Saúde

Pera diminui risco de diabete e doenças do coração


Publicado em: 17/01/2017
 

Não faltam motivos para incluir essa fruta no cardápio todos os dias. Conheça os principais.

 

Ela sempre ficou à sombra de sua prima-irmã, a maçã. Mas saiba que a pera não deixa nada a desejar em termos de benfeitorias à saúde. Um dos principais motivos tem a ver com seu alto teor de fibras – são aproximadamente quatro gramas em uma unidade –, substâncias que combatem a prisão de ventre e controlam as taxas de colesterol e glicose no sangue.

 

Leia mais: Quais frutas se destacam no combate ao câncer?

 

Mas, para garantir o aproveitamento total desses ingredientes, tem que comer a fruta inteira, com casca e tudo. Até porque nessa parte do alimento também residem boa parte dos seus compostos fenólicos – antioxidantes que barram a ação dos perigosos radicais livres.

 

Leia mais: Truques para aproveitar as fibras ao máximo

 

Segundo estudos, essa combinação é excelente para prevenir e combater o diabete tipo 2, além de diminuir o risco de doenças cardiovasculares. Um grupo que devia dar atenção especial à pera é o de praticantes de atividade física.

 

Afinal, como a presença de fibras faz o açúcar – fonte de energia – ser liberado de forma gradual na corrente sanguínea, o resultado é pique extra para malhar. Aliás, deixar a digestão mais vagarosa tem outra bela vantagem: a fome demora a aparecer. O fato de a fruta ser lotada de água é outra característica que joga a favor da saciedade e, como consequência, da barriga enxuta.

 

Em contato com o oxigênio, a polpa da pera sofre um processo oxidativo e escurece. Se quiser evitar que seu suco fique marrom depois de alguns minutos, o jeito é colocar laranja ou caju na receita. Essas frutas são cheias de vitamina C, nutriente que barra a oxidação.

 

Tabela nutricionalEnergia – 68,9 cal
Fibras – 3,9 g
Potássio – 150 mg
Vitamina C – 3,6 mg
Carboidratos – 18,2 g
* Os valores se referem a 130 gramas, o equivalente a uma unidade de pera

*** Saúdeabril.



Frituras, por que fazem tão mal?


Publicado em: 11/01/2017
 

Batata frita, coxinha, pastel… Parece irresistível né? Mas veja alguns motivos para dar uma maneirada nessas delícias.

 

A famosa e tão falada gordura deve fazer parte da nossa alimentação diária, porém, não precisa e nem deve ser na forma de fritura, fala sério, né pessoal???!!!

Fritura nada mais é que o superaquecimento de algum tipo de gordura animal (banha) ou vegetal (óleos de milho, canola, soja…) e a imersão de algum alimento nesse nutriente. Atualmente, utiliza-se mais as frituras com os óleos vegetais, com o objetivo de não ser tão prejudicial à saúde, porém, mesmo utilizando esses óleos de boa qualidade, se transformam em uma gordura de qualidade que deve ser evitada, ao máximo, na alimentação.

O mesmo acontece com o azeite. Todos nós sabemos que faz bem ao coração, porém, não adianta submete-lo à alta temperatura, pois assim, seu efeito é anulado. O azeite, para ter suas propriedades funcionais de fazer bem ao coração, deve ser utilizado em temperatura ambiente, sem aquecê-lo. Vocês estão muito enganados em querer fazer uma fritura no azeite achando que é mais saudável, é pura ilusão!!!

Deve-se considerar também, o tempo que o óleo está sendo aquecido, o tempo que o alimento fica imerso e a temperatura do óleo. O ideal é utilizar de 2 a 3 vezes o mesmo óleo e depois, dispensar. Tente esquentar o óleo o mínimo possível e deixar o alimento o menor tempo possível pois, quanto maior o tempo e a temperatura, mais alterações o óleo sofre, como a formação da acroleína, uma substância formadora de câncer.

 

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A gordura insaturada presente nos óleos vegetais, com a fritura, se transforma em gordura saturada, responsável por diversos desajustes no organismo, tais como: doenças do coração, aumento da pressão arterial, desenvolvimento de câncer, má absorção de nutrientes, diminuição da fertilidade, etc.

Além disso, a fritura torna o alimento consumido com característica inflamatória, trazendo consequências como o acúmulo de gordura abdominal, a conhecida barriguinha de chopp. Essa pode levar a resistência à insulina, tendo como sintomas cansaço, mal-estar e dores de cabeça.

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Considerando todas essas informações, vimos que temos que consumir frituras ES-PO-RA-DI-CA-MEN-TE. Sugiro uma vez por semana, estourando duas vezes. Os pratos fritos devem ser substituídas por preparações grelhadas, cozidas, ensopadas e assadas. Entenderam?

Dra. nutricionista Juliana Tomandl Fontes

Fonte: Entre Legumes e Verduras



A água e o flúor


Publicado em: 10/01/2017
 

A água, por ser um elemento fundamental para sobrevivência de qualquer ser vivo, é algo de muita responsabilidade opinar sobre ela. Existem dados e regulamentos que definem suas características físico-químicas, o resto são especulações. Mas tem-se dado atenção especial a este solvente universal.

 

A indústria de alimentos não funciona sem a água, sendo que um dos primeiros quesitos a escolher o local de qualquer indústria alimentícia, ou até mesmo o cultivo de alimentos e criação de animais, é se no local há água suficiente.

 

A indústria segue normas, padrões e leis, não sendo ela própria que define como deve estar a água. Assim, encontra-se flúor em alguns alimentos que levam água em sua composição.

 

Bom, o flúor, de acordo com a medicina e odontologia, não faz mal à saúde, se ingerido não altera em nada o organismo. Adiciona-se flúor na água potável e na água utilizada no processamento de alimentos para beneficiar crianças de classe econômica baixa, que não tem acesso a creme dental com flúor, na tentativa de diminuir a formação de cáries nos dentes.

 

Existem especulações americanas que afirmam que a adição de flúor tem a ver com o plano de manipulação da população desde a época de Hitler. Isto não tem comprovação científica, e se justificam que não é permitido aos cientistas provarem esta teoria. Soltem gargalhadas, mas é uma teoria que tem feito sucesso há muito tempo, e que parece ter chegado ao Brasil há pouco. Mesmo provando, é possível contestar, assim como contestam a ciência já comprovada, pois existem teorias sendo refutadas por aí.

 

Com tantos programas de diminuição da miséria nos últimos anos, continuamos a ingerir flúor no Brasil. Como não se justifica a ingestão de qualquer dosagem de flúor, pois o uso tópico seria o suficiente, existem alguns países de primeiro mundo que proíbem a adição de flúor na água, mas lá não tem miséria, subentendendo que todas as crianças tem acesso ao creme dental com flúor.

 

Lembrando que no Brasil e boa parte do mundo não tem como viver totalmente sem flúor, pois o flúor está na natureza, ou seja, até nos alimentos in natura (não sei ainda o motivo, mas pode ser a presença de flúor na adubação ou na irrigação), mas em uma quantidade quase insignificante. E enquanto a lei continuar a definir a quantidade de flúor a ser adicionada na água, não tem como também, escapulir dessa ingestão, mesmo que utilizemos apenas creme dental sem flúor, de uso tópico.

*** http://cotidianodofabulosomundoderosalina.blogspot.com.br/

*** imagem divulgaçao



Benefícios do Jiló


Publicado em: 06/01/2017
 

Saiba que o jiló é um fruto, não um legume, e bastante amargo, mas além de ter essa característica forte ele tem tantos benefícios que as pessoas, talvez, até desconheçam. Possui baixo valor calórico e seu gosto amargo é um excelente remédio para nosso sistema digestivo, ajuda a diminuir o colesterol ruim, combate o mau hálito, previne a pressão arterial além de eliminar as substâncias antioxidantes do corpo.

Na dieta, ele ajuda a combater a vontade de comer, sensação quase incontrolável nos mais ansiosos.

 

Jiló – Pertence à mesma família que o pimentão e a berinjela, contém uma grande quantidade de água o que o torna um ótimo aliado da perda de peso, previne e combate a retenção de líquidos e ainda promove o poder da saciedade fazendo com que você não sinta fome, sensação quase incontrolável nos mais ansiosos. O valor calórico baixo, 40 calorias em 100 gramas, permite que o jiló seja consumido sem pesar na consciência.

 

jilóFonte de carboidratos, proteínas, minerais como cálcio, fósforo e ferro, pode-se ainda encontrar no fruto certa quantidade de vitaminas A, C e as do complexo B como a B5. O Cálcio, Fósforo e o Ferro são ótimos no auxílio da formação de ossos, dentes e músculos e ajudam na coagulação do sangue. Já as vitaminas do complexo B evitam problema de pele, aparelho digestivo, sistema nervoso entre outros.

Para que suas propriedades não se percam é preciso cozinhá-lo sempre no vapor ou em pouca água, mas se preferir poderá prepará-lo frito. Outras formas de consumir é na forma de farofa, somente duas colheres de sopa já são suficientes para sua atuação benéfica no organismo. Cortar o jiló em quatro partes e deixá-lo de molho na água com sal por 15 minutos ajuda a reduzir o amargor.

 

Seus compostos bioquímicos, denominados flavonóides, são antioxidantes, ou seja, protegem as artérias, impedindo que o colesterol gordura ruim seja aderido. “É um alimento poderoso para a manutenção da saúde do coração”, defendem os nutricionistas.

 

Entretanto, para ter resultados na balança e na saúde, ele deve ser incorporado à dieta. O gosto amargo e sua dificuldade de engolir, precisa fazer parte da refeição ao menos uma vez por semana, que pelo estímulo da salivação apresenta uma ação bactericida, promovendo uma higiene bucal e um hálito mais saudável.

Vale a pena experimentar e adicionar na alimentação aliando os benefícios do jiló para o corpo juntamente com uma dieta equilibrada. Os benefícios desses alimentos só serão sentidos quando ingeridos com frequência. Não vale comer apenas esporadicamente. Uma ou duas vezes por semana é o ideal indicam os nutricionistas!

jiló

“Jiló” – Solanum gilo

Descrição : Planta da família das Solanaceae. Também conhecida como giló.

Propriedades medicinais: digestivo, hepática.

Indicações: colesterol, diabete, diarreia, febre, fígado (problemas hepáticos e dispepsia biliar), gripe, intestino, pelagra, resfriado, úlcera na boca.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada. Porém nenhuma planta deve ser consumida em excesso e nenhum tratamento deve ser feito sem orientação de um especialista ou nutricionista.

Fontes: Jiló  // Benefícios do Jiló

 



Açafrão-da-terra é aliado do cérebro e ajuda na perda de peso


Publicado em: 05/01/2017
 

Tempero também ajuda no combate a artrite e contribui para a prevenção da doença de Alzheimer

 

O açafrão-da-terra, também conhecido como cúrcuma, açafrão da índia e gengibre amarelo, é uma raiz da família do gengibre. No mundo todo há mais de 100 espécies da família Cúrcuma, mas o açafrão que consumimos vem da Curcuma longa. A raiz sido utilizado há mais de 4000 anos no Oriente Médio e na Ásia, tanto na Medicina Ayurvedica como na Medicina Tradicional Chinesa, como um potente fitoterápico.

Este tempero se destaca pela ação antienvelhecimento e antioxidante e segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia é capaz de reduzir o risco da doença de Alzheimer. A cúrcuma também protege contra diversos tipos de câncer e tem ação anti-inflamatória.

Tome cuidado para não confundir o açafrão-da-terra com o açafrão vermelho. Este último é oriundo dos pistilos de uma flor e é considerado a especiaria mais cara do mundo, o açafrão-da-terra é muito mais acessível.

Nutrientes do açafrão-da-terra

O açafrão contém diversos minerais e vitaminas, com destaque para o potássio, que ajuda a controlar a pressão arterial e previne derrames. Também é fonte de vitaminas C, aliada da imunidade, e vitamina B6, que é benéfica para o cérebro.

O tempero ainda conta com ferro, que previne anemias, manganês, essencial para o metabolismo do colesterol e para o crescimento, cálcio, que é aliado dos ossos e dentes, e magnésio, importante para o metabolismo de glicose. Proteína, boa para os músculos, gordura e um elevado teor de fibra solúvel, que melhora o trânsito intestinal, também estão presentes no açafrão-da-terra. No entanto, o seu grande valor reside na curcumina, um polifenol com ação antioxidante e anti-inflamatória, responsável pela cor amarela intensa do açafrão.

São inúmeros os benefícios da curcumina, principalmente pelo seu efeito antioxidante e anti-inflamatório. Ela contribui para o combate ao câncer de próstata, mama, melanoma, pâncreas, diminui o risco de leucemia e mieloma múltiplo, e a ocorrência de metástases em diversos tumores. Desintoxica o fígado, é benéfico para o coração, ajuda no controle do diabetes, neutraliza radicais livres, reduz a inflamação da artrite, tem ação analgésica, antisséptica e antibacteriana. Age no metabolismo das gorduras auxiliando na perda de peso, ajuda na acne, na psoríase e outras doenças de pele, e acelera a cicatrização. Previne a doença de Alzheimer, combate a depressão e a esclerose múltipla. Todos estes efeitos são documentados por inúmeros estudos científicos.

Benefícios em estudos do açafrão-da-terra

Forte ação anti-inflamatória: A curcumina é considerada o principal agente farmacológico no açafrão. Em numerosos estudos os efeitos anti-inflamatórios da curcumina são comparáveis aos da hidrocortisona, diclofenaco e fenilbutazona (drogas anti-inflamatórias potentes). Ao contrário destes medicamentos, que estão associados a efeitos colaterais significativos, formação de úlcera, diminuição do número de células brancas do sangue, sangramento intestinal, a curcumina não produz nenhuma toxicidade.

Ação antioxidante: Estudos clínicos têm comprovado que a curcumina exerce um efeito antioxidante muito poderoso. Assim ela é capaz de neutralizar os radicais livres, substâncias químicas que causam danos às células.

Aliado contra a artrite: Devido à ação antioxidante da curcumina, o açafrão-da-terra ajuda a aliviar a artrite. Isto porque nesta doença os radicais livres são responsáveis pela degeneração e inflamação das articulações. A combinação do efeito antioxidante e anti-inflamatório do açafrão reduz os sintomas da artrite, como a rigidez matinal, o edema (inchaço) e a dor.

Bom contra o câncer: A ação antioxidante da curcumina presente no açafrão-da-terra protege as células de radicais livres que podem danificar o DNA celular, cuja alteração leva ao crescimento de células cancerígenas. Este polifenol também ajuda o corpo a destruir as células cancerosas desgarradas evitando metástases. A curcumina ainda age inibindo a síntese de proteínas que atuam na formação do tumor e evita a angiogênese, que é a formação de novos vasos sanguíneos para alimentar o crescimento de células cancerígenas.

Bom para o cérebro: Os resultados de um estudo recente, publicado em 2014 na revista Stem Cell Research & Therapy, mostram que o açafrão-da-terra pode ajudar a reparar o cérebro após uma lesão e também pode ser usado para tratar doenças neurodegenerativas. Para examinar os efeitos da cúrcuma em células cerebrais, os cientistas banharam as células-tronco do cérebro adulto em um extrato contendo turmerona, um polifenol encontrado no açafrão-da-terra. O crescimento de células-tronco foi superior a 80% quando comparado com o controle.

Entenda os benefícios do açafrã-da-terra para o cérebro - Foto: Getty Images
Entenda os benefícios do açafrã-da-terra para o cérebro

Pesquisadores da Michigan State University descobriram que a cúrcuma ou açafrão da terra é capaz de impedir a formação de compostos destrutivos (proteínas alfa-sinucleína) que estão presentes no cérebro em doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer.

A curcumina também reduz o risco da doença de Alzheimer, segundo pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Ela age reduzindo a formação de placas amiloides. A doença de Alzheimer resulta do acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide, que se deposita nas células do cérebro produzindo inflamação e estresse oxidativo, formando placas entre as células nervosas (neurônios) no cérebro e perturbando o seu funcionamento.

Bom para o coração: A curcumina é capaz de evitar a oxidação do colesterol no organismo. O colesterol oxidado é o que danifica os vasos sanguíneos e se acumula em placas endurecidas que podem levar a um ataque cardíaco ou derrame. Esta ação impedindo a oxidação do colesterol pode ajudar a reduzir a progressão da aterosclerose e de outras doenças cardíacas.

Age contra a depressão: Um estudo publicado na revista Phytotherapy Research confirmou através de ensaio clínico em 60 pacientes que a curcumina é segura e eficaz no tratamento de estados graves de depressão comparada com a fluoxetina. A eficácia da curcumina foi semelhante ao do medicamento antidepressivo, no entanto, a curcumina não apresenta nenhum dos efeitos colaterais associados com a droga e ainda fornece benefícios adicionais à saúde. Estes resultados estão de acordo com outra pesquisa, publicada na revista Psychopharmacology, mostrando que a curcumina aumenta os níveis de neurotransmissores como serotonina e dopamina, responsáveis pela sensação de bem-estar.

Bom contra a acne: Cúrcuma é eficaz no tratamento de acne devido a suas propriedades antissépticas e antibacterianas: ela combate espinhas, controla a oleosidade e proporciona um brilho saudável para a pele. Para obter este benefício a orientação é a aplicação tópica do açafrão-da-terra, converse com seu médico sobre a melhor maneira de utilizá-lo.

Ajuda na perda de peso: Um estudo publicado pelo Journal of Nutrition mostrou a ação da cúrcuma na inibição da lipogênese, produção de gordura pelo corpo. O tempero reduziu o percentual de gordura corporal no grupo que ingeriu o condimento. A dose usada no estudo foi de cinco gramas por dia, equivalente a uma colher de chá rasa.

Outros estudos sinalizam que a ação anti-inflamatória da curcumina é um dos mecanismos que ajudam na perda de peso. Uma pesquisa publicada no European Journal of Nutrition sugere que curcumina pode ser útil no tratamento e prevenção de doenças crônicas relacionadas com a obesidade porque a curcumina interage em vários caminhos metabólicos capazes de reverter a resistência à insulina (pré-diabetes), hiperglicemia (açúcar alto no sangue), hiperlipidemia (colesterol elevado) e outros sintomas inflamatórios associados a obesidade.

Quantidade recomendada

Caso compre a raiz inteira utilize uma ou duas rodelas por dia. Se for ingerir o pó de açafrão a orientação é uma colher de chá, cerca de 5 gramas, diariamente caso exista algum problema de saúde. Pessoas saudáveis podem usar o quanto considerarem mais conveniente, o importante é a regularidade, que o açafrão-da-terra faça parte da rotina alimentar.

Como consumir

Quando a pessoa adquire a raiz inteira a orientação é usar as rodelas no suco, ralado na salada ou na preparação de outros pratos. Use o tempero em pó à vontade em sopas, pães, bolos, biscoitos, omeletes, tapiocas, e também em aves, carnes e cozidos, legumes, arroz, feijão, ervilha, etc. A versão em pó também pode ser utilizada em sucos.

Por ser um pó, não é bom consumir o açafrão a seco, polvilhado na salada, por exemplo. Isto porque há maior risco de engasgue. Ele pode ser misturado em qualquer tipo de líquido, como no preparo dos alimentos ou na confecção de molhos para salada. Vale misturar com azeite, óleo de coco, maionese, leite, iogurte, manteiga, etc.

Combinações

É interessante combinar a cúrcuma com a pimenta do reino a fim de aumentar a biodisponibilidade (absorção). A pimenta do reino é rica em um flavonoide chamado piperina, que aumenta a absorção de outros nutrientes. O curry é feito com cúrcuma e pimenta, e também pode ser incorporado no dia a dia.

Cuidados ao consumir

É melhor comprar o açafrão-da-terra em lojas de produto naturais e ao fazê-lo, verifique a validade. Isto porque quanto mais fresco, mais rico em polifenois. A cúrcuma é indicada para todas as pessoas, com restrição apenas nos casos raros de alergias a este tempero.

Riscos do consumo em excesso

Não há efeitos colaterais no consumo da cúrcuma e ainda não foram descobertos problemas no consumo em excesso do tempero.

*** Minha Vida