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Notícias

Governo Municipal começa a definir apoio aos romeiros


Publicado em: 13/07/2018
 

Uma reunião na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, marcou a primeira movimentação do Governo Municipal na definição do apoio que será novamente oferecido aos romeiros que se deslocam a pé, ate o Santuário de Nossa Senhora da Abadia, na vizinha cidade de Romaria.

 

Para tratar sobre o assunto da montagem das barracas de apoio, estiveram reunidos Ailon Luiz Secretário Municipal de Administração; Cássio Amaral Coordenador do SINE e Rosangela Pereira Coordenadora da Cantina Municipal, representando a Secretaria de Desenvolvimento Social; Neuza Ferreira Superintendente do IPSEM; Humberto Donizete Ferreira – Bebé, Secretário de Saúde; Márcio Brito Coordenador de Fisioterapia e Lívia Assis Supervisora de Setor, ambos da Secretaria de Saúde; Vilson Pinheiro Subsecretário de Obras além de representantes das Paróquias Católicas da cidade e alguns voluntários.

 

Definições

Segundo Cássio Amaral, ficou definido que o Governo Municipal vai mais uma vez apoiar os romeiros com duas barracas, que serão montadas em pontos estratégicos da BR-365 com toda a infraestrutura. No local será oferecida alimentação, 25 camas para descanso em cada uma das barracas, massagem, alguns medicamentos para a dor e mantidas duas Ambulâncias com enfermeiros 24 horas por dia em dois turnos de trabalho.

 

Funcionamento

A previsão é de que a montagem das barracas seja iniciada entre o final desse mês e inicio do próximo. Elas começam o atendimento a partir do dia 03 de agosto, sendo mantida toda estrutura até o dia 15 de agosto, dia da festa da Padroeira Regional. Segundo levantamentos, em 2017 foram atendidas mais de dez mil pessoas e a expectativa é de que o número possa crescer ainda mais esse ano.  Um novo encontro para discutir os detalhes desse apoio aos romeiros esta previsto para acontecer na manhã da próxima terça-feira, dia 17, na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

ASCOM/PMP União e Trabalho



Estados recorrem ao STF para ter acesso a cálculo do fundo de participação


Publicado em: 13/07/2018
 

Os procuradores-gerais de 12 estados e o Distrito Federal entraram com duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando as receitas que dão origem ao Fundo de Participação dos Estados (FPE).

 

A representação é encabeçada por Minas e pede que os estados tenham acesso ao sistema informatizado de controle dos recursos do fundo e que sejam apontadas todas as rubricas que compõem o cálculo do FPE. A estimativa é que nos últimos cinco anos o valor acumulado que deixou de ser repassado supere a cifra de R$ 14 bilhões.

 

Auditoria interna feita pelo governo de Minas apontou que cerca de 92 códigos de arrecadação, a maioria relacionados com programas de parcelamento de Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não foram apurados corretamente pela União e, por isso, os valores não foram para o FPE.

 

“Uma Ação Cível Originária (ACO) para pleitear acesso ao sistema informatizado de controle dos recursos que compõem o FPE e requerer a reclassificação periódicas das receitas tributárias, bem como uma ação de Exigir Contas para que sejam especificamente apontadas todas as rubricas que integram o cálculo do FPE e como o cálculo foi e vem sendo feito”, informa por nota a Advocacia-Geral do Estado (AGE).

 

Os estados pedem por liminar que a União libere o acesso aos sistemas que controlam o Fundo do Participação dos Estados no prazo de 15 dias. E o valor exato do cálculo em até quatro meses após a arrecadação.

(Portal Uai)

 

 

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Corpo de jovem é velado em poltrona, com direito a salgadinhos e videogame


Publicado em: 13/07/2018
 

Família de Renard Matthews, morto aos 18 anos, decidiu honrar as paixões do filho em seu velório, em Nova Orleans

 

Você pensava já ter visto de tudo? Uma família de Nova Orleans, Louisiana (EUA) resolveu realizar um velório bem incomum após a trágica morte de Renard Matthews, aos 18 anos de idade, no dia 25 de junho. O jovem foi assassinado.

 

Para o velório, no último domingo (8), sua família resolveu trocar o caixão e todo o ambiente fúnebre por uma poltrona de frente para a TV, videogame e salgadinhos. Renard também estava vestido com uma camisa do seu time de basquete do coração, o Boston Celtics. Além disso, segurava nas mãos o controle do Xbox, com seu jogo favorito NBA 2K de basquete, enquanto a TV mostrava a tela inicial do jogo.

As fotos foram parar na internet e, claro, acabaram viralizando e o assunto virou notícia em vários canais de TV locais. Segundo a mãe do jovem, Temeka Matthews, seu filho sofreu um assalto enquanto passeava com o cachorro. Reagiu e foi baleado. Ela declarou ainda que colocar Renard em uma poltrona, ilustrando o que ele mais gostava de fazer, era uma forma de homenageá-lo. O corpo do jovem foi enterrado na última terça-feira (10).

 

Confira, abaixo, o vídeo feito pelo site News Now sobre o funeral:

 

(Portal Uai)

 



Médico de Michael Jackson diz que cantor foi quimicamente castrado pelo pai


Publicado em: 12/07/2018
 

O médico Conrad Murray, responsabilizado pela morte de Michael, diz que o pai do cantor adotou o procedimento para que ele mantivesse a voz aguda

 

O médico que cuidou de Michael Jackson, Conrad Murray, afirmou em vídeo que o cantor foi quimicamente castrado pelo pai, Joe Jackson, ainda jovem, para manter o alcance de notas agudas na sua voz. O vídeo foi publicado pelo site The Blast.

“Joe Jackson foi um dos piores pais para os seus filhos na história”, diz no vídeo o médico, que foi condenado por homicídio culposo, sem intenção de matar, pela morte de Michael Jackson em 2009, por ter dado ao cantor uma dose alta do remédio propofol. “A crueldade relatada por Michael do que ele sofreu nas mãos do seu pai, particularmente os maus tratos e, mais ainda, o fato de que ele foi quimicamente castrado, para manter o alto alcance em sua voz, vai além das palavras.”

 

As alegações de Conrad Murray vêm cerca de duas semanas após a morte de Joe Jackson, aos 89 anos, vítima de câncer. “Eu não derramaria uma única lágrima pelo falecimento desse homem cruel e maldoso”, continua Murray no vídeo. “Espero que Joe Jackson encontre redenção no inferno.”

 

Apesar de já ter elogiado o pai publicamente por ter incentivado a carreira musical dos filhos, Michael Jackson chegou a afirmar em entrevistas televisivas que sofreu violência física na infância, com objetos como cintos e fios do ferro de passar roupas.

 

(O tempo)



Governo de Minas usou apenas 18% do previsto para a saúde


Publicado em: 12/07/2018
 

Falta de recursos atrapalha funcionamento de hospitais e deixa custo do sistema ainda mais alto

 

Apenas 18% dos recursos autorizados pelo Estado para a saúde em Minas Gerais foram efetivamente pagos neste ano. As áreas de urgência e emergência foram priorizadas, mas, ainda assim, receberam apenas 11% do crédito autorizado. Já na atenção básica à saúde, considerada fundamental, 1% do recurso foi pago. Os números foram apresentados nessa quarta-feira (11), em prestação de contas realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

 

Dos R$ 5,8 bilhões, 59% foram empenhados (reservados no Orçamento). No entanto, apenas R$ 1,04 bilhão foram quitados. Ações como o apoio e fortalecimento da rede de cuidado à pessoa com deficiência, promoção à saúde e atenção bucal não receberam investimento. “São escolhas difíceis, mas a gente precisa escolher onde vai colocar o financeiro que chega”, afirmou a assessora-chefe de Planejamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Poliana Cardoso, à rádio Assembleia.

 

O especialista em contas públicas Amir Khair considera “aparentemente baixo” o investimento de 1% na atenção básica. “Se a atenção básica é bem atendida, a demanda por tratamentos sofisticados é menor”, explica. Ele diz que, quando o paciente trata de problemas em um centro de saúde, evita o agravamento das enfermidades sem a necessidade de atendimento em hospitais, que geralmente envolvem exames mais caros.

 

Impactos. A falta de recursos causa problemas no dia a dia dos hospitais. Na Santa Casa de Belo Horizonte, as cirurgias pediátricas e os partos foram reduzidos. As dívidas do Estado com a unidade de saúde ultrapassam R$ 33 milhões. “A gente perde qualidade na assistência, não faz a modernização de equipamentos e atrasa o pagamento de fornecedores, que passam a vender mais caro e sem prazo”, afirma o diretor de finanças, recursos humanos e relações institucionais do grupo Santa Casa, Gonçalo de Abreu Barbosa. Ele informa que a instituição precisa recorrer a empréstimos bancários para não fechar. “Estamos trabalhando sem contar com o Estado. O banco cobra juros e não perdoa, mas é o jeito para continuar funcionando”, diz.

 

A presidente da Fundação Hospitalar do Estado (Fhemig), Vânia Cunha, diz que a situação dificulta a contratação de obras para reforma do João XXIII e João Paulo II. “Em função da crise, a gente esbarra na dificuldade de habilitação de prestadores de serviço”, diz. No mês passado, o Hospital Júlia Kubitschek chegou a suspender, temporariamente, a realização de cirurgias eletivas por falta de materiais, como luvas. Segundo Vânia, a situação já foi resolvida.

 

A SES afirmou que o Estado enfrenta crescente déficit financeiro e que, devido à crise, é preciso priorizar despesas mais sensíveis aos recursos estaduais, como pagamento de prestadores de serviços de saúde, manutenção de hospitais e rede de urgência e emergência.

 

Impacto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, a falta de repasses do Estado “traz sérias dificuldades na execução de políticas e sobrecarrega o Tesouro municipal”.

 

BH. A Secretaria Municipal de Saúde informou que o Estado deveria ter repassado ao município R$ 182 milhões no primeiro semestre, mas apenas R$ 117 milhões foram pagos, sendo que 50% do valor foi encaminhado nos últimos 15 dias.

 

Pendência. A pasta disse que há R$ 348 milhões de pendências do Estado relativos a 2016 e 2017.

 

Judicialização gera conflito para juízes

Além da crise financeira pela qual o Estado passa, o alto índice de pessoas que vão à Justiça para garantir tratamentos médicos e remédios, ainda não disponíveis no Sistema único de Saúde (SUS), impacta negativamente o sistema. A constatação foi feita nessa quarta-feira (11) pela desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) Alice de Souza Birchal, em reunião de prestação de conta do Estado sobre gastos com a saúde na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

 

Conforme o site da Casa, Alice afirmou que os juízes vivem um impasse no momento de decidir sobre ações relacionadas à saúde. “Ao obrigar o Estado a pagar determinado medicamento, cujo preço é altíssimo, por exemplo, podemos estar salvado a vida de uma pessoa, mas, por outro lado, estamos condenando milhares de outras à morte”, afirmou a desembargadora durante a reunião.

 

(O tempo)

 

 

 

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