Saúde

Chá de hibisco: a bebida que combate a gordura da barriga e quadris


Publicado em: 06/03/2016
 

Ele ainda controla os níveis de colesterol, pressão arterial e tem ação diurética

 

Chá de hibisco evita o acúmulo de gordura - Foto: Getty Images
Chá de hibisco evita o acúmulo de gordura

chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins. Devido a esta planta, a bebida é rica em substâncias antioxidantes como flavonoides e ácidos orgânicos. Estes nutrientes proporcionam diversos efeitos benéficos, entre eles, a ação diurética, impedindo a retenção de líquidos, e a capacidade de evitar o acúmulo de gorduras, principalmente na região da barriga e quadris.

Este último ocorre porque o chá reduz a adipogênese, processo no qual ocorre a maturação de células pré-adipócitas que se convertem em adipócitos maduros, capazes de acumular gordura no corpo.

Outros estudos apontam que alguns flavonoides presentes na bebida possuem um efeito cardioprotetor e vasodilatador. Assim, as substâncias ajudam a aumentar o colesterol bom, HDL, diminuir o colesterol ruim, LDL, triglicerídeos e a pressão arterial.

Principais nutrientes do chá de hibisco

Chá de hibisco – 200 ml – um copo
Calorias 74 kcal
Proteínas 0,86 g
Gorduras totais 1,3 g
Carboidratos 14,82 g
Fibras 0,6 g
Açúcar total 12 g
Ferro 17,28 mg
Magnésio 2 mg
Fósforo 6 mg
Potássio 18 mg
Sódio 6 mg
Vitamina C 36,8 mg
Tiamina – Vitamina B1 2,55 mg
Riboflavina – Vitamina B2 0,198 mg
Ácido fólico 2 mcg
Vitamina A 30 mcg
Cálcio 2 mg

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Confira qual a porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes que a porção recomendada, 200 ml (um copo), deste chá carrega:

  • 213% de vitamina B1
  • 123% de ferro
  • 82% de vitamina C
  • 15% da vitamina B2
  • 5% de vitamina A

*Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seu valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Avaliação de peso

Sua meta de peso é saudável?

O cálice da flor utilizado para elaborar o chá de hibisco é rico em vitamina B2 (riboflavina), que auxilia na saúde da pele, ossos e cabelos, e a vitamina B1 (tiamina). Todas vitaminas pertencentes ao complexo B ajudam o nosso corpo na captação de energia nas células, principalmente ao auxiliar no metabolismo do oxigênio e da glicose, as principais fontes de combustível celular. A B1, ainda por cima, tem essa ação principalmente nos neurônios, células que formam nosso cérebro.

O chá ainda possui boas quantidades de ferro, que atua no transporte de oxigênio no organismo e previne problemas como anemia, dor de cabeça e cansaço. A Vitamina A, que conta com um efeito antioxidante e é necessária para a visão, sistema imunológico, pele e saúde óssea, e a vitamina C, que protege o organismo contra a baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele, também estão presentes na bebida.

A bebida conta com diversas substâncias antioxidantes, como os flavonoides, especialmente as antocianinas, que possuem efeito cardioprotetor, vasodilatador e contribuem para evitar o acúmulo de gorduras.

Outro flavonoide interessante é a quercetina que ajuda a proporcionar uma ação diurética. Os ácidos orgânicos, como os ácidos cítricos, hibístico e málico, também possuem ação antioxidante e estão presentes em boas quantidades no chá de hibisco.

Ação diurética: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia observou que o flavonoide quercetina presente na bebida é um dos nutrientes que ajuda a proporcionar esta ação.

Benefícios do chá de hibisco

Chá de hibisco tem ação diurética - Foto: Getty Images
Chá de hibisco tem ação diurética

Evita o acúmulo de gordura: Uma pesquisa publicada no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros capazes de acumular gordura no corpo.

Ao diminuir este processo, o chá de hibisco contribui para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen e nos quadris. Ainda não está claro qual é a substância presente na bebida que é responsável pelo benefício. Porém, acredita-se que a ação antioxidantes dos flavonoides antocianina e quercetina contribuem para reduzir o depósito de gordura.

Outra pesquisa publicada pela Planta Medica, da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, concluiu que o chá age na aldosterona, hormônio secretado pelas suprarrenais que regulam o balanço eletrolítico do organismo favorecendo a ação diurética. Ainda não foram identificados quais os nutrientes que proporcionam o benefício.

Controla o colesterol: Um estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine feito com 53 pacientes portadores de diabetes concluiu que o consumo do chá de hibisco contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL. A bebida diminuiu o colesterol LDL em 8% e aumentou o HDL em 16,7%.

O mesmo estudo comparou o chá de hibisco com o chá preto e observou que o primeiro é mais eficiente para o combate do colesterol do que o segundo. Isto porque o preto apenas aumentou o HDL, mas diminuiu o LDL. O chá de hibisco é tão interessante para pessoas que possuem problemas com os níveis de colesterol por ser rica em substâncias com ação antioxidante.

Controla a pressão arterial: Um estudo publicado no Journal of Nutrition concluiu que o chá de hibisco ajuda a baixar a pressão arterial. A pesquisa contou com 65 pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial reduzidos. Os estudiosos acreditam que alguns flavonoides presentes na bebida proporcionariam este benefício ao diminuir uma enzima que atua sobre a pressão arterial.

Bom para o cérebro: O chá de hibisco conta com boas quantidades de vitaminas B1 e B2. Todas as vitaminas pertencentes ao complexo B ajudam o nosso corpo na captação de energia nas células, principalmente ao auxiliar no metabolismo do oxigênio e da glicose, as principais fontes de combustível celular. A B1, ainda por cima, tem essa ação principalmente nos neurônios, células que formam nosso cérebro.

Quantidade recomendada do chá de hibisco

Chá de hibisco controla o colesterol - Foto: Getty Images
Chá de hibisco controla o colesterol

A orientação é consumir um copo de 200 ml de chá de hibisco. Para cada copo deve ser utilizado de 4 a 6 gramas da flor seca, equivalente a uma colher de chá, ou dois a três pacotinhos de chá.

Como consumir o chá de hibisco

Caso utilize a flor a granel, procure aquecê-la o mínimo possível para não perder as propriedades. Separe 200 ml de água, deixe ferver e após isso adicione de 4 a 6 gramas, equivalente a uma colher de chá, da flor seca. Mantenha a bebida por três minutos no fogo e após isso ela pode ser consumida.

Compare o chá de hibisco com outros chás

Nutrientes Chá de hibisco – 200 ml – um copo Chá-preto – 450 ml Chá mate – 1 litro
Calorias 74 kcal 1 kcal 30 kcal
Proteínas 0,86 g 0 g 0 g
Gorduras totais 1,3 g 0 g 1 g
Carboidratos 14,82 g 0.3 g 6 g
Fibras 0,6 g 0 g 0 g
Cálcio 2 mg 0 mg 10 mg
Ferro 17,28 mg 0.01 mg 0 mg
Magnésio 2 mg 1 mg 20 mg
Fósforo 6 mg 1 mg 0 mg
Potássio 18 mg 21 mg 50 mg
Sódio 6 mg 0 mg 0 mg
Vitamina C 36,8 mg 0 mg 0 mg
Tiamina – Vitamina B1 2,55 mg 0 mg 8,9 mg
Riboflavina – Vitamina B2 0,198 mg 0.014 mg 0 mg
Ácido fólico 2 mcg 5 mcg 0 mcg
Vitamina A 30 mcg 0 mcg 0 mcg

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Taco – versão 2, UNICAMP

O chá de hibisco possui quantidades do flavonoide antocianina, um poderoso antioxidante, tão relevantes quanto as frutas vermelhas e roxas, como a amora, morango e mirtilo (blue berry). Comparado com outros chás, o de hibisco é rico em vitaminas A e C e em ferro, enquanto o preto e o mate não possuem estes nutrientes.

Combinando o chá de hibisco

Chá de hibisco + alimentos termogênicos: Pessoas que pretendem emagrecer podem combinar o chá de hibisco com um alimento termogênico. Isto porque o primeiro irá evitar que a gordura se acumule na região do abdômen e quadris enquanto o segundo será capaz de aumentar o gasto energético. Uma boa opção de bebida termogênica é o chá verde.

Contraindicações

É interessante que gestantes e lactantes evitem o chá de hibisco. Isto porque alguns estudos preliminares apontaram que a bebida possui ação mutagênica, ou seja pode interferir na estrutura dos genes do bebê, trazendo problemas.

Riscos do consumo excessivo

Por ter ação diurética, o consumo em excesso do chá de hibisco pode fazer com que a pessoa elimine muito eletrólitos, nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo composto principalmente por cálcio, potássio, sódio e magnésio. A falta destas substâncias pode levar à desidratação.

fonte: http://www.minhavida.com.br



Os benefícios da goiaba


Publicado em: 06/03/2016
 

Esta fruta deliciosa é originária da América do Sul, principalmente do Brasil. Com uma casca verde amarelada e polpa cor de rosa, a goiaba foi se difundindo graças aos portugueses e espanhóis, e hoje é consumida em todo o mundo, desde a América até a Ásia. Segundo os nutricionistas, a goiaba é ainda uma fruta perfeita para ser consumida no verão, pois possui inúmeros nutrientes e benefícios para nossa saúde, além de ajudar a perder aquelas calorias ganhadas durante o ano para poder arrasar na praia em janeiro.

Os benefícios da goiaba e suas folhas

  • Ela tem poder analgésico, por isso pode ser um remédio orgânico para aliviar dor de garganta, laringite, dor de dente, contusões e até mesmos as cólicas e a TPM.
  • É uma ótima fruta para evitar a diarreia.
  • Previne doenças como a candidíase e também trata os corrimentos vaginais, pois tem ação vermífuga e fungicida.
  • A goiaba é bastante rica em vitaminas A, B1, B2, B6 e principalmente vitamina C.
  • Um ótimo remédio também no tratamento de conjuntivite.
  • É também usada em casos de cólera.
  • Alivia vertigens, vômitos, tosses, ressacas e até estanca um sangramento, evitando assim possíveis hemorragias.
  • Esta fruta também pode ser utilizada contra úlceras na pele.

Emagreça adicionando goiaba em sua dieta!

Esta fruta do verão possui em sua composição, além de diversos nutrientes benéficos para nossa saúde, uma quantidade enorme de fibras. Essas fibras, se consumidas diariamente e na quantidade certa, pode nos causar uma sensação de saciedade. Assim, não sentiremos tanta fome durante o dia, e consequentemente iremos comer menos. O que vai nos levar a emagrecer.

 E os benefícios da goiaba não param por aí: 100 gramas da fruta possuem apenas 54 calorias! Isso mesmo! Portanto você pode consumir a fruta à vontade na hora do lanche, no lugar daquele biscoito hipercalórico ou daquele chocolate que nem se fala, né? Tomar um copo de suco de goiaba também pode ser bastante interessante, pois além de hidratar – o que deve ser feito constantemente no verão – ela alimenta e não engorda.

Remédio caseiro á base das folhas da goiabeira

O chá das folhas de goiabeira é bastante utilizado para prevenção e tratamento de várias enfermidades, entre elas a tuberculose, hemorragias uterinas, problemas gastrointestinais, cólera, diarreia e pés inchados. Para evitar diarreia também pode-se cozinhar pedaços de goiabada – ainda verde – com um pouco de água e beber o caldo.

Chá de folhas de goiabeira

  1. Coloque em uma chaleira, 1 litro de água e ferva.
  2. Após levantar fervura, desligue o fogo e adicione três ou quatro folhas de goiabeira secas, tampe e reserve.
  3. Espere apurar por mais ou menos 15 minutos, depois coe.
  4. Tome uma xícara três vezes ao dia, ou quando estiver sentindo dor – pois tem efeito analgésico.
  5. Colocar açúcar no chá é opcional, mas ele aumenta bastante a quantidade de calorias da bebida, por isso para quem está fazendo dieta, é recomendado beber sem adoçar.


Quais são os males que o cigarro provoca no corpo humano?


Publicado em: 14/01/2016
 

O cigarro pode causar cerca de 50 doenças diferentes, especialmente problemas ligados ao coração e à circulação, cânceres de vários tipos e doenças respiratórias. “A fumaça do cigarro é absorvida por combustão, o que aumenta ainda mais os males da sua composição”, diz Valéria Cunha de Oliveira, técnica da divisão de tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. Parece papo de ex-fumante, mas é a pura verdade: em cada tragada são inaladas 4 700 substâncias tóxicas. Entre elas, três são consideradas as piores.

A primeira é a nicotina, que provoca dependência e chega ao cérebro mais rápido que a temida cocaína, estando associada aos problemas cardíacos e vasculares (de circulação sanguínea). A segunda é o monóxido de carbono (CO), aquele mesmo que sai do cano de escapamento dos carros. Ele combina com a hemoglobina do sangue (responsável pelo transporte de oxigênio) e acaba reduzindo a oxigenação sanguínea no corpo. É por causa da ação do CO que alguns fumantes ficam com dores de cabeça após passar várias horas longe do cigarro. Nesse período de abstinência, o nível de oxigênio circulando pelo corpo volta ao normal e o organismo da pessoa, que não está mais acostumado a esse “excesso”, reclama por meio das dores de cabeça. A terceira substância tida como grande vilã é o alcatrão, que reúne vários produtos cancerígenos, como polônio, chumbo e arsênio.

Todo câncer relacionado ao fumo – como na boca, laringe ou estômago – tem alguma ligação com o alcatrão. A união desse poderoso trio de substâncias na composição do cigarro só poderia tornar o produto extremamente nocivo à saúde. Para se ter uma idéia, 90% dos casos de câncer de pulmão – a principal causa de morte por câncer entre os homens brasileiros – estão ligados ao fumo.

Alvos fáceis demais Coração e pulmão estão entre as principais partes do organismo atingidas pelo tabaco 

1. Da cárie ao câncer

O tabagismo provoca vários estragos na região da boca. Além de modificar o hálito, a fumaça irrita a gengiva e pode facilitar o surgimento de cáries. Há também uma alteração nas papilas gustativas, o que afeta o paladar do fumante. O cigarro ainda aumenta os riscos de câncer de boca, apesar de ser menos prejudicial nesse aspecto que o charuto

 

2. Chapa preta

Várias substâncias tóxicas presentes na fumaça fazem os tecidos dos pulmões perderem elasticidade, o que acarreta uma destruição parcial da estrutura desses órgãos. É isso que as chapas de pulmão dos fumantes – bastante escuras – mostram. Das mortes provocadas por bronquite ou enfisema, 85% estão associadas ao cigarro. O câncer de pulmão é ainda a principal causa de morte por câncer entre fumantes

 

3. Trabalho com a nicotina

A nicotina aspirada pelo fumante segue para o fígado, onde é metabolizada. Por isso, esse órgão também está sujeito a desenvolver câncer

 

4. Estômago embrulhado

Já foram encontrados resíduos de um agrotóxico chamado DDT em amostras do alcatrão que compõe o cigarro. O DDT irrita as paredes do estômago e pode levar o fumante a sentir náuseas. Além disso, uma parte das substâncias tóxicas do cigarro é metabolizada no estômago, o que pode gerar gastrite, úlcera e até mesmo câncer

 

5. Risco de derrame

O cérebro também pode ser afetado pelas dificuldades de circulação causadas pelo cigarro. Os vasos comprimidos, a qualidade de sangue prejudicada e o aumento da pressão arterial podem resultar em derrame cerebral

 

6. Circulação comprometida

A nicotina diminui a espessura dos vasos sanguíneos e o monóxido de carbono reduz a concentração de oxigênio no sangue. Assim, o fumante está mais sujeito a vários problemas relacionados à circulação, como aneurismas (dilatação de vasos sanguíneos que favorece os derrames), tromboses (entupimento de vasos), varizes e até uma doença chamada tromboangeíte obliterante, que afeta as extremidades do corpo, podendo levar à amputação de membros

 

7. Infarto à vista

Um dos órgãos mais afetados é o coração. A ação da nicotina faz com que o corpo absorva mais colesterol. O cigarro também eleva a pressão arterial e a freqüência cardíaca, que sobe até 30% durante as tragadas. Tudo isso é fator de risco para problemas no coração, tornando o fumante mais propenso a ter infartos

Livre do vícioO que você ganha se ficar sem fumar por…20 minutos: a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal

2 horas: não tem mais nicotina circulando no sangue

8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza

2 dias: o paladar ganha sensibilidade novamente

3 semanas: a respiração fica mais fácil e a circulação sanguínea melhora

5 a 10 anos: o risco de sofrer infarto passa a ser igual ao de quem nunca fumou

fonte: http://mundoestranho.abril.com.br



os 10 principais desencadeantes de enxaqueca


Publicado em: 24/11/2015
 

A ENXAQUECA é uma doença neurológica crônica, incapacitante, que afeta 15% da população no Brasil.

 

Os sintomas são: dor latejante, de um lado da cabeça (pode ser dos dois), de moderada a forte intensidade, incômodo com a luz e o barulho, enjôo. Pode ocorrer alterações na vista como pontos luminosos, escuros, linhas em zig zag que antecedem ou acompanham as crises de dor.

Muitos são os desencadeantes possíveis mas abordaremos os 10 mais importantes:

1. Preocupações excessivas. Ansiedade, tensão, estresse, preocupações excessivas, antecipação de fatos do futuro negativos, ameaçadores. Quando se antecipa uma tragédia do futuro (que normalmente não acontecem) aquele acontecimento passa a acontecer e é percebido como real para o organismo, o cérebro, então ele dispara seus sistemas de defesa, como o sistema de dor, desta forma começam muitas crises de enxaqueca.

2. Ficar sem comer. O jejum é o aspecto alimentar mais importante para desencadear dores de cabeça, o ficar sem comer pode gerar uma baixa no açúcar do sangue, com a produção de substâncias que causam dor. O segredo é comer algo a cada 3 ou 4 horas, e também não exagerar na comida quando passar longo tempo em jejum.

3. Dormir mal. Bom sono é uma condição fundamental para o bem estar de uma maneira geral, e também para o equilíbrio das enxaquecas e outras dores de cabeça. Dormir pouco, dormir muito, demorar para pegar no sono, acordar no meio da noite, roncar e ter sonolência de dia, ir dormir e acordar muito tarde são todos possíveis desencadeantes de dor de cabeça.

4. Ciclo hormonal. A temida TPM carrega consigo crises de cefaleia, as enxaquecas na mulher tendem a ser mais concentradas no período menstrual ou pré-menstrual. Irregularidades menstruais, endometriose, ovários policísticos, reposição hormonal, podem ser fatores por trás de agravamentos de enxaquecas, mas por outro lado, quando os hormônios se equilibram, quer seja na gravidez (quando a placenta produz níveis contínuos de hormónios), na menopausa, ou com a prescrição de anticoncepcionais contínuos, as crises tendem a amenizar.

5. Irritação e alterações do humor. A irritabilidade aparece normalmente junto como uma crise de enxaqueca, mas também pode ser um motivo gerador de novas dores. Altos e baixos no humor, pavio curto, passar muito raiva (guardando ou explodindo, tanto faz), impaciência, irritação são combinações explosivas para desencadear uma enxaqueca. Tudo o que for feito no sentido de relaxar, acalmar, treinar a paciência é util.

6. Excesso de cafeína. Tomar muito café, bebidas cafeinadas (coca-cola, chás pretos), chocolates, e até mesmo analgésicos que contenham cafeína são provocadores de enxaqueca. A conta que deve ser feita é pela quantidade de cafeína em cada produto ingerido, um café expresso tem cerca de 80 mg, um café coado 50 mg, permitimos até uma ingesta de 200 mg de cafeína por dia, evitando o uso após as 18 hs. Parar repentinamente o café também não é bom, ocorre a abstinência de cafeína, normalmente comum em quem toma cafezinhos aos montes no meio da semana e no final de semana não toma nada, ou muito menos, pode ter a enxaqueca no final de semana por conta disto.

7. Exercícios físicos, ou melhor, a falta deles, é também elemento importante. Realizar exercícios evita que venham as crises de dor de cabeça, o organismo produz endorfinas, regulariza a produção de neurotransmissores como a serotonina, melatonina, o organismo se torna mais saudável, mais resistente a dor. Mas não adianta querer começar ja correndo uma maratona, tem que ter a determinação para realizar com frequência.

8. Uso excessivo de analgésicos. Conceito fundamental para todos terem: analgésicos não tratam a enxaqueca, só aliviam a intensidade e duração das crises, depois é claro que ela já se instalou, e quando as crises são frequentes, o uso de analgésicos pode vir a cronificar, piorar, agravar a enxaqueca, tornando-a mais resistente, mais frequente. O tratamento da enxaqueca preventivo com remédio e/ou sem remédio deve ser instituído.

9. Outros alimentos como o chocolate, frutas cítricas, alimentos muito gelados (sorvetes), nozes, alimentos gordurosos, condimentados, ricos em glutamato monossódico, muito presente em salgadinhos, em molhos (aji-no-moto), adoçantes podem agravar as enxaquecas. Em quem tem intolerância `a lactose, leite, queijo e derivados devem ser evitados, ou a suplementação da lactase, a enzima que transforma a lactose (o açucas do leite) em glicose.

10. Genética. Nada a fazer a não ser reconhecer rapidamente a enxaqueca na infância, adolescência, início da vida adulta em filhos de pessoas que sofrem com a enxaqueca, para que ela possa ser tratada adequadamente, preventivamente, evitando que as crises apareçam e que a enxaqueca se desenvolva até um estágio crônico.



conheça um pouco mais sobre a diarreia


Publicado em: 24/11/2015
 

A diarreia é uma doença muito comum que consiste na evacuação de fezes líquidas de forma frequente e sem controle. Ela pode ser tanto aguda quanto crônica, dependendo do tempo de duração dos sintomas.

Tipos

A diarreia pode ser tanto aguda quanto crônica. O fator determinante para seu diagnóstico é o tempo de duração dos sintomas.

Diarreia aguda apresenta sintomas por poucos dias e é causada, geralmente, por vírus, bactéria ou algum outro parasita.

Já a diarreia crônica persiste por cerca de três a quatro semanas e pode indicar desde a síndrome do intestino irritado até condições mais graves, como doença de Crohn e colites ulcerosas.

Causas

A causa mais comum da diarreia é a infecção por vírus, bactérias ou outros parasitas que entram no organismo, causando gastroenterite – inflamação aguda que compromete os órgãos do sistema gastrointestinal.

Diarreia também pode ser causada por intoxicação alimentar e por alguns medicamentos, como antibióticos, laxantes que contenham magnésio e quimioterapia.

Algumas doenças também podem levar à diarreia, como a doença de Chron, colites ulcerosas, doença celíaca, síndrome do intestino irritável, intolerância à lactose, entre outras.

Fatores de risco

Por ser uma doença muito comum, qualquer pessoa pode apresentar diarreia. Não importa o gênero nem a idade. Entretanto, alguns comportamentos de risco podem levar ao surgimento da diarreia. Veja:

  • Ingerir água e alimentos contaminados com fezes humanas ou animais
  • Viajar para países que não tenham bom saneamento de água
  • Consumo exacerbado de cafeína
  • Consumo exacerbado de álcool
  • Fumo.

Sintomas

Sintomas de Diarreia

Os sintomas da diarreia costumam ser os mesmos, embora variem de intensidade. O principal sinal da doença é a presença de fezes líquidas na evacuação.

O paciente também pode manifestar dores na região abdominal e uma vontade constante de ir ao banheiro.

Diagnóstico e Exames

Buscando ajuda médica

A maioria dos casos de diarreia resolve-se sozinha. Mas atenção: a diarreia pode ser sinal de que há algo com que você deva se preocupar. Por isso, é importante procurar um especialista para certificar-se de que não há nenhuma condição envolvida no surgimento da diarreia.

A atenção para crianças deve ser redobrada, principalmente quando ela vem acompanhada de outros sintomas, como febre e vômito, pois pode levar a um problema sério de desidratação. Nesses casos, busque ajuda médica se os sintomas da criança não melhorarem em pelo menos 24 horas. Verifique também se não há presença de sangue ou muco nas fezes e se a criança não demonstra cansaço e fica irritado facilmente.

Você também deve procurar um especialista se os seus sintomas não desaparecerem sozinhos em dois dias e se você passar a apresentar sinais de desidratação.

É importante buscar ajuda especializada, também, se sentir dores abdominais ou retais, cólicas, apresentar sangue nas fezes ou febre.

Na consulta médica

O médico realizará um exame físico e fará perguntas sobre seu histórico médico familiar e sintomas, inclusive:

  • Quando a diarreia começou?
  • Qual é a cor e a consistência das fezes?
  • Você chegou apresentar sangue nas fezes?
  • Você tem expelido uma quantidade muito grande de muco nas fezes?
  • Que outros sintomas além da diarreia você apresenta?
  • Você sente dores abdominais ou cólicas fortes com a diarreia?
  • Você tem tido febre ou calafrios?
  • Há alguma outra pessoa em casa com diarreia também?
  • Você viajou para outro país recentemente?
  • Você ingeriu água imprópria para o consumo ou comida estragada?
  • O que faz a dor piorar? Estresse? Alimentos específicos?
  • Você foi submetido a alguma cirurgia abdominal?
  • Você tem tomado antibióticos recentemente?
  • Que remédios você toma? Houve alguma mudança nos medicamentos?
  • Você costuma beber café? Em que quantidade?
  • Você bebe álcool? Em que quantidade? Com que frequência?
  • Você fuma? Quantos cigarros por dia?
  • Você está seguindo alguma dieta especial?

Diagnóstico de Diarreia

Geralmente, o diagnóstico de diarreia pode ser feito em casa, por meio da observação de sintomas. No entanto, o médico poderá realizar testes laboratoriais para definir as causas da diarreia. Se também houver sinais de desidratação, seu médico poderá solicitar o perfil metabólico básico do paciente e a gravidade específica da urina.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Diarreia

O tratamento para diarreia é geralmente feito em casa, por meio da ingestão de líquidos, a fim de evitar desidratação.

O médico também poderá receitar alguns medicamentos. Esses remédios geralmente não precisam de prescrição, mas evite-os a não ser que seja orientação médica.

Medicamentos para Diarreia

A diarreia pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os medicamentos mais comuns no tratamento de diarreia são:

Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Saber conviver com a diarreia é, também, saber trata-la. Siga à risca as orientações médicas e livre-se o quanto antes do problema. Veja algumas medidas caseiras que você pode adotar para acelerar o tratamento e a recuperação:

  • Beba de 8 a 10 copos de líquidos leves todos os dias
  • Beba pelo menos um copo de líquido toda vez que você tiver uma evacuação sem controle
  • Faça refeições pequenas ao longo do dia, em vez de três refeições grandes
  • Coma alimentos salgados, como bolachas, sopa e bebidas energéticas
  • Coma alimentos ricos em potássio, como banana, batata sem pele e suco de fruta diluído. Esses alimentos e outros alimentos, como maçãs, são conhecidos como os que “seguram o intestino”
  • Descanse bem.

Se você apresenta uma forma crônica de diarreia, como aquela causada pela síndrome do intestino irritável, tente enriquecer a dieta com grãos e farelos integrais para dar consistência às fezes e regular os intestinos.

Se você está amamentando seu bebê, continue a fazê-lo mesmo com a diarreia.

Complicações possíveis

Diarreia geralmente não leva a complicações mais graves, mas uma consequência comum da diarreia é a desidratação. Confira alguns sinais de que seu corpo está desidratado:

  • Sede excessiva
  • Diminuição da quantidade de urina (redução de fraldas molhadas em bebês)
  • Boca e pele secas
  • Olhos encovados
  • Redução nas lágrimas no choro
  • Fraqueza
  • Tontura
  • Vertigem.

Expectativas

O tempo de recuperação pode variar de acordo com o tipo de diarreia. Geralmente, diarreias agudas demoram cerca de alguns dias para passar. Já a diarreia crônica pode levar de três a quatro semanas para desaparecer.

Para o primeiro caso, o tratamento pode ser dispensado, já que a doença desaparece sozinha. No segundo, o tratamento pode ser exigido, uma vez que a diarreia pode ser sinal de algum outro problema.

Prevenção

Prevenção

Diarreia associada a antibióticos pode ser prevenida com o uso de suplementos que contêm bactérias benéficas. Para saber mais sobre isso, converse com seu médico.

Iogurte com culturas vivas ou ativas são uma boa fonte dessas bactérias benéficas e também ajudam a evitar a diarreia.

As seguintes medidas de saúde podem ajudar na prevenção de doenças que provocam diarreia:

  • Lave as mãos com frequência, principalmente após ir ao banheiro e antes de comer
  • Use álcool em gel para desinfetar as mãos com frequência
  • Ensine as crianças a não levar objetos à boca.

Ao viajar para áreas subdesenvolvidas, siga as medidas abaixo para evitar a diarreia:

  • Beba somente água mineral e não use gelo, a menos que ele seja feito com água mineral
  • Evite vegetais não cozidos ou frutas com casca
  • Evite frutos do mar crus ou carne malpassada
  • Evite o consumo de lacticínios, principalmente se tiver intolerância à lactose.

Fontes e referências

  • Federação Brasileira de Gastroenterologia