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Notícias

Operação “Wanted” desmantela quadrilha envolvida em diversos crimes na região


Publicado em: 11/07/2018
 

A Operação “Wanted” resultou na prisão de cinco envolvidos e na apreensão de diversas armas, drogas e veículos.

 

 

Na manhã desta terça-feira (10), policiais civis do 10º Departamento de Polícia Civil de Patos de Minas realizaram a apresentação dos resultados da Operação “Wanted”, deflagrada na noite anterior no distrito de Silvano, pertencente ao município de Patrocínio/MG.

 

A operação foi chefiada pelos delegados Ewerton Evangelista, Diego de Moraes Guarnaschelli e Caio Cesar Balleirini Olivo, e coordenada pelos inspetores Bernardo Pereira dos Santos e Rodolfo Antônio Cardoso.

 

A investigação visava desmantelar parte de uma quadrilha que praticava crimes como homicídios com emprego de arma de fogo, roubos à mão armada de caminhões, cargas e propriedades rurais, tráfico ilícito de drogas e comércio de armas de fogo e munições de uso restrito.

 

A operação recebeu o nome de “Wanted” (procurado em português), fazendo alusão à periculosidade do chefe da organização criminosa, Renato Eustáquio Timóteo, conhecido como “Renato Cabeção”, número 1 na lista de procurados da comarca de Patrocínio/MG.

 

As investigações iniciaram no mês de fevereiro de 2017, após o roubo à mão armada de um caminhão de gás ocorrido em Patos de Minas, quando o motorista do caminhão foi mantido em cárcere até que o veículo e a carga fossem dispersados.

 

Foi constatado que os responsáveis pelo roubo seriam integrantes de uma quadrilha liderada por Renato Cabeção, que também teriam assassinado Jhonatan Borges Silva, vulgo “Bim da Baixada”, na data de 14 de fevereiro de 2018 e praticado um roubo à mão armada nos correios de Patrocínio no dia 22 de fevereiro de 2018.

 

Durante a operação, além de Renato Cabeção, os investigadores prenderam também os suspeitos de atuarem no tráfico de drogas e comércio de armas Getúlio de Lima Machado, 26, Vicente Andrade de Araújo Netto, 26, Vinicius Amorim da Silva, 25, e Yago Rodrigues Valadares, 26.

 

Com o quinteto foram encontradas três pistolas de uso restrito de calibres .40 e 9mm, estando uma delas com dispositivo para rajadas, várias munições, porções de maconha, balanças de precisão, ácido bórico e rolos de papel filme e alumínio, além de cinco veículos utilizados durante os crimes.

As investigações e diligências da Polícia Civil continuam e com o resultado da apreensão da Operação “Wanted”, diversos integrantes da organização criminosa já foram identificados.

(Patosnoticias)



Mileide Mihaile conta detalhes sobre a separação de Wesley Safadão


Publicado em: 11/07/2018
 

A ex-mulher do cantor revelou que a separação se deu por conta de uma suposta traição. Há meses, os dois travam na Justiça uma batalha sobre o valor da pensão

 

Nesta terça-feira, 10, Antonia Fontenelle publicou em seu canal do YouTube uma entrevista com Mileide Mihaile. No vídeo, Mileide conta em detalhes como descobriu a suposta traição de Wesley Safadão, com quem foi casada por oito anos e tem um filho de sete anos. Há alguns meses, ela e o cantor travam na Justiça uma batalha sobre o valor da pensão.

 

Mileide revelou que a separação se deu por conta de uma suposta traição de Safadão com Thyane Dantas, sua atual mulher. Ela contou que em 2012, o cantor saiu para um show em uma cidade próxima a Fortaleza (CE) e, horas depois de ter supostamente embarcado, não entrou em contato com a mulher, como era de costume.

Mileide, que tinha acesso remoto aos dispositivos do marido, como iPad e iPhone, consultou a localização do cantor e viu que ele não tinha saído de Fortaleza. “Eu imaginei mil coisas, que sequestraram, prenderam. Liguei para a mãe, para o irmão, e ninguém sabia de nada. Mandei mensagem e nada. Aí comecei a ficar bem nervosa”, relembra Mileide.

Ela decidiu seguir a localização. “Fui bem devagar, não conseguia dirigir a mais de 40 km/h porque estava tremendo. Fui chegando perto, e, chegando lá, passei na frente de um motel e pensei: ‘Não, tá errado’. Eu reiniciei o aplicativo e vi que era lá mesmo. Eu não entrei no motel, apenas continuei”, contou. Mileide conta que, quando virou a esquina, viu Safadão em um carro com Thyane, saindo do motel. “Ele não me viu. Eu tive a ação de simplesmente tocar o pé no acelerador, mas bati na lateral do carro dele, que girou e bateu na parede do motel. Eu parei e saí do carro. Aí dei tapa, foi uma loucura”.

Ela decidiu se separar e ficou na casa onde morava com Wesley junto com Iudi, filho do casal. Porém, ela conta que a casa era vizinha da residência da família do cantor e decidiu sair. “No dia em que eu me peguei olhando pela minha varanda todos da família dele juntos, com a atual mulher, falei: ‘Não quero mais ficar aqui'”.

(O tempo)

 

VEJA O VÍDEO

 



Delegado que firmou delação de Valério é removido do cargo


Publicado em: 11/07/2018
 

Interlocutores na Polícia Civil e no governo apontam ‘acordo’ com a oposição para destrancar pauta

 

O delegado Rodrigo Bossi, que, em março deste ano, foi o responsável pela costura do acordo de delação premiada entre a Polícia Civil e o operador do mensalão Marcos Valério, foi retirado do comando do Departamento de Investigação sobre Fraudes no último sábado. Ele era criticado de forma corriqueira pela oposição na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por supostamente ter ligações com o PT.

 

Além da delação de Valério, Bossi também era o encarregado de investigações acerca de denúncias envolvendo administrações do PSDB em Minas. A pessoas próximas, o delegado chegou a afirmar que a pressão sobre ele aumentou após o acordo com o operador do mensalão, que está preso na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Sete Lagoas, na região metropolitana de Belo Horizonte.

 

Desde segunda-feira, o delegado foi remanejado para o Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa. Interlocutores ligados à Polícia Civil afirmam que a retirada de Bossi da delegacia de fraudes partiu de uma espécie de “acordão” entre a base do governo de Minas e a oposição na ALMG, que trancava a pauta de votação na Casa havia alguns meses.

 

“O trato foi a saída do Bossi desse departamento, que é algo que a oposição queria há algum tempo, em troca das votações de vetos e outros projetos de interesse do governo”, conta a fonte da Polícia Civil.

 

Entre as propostas desejadas pela administração Fernando Pimentel (PT) está, principalmente, a venda de parte da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), tratada pelo governo como primordial para o ajuste financeiro do Estado.

 

O acordo foi confirmado por membros da base do governo na Casa, sob anonimato. De fato, aliás, na segunda-feira, iniciou-se um movimento de destrancamento de pauta na ALMG. No entanto, no mesmo dia, Bossi, mesmo já afastado da delegacia de fraudes, se envolveu em nova polêmica com duas peritas, que, na avaliação dele, teriam produzido, há seis anos, um laudo falso a respeito de documentos apresentados em uma investigação envolvendo o PSDB. O caso teria suspendido a trégua entre governo e oposição, e, com isso, a pauta voltou a ser travada nesta terça-feira (10).

 

Também nessa terça as peritas foram ouvidas durante reunião da Comissão de Segurança Pública da ALMG. “O Rodrigo Bossi manteve as duas em cárcere privado para tentar desmentir laudos que mostram a falsificação clara de documentos”, diz o deputado João Leite (PSDB), um dos líderes da oposição.

 

Ainda segundo o tucano, o remanejamento de Bossi para o departamento de homicídios é insuficiente. “Ele não pode continuar na Polícia Civil. É um absurdo que ele continue na corporação”, argumentou. Apesar das críticas, João Leite negou que tenha existido o acordo com o governo pela saída do delegado. “Não houve acordo nenhum, tanto que hoje (terça) estamos com a pauta trancada”.

 

Na mesma linha, a liderança do governo na ALMG negou um acordo nesses termos com a oposição. Questionada sobre mudança de departamento do delegado, a Polícia Civil afirmou que “todas as realocações em seu quadro de pessoal são pautadas por avaliações técnico-administrativas, tendo sempre o objetivo de suprir da melhor forma as demandas necessárias à população”. Procurado, Bossi não quis se manifestar. (Colaborou Ailton do Vale)

 

Relato

Comissão. A perita Viviane Marcia Mendonça disse, durante reunião da comissão na ALMG, que foi pressionada por Rodrigo Bossi, que teria questionado, aos gritos, a validade de laudo produzido.

Empresário já tinha feito acordo com a Polícia Federal

O operador do mensalão Marcos Valério acertou o acordo de delação premiada com a Polícia Civil em março deste ano. Na negociação, ele prometeu entregar esquemas de corrupção nas estatais mineiras entre os anos de 1998 e 2014, além de possíveis irregularidades na construção da Cidade Administrativa. Valério cumpre pena de 37 anos e cinco meses de prisão por participação no mensalão do PT.

 

No ano passado, ele chegou a costurar uma delação com a Polícia Federal. Reportagens de O TEMPO mostraram o conteúdo de boa parte dos anexos do acordo, que, até hoje, no entanto, não foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Nos termos revelados pelo jornal, a delação citava políticos de Minas que, até então, não apareciam entre as principais figuras dos casos, como o ex-secretário de Estado de Governo Danilo de Castro (PSDB), o ex-deputado estadual e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Mauri Torres (PSDB) e o ex-ministro dos Transportes e ex-deputado Anderson Adauto (sem partido). Na época, todos negaram envolvimento em ilícitos.

 

Antes do acordo com a PF, o Ministério Público Federal (MPF) havia recusado a realização de uma delação com Valério. Em 2016, o então procurador geral da República, Rodrigo Janot, chegou a enviar dois representantes a Belo Horizonte para ouvir o operador, que implicou políticos com foro privilegiado. O acordo, contudo, não prosperou nem na esfera federal, nem na estadual.

 

Condenação

Em Minas. No mês passado, Marcos Valério, Ramon Hollerbach e
Cristiano Paz foram condenados, em primeira instância, a 16 anos e nove meses de prisão pelo mensalão tucano.

 

Saiba quem é o delegado Rodrigo Bossi, que foi remanejado na Polícia Civil

Biografia. Rodrigo Bossi nasceu em Belo Horizonte em 1968. Aos 22 anos, viajou aos Estados Unidos e serviu nas Forças Armadas do país durante a Guerra do Golfo. Aos 33, se formou em direito e passou no concurso para atuar como delegado.

 

Governo. Na década passada, chegou a atuar como assessor do então secretário de Estado de Defesa Social, Antonio Anastasia.

 

Homicídios. Depois, a pedido, passou a atuar no departamento de homicídios, onde ficou por seis anos. Na delegacia, participou de casos que ficaram famosos no Estado, como o do assassinato de Chiquinho Despachante, em Montes Claros. Também atuou no caso da jovem assassinada no bairro Cidade Nova em um latrocínio, quando estava dentro do carro com o namorado.

 

Polêmicas. Desde que entrou para a Polícia Civil, sempre foi alvo de sindicâncias. Neste ano, Rodrigo Bossi foi frequentemente criticado por políticos de oposição ao governo de Minas por supostas irregularidades cometidas durante investigações.

(O tempo)

 

 



Empresa cancela festa de formatura faltando poucos dias para o evento


Publicado em: 11/07/2018
 

O sonho da formatura foi interrompido para 25 alunos de quatro cursos superiores em Patos de Minas. Eles denunciam que a empresa responsável pela organização alegou inadimplência e fez o cancelamento há pouco mais de uma semana dos eventos. Os universitários afirmam que estão em dia com os pagamentos.

 

Há mais de quatro anos os alunos começaram a sonhar com a festa de formatura e os eventos que cercam este momento tão importante na vida deles e dos familiares. Ana Maria Pereira, que cursa engenharia Civil, conta que várias empresas do ramo visitaram a faculdade e apresentaram as propostas. A mais atrativa delas foi a da Realizzare Eventos de Belo Horizonte, garantindo viagem, festa e a tão sonhada cerimônia formatura.

 

A universitária contou ainda que a empresa chegou a realizar a aula da saudade e a festa de 100 dias da turma. No entanto, faltando cerca de 10 dias, a comissão de formatura recebeu o e-mail comunicando que os eventos agendados para acontecer do dia 18 a 21 com o baile de formatura, não serão realizados. A alegação da Realizzare é de inadimplência, mas os 25 estudantes afirmam que os pagamentos estão em dia.

 

Bastante triste, Bruna Santos conta que os transtornos afetam também os  familiares que ajudaram financeiramente e sonharam juntos com este momento. Além disso, ela relembra que além dos cerca de R$ 5 mil já gastos, contabiliza também os prejuízos com roupas, calçados e salão, que já tinham sido contratados.

 

O comunicado enviado pela empresa diz que os valores devem ser devolvidos, mas uma data não foi estipulada. Desde então, eles não conseguem falar via telefone com Eduardo Melo, que é quem produziria os eventos. Nessa segunda-feira (09) a reportagem do Patos Já, tentou falar via telefone com alguém da empresa, mas as ligações não foram atendidas.

(Patosja)



Patos de Minas – Pagamento dos servidores públicos municipais será efetuado na próxima quinta-feira (12)


Publicado em: 11/07/2018
 

Como o Patos Hoje informou na última semana, o atraso no pagamento do funcionalismo foi causado pela demora nos repasses de recursos do ICMS.

 

O pagamento dos servidores públicos municipais de Patos de Minas será efetuado na próxima quinta-feira (12). O anúncio foi feito nesta manhã pela assessoria de comunicação da Prefeitura. Como o Patos Hoje informou na última semana, o atraso no pagamento do funcionalismo foi causado pela demora nos repasses de recursos do ICMS.

O pagamento dos servidores públicos municipais vinha sendo feito no primeiro dia útil de cada mês. O dinheiro do salário de junho, no entanto, não foi depositado nas contas dos servidores no dia previsto. O prefeito José Eustáquio reuniu a imprensa e explicou o motivo do atraso no pagamento dos salários.

 

Segundo o chefe do executivo, o Governo do Estado não efetuou o repasse de recursos do ICMS que estavam previsto e por isso não conseguiu efetuar o pagamento na data prevista. José Eustáquio explicou que o Governo de Minas está devendo cerca de R$ 35 milhões para a Prefeitura de Patos de Minas, sendo R$ 28 milhões somente para a saúde.

 

Nesta terça-feira (10), o município deverá receber recursos do Governo Federal, referente ao FPM e conseguirá reunir os recursos necessários para efetuar o pagamento na quinta-feira. A folha, referente ao mês de junho, tem valor bruto de R$ 11.344.932,63. Desse total, serão creditados nas contas bancárias dos servidores municipais R$ 8.745.979,43, de valor líquido.

(Patoshoje)