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Saúde

Benefícios das nozes para o organismo


Publicado em: 16/09/2017
 

Normalmente mal vista devido ao alto valor calórico, a noz possui muitos benefícios quando consumida em pequenas doses diárias. Altamente benéficas no corpo humano, a semente do fruto é a parte comestível que, desde os tempos antigos, eram recomendadas pelos antigos chineses como consumo diário para fortalecimento do organismo humano. De origem asiática, a nogueira é a árvore que dá origem ao fruto, que atualmente é cultivada em diversos locais do mundo. A maior parte das mudas que foram trazidas ao Brasil durante os anos 70, no entanto, são originárias do sul dos Estados Unidos.

 

Além de deliciosas, as nozes possuem propriedades que ajudam no fortalecimento da defesa do corpo, formação de glóbulos vermelhos, cicatrização, fortalecimento dos ossos e dos dentes, combate ao envelhecimento precoce das células, além de evitar – quando consumidas diariamente em pequenas doses – até 65% do risco de doenças do coração.

 

Esse último benefício está associado à redução provocada pelos seus componentes nas taxas de colesterol e na formação de coágulos no sangue. Além disso, possui propriedades anti-inflamatórias, sendo seu consumo excelente para o combate às inflamações. Rica em vitamina E, C e selênio – com ação antioxidante – o consumo é auxiliar ainda na prevenção ao câncer. Ainda devido aos antioxidantes, as nozes podem ajudar ainda a melhorar a resistência pulmonar, além de reduzirem os danos causados pelas toxinas inaladas.

 

Seus componentes fito estrogênios ajudam a combater os efeitos da menopausa em mulheres e, além disso, por ser rica em cálcio, a noz fortalece os ossos e os dentes. Rica em vitamina B6 – somente outros alimentos como gérmen de trigo e peixes como sardinha e salmão passam a frente nesse componente –, a noz ajuda a manter o funcionamento do cérebro de forma eficaz, além de ajudar a produzir glóbulos vermelhos.

 

Atenção

As nozes são vistas como elementos eliminados em dietas, no entanto, para consumi-las, é preciso apenas cautela. Você precisa saber que todos os benefícios podem ser alcançados com cinco nozes – o equivalente à 28 gramas – diariamente. Mas é preciso não passar do valor indicado, pois essa quantidade contém 193 calorias, valor semelhante ao de duas barras de cereais.

 

Como consumir?

A melhor forma de consumir as nozes é descascando-as na hora e comendo inteiras. Quando moídas, perdem seus nutrientes rapidamente. Consuma com cereais e frutas, ou ainda batidas com leite. Pode adicionar ainda aos pratos salgados como saladas, risotos, massas e molhos. As nozes devem apresentar um sabor adocicado, caso contrário já estão oxidadas e não devem ser consumidas.

(Natalia Petrin/remedio-caseiro)



Leite dourado: receita protege o coração e turbina o emagrecimento


Publicado em: 14/09/2017
 

O nome pode parecer estranho, mas o leite dourado é mais simples de fazer do que aparenta. A combinação do leite com determinadas especiarias pode tornar a bebida uma poderosa aliada da saúde em diversos aspectos. Entre os principais ingredientes da receita está a cúrcuma, que tem efeito antioxidante e anti-inflamatório.

 

Ela contribui também para o combate ao câncer de próstata, mama, melanoma, pâncreas, diminui o risco de leucemia e mieloma múltiplo, e a ocorrência de metástases em diversos tumores. Desintoxica o fígado, é benéfico para o coração, ajuda no controle do diabetes, neutraliza radicais livres, reduz a inflamação da artrite, tem ação analgésica, antisséptica e antibacteriana.

 

A especiaria age ainda no metabolismo das gorduras auxiliando na perda de peso, ajuda na acne, na psoríase e outras doenças de pele, e acelera a cicatrização. Previne a doença de Alzheimer, combate a depressão e a esclerose múltipla. Ficou interessado? Veja receita abaixo, da Leite Faz Seu Tipo, iniciativa criada pela Associação Brasileira de Leite Longa Vida:

Ingredientes

  • 2 xíc. de leite de vaca
  • 1 col. de chá de cúrcuma
  • 1/2 col. de chá de canela
  • 1 pitada de pimenta do reino preta
  • Gengibre (1 pedaço pequeno ou 1/4 de colher de chá da versão em pó)

 

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador e depois aqueça a mistura em uma pequena panela por cinco minutos, em fogo médio (sem deixar ferver). Depois é só aproveitar a bebida.



Saiba o efeito que o álcool da juventude tem no seu corpo de hoje


Publicado em: 13/09/2017
 

Acredite se quiser, as noitadas de drinques de quando você era jovem tem efeito no seu corpo maduro tanto quanto as bebidinhas de hoje.

 

De acordo com uma pesquisa publicada no periódico científico American Journal of Preventative Medicine, quem tinha o hábito de virar o copo na adolescência, apresenta um risco elevado de lutar contra a balança na vida adulta.

 

Leia mais: O álcool está engordando você?

 

Os autores do estudo analisaram os dados de aproximadamente 8 mil pessoas e descobriram: quem consumia, antes da maioridade, quatro ou mais copos de bebida alcoólica em um único dia, ou mais de oito copos em uma semana, tinha uma probabilidade 41% maior de sofrer com sobrepeso, e entre 20 e 36% maior de risco de cruzar a linha da obesidade  – isso antes de completar 30 anos de idade.

 

Uma das teorias para justificar esse resultado é a de que o consumo recorrente de álcool desencadeia uma série de outros hábitos que, quando combinados, favorecem o ganho de peso.

 

Leia mais: O que acontece quando você passa 1 mês sem álcool e açúcar

 

Faça este cálculo: some as calorias de cada drinque ao consumo exagerado de comidinhas e petiscos para acompanhar o copo e ao fato de que o álcool compromete sua capacidade de perceber que a fome acabou. Pronto! Você verá o resultado dessa bola de neve refletido na balança. Ao fazer disso uma rotina, os quilos a mais não tardarão a aparecer.

 

Caso você se encaixe no grupo que exagerava – e ainda exagera – no consumo de álcool, saiba que não é necessário parar completamente para permanecer no seu peso ideal. O que você precisa é apenas monitorar o número de copos na semana para quebrar esse círculo vicioso. Antes tarde do que nunca, não é mesmo? Assim fica mais fácil controlar o ponteiro da balança.

(msn)



Como o estresse pode afetar suas chances de engravidar


Publicado em: 31/08/2017
 

O estresse é um estado familiar: cansaço, tontura, alergias, gastrite, dificuldade para dormir, baixa imunidade e mudanças de apetite são alguns dos sintomas físicos comuns à condição, aos quais as pessoas têm se acostumado sentir, de tão presentes em seu cotidiano. Mas muitos não sabem, por ser uma consequência “invisível” desse quadro, que esse contexto de esgotamento pode comprometer a fertilidade e diminuir as chances de se ter um filho.

 

Isso porque essa resposta emocional está ligada à produção de hormônios, que afeta diretamente as funções do corpo. O hipotálamo, região cerebral responsável por orquestrar os processos metabólicos e diversas outras funções autônomas, tenta equilibrar as atividades sexuais e neuronais reagentes ao estresse, fazendo com que os efeitos no corpo se relacionem.

 

Então, uma pessoa sob constante irritação tem reações neuroquímicas encarregadas de “blindar” o corpo contra influências externas que poderiam prejudicar o organismo. O cortisol, hormônio secretado em situações estressantes, pode alterar a qualidade ovulatória, os ciclos menstruais e as possibilidades de implantação do embrião recém-formado no útero. Isso pode dificultar a gravidez e aumentar a chance de um aborto. Algumas mulheres deixam até de menstruar. Nos homens, além da falta de libido e de ereção, as consequências caem sobre a produção de espermatozoides: a quantidade, qualidade e mobilidade deles podem ser comprometidas.

 

Um panorama comum observado na reprodução assistida é como os fatores de ansiedade podem ficar mais evidentes. Quando os pacientes se veem frentes à possibilidade de não conseguir ter seu filho, eles podem apresentar um quadro de tensão e expectativa nada favoráveis para a eficácia do tratamento.

 

No fim de 2016, foi publicada uma pesquisa na revista científica Psychoneuroendocrinology sobre como o cabelo das mulheres pode predizer o sucesso ou não de uma fertilização in vitro (FIV). Conduzido no Reino Unido pela Universidade de Nottingham, o estudo encontrou relação direta entre os níveis de cortisol encontrados nos fios e a probabilidade de conceber com uma FIV. Quanto menos hormônio, maiores as chances. Ou seja, quanto menos estresse, melhor é o cenário para engravidar.

 

Algumas terapias, como ioga, meditação e massagens propiciam bem-estar físico e psicológico, tanto para homens quanto para mulheres. A acupuntura, cada vez mais popular aqui no Brasil, tem sido procurada há anos por quem está em tratamento de reprodução humana, justamente por se mostrar bem-sucedida em auxiliar pacientes a diminuir os incômodos de alguns procedimentos.

 

Ser mãe ou pai é uma questão muito sensível para algumas pessoas – e lidar com esses anseios acaba se mostrando um processo complicado. Por isso, o acompanhamento psicológico é muito bem-vindo para evitar o surgimento de um estresse acentuado e aumentar as chances de sucesso dos tratamentos.

 

Dr. Maurício Chehin – é doutor, médico colaborador do setor integrado de reprodução humana da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (Unifesp-EPM) e especialista do Grupo Huntington, de São Paulo

(msn)



Passar gilete é método que mais fere a área íntima: 3 complicações são as mais comuns


Publicado em: 22/08/2017
 

Retirar os pelos pubianos é um hábito comum, mas que gera um número significativo de lesões, de acordo com um estudo feito em conjunto por universidades norte-americanas.

 

Lesões por depilar ou raspar pelos pubianos

A pesquisa publicada no jornal científico JAMA Dermatologia analisou 7.570 adultos norte-americanos de 18 a 65 anos por meio de uma pesquisa na internet. O questionário abordou seus hábitos de depilação, históricos de lesões, localização e gravidade.

 

A depilação dos pelos pubianos era um costume de 5.674 participantes, sendo que 66,5% eram homens e 85,3% mulheres.

 

Principais lesões

Já as lesões foram reportadas em 1.430 casos, o que equivale a 25,6% de todas as pessoas que aparam ou retiram os pelos. Entre eles, 66,5% afirmou que se feriu mais de uma vez na vida.

 

As lesões mais frequentes foram cortes, ardência e erupções cutâneas (como as da foliculite) e estavam mais relacionados ao uso da lâmina.

 

Locais das lesões

Os locais mais comumente machucados nas mulheres foram: púbis; virilha e parte interna da coxa,vagina e períneo.

 

E para os homens: saco escrotal, pênis e púbis.

Principais complicações

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Das pessoas que participaram do estudo, algumas tiveram as seguintes complicações:

9,3% apresentaram infecção; 3,4% precisaram ser tratados com antibióticos; 2,5% passaram por intervenções cirúrgicas para tratar o problema, como drenagem de abcesso ou sutura de corte.

 

Lâmina é mais perigosa

Os machucados foram mais frequentes em quem removia os pelos periodicamente, especialmente em quem os tirava por completo.

 

Apesar de a pesquisa não avaliar qual método é mais seguro, 60% dos machucados foram cortes causados por lâminas de barbear.

 

O que fazer?

Não é necessário deixar de aparar os pelos da região íntima se assim você desejar, mas é preciso tomar cuidado. Seguir as instruções da embalagem, redobrar a atenção e/ou buscar ajuda de um profissional é importante para evitar feridas que tornam a área íntima mais vulnerável às infecções, especialmente por doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

 

O urologista e co-autor do estudo, Benjamin Breyer, vice-presidente do Departamento de Urologia da Universidade da Califórnia, concluiu que pessoas que se machucam com a depilação devem diminuir a frequência e a área de remoção.

 

O próximo passo da pesquisa é analisar a relação entre higienização íntima e transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis.

(msn)