02/2018
 

Preparar um ovo cozido é bem simples, mas conseguir o ponto ideal pode ser complicado. Se você cozinhar muito, o ovo ficará com aquele anel verde pouco apetitoso ao redor da gema. Se estiverem muito moles, será impossível descascá-los. Portanto, se o seu plano for preparar uma rápida salada de ovo para o almoço, isso tudo pode ser um grande problema.

 

Então é hora de repensar a forma de cozinhar um ovo duro. Na prática, é hora de você deixar de lado a fervura e dar as boas-vindas ao cozimento no vapor.

 

Se você cozinhar o ovo no vapor em vez de submergi-lo na água, terá um ovo mais macio porque será preparado mais suavemente. É menos provável que a casca se quebre durante o cozimento, porque o ovo não se moverá nem baterá contra as laterais da panela de água borbulhante.

 

E, como o ovo é inserido na panela quando ela já está recebendo vapor – sem risco de baixar a temperatura, como acontece quando você coloca os ovos num recipiente com água fervendo –, será também mais fácil descascá-lo. (Por motivos que a ciência pode explicar, ovos cozidos a temperaturas muito altas são mais fáceis de descascar). Além disso, o ovo vai cozinhar mais rápido porque você não tem que ferver uma panela cheia de água: apenas vai esquentar um pouco de água no fundo da panela.

 

Para preparar ovos no vapor, simplesmente coloque cerca de 3 cm de água no fundo de uma panela. Insira a vaporeira, tampe e ligue o fogo. Quando a água estiver a ponto de ferver, coloque os ovos gentilmente usando um pegador e tampe de novo. (Cuidado para não se queimar com o vapor). Cozinhe por cerca de seis minutos para obter um ovo mole e 11-12 minutos para um ovo duro. (O tempo varia dependendo da quantidade de ovos). Em seguida, mergulhe os ovos em água fria para interromper o cozimento.

*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.



É diabético? Saiba como cuidar dos seus dentes e gengivas


Publicado em: 22/02/2018
 

Muita glicose no sangue por um longo período de tempo pode causar problemas em várias partes do corpo, como o coração, os vasos sanguíneos e os rins. Utilize esta página para saber mais sobre problemas dentários e na gengiva causados pela diabetes. Você aprenderá coisas que pode fazer todos os dias e assim evitar outras complicações.

 

 

O que devo fazer no dia a dia para me manter saudável sendo diabético?

•Siga o plano de alimentação que você, com seu médico ou nutricionista traçaram. Faça suas refeições e lanches por volta dos mesmos horários todos os dias;

 

•pratique pelo menos 30 minutos de exercícios todos os dias. Pergunte ao seu médico quais exercícios são indicados para você;

 

•tome a medicação da diabetes nos mesmos horários todos os dias;

 

•verifique a taxa de glicose diariamente. Cada vez que verificar a taxa de glicose no sangue, registre-a em um caderno de anotações. Ligue para seu médico se a taxa estiver muito alta ou muito baixa por dois ou três dias;

 

•verifique todos os dias se há cortes, bolhas, lesões, inchaço, vermelhidão ou unhas doloridas nos pés;

 

•escove os dentes e a gengiva e use o fio dental diariamente;

 

•não fume.

 

Como a diabetes pode afetar meus dentes e gengiva?

Os problemas dentários e gengivais podem acontecer com qualquer um. Uma película pegajosa cheia de germes (também conhecida como biofilme dental) se acumula em seus dentes. A glicose alta no sangue facilita o crescimento de bactérias. Com isso, sua gengiva pode ficar vermelha, dolorida e inchada e pode sangrar quando você escova os dentes. Pessoas com diabetes podem desenvolver problemas dentários e gengivais se a glicose no sangue permanecer alta. A glicose alta no sangue pode piorar os problemas dentários e de gengiva. Você pode até perder seus dentes.

 

Fumar pode aumentar a possibilidade de uma doença mais grave na gengiva, principalmente se você tiver diabetes com 45 anos ou mais. Gengiva vermelha, dolorida e com sangramento são os primeiros sinais de gengivite. Isto pode ocasionar periodontite, uma infecção na gengiva e no osso que dá sustentação aos dentes. Se a infecção piorar, sua gengiva pode retrair, expondo assim a raiz do dente.

 

Como saber se tenho complicações dentárias ou na gengiva?

Se você tiver um ou mais destes problemas você pode ter complicações dentárias ou na gengiva decorrentes da diabetes:

 

•Gengiva vermelha, dolorida ou inchadas;

 

•gengiva com sangramento;

 

•gengiva retraída de forma que seus dentes pareçam longos;

 

•dentes sensíveis ou moles;

 

•mau hálito;

 

•próteses dentárias que não se encaixam bem.

Como manter meus dentes e gengiva saudáveis?

•Mantenha o nível de glicose no sangue o mais normal possível;

 

•use fio dental pelo menos uma vez por dia. Passar o fio ajuda a prevenir o acúmulo da placa entre seus dentes. O biofilme dental pode endurecer, e causar problemas. Fazendo o movimento de serra, cuidadosamente insira o fio entre os dentes, passando de baixo para cima várias vezes;

 

•escove os dentes após cada refeição diariamente. Use uma escova de dente macia. Passe as cerdas da escova na margem da gengiva, escovando delicadamente. Faça pequenos movimentos circulares. Escove a frente, a parte de trás e a parte superior de cada dente;

 

•se usar prótese dentária, mantenha-a limpa;

 

•peça ao seu dentista para ensiná-lo a melhor forma de escovar os dentes e a gengiva e usar o fio dental. Pergunte também sobre a escova de dente e o creme dental mais indicado para você;

 

•ligue imediatamente para seu dentista se tiver qualquer problema bucal;

 

•avise seu dentista se sua gengiva estiver vermelha, dolorida, com sangramento ou retraída; se sentir dor em um dente que possa estar infeccionado; ou dor com o uso da prótese dentária;

 

•vá ao dentista para fazer a limpeza dos dentes e gengiva e um checkup pelo menos duas vezes ao ano;

 

•informe seu dentista se você for diabético;

 

•se for fumante, fale com seu médico sobre formas de parar de fumar.

 

Planeje-se com antecedência. Você pode estar fazendo uso de um medicamento para diabetes que faça com que a taxa de glicose em seu sangue fique muito baixa. A taxa muito baixa de glicose no sangue é chamada de hipoglicemia. Se for o caso, fale com seu médico e dentista antes da consulta para normalizar a taxa de glicose no sangue durante o tratamento dentário. Você poderá ter que levar consigo a medicação para a diabetes e algum alimento para o consultório do dentista.

 

Se sua boca estiver machucada após o tratamento dentário, talvez você não possa ingerir alimentos ou mastigar por algumas horas ou dias. Para obter orientação sobre como ajustar a sua rotina normal, enquanto sua boca está cicatrizando, pergunte ao seu médico:

 

•Que alimentos e bebidas você deve ingerir;

•como alterar sua medicação da diabetes;

•com que frequência você deve verificar a taxa de glicose no sangue.

(msn)