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Saúde

SESTRAN inicia remoção de veículos abandonados que ainda não foram retirados pelos proprietários


Publicado em: 17/10/2018
 

Com o objetivo de solucionar os incômodos causados por veículos abandonados nas ruas de Patrocínio, o Governo Municipal, por meio da Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Transporte, começam nesta quarta (17) a retiradas dos veículos dos proprietários que, apesar de notificados  na semana passada, ainda não promoveram remoção dos mesmos.

 

A medida, que tem por finalidade a garantia de limpeza e manutenção do Município, bem como de prevenção de doenças e acidentes, promovendo, inclusive, maior segurança aos munícipes, segue os dispositivos da Lei nº 5.033 de 27 de junho de 2018, que dispõe sobre a remoção de veículos abandonados, sucatas e afins em vias e logradouros públicos, no município de Patrocínio.

 

O subsecretário de Segurança Pública, Trânsito e Transportes, Major Divaldo Nestor, explica que alguns dos veículos estavam estacionados no mesmo local há décadas “É uma ação que além de melhorar a fluidez no trânsito, também influencia em questões ambientais, porque eram criadouros de insetos, e resolve um grande problema de segurança pública, porque em vários locais marginais se escondiam nesses veículos, inclusive em alguns lugares, como na Rua Secundino Faria Tavares que já é um local com muitas árvores e escuro onde dois veículos estavam há décadas parados e na rua Major Alvim no Bairro São Cristóvão onde haviam quatro veículos, os moradores tinham muitos transtornos, agora a SESTRAN dará continuidade, ampliando esse trabalho para beneficiar ainda mais a sociedade”.

 

De acordo com a Lei nº 5,033, consideram-se abandonados os veículos sem funcionamento ou movimento deixados em vias ou logradouros públicos, gerando o acúmulo de lixo e/ou mato sob ele ou em seu entorno, prejudicando o fluxo de veículos, pedestres, prestação de serviço público, em situação de evidente estado de decomposição de sua carroceria, gerando risco à coletividade e saúde pública.

 

A remoção dos veículos abandonados será sempre precedida de adesivação do veículo e, quando possível a identificação do proprietário, será o mesmo notificado pela autoridade de trânsito, ou seu representante, para proceder a retirada do veículo da via ou logradouro público, no prazo de cinco (5) dias a contar da adesivação, sob pena de remoção pelo poder público municipal.

 

Transcorrido o prazo estabelecido, sem que o proprietário/responsável/possuidor tenha adotado as medidas necessárias para remoção do veículo, os agentes fiscais lavrarão o Auto de Infração e aplicarão multa no valor de uma (1) UFM – Unidade Fiscal do Município, que será recolhida por guia de recolhimento municipal, a ser retirada no Setor Tributário da Secretaria Municipal de Finanças, em caso de não pagamento, o débito será inscrito em dívida ativa.

 

Além disso, após recolhido ao depósito de veículos, o mesmo será liberado somente após o pagamento das despesas de transporte ao pátio e de outras taxas exigidas e regulamentadas. O proprietário do veículo, carcaça, chassi ou partes de veículo recolhido terá sessenta (60) dias para reavê-lo, a partir da data de seu recolhimento, sendo que após esse período, o mesmo poderá ser leiloado como sucata pelo município, mediante publicação do competente edital.

Prefeitura Municipal de Patrocínio



Dor nas costas é a quinta maior causa de afastamento do trabalho


Publicado em: 03/10/2018
 

12 mil casos relacionados a dorsalgia foram registrados pelo Ministério do Trabalho em 2017

 

As dores nas costas são a quinta maior causa de afastamento no trabalho por mais de 15 dias no país, atrás apenas de casos de fraturas. No ano passado, foram 12.073 casos de dorsalgia, como são conhecidas as dores nas costas – 6,13% de um total de 196.754 afastamentos.

 

Os dados foram divulgados pela Assessoria de Imprensa do Ministério do Trabalho.

 

Em 2017, os casos de afastamento por dorsalgia só ficaram atrás das fraturas de punho e mão (22.668 ocorrências), de pernas, incluindo tornozelo (16.911), de pé (12.873) e de antebraço (12.327).

 

Em sete estados, porém, a dorsalgia é a primeira causa de afastamento, incluindo lesões por acidentes de trabalho – Acre, Alagoas, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí e Rondônia.

 

É considerada dorsalgia qualquer tipo de dor nas costas. A mais comum é a lombar, segundo o auditor-fiscal do Trabalho Jeferson Seidler. “O problema geralmente tem origem muscular ou nos ligamentos, mas as hérnias de disco intervertebral também têm impacto importante””, diz.

 

O auditor afirma que as atividades que envolvem movimentação manual de cargas estão entre as que mais oferecem risco. Em seguida aparecem as funções em que o trabalhador permanece por longos períodos na mesma posição.

 

Entre as ocupações que geram mais afastamentos por dores nas costas, entre aquelas com mais de 50 mil vínculos empregatícios, estão as de entrega de correspondências, transporte rodoviário de longas distâncias, fabricação de automóveis, frigoríficos, comércio atacadista de bebidas, coletas de resíduos, construção civil e atividades de atendimento hospitalar.

 

“A área hospitalar, por exemplo, sempre é citada em estudos sobre dorsalgias ocupacionais, devido principalmente às movimentações de pacientes acamados”, afirma Jeferson Seidler.

 

Prevenção
Para diminuir os riscos de trabalhadores com dores nas costas, o ambiente de trabalho deve ser organizado de maneira a oferecer as melhores condições possíveis, levando em conta itens como as normas de produção, ritmo de trabalho, tempo em que o funcionário permanece naquele espaço e conteúdo das tarefas.

 

Os parâmetros para um ambiente de trabalho considerado saudável constam na Norma Regulamentadora 17, sobre a ergonomia.

 

De acordo com o documento, a organização do local deve permitir ‘a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente’.

 

Entre as medidas adicionais e complementares para reduzir os riscos de dorsalgia estão fazer pausas para descanso e exercícios de alongamento e aquecimento ou ginástica laboral.

 

Especialmente as ocupações que exigem esforço físico ou longos períodos em uma mesma posição, os alongamentos devem ser realizados antes e depois do trabalho.

(O tempo)



ALERTA – Carvão ativado usado para clarear dentes não passa de ilusão


Publicado em: 27/09/2018
 

Pasta de dente preta deixa sorriso mais branco, porém desprotegido

 

Em busca de dentes mais brancos, muitas pessoas recorrem a clareamentos dentais caseiros. E uma nova fórmula vem chamando atenção. No lugar da pasta de dente branca, o pó de carvão ativado, de coloração negra, vem se tornando o ingrediente principal na hora da escovação. A segurança de seu uso, no entanto, não é reconhecida pelos dentistas.

 

Na medicina, o produto também é aplicado contra o envenenamento, como no caso da ingestão de substâncias tóxicas, conforme explica o cirurgião-dentista Adriano Rafael, que é especializado em odontologia estética. No entanto, para o clareamento dos dentes, o carvão ativado (ou ativo) não só não funciona, como ainda pode fazer mal.

 

“Ao usar o produto, a pessoa tem a impressão de que os dentes ficaram mais brancos porque o carvão é muito abrasivo, mas à custa de agredir a estrutura dos dentes. No longo prazo, essa abrasividade pode danificar o esmalte e deixar os dentes desprotegidos, tirar o brilho e causar até cáries depois”, diz Rafael.

 

Essa solução caseira e tantas outras encontradas na internet, como as que usam morango, suco de limão, casca de banana, bicarbonato de sódio e casca de laranja, contêm substâncias corrosivas, que apesar de darem uma primeira impressão de limpeza, também podem danificar a camada superficial dos dentes.

 

O cirurgião explica que qualquer tipo de microabrasão deve ser feito sempre no consultório, de forma controlada pelo dentista. “O excesso de microabrasão pode causar sensibilidade, além de outros sintomas, como inchaço, diarreia e até mesmo intestino preso”, alerta Rafael.

 

Em vídeos publicados na internet, algumas pessoas que já usaram relatam suas experiências. Em uma elas, Cris Smirne diz que usou o produto por 27 dias seguidos, duas vezes ao dia.

 

“O atrito do carvão com a gengiva machuca, mesmo escovando com cuidado e sem força. É chato porque os pingos pretos respingam para todo lado e, no dia seguinte, quando paramos de usar, a cor do dente volta exatamente ao que era antes”, relata.

 

A moda da pasta de dente preta levou o Conselho Regional de Odontologia, seção Pernambuco, a emitir uma nota de esclarecimento sobre o assunto. “Seus relatos na odontologia são escassos e revelam que sua aplicação não está baseada em evidências científicas. Ou seja, não foram realizados testes e também não existem protocolos publicados em literatura específica que orientem seu uso”, diz o texto disponível no site do CRO-PE.

 

Toque especial. Não é só a pastas de dente que o carvão ativado vem dando esse toque gótico. Alimentos e pílulas também estão sendo criados com esse ingrediente. Uma loja na Inglaterra já está vendendo queijo cheddar de carvão. Em Tóquio, a salsicha também ganhou essa versão dark; e uma limonada com carvão ativado já está sendo vendida nos Estados Unidos.

 

Saúde bucal: outros hábitos prejudiciais

Palitar os dentes: Embora estejam espalhados pelos restaurantes, os palitos de madeira trazem mais prejuízos do que vantagens para a limpeza dos dentes. Podem gerar perdas na estrutura dental, desgastar o esmalte, além de machucar a gengiva, causando sua retração ao expor a raiz dos dentes.

 

Sucos ácidos: Frutas cítricas, como laranja e limão, são ricas em vitamina C, nutriente que ajuda a fortalecer as defesas naturais do organismo, mas, na prática, a ingestão excessiva de sucos cítricos contribui para a desmineralização do esmalte dos dentes, assim como os refrigerantes. Os sucos industrializados também são vilões pelo excesso de açúcar e corantes, podendo causar cáries e manchas.

 

Nadar em piscina: Um estudo concluiu que as cáries de nadadores são notoriamente piores. O cloro eleva a acidez da água, e, se houver descuido do pH da piscina, ele pode danificar o esmalte dos dentes. Entre os sintomas desse problema estão o surgimento de dentes amarelados ou transparentes e dores durante a mastigação.

(Cirurgião-dentista Andrey Santos) // O tempo

 



Sintomas de sinusite e como diferenciar os principais tipos


Publicado em: 24/09/2018
 

Os sintomas da sinusite, que também pode ser chamada de rinossinusite, acontecem quando há uma inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor das cavidades nasais. Nesta doença, é comum que haja dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça, apesar dos sintomas poderem variar um pouco de acordo com a causa da doença e com a saúde e sensibilidade geral de cada pessoa.

 

Em geral, suspeita-se de sinusite quando há 2 ou mais deste sintomas:

  • Dor na região da face, especialmente nas regiões das maçãs do rosto, ao redor do nariz e em volta dos olhos;
  • Dor de cabeça ou na face que piora ao abaixar a cabeça ou deitar;
  • Corrimento e congestão nasal, que pode ser branca, amarelada ou esverdeada;
  • Tosse, principalmente ao deitar;
  • Febre acima de 38ºC;
  • Mau hálito, que piora à medida que outros sintomas ficam mais intensos.

No caso de bebês ou crianças pequenas, para saber se há sinusite infantil, deve-se estar atento à presença de secreções nasais acompanhadas de sinais como irritabilidade, febre, sonolência e dificuldade para amamentar, mesmo para alimentos que ela costuma gostar.

 

Seios da face que inflamam na sinusite

Seios da face que inflamam na sinusite

Como diferenciar cada tipo de sinusite

A inflamação que provoca a sinusite tem diversas causas, como:

1. Sinusite viral

Acontece na grande maioria das vezes, em cerca de 80% dos casos, devido a um resfriado simples, e surge em pessoas com sintomas de corrimento nasal, geralmente transparente ou amarelado, mas que também pode ficar esverdeado.

Este tipo de sinusite causa sintomas mais leves ou suportáveis e, quando há febre, não costuma passar os 38ºC. Além disso, a sinusite viral pode estar acompanhada de outros sintomas de virose, como dor na garganta, conjuntivite, espirros e obstrução do nariz.

 

2. Sinusite alérgica

Os sintomas de sinusite alérgica são parecidos com os de sinusite viral, entretanto, acontece em pessoas que tiveram uma crise recente de rinite alérgica, ou que se expuseram a situações que costumam causar espirros e alergias em algumas pessoas, como frio intenso, ambiente seco, roupas guardadas ou livros velhos, por exemplo.

 

É comum que as pessoas que apresentam uma crise de alergia tenham, também, coceira no nariz e na garganta, espirros frequentes e vermelhidão dos olhos.

 

3. Sinusite bacteriana

A sinusite causada por uma infecção por bactéria acontece em apenas 2% dos casos desta doença, e costuma ser suspeitada quando há febre acima de 38,5ºC, forte dor na face e secreção de aspecto purulento pelo nariz e garganta, ou quando os sintomas, mesmo que leves, persistem por mais de 10 dias.

 

4. Sinusite fúngica

A sinusite fúngica costuma estar presente em casos de pessoas que têm uma sinusite persistente, que não melhora com o tratamento e com sintomas se arrastam por muito tempo. Nestes casos, pode haver sintoma apenas localizado em um região da face, e, geralmente, não provoca outros sintomas como secreção pelo nariz e febre.

 

Sintomas de sinusite e como diferenciar os principais tipos

A diferenciação das causas é feita pelo médico após avaliação clínica e exame físico, entretanto, como são parecidas, pode ser difícil identificar a causa exata.

 

Existem, ainda, outras causas mais raras, como tumores, pólipos, pancadas ou irritações por produtos químicos, que devem ser suspeitadas pelo médico em situações específicas para estes casos.

 

Como é feito o diagnóstico

Para diagnosticar a sinusite, é somente necessária a avaliação clínica do médico clínico geral ou otorrino. Os exames como análises de sangue, Raio X e tomografia, não são necessários, mas podem ser úteis em alguns casos nos quais há dúvida sobre o diagnóstico ou a causa da sinusite. Saiba mais sobre os exames que podem ser feitos para confirmar a sinusite.

 

De acordo com o tempo de duração da infecção, a sinusite pode ser dividida em:

  • Aguda, quando dura até 4 semanas;
  • Subaguda, quando dura entre 4 e 12 semanas;
  • Crônica, quando a duração é maior que 12 semanas, com micro-organismos resistentes ao tratamento, que pode se prolongar por vários anos.

A sinusite aguda é o tipo mais comum, entretanto a sinusite subaguda ou crônica podem acontecer em casos de pessoas com bactérias resistentes aos antibióticos, por uso repetido e incorreto deste tipo de remédio, ou após períodos de internação hospitalar ou cirurgia por exemplo.

 

A sinusite crônica também pode acontecer em pessoas que têm tendência a um acúmulo de secreção nos seios da face, por alterações da mucosa da região ou por certas doenças que podem espessar o muco, como a fibrose cística.

 

O que fazer em caso de sinusite

Na presença dos sintomas que indiquem sinusite, que estejam acompanhados de febre, secreção purulenta pelo nariz, e dor intensa na face, deve-se procurar o atendimento do clínico geral ou otorrino, que irá recomendar o tratamento adequado para a doença.

 

Geralmente, se há apenas sintomas de resfriado ou sintomas que melhoram com cuidados em casa em até 7 a 10 dias, é recomendado o uso de medicamentos para aliviar os sintomas, como analgésicos, anti-inflamatórios ou corticoides, já que, provavelmente, se trata de uma sinusite viral ou alérgica. Confira algumas receitas de remédios naturais para sinusite que podem ajudar a aliviar os sintomas.

 

Entretanto, se os sintomas são intensos, com presença de febre, ou que não melhoram em 10 dias, pode ser necessário o uso de antibiótico, como Amoxicilina, indicado pelo médico.

(tuasaude)



7 piores parasitas que podem habitar seu corpo


Publicado em: 24/09/2018
 

Uma infecção por um parasita definitivamente é algo muito desagradável e na maioria das vezes pode causar danos severos e irreversíveis em seus hospedeiros. Certos cuidados devem ser considerados como evitar tomar água não tratada, lavar adequadamente os alimentos, evitar se banhar em águas desconhecidas e, acredite você ou não, não urinar em rios. Tudo isso visando evitar infecções.

 

A infecção por estes parasitas pode muitas vezes ser assintomática e por isso, sua proliferação pode acontecer rapidamente, ocasionando diversas doenças e até mesmo a morte. Hoje, listamos para vocês alguns do piores parasitas que podem vir a habitar nosso corpo que você pode não conhecer. Confira!

 

1 – Verme-da-guiné

Essa doença é causada por um parasita chamado verme-da-guiné e é bastante comum em certas partes do continente africano. As pessoas acabam contraindo o parasita através da ingestão de água contaminada. A doença pode ser assintomática em seus estágios iniciais, mas depois de um certo tempo, as larvas do verme caem no tecido subcutâneo e se desenvolvem.

 

Posteriormente, elas entram em um estágio de ‘migração’ para fora do corpo humano, geralmente pelas pernas e pés. O verme pode alcançar até 1 metro de comprimento e até 2 mm de espessura.

 

2 – Plasmodium

Esse parasita pode ser transmitido através da picada da fêmea do mosquito Anopheles, o que acaba ocasionando a Malária. O parasita ataca o fígado até que consiga infectar os glóbulos vermelhos, o que leva a uma diminuição do fluxo sanguíneo e consequentemente, à morte.

 

3 – Loa loa

Também conhecido como ‘bicho do olho’, este parasita se instala no corpo humano, especialmente nos olhos, quando a mosca da manga deposita seus ovos através de nossa pele. Colírios e outros tipos de medicamentos são usados no tratamento para eliminar as larvas. A infestação pelo Loa loa tem cura.

 

4 – Onchocerca Volvulus

A doença ocasionada por esse parasita é popularmente conhecida como “cegueira dos rios” ou “mal do garimpeiro”. Ele infecta o hospedeiro humano através da picada do Simulium (borrachudo), onde ele se desenvolve, se reproduzindo exponencialmente. Esse parasita pode viver por cerca de 14 anos no organismo da pessoa infectada e causar cegueira.

 

5 – Tripanossoma

Os tripanossomas podem infectar insetos e fazem de hospedeiros diversas espécies de mamíferos, incluindo o homem. A doença de Chagas é causada pelo Trypanosoma cruzi através da picada do Barbeiro, que depois de se alimentar deposita suas fezes e urina, liberando o parasita.

 

6 – Cochliomyia Hominivorax

A Cochliomyia Hominivorax é a causadora de uma doença infecciosa chamada de miíase quando suas larvas são depositadas sobre tecidos cutâneos de seus hospedeiros. As moscas transmissoras colocam seus ovos que eclodem, fazendo com que as larvas comecem a invadir o organismo do hospedeiro.

 

7 – Vandellia Cirrhosa

Popularmente conhecido como Candiru ou peixe-vampiro, além de infestar outros peixes, se ligando às suas guelras e se alimentando de seu sangue, eles também podem fazer de hospedeiros humanos que urinam debaixo d’água. O candiru pode chegar a medir 18 centímetros. Ele é facilmente encontrado nos rios da bacia amazônica.

 

(fatosdesconhecidos)