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Saúde

Cebolinha: um dos melhores antibióticos naturais


Publicado em: 24/11/2015
 

O alto poder nutritivo da cebolinha a torna um dos melhores antibióticos naturais. Rica em flavonóides, também é anti inflamatória, tendo sido usada pelos romanos como um dos remédios mais populares para tratar dor de garganta. Cura a acne e a artrite reumatóide, e recentemente ganhou status de alimento anti câncer, em especial os de próstata e do estômago.

Este vegetal tem um alto teor de propriedades medicinais. Mais utilizada para dar “um toque final” nos alimentos, principalmente por sua cor, a cebolinha, inclusive, combate a salmonela, bactéria presente em alguns alimentos (ainda mais nos preparados com pouca higiene), que provoca infecção gastrointestinal e até febre tifóide.

Comer cebolinha todos os dias regula a pressão arterial e combate o estresse.

Possui propriedades anti bacterianas e anti fúngicas, podendo ser usada como repelente de insetos quando em forma de suco. Se foi picado por algum inseto, o suco também pode ser aplicado na pele, para tratar a ferida.

É fonte de beta caroteno, assim, uma máscara facial, aliada ao consumo regular, curam a acne, e deixam a pele mais radiante. Essa substância também faz com que a cebolinha seja um remédio natural para melhorar a visão.

Contém alta concentração das Vitaminas E e C. Logo, aumenta a elasticidade dos vasos sanguíneos e a absorção de ferro. Melhora o sistema imunológico de um forma geral, protegendo o organismo contra doenças degenerativas, ou cardíacas.

É rica em magnésio, zinco, manganês e cobre, minerais que ativam o metabolismo, e consequentemente, a digestão.

Pode ser comida como fonte de fibra para melhorar o desempenho do intestino e do cólon, prevenindo hemorróidas, por exemplo.

Também é fonte de fósforo, ferro e cálcio. Em resumo, como é da família da cebola, possui praticamente os mesmos benefícios terapêuticos.

O recomendado é consumir pelo menos 3 hastes todos os dias. Cuidado apenas, se quer manter o peso, pois é estimulante do apetite.



Os Benefícios do Manjericão


Publicado em: 10/06/2015
 

Benefícios do Manjericão como propriedades anti-bacterianas: O Manjericão protege o corpo contra vários ataques bacterianos. Ele contém vários óleos como stragole, linalol, cineol, eugenol, sabineno, mirceno e limoneno, que ajudam na prevenção de infecções bacterianas. Estes óleos têm aroma forte que mata os microrganismos no corpo.

 

Benefícios do Manjericão para o Coração: Pesquisa feita sobre o Manjericão ficou demonstrado que ele pode ser muito benéfico para o coração. Ele contém magnésio, que ajuda a aumentar a flexibilidade dos vasos sanguíneos e melhora o fluxo sanguíneo. Ele contém anti-oxidantes que ajudam a diminuir o nível de colesterol LDL e aumenta o colesterol HDL. Manjericão é também uma fonte de vitamina A e contém beta-caroteno, que protege as células epiteliais dos radicais livres e impede a oxidação do sangue no corpo. Ele também impede a formação de placa e acúmulo de gorduras nas paredes das artérias.

 

Benefícios do Manjericão na prevenção de Resfriado: O Manjericão é benéfico contra resfriados, gripes e frio. Muitas vezes, é adicionado no chá para obter um sabor forte e que fornece calor para o corpo. Folhas de manjericão são uma fonte de vitamina C, que ajuda a diminuir o muco na bronquite e previne infecções como a tosse e dores na garganta, além de ser benéfica contra a dengue e malária.

 

As folhas de manjericão inibem o câncer: Manjericão é rica em antioxidantes que restringem o crescimento de células cancerosas. Ele contém flavonóides polifenólicos como orientin e vicenina que protege contra os radicais livres nocivos e impede que o processo de oxidação no corpo. Isso ajuda a diminuir a ocorrência de câncer de pele. Os antioxidantes não causam nenhum dano às células normais e danificar as células de câncer no corpo. Várias vitaminas como a vitamina A e vitamina E também ajuda na prevenção do câncer, como o câncer de mama!



Dor de garganta: o que é? Quais as causas, os sintomas e como evolui? Como são o diagnóstico e o tratamento?


Publicado em: 10/06/2015
 

O que é dor de garganta?

A dor de garganta é ocasionada quase sempre por uma amigdalite (inflamação nas amígdalas), uma faringite (inflamação da faringe) ou uma laringite (inflamação da laringe). Como essas estruturas anatômicas estão muito próximas é comum que inflamem ao mesmo tempo, embora em cada indivíduo possa predominar uma delas. Outras causas também podem causar dor de garganta, mas elas são bem menos frequentes (alergias, refluxo gastroesofágico, irritação provocada por cigarro ou álcool, frio e baixa umidade do ar, tumores, úlceras, etc.).

 

Quais são as causas da dor de garganta?

As causas mais frequentes de dor de garganta, as amigdalites, faringites ou laringites podem ser virais ou bacterianas. As faringites e laringites são quase sempre virais, nas amigdalites as causas bacterianas costumam ser mais frequentes do que nas duas doenças anteriores.

 

Quais são os principais sinais e sintomas da dor de garganta?

Nas amigdalites ocorre dor intensa, principalmente para engolir, febre, mal-estar e indisposição. Se as amígdalas estiverem inchadas e a região bem vermelha, a infecção é viral e pequenas feridas vermelhas podem aparecer. Quando houver placas de pus, a infecção é bacteriana. Nas faringites virais, ocorre dor para engolir, falar e bocejar; mal-estar; vermelhidão na parede e no fundo da boca e aftas. Quando é infecção bacteriana, além disso, há formação de placas de pus. A laringite pode ser facilmente confundida com a faringite, mas frequentemente ocasiona também transtornos da voz, como rouquidão, por exemplo, tosse seca e irritativa.

 

Como o médico diagnostica a dor de garganta?

Os sinais clínicos são o principal e mais imediato recurso do diagnóstico, mas também pode ser feita uma avaliação laboratorial de material colhido na área inflamada, para identificar o agente infeccioso.

 

Como o médico trata a dor de garganta?

O tratamento da amigdalite, faringite ou laringite viral é apenas sintomático e deve ser feito com analgésicos e antitérmicos. Se a infecção for bacteriana, o uso de antibióticos pode ser necessário e o médico irá prescrevê-los. Se as amigdalites bacterianas forem muito repetitivas e se o pus ficar represado na amígdala, permitindo que as bactérias se desenvolvam, a retirada cirúrgica das amígdalas está indicada.

 

Como evolui a dor de garganta?

As infecções virais curam-se espontaneamente, mas as bacterianas requerem antibióticos e podem se complicar com abscessos, febre reumática ou problemas renais.

A infecção viral dura três ou quatro dias; já a bacteriana, mesmo não complicada, dura um pouco mais.

 

Como prevenir a dor de garganta?

  • Evite respirar pela boca, o que resseca a mucosa e facilita a contaminação por bactérias.
  • Evite os fatores que desencadeiam alergias em você.
  • Evite o nariz entupido e a poeira.
  • Beba bastante água.
  • Faça frequentes gargarejos com antissépticos.

Fonte: http://www.abc.med.br



Infecção da bexiga


Publicado em: 30/04/2015
 

A infecção urinária, também chamada de cistite, é uma infecção bacteriana na bexiga. Algumas pessoas chamam a infecção da bexiga de infecção do trato urinário (ITU), que se refere a uma infeção bacteriana em qualquer lugar do trato urinário, como a bexiga, rins, ureter ou uretra.

Causas

As infecções urinárias são causadas por germes ou bactérias que penetram a uretra e chegam à bexiga. Normalmente, o corpo consegue remover as bactérias expelindo-as durante a micção. Algumas vezes, entretanto, as bactérias atacam as paredes da bexiga e se multiplicam rapidamente, prejudicando a capacidade do corpo de destruí-las e resultando em uma infecção urinária.

Riscos

Qualquer pessoa pode ter infecções urinárias, mas as mulheres têm mais probabilidade do que os homens de adquiri-las. O motivo disso é o fato de as mulheres terem uretras mais curtas, facilitando o acesso das bactérias à bexiga. A uretra da mulher também fica mais perto do reto do que a uretra do homem, encurtando a distância a ser percorrida pelas bactérias. Estes são outros fatores que podem aumentar o risco de infecção urinária tanto para homens como para mulheres:

  • idade avançada
  • imobilidade
  • cirurgia no trato urinário
  • um cateter urinário
  • obstruções urinárias (bloqueio na bexiga ou uretra)
  • anormalidades do trato urinário (causadas por lesões ou defeitos de nascença)
  • retenção urinária (dificuldade para esvaziar a bexiga)
  • uretra estreitada
  • próstata aumentada
  • incontinência intestinal
  • gravidez
  • diabetes

Sintomas

A pessoa que tem infecção urinária pode ter um ou mais destes sintomas:

  • urina turva ou com sangue
  • urina com cheiro ruim
  • febre baixa (isso é raro ocorrer na infecção urinária, e pode ser um sinal de que a infecção alcançou os rins)
  • dor ou ardência ao urinar
  • sensação frequente de ter que urinar, mesmo quando a bexiga está vazia
  • cólica ou pressão na parte inferior do abdome ou na lombar

Diagnóstico

O médico faz o diagnóstico de infecção urinária através da urinálise (exame de urina). A urinálise é um exame feito em uma amostra de urina para detectar a presença de glóbulos brancos, glóbulos vermelhos, nitritos, bactérias e outras substâncias químicas presentes na urina quando há infecção urinária. O médico também pode pedir uma cultura de urina (um exame para determinar o tipo de bactéria presente na urina). Quando se sabe o tipo da bactéria, faz-se um teste de sensibilidade com as bactérias para determinar o melhor tipo de antibiótico para tratar a infecção.

Tratamento

As infecções urinárias são tratadas com medicamentos vendidos sob prescrição médica para matar as bactérias e aliviar a dor e a ardência. Tratamentos caseiros também podem ajudar a aliviar os sintomas e curar a infecção.

Medicamentos

Antibióticos por via oral, vendidos sob prescrição médica, são usados para matar as bactérias que causam a infecção urinária. Se a pessoa sentir dor e ardência, o médico poderá prescrever um medicamento para aliviar esses sintomas. O medicamento usado mais comumente para aliviar a dor e a ardência associadas às infecções urinárias é o cloridrato de fenazopiridina (Pyridium).

Tratamento caseiro

Beber bastante líquido – o melhor é beber água – para ajudar a eliminar as bactérias da bexiga. O médico pode recomendar tomar ácido ascórbico (vitamina C) de venda livre ou beber o suco de cranberry (arando ou oxicoco) para elevar os níveis de acidez na urina, o que ajuda a matar as bactérias. Outro benefício proporcionado pelo suco de cranberry é o fato de inibir que as bactérias se prendam nas paredes da bexiga, segundo pesquisa publicada no periódico The New England Journal of Medicine (Howell, 1988).

Longo prazo

A maioria das infecções urinárias desaparece após o tratamento com antibióticos e os sintomas geralmente desaparecem após 24 a 48 horas. Cepas de bactérias resistentes a antibióticos e outros problemas de saúde fazem com que algumas algumas infecções urinárias atinjam os rins.

Prevenção

A mudança de alguns hábitos pode reduzir a probabilidade de ter uma infecção urinária. Se a pessoa tiver infecções urinárias recorrentes, o médico poderá recomendar um tratamento profilático, como antibiótico em pequenas doses diárias, para evitar ou controlar futuras infecções.

Mudanças de hábitos

O médico poderá recomendar a mudança de alguns hábitos para ajudar a reduzir ou eliminar a ocorrência de infecções urinárias:

  • beber de seis a oito copos (de 240 ml) de líquidos por dia (é preciso falar com o médico sobre a quantidade certa de líquido a beber quando a pessoa tem insuficiência renal)
  • beber suco de cranberry (arando ou oxicoco) diariamente
  • urinar assim que sentir necessidade
  • limpar-se da frente para trás após urinar, no caso das mulheres
  • não usar duchas íntimas, sprays de higiene feminina ou talcos
  • tomar banho de chuveiro em vez de banheira
  • usar calcinhas de algodão e roupas folgadas
  • mudar a calcinha diariamente
  • usar absorventes femininos em vez de tampões
  • parar de usar diafragma e espermicida e mudar para outro tipo de controle da natalidade
  • usar camisinhas lubrificadas sem espermicida em vez de camisinhas não lubrificadas ou camisinhas lubrificadas com espermicida
  • urinar antes e depois da atividade sexual
  • conversar com o médico sobre o uso de cremes vaginais com estrogênio (mulheres)

Tratamento antibiótico preventivo

Se a mulher tiver infecções urinárias recorrentes, o médico poderá receitar antibióticos a serem tomados diariamente para evitar infecções ou para tomar na presença de sintomas de uma infecção urinária. O médico também poderá prescrever uma única dose de antibiótico a ser tomada após a atividade sexual.

Fonte: http://www.msn.com



Pênis pequeno está associado a doenças quando apresenta dor, perda de ereção ou encurvamento


Publicado em: 16/03/2015
 
  O tamanho do pênis sempre foi alvo de grande interesse e debate entre muitas pessoas, sejam homens ou mulheres. O tamanho do pênis historicamente tem sido associado à masculinidade, de maneira que a simples possibilidade de haver uma diminuição do tamanho, causada por alguma doença, gera um enorme sofrimento para a família, em se tratando de criança, ou para o homem já entrando na adolescência.Existem vários estudos em diversos países a cerca do tamanho normal do pênis. Estes estudos apresentam algumas variações o que torna difícil a comparação. Estudo recente publicado em janeiro de 2014 na Revista de Medicina Sexual (Journal of Sexual Medicine) realizado com 1661 homens mostrou que a média do tamanho do pênis ereto foi de 14,1 centímetros enquanto do diâmetro foi de 12,2 cm.O tamanho não tem relação direta com a função. De maneira que pequenas variações do tamanho não causam nenhum prejuízo para função miccional ou sexual. Por outro lado encurtamentos associados a qualquer disfunção sexual seja dor, perda de ereção ou tortuosidade, deverão ser comunicados ao médico.A ideia de que quanto maior o tamanho do pênis maior é a masculinidade ou a capacidade de proporcionar satisfação para a mulher é totalmente errônea. É importante lembrar que a região de maior sensibilidade da vagina é a porção proximal, sendo alcançada facilmente durante a relação sexual, não necessitando de penetração profunda. Durante a relação sexual, a vagina aumenta seu comprimento rapidamente após a inserção inicial de cerca de 10 para 14 cm, havendo uma total compatibilidade com a média do pênis ereto.O principal problema decorrente do pênis com tamanho reduzido é o impacto psicológico negativo com redução da confiança e gerando ansiedade o que leva a uma baixa autoestima o que pode afetar diretamente o relacionamento e o desempenho sexual do homem. Esses casos devem receber orientação precoce e especializada.

Quando o pênis pequeno é um problema de saúde?

Existem algumas situações na qual pode haver uma redução do tamanho do pênis. A doença de Peyronie é uma doença adquirida que afeta a túnica albugínea causando dor, disfunção sexual, disfunção erétil, curvatura no pênis e consequentemente encurtamento.

Outras condições adquiridas que podem causar encurtamento do pênis é a obesidade, muito comum no envelhecimento, principalmente quando leva a um acúmulo de gordura na região pré-púbica, o que, de certa forma, embute a haste peniana. Algumas cirurgias para correção de estreitamentos de uretra e após cirurgia para retirada de câncer de próstata (prostatectomia radical) também podem causar encurtamento do pênis.

Os distúrbios que cursam com redução do tamanho do pênis felizmente não são frequentes. As situações que merecem atenção são os micropênis. Problema que afeta, aproximadamente, um em cada 200 homens possui um micropênis, cujo comprimento quando esticado flácido não é mais do que 2,5 centímetros, desvios padrão abaixo do tamanho médio para a faixa etária, porém funcionante. As principais causas de micropênis são problemas hormonais como defeitos do hipotálamo, deficiências de gonadotrofinas e hormônios do crescimento, insensibilidade a andrógenos e síndromes genéticas.

Por sorte, o micropênis é facilmente identificado pelos pais na infância. Neste momento, o pediatra é o primeiro médico que deve ser comunicado. A partir daí iniciará uma investigação que poderá se estender a outros profissionais da área médica, como por exemplo, endocrinologistas, psicólogos e urologistas, dependendo da complexidade do caso.

Todos os hormônios que interferem no ciclo androgênico podem influenciar no tamanho e no desempenho sexual do homem. Os anabolizantes são hormônios sintéticos esteroides androgênicos que imitam o hormônio testosterona. Eles têm dois efeitos básicos: o efeito androgênico que ativa as características masculinas como mudança da voz, aumento do pênis e crescimento de pelos; e o efeito anabólico que atua no controle de gordura, aumenta de massa muscular e força.

 

Fonte: http://www.msn.com