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Saúde

Novo estudo diz que maconha medicinal NÃO funciona para dor crônica


Publicado em: 14/07/2018
 

O uso de opiáceos para aliviar dores crônicas debilitantes é um problema, principalmente por conta da dependência que causa nos usuários e as mortes por overdose que já atingiram números tão altos que a questão já é tratada como uma epidemia. Neste cenário, a maconha tem se mostrado um substituto perfeito, causando os mesmos efeitos sem tantos danos à saúde. Agora, novos estudos surgiram para cortar o barato da comunidade científica e mostrar que a solução não vai ser tão simples assim.

 

O estudo liderado pela Dra. Gabrielle Campbell no Centro Nacional de Pesquisas sobre Drogas e Álcool da Universidade de New South Wales mostrou que pessoas com dores crônicas não relacionadas ao câncer que usaram cannabis não tiveram melhoras na dor em comparação com aqueles que não a consumiram no período de um ano.

 

Para isso a pesquisa acompanhou 1.514 adultos de toda Austrália que sofrem de dores crônicas. Os pesquisadores também observaram os diferentes estilos de vida, fatores psicológicos e autoeficácia de dor (a capacidade das pessoas de realizar atividades mesmo com dor). Muitos dos voluntários precisaram recorrer aos opióides. Além disso, aqueles que usavam maconha apresentavam menor autoeficácia de dor e tinham as atividades diárias mais prejudicadas pela dor.

 

A pesquisa não coloca um ponto final na discussão. Os próprios responsáveis reconhecem que é possível que os voluntários que escolheram usar maconha já estivessem mais angustiados com a dor e apresentassem taxas maiores de ansiedade. Também é preciso levar em conta que o estudo foi realizado antes da maconha medicinal ser legalizada na Austrália, o que significa que os usuários precisaram recorrer a formas ilícitas e tiveram acesso a uma erva pior e que não foi projetada especificamente para tratar a dor. Ainda tem muita pesquisa pela frente.

(msn)



Mulheres têm mais diabetes, aponta pesquisa do MS


Publicado em: 12/07/2018
 

A prevalência do diabetes entre mulheres teve queda de 18,1% no último ano. Atingiu 8,1% das brasileiras contra 9,9% em 2016. Ainda assim, continua sendo maior que o índice de 7,1% na população masculina. É o que mostra a pesquisa VIGITEL 2017 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) que acaba de ser divulgada pelo Ministério da Saúde.

 

De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier o diabetes é caracterizado pelo acúmulo de glicose no sangue que predispõe a graves doenças nos olhos, hipertensão arterial, insuficiência renal e doenças cardíacas.

 

O especialista explica que quando este aumento da glicemia está relacionado à queda ou ausência de produção da insulina caracteriza o diabetes tipo 1 que responde por 10% dos casos. No tipo 2 acontece resistência do organismo à insulina que resulta em menor penetração da glicose nas células, pontua. Para ele, o resultado da pesquisa pode estar relacionado à diminuição do consumo de refrigerantes no país, mas está longe de ser tranquilizador. Prova disso, é o alto índice no Brasil de dois fatores de risco que contribuem com a doença – o sobrepeso e a obesidade. Outros riscos elencados pelo médico são: casos na família, colesterol alto, stress e sedentarismo.

 

Catarata

O oftalmologista afirma que no início o diabetes não apresenta sintomas. Por isso, pode passar despercebido. A evolução da doença faz o cristalino reter mais água, leva à maior formação de radicais livres e dobra o risco de desenvolver catarata. Por isso, o diabetes pode antecipar o aparecimento dessa doença que geralmente surge a partir dos 60 anos e torna opaco nosso cristalino, lente interna do olho.

 

A falta de sintomas faz muitas pessoas só descobrirem o diabetes em um diagnóstico de catarata. “Nestes casos quanto antes for realizada a cirurgia, maior a segurança para a saúde ocular”, afirma. Isso porque a substituição do cristalino por uma lente intraocular totalmente transparente que não degenera, permite ao especialista enxergar o fundo do olho onde podem acontecer importantes alterações que necessitam de diagnóstico precoce para evitar a perda definitiva da visão.

 

Diabetes gestacional

O especialista destaca que de acordo com o CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) 7% das brasileiras também desenvolvem o diabetes gestacional. A doença, .explica. resulta da maior produção de HPL (Hormônio Lactogênio Placentário) durante a gestação que inibe a produção de insulina e aumenta os níveis de glicose no sangue.

 

A condição, ressalta, é temporária, mas predispõe à catarata precoce, hemorragia vítrea caracterizada pelo súbito bloqueio da visão, glaucoma neovascular em que a se formam neovasos na íris (parte colorida do olho) e retinopatia diabética, formação de neovasos na retina.

 

O oftalmologista afirma que tanto o glaucoma neovascular como a retinopatia diabética são doenças oculares que podem ocorrer em mulheres diabéticas fora do período gestacional e levar à perda da visão. Por isso ao primeiro sintoma recomenda consultar um oftalmologista para aplicação de laser que na maioria dos casos evita a cegueira definitiva.

 

Prevenção

Queiroz Neto afirma que a principal recomendação para evitar complicações na visão é incluir na alimentação:

– Cereais integrais, amêndoas, amendoim e avelã que funcionam como um bloqueador dos efeitos da luz solar por conterem vitamina E um potente antioxidante que evita a formação precoce de catarata e a degeneração macular.

 

– Cenoura, abóbora, mamão e goiaba por serem ricos em vitamina A nutriente essencial para a saúde ocular. O primeiro sinal de deficiência de vitamina A, segundo Queiroz Neto, é a cegueira noturna e o ressecamento dos olhos que causa turvamento da visão. A deficiência também pode causar danos na retina com comprometimento permanente da visão e conjuntivite recorrente devido à queda da imunidade. Para melhorar a absorção é recomendável incluir na alimentação fontes de zinco como: frutos do mar, carne, ovos, tofu e gérmen de trigo.

 

– Semente de linhaça, sardinha e salmão que combatem o olho seco por conterem ômega 3, além de estarem associados a um risco reduzido de surgimento e progressão da catarata.

 

– Tomate, vinho tinto, frutas cítricas, mirtilo, amora por protegerem os olhos da catarata e degeneração macular pela ação antioxidante da vitamina C, além de serem ricos em flavonoides que garantem a boa circulação e saúde dos vasos oculares.

 

– Frutos do mar e castanha do Pará que contém selênio e podem reduzir o risco de degeneração macular quando combinados a alimentos ricos em vitamina E, A e C.

 

Dieta perigosa

O especialista ressalta que o consumo desses alimentos pode não resultar em boa saúde ocular se for acompanhado de excesso de açúcar, alimentos ricos em gordura saturada como as carnes bovinas e os derivados de leite. Também deve ser evitado o excesso de sal porque em grande quantidade o sódio pode depositar no cristalino e predispõe à catarata. Por isso, antes de consumir um alimento industrializado a recomendação é checar a quantidade de sódio no rótulo, para tornar a alimentação uma aliada de seus olhos.

(msn)



Vício em sexo é distúrbio de saúde mental, diz OMS


Publicado em: 11/07/2018
 

Pela primeira vez, o comportamento sexual compulsivo – comumente chamado de vício em sexo – foi classificado como um distúrbio de saúde mental. A nova versão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu o transtorno de comportamento sexual compulsivo como um ‘padrão persistente de falha em controlar impulsos sexuais repetitivos e intensos ou impulsos que resultam em comportamento sexual repetitivo’.

 

Isso significa que  a desordem não está relacionada a quantidade de parceiros ou quanto sexo se faz, mas com um comportamento sexual que se torna o foco da vida da pessoa, levando o indivíduo a negligenciar a saúde, os cuidados pessoais, as atividades e outros interesses, assim como ignorar responsabilidades. Muitas pessoas que sofrem com o distúrbio querem resistir à necessidade constante de sexo, mas não conseguem. Às vezes, elas sequer sentem prazer com a atividade sexual repetida.

 

Polêmica

Quando a OMS acrescentou o ‘transtorno de jogo’ à lista de transtornos mentais em junho, muitos médicos discordaram da decisão, afirmando que a classificação poderia estigmatizar jogadores que não são viciados. O mesmo tem acontecido com a inclusão do comportamento sexual compulsivo. A justificativa gira em torno do fato de que a quantidade de estudos sobre a desordem ainda é limitada.

 

“Como com o vício do jogo, alguns especialistas questionam se a atividade sexual compulsiva pode ser um vício, mas parte da ciência está começando a sugerir que esse comportamento repetitivo altera a função cerebral”, disse Timothy Fong, professor clínico de psiquiatria da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, à rede americana CNN.

 

Segundo o pesquisador, que escreveu um artigo em 2006 sobre o problema, a hipersexualidade tem sido alvo de curiosidade há muitos séculos, mas foi apenas nos últimos 40 anos que parte da comunidade científica passou a analisá-lo da perspectiva acadêmica. Estudos vem documentando pessoas que afirmam sofrer com o problema e descobriu-se que até 5% da população dos Estados Unidos pode sofrer com o comportamento sexual compulsivo, representando números maiores que o transtorno bipolar, esquizofrenia ou vício em jogo.

 

Comportamento sexual compulsivo

Em entrevista à CNN, Robert Weiss, especialista em vício e autor de dois livros sobre o assunto, disse que estava há 30 anos esperando por esta decisão. “É realmente importante ter um diagnóstico, especialmente com questões sexuais. Isso nos permite articular melhor quem tem um problema e quem não tem, e isso o tira das mãos do paciente, da cultura ou da igreja e o coloca diretamente na ciência”, explicou ele.

 

Para Weiss, a fantasia antecipatória do ato, ou seja, a lembrança do ato em si e a excitação da procura por um parceiro, é o que permite aos indivíduos se perderem no desejo pelo sexo, impedindo-os de se concentrarem em situações mais importantes. Os especialistas afirmam terem alcançado sucesso no tratamento de pacientes com transtorno de comportamento sexual.

 

Segundo eles, a melhora acontece principalmente depois que as pessoas abordam os problemas subjacentes que podem estar levando à compulsão sexual. As estratégias para chegar a esse entendimento incluem psicoterapia tradicional, grupos de apoio, como Viciados em Sexo Anônimos, e medicação, como antidepressivos e estabilizadores de humor. “Você não quer reprimir o desejo. A sexualidade é parte do ser humano, mas você quer guiá-lo”, comentou Weiss.

(msn)



Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas


Publicado em: 22/06/2018
 

Ardência, desconfortos, sangramento ou mesmo dores após o sexo não podem ser considerados normais e merecem ser investigados por um médico para confirmar ou descartar problemas de saúde. Conheça sintomas que podem aparecer depois da relação sexual e sinalizar para condições sérias:

 

Sintomas após o sexo que indicam problemas de saúde

1. Sangramento vaginal após a relação sexual pode ser sinal de ectopia cervical (ferida no colo do útero), caracterizada por pontos vermelhos na região provocados por uma inflamação. As causas podem ser desde a inflamação na região até uso de anticoncepcional, alterações hormonais, doenças sexualmente transmissíveis e infecção pelo vírus HPV, por exemplo. Seu diagnóstico pode ser obtido através de exames de papanicolau ou colposcopia.

 

Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas © Yuttana Jaowattana/shutterstock Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas

 

2. Dor na região íntima durante e após a transa pode indicar um quadro de cistite, causada por fatores como higienização inadequada da área, uso constante de roupas apertadas e o hábito de segurar o xixi por muito tempo.

 

3. Incômodo e dor durante e após a transa também pode ser sinal de falta de lubrificação na região íntima. Consultar um médico é importante para avaliar se o nível de lubrificação está comprometido por algum problema hormonal.

 

4. Algumas infecções vaginais, como a candidíase, podem provocar dor depois da relação íntima. Estas condições são detectadas pelo exame ginecológico e geralmente tratadas com antibióticos.

 

Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas © ssuaphotos/shutterstock Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas

 

5. Um quadro de infecção urinária também pode provocar desconfortos na região íntima depois do sexo. Como a bexiga fica muito perto da vagina, quando há infecção, acaba provocando dores.

 

6. Ardência, desconforto e corrimento com mau cheiro após o sexo podem indicar um quadro de doença sexualmente transmissível, como clamídia ou gonorreia, por exemplo.

 

7. Dores na região íntima durante e após a relação sexual é ainda um dos sintomas de endometriose, doença séria que, se não tratada, pode levar à infertilidade.

 

Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas © Nitchakul Sangpetch/Shutterstock Não é normal sentir esses 9 sintomas após a relação sexual pois indicam problemas

 

8. Se a mulher observar algum tipo de sangramento após o sexo deve procurar ajuda médica, pois pode sinalizar diferentes problemas de saúde, como endometriose, mioma, DST, candidíase e até mesmo câncer de útero.

 

9. Dor durante a penetração, assim como ardor e inchaço na região íntima após o sexo pode ser indício de alergia à camisinha. Apesar de rara, a manifestação surge principalmente em função do contato da vulva e da vagina com o látex presente no preservativo sexual masculino.

 

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(msn)



Saiba os riscos de inalar fumaça de incêndio


Publicado em: 16/06/2018
 

Os perigos de inalar fumaça de incêndio variam desde queimaduras nas vias aéreas como o desenvolvimento de doenças respiratórias como bronquiolite e pneumonia até 5 dias depois do incidente. Isso porque o monóxido de carbono é uma substância tóxica gera acumulo de sangue e líquidos na região, impedindo a passagem do ar.

 

Dependendo da quantidade de fumaça que foi inalada o indivíduo pode evoluir de intoxicação respiratória para morte em 2 a 5 minutos. Entretanto, os indivíduos que inalaram uma quantidade menor de fumaça ainda podem sofrer suas consequências por até 3 semanas desenvolvendo infecções respiratórias.

 

Situações causadas pela inalação de fumaça de incêndio

As principais situações causadas pela inalação da fumaça proveniente de incêndios são:

  • Queimadura nas vias respiratórias: O calor provocado pelas chamas causam queimaduras no interior do nariz, laringe e faringe. Esse tipo de queimadura leva ao inchaço das vias respiratórias impedindo a passagem do ar. Basta que a pessoa fique exposta a fumaça do incêndio por cerca de 10 minutos para ter suas vias aéreas queimadas.

 

  • Asfixia/Falta de oxigênio: O fogo consome o oxigênio presente no ar e por isso respirar fica cada vez mais difícil. Com isso há acumulo de CO2 no sangue e com menos oxigênio chegando aos pulmões a pessoa se sente fraca, fica desorientada e desmaia. Caso ela não seja socorrida, em menos de 10 minutos poderá não sobreviver. Quanto mais tempo a pessoa ficar sem oxigênio, maiores são os riscos de morte ou de lesão cerebral e de ficar com sequelas neurológicas permanentes.

 

  • Intoxicação por substâncias tóxicas na fumaça: A fumaça de um incêndio contém diversas partículas diferentes, e dentre elas, estão o cloro, cianeto e o enxofre, que provocam inchaço das vias aéreas, extravasamento de líquido e consequentemente, impedem a passagem do ar pelos pulmões.

 

  • Síndrome da angústia respiratória: A inflamação e o acumulo de líquido dentro das vias aéreas pode impedir a passagem do ar. Tanto o calor da fumaça como as substâncias tóxicas presentes nela podem levar ao desenvolvimento do edema pulmonar que é quando existe um acumulo de líquido e de sangue que se forma dentro dos pulmões, impedindo a troca de oxigênio.

 

  • Pneumonia: Com o sistema respiratório afetado há uma maior facilidade de entrada e proliferação de vírus, fungos ou bactérias podem levar ao desenvolvimento da pneumonia. Esta pode se manifestar até 3 semanas depois do incidente.

 

A maioria das vítimas sobreviventes de um incêndio se recupera completamente não tendo qualquer problema respiratório no futuro, mas as vítimas que inalaram uma grande quantidade de fumaça tóxica, podem apresentar dificuldade respiratória, tosse seca e rouquidão por meses.

 

Sinais de alerta

Os principais sinais de alerta que podem surgir nas vítimas de um incêndio incluem:

  • Tosse; chiado no peito;
  • Febre; dificuldade em respirar;
  • Tontura, enjoo, desmaio,
  • Boca e pontas dos dedos arroxeadas ou azulados.

 

Ao notar algum destes sintomas deverá procurar um médico, sem tomar nenhum medicamento, para evitar que ele mascare os sintomas e dificulte o diagnóstico da doença. O indivíduo deverá ser observado, o médico poderá pedir exames como raio-x do tórax e gasometria arterial e o indivíduo poderá ficar internado na Unidade de Tratamento Intensivo UTI até que se recupere completamente.

 

Qualquer pessoa que tenha ficado exposta a fumaça de um incêndio por mais de 10 minutos precisam ficar em observação no hospital durante 24 horas porque os sinais de infecção respiratória podem demorar horas para começar a se manifestar.

 

Se não houverem manifestações de sinais ou sintomas, os médicos poderão dar alta, mas ainda recomendam que caso algum sintoma esteja presente nos próximos 5 dias, a pessoa deve voltar ao hospital para receber o tratamento adequado.

 

Como é feito o tratamento para vítimas de incêndio

O tratamento deve ser feito no hospital e pode ser feito com o uso de toalhas molhadas em soro fisiológico e pomadas para proteger a pele queimada, mas os cuidados respiratórios são essenciais para garantir a segurança da vítima.

 

Todas as vítimas precisam de máscaras de oxigênio a 100% para conseguirem respirar melhor. Os médicos podem observar os sinais de angústia respiratória e avaliar a passagem do ar pelo nariz, boca e garganta, avaliando a necessidade de colocar um tubo dentro da boca ou no pescoço da vítima para que ela consiga respirar mesmo com a ajuda de aparelhos.

 

Dentro de 4 a 5 dias os tecidos queimados das vias aéreas devem começam a se soltar, juntamente com alguma secreção, e nesta fase a pessoa pode precisar de aspiração das vias aéreas para não se sufocar com os resíduos dos tecidos.

(tuasaude)