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Meio Ambiente

Instituto Lina Galvani completa 15 anos com mais de 50 mil pessoas impactadas


Publicado em: 24/07/2018
 

Por meio de metodologia própria de Desenvolvimento Comunitário, a organização realiza diversos projetos nas comunidades em que a Galvani atua

O Instituto Lina Galvani (ILG), criado para contribuir com o desenvolvimento das comunidades em que atua para liderarem a transformação social local, completa 15 anos de história. Neste período, a organização já impactou positivamente mais de 50 mil pessoas, com investimento superior a R$ 19 milhões em projetos sociais nas localidades onde suas mantenedoras atuam. Hoje, o Instituto mantém ações em Serra do Salitre (MG), Luís Eduardo Magalhães (BA), Campo Alegre de Lourdes (BA) e no bairro do Jaguaré, em São Paulo (SP).

 


“Percebemos que as regiões atendidas e as comunidades locais se desenvolveram significativamente nestes 15 anos. Ao invés de fazermos ações para eles, temos como princípio fazer junto com eles, buscando sua autonomia e fortalecimento”, explica Ricardo Mastroti, diretor-executivo do Instituto Lina Galvani. Por meio de sua metodologia, que inclui a prática da Terapia Comunitária Integrativa, o Instituto apoiou projetos que vão desde a reforma de praças, mutirão em escolas, atividades educacionais, culturais e esportivas até a criação de editais para apoio a projetos de locais.

 

O ano também marcou a criação da Teoria da Mudança do ILG, que aponta os impactos pretendidos pela organização com suas ações e ajuda a explicar a atuação e as perspectivas da organização para os próximos anos, elencando recursos, atividades, entregas, resultados e impactos às comunidades locais, como o desenvolvimento da população e da economia local.

 

“Nos próximos anos, pretendemos continuar lado a lado com as comunidades, ajudando com a identificação de oportunidades de melhorias em suas regiões, por meio da cooperação, do protagonismo e do empoderamento das localidades”, completa Mastroti.

 

Sobre a Galvani

A Galvani atua no mercado de fertilizantes, desde a década de 1960, apoiando agricultores a produzir mais alimentos. Trabalha desde a mineração até a produção e distribuição de fertilizantes fosfatados. Possui unidades nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Ceará. Em dezembro de 2014, a Yara International adquiriu 60% das ações da Galvani. Para deixar evidente essa parceria, a empresa passou a usar a marca Yara, mas continua a ser uma organização independente, com conselho, diretoria e posicionamentos próprios. Fundada em 1905, na Noruega, para solucionar a fome emergente na Europa, hoje a Yara possui presença mundial, com mais de 15 mil colaboradores e vendas para mais de 160 países.

 

Mais informações:

www.galvani.ind.br

Informações para imprensa

Grupo CDI – Comunicação e Marketing

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Lixo Orgânico pode virar adubo: veja os benefícios


Publicado em: 16/07/2018
 
Mais do que separar o lixo doméstico do material reciclável, cada cidadão pode transformar os resíduos orgânicos em adubo. O processo de compostagem, que é simples e pode ser feito em casa, beneficia o próprio morador, a cidade e o meio ambiente, pois diminui drasticamente a quantidade de lixo enviado aos aterros.
A sugestão é que se aproveite ao máximo as sobras de alimentos, como talos, cascas, sementes, raízes e folhas para o preparo de receitas. Mas as sobras inadequadas ao consumo, como cascas de ovos, frutas estragadas e borra de café, podem ir para a compostagem, gerando uma poderosa fonte de nutrientes para jardins, hortas, vasos e floreiras. Outros resíduos, como erva de chimarrão, restos de cortes e palha, também podem se transformar em composto orgânico.
Quando você transforma seu lixo em adubo, pode oferecer ao solo um material rico em nutrientes (no caso de uma horta ou mesmo para as plantas do seu jardim).
Compostagem em sistema de enterro:
– Deve ser aberto um buraco no chão, em local sombreado, onde os resíduos orgânicos serão depositados diariamente. A dimensão e a quantidade de buracos vão depender da quantidade de material orgânico disponível e da área de plantio. Recomenda-se, para hortas e jardins no quintal, a abertura de dois ou mais buracos, podendo-se utilizar medidas aproximadas de 1 metro de comprimento, 0,50 metro de largura e 0,50 metro de profundidade.
– É importante cobrir cada camada de material orgânico com uma fina porção de solo ou de palha para evitar o sol direto e para não atrair animais.
– Pode se misturar esterco, pois acelera a fermentação e enriquece o adubo.
– O adubo orgânico somente deve ser utilizado na horta e vasos quando este estiver totalmente curtido, após um prazo de 90 a 120 dias.
Compostagem em recipientes (indicada para apartamentos e casas sem quintal):
– Quando não há disponibilidade de espaço ao ar livre para formação de pilha ou enterro dos resíduos, os mesmos podem ser dispostos em recipientes, para a fabricação do composto orgânico.
– De preferência, reaproveite baldes de plástico velho, caixas de madeira, galões de água, caixas d’água quebradas ou potes de sorvete.
– Basta depositar o resíduo orgânico no local, tendo sempre a preocupação de manter o recipiente tampado, para evitar insetos e mau cheiro.
– Faça furos no fundo do recipiente para a saída do chorume (líquido eliminado pelo material orgânico em decomposição).
– Se o recipiente estiver sobre uma superfície impermeável, coloque uma vasilha (bacia rasa) no fundo para recolher o chorume.
– O líquido pode voltar à mistura do composto ou ser diluído e aplicado nas plantas (um copo de chorume para nove litros d’água).
ATENÇÃO:
Enterre seu lixo orgânico no fundo de seu terreno para que este se decomponha ou, caso não seja possível, coloque-o na lixeira bem embalado, apenas no dia do recolhimento do lixo, que é nas quartas e sábados pela manhã, a fim de evitar extravios no lixo por cães e outros animais, proliferação de animais e mau cheiro.
Campanha da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente


Construção de barragem em Córrego de Posses do Chumbo preocupa moradores


Publicado em: 02/07/2018
 
O caso foi levado ao Ministério Público em Patos de Minas para tentar proibir a construção da segunda barragem no local

 

A construção de uma barragem no Córrego de Posses tem deixado pequenos produtores e moradores da comunidade de Posses do Chumbo e Areado, preocupados. A intervenção teria como objetivo levar água para uma irrigação do cultivo de café. Com o afluente já bastante afetado por outras captações, o apelo é para que preserve e revitalize as nascente da região.

 

A possibilidade de se construir uma segunda barragem no córrego que já possui pouca vazão, causa preocupação para quem reside na região e depende direta ou indiretamente do curso de água, que é o principal afluente do Rio Areado, segundo informou o coordenador do movimento SOS Areado, Nascimento Araujo “Xel”. De acordo com ele, a autorização para que outra obra de capação de água ocorra já foi dada, e será utilizada por um produtor de café.

 

Xel alerta que a nova intervenção deve prejudicar gravemente não só o córrego de Posses, que atende diversas pequenas propriedades rurais, mas também o Rio Areado, que já está com a vazão abaixo do ideal. É que nos meses de seca prolongada, o rio é quem socorre o abastecimento nos distritos que sofrem com a falta de água, como por exemplo a comunidade de Pindaíbas, ou Major Porto.

 

Ainda segundo Nascimento Xel, já foi protocolado um documento com abaixo assinado junto ao Ministério Público em Patos de Minas para tentar proibir a construção de mais uma barragem. Os moradores que dependem dessa água para sobreviver estão temerosos. Os pequenos produtores relatam que o temor é que a medida possa diminuir ainda mais a vazão. Para eles é preciso antes de tudo, revitalizar a área ao invés de degradar.

(Patosja)



17 de junho – Dia Mundial de Combate à Desertificação


Publicado em: 17/06/2018
 

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca é celebrado em 17 de junho.

A missão desta data é conscientizar a população internacional sobre o processo de desertificação e os efeitos negativos que a seca pode provocar a nível regional e mundial.

 

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebrado pela primeira vez em 1995.

 

O processo de desertificação consiste na perda da capacidade de determinado ecossistema de renovar os seus recursos biológicos, seja por culpa da ação humana ou das variações climáticas.

 

A água é essencial para a vida, e nos locais onde há escassez deste recurso natural são esperados danos catastróficos para a existência de seres vivos.

 

Vários países do mundo se comprometeram em diminuir as ações destrutivas que colaboram com o processo de desertificação em todo o planeta. Este acordo foi oficializado através da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação nos Países Afetados por Seca Grave e/ou Desertificação (UNCCD).

 

O Brasil faz parte da UNCCD desde 27 de junho de 1997, se comprometendo a evitar o desgaste dos recursos biológicos dos diferentes climas que compõe o país.

(calendarr)



Exploração descontrolada das águas subterrâneas é nova ameaça ao Rio São Francisco


Publicado em: 05/06/2018
 

O problema atinge o aquífero Urucuia, um dos principais responsáveis pelo volume de água do Velho Chico

 

ARACAJU (SE) – Além das formas de degradação, como a retirada de matas ciliares e o assoreamento, o Rio São Francisco sofre efeitos de uma “ação invisível” e que acaba com as nascentes e provoca a drástica redução do seu volume: a exploração descontrolada de águas subterrâneas na bacia, por meio da abertura de poços tubulares, que abastecem lavouras irrigadas. O problema atinge o aquífero Urucuia, um dos principais responsáveis pelo volume de água do Velho Chico. A ameaça foi relatada pelo presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo de Miranda Pinto, durante o II Simpósio da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, em Aracaju (SE), às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje.

 

Aberto domingo à noite, o evento – promovido pelo CBHSF em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFSE) – prossegue até amanhã, reunindo especialistas, professores e pesquisadores de universidades, com o objetivo de discutir e apresentar estudos voltados para as soluções dos problemas ambientais ao longo da bacia, que nasce na Serra da Canastra, no Centro-Oeste de Minas Gerais, e percorre 2.800 quilômetros até chegar ao Oceano Atlântico, atingido uma população de 18 milhões de pessoas, moradoras de 505 municípios de seis estados (MG, BA, GO, SE, PE, e AL) e do Distrito Federal. O tema central do encontro é “Desafios da Ciência para um novo Velho Chico”. Domingo, dia 3, foi o Dia Nacional de Defesa do Rio São Francisco e também foi lançada na capital sergipana a campanha de mobilização comunitária “Eu viro carranca para defender o Velho Chico”.

O aquífero Urucuia está localizado no Cerrado, numa área total de 120 quilômetros quadrados, da qual entre 75 e 80% se concentra no Oeste da Bahia, com de trechos nos estados do Tocantins, Goiás, Piauí, Maranhão e Noroeste de Minas. O Urucuia tem importância na regularização da vazão dos rios que nascem na região e que correm na direção do Velho Chico, sendo fundamentais para o abastecimento de cidades.

De acordo com Anivaldo Miranda, devido a “exploração desordenada de águas subterrâneas”, houve uma queda acentuada do chamado “escoamento de base da vazão do Rio São Francisco, ou seja, do volume de água que surge das nascentes e garante a manutenção do nível do rio no período da seca – de abril a outubro. Ele disse que a questão ainda depende de estudos, mas há indicativos de que o “escoamento de base” do Velho Chico sofreu uma redução, medida a partir do reservatório da Usina Hidrelétrica de Sobradinho (BA), que pode ter uma grande variação. “Alguns especialistas falam que a queda foi de 100 metros cúbicos (m3) por segundo. Outros afirmam que foi de 400 m3 por segundo, considerando todo os afluentes da bacia”, assinala.

O presidente do CBHSF afirma ainda que a bacia do Rio São Francisco sofre as consequências da exploração de águas subterrâneas para a expansão da fronteira agrícola na região do aquífero Urucuia, especialmente no Oeste da Bahia, onde avançam as plantações irrigadas de soja, milho, feijão e outras culturas. “Não temos nada contra (o agronegócio). É necessário ampliar a produção agrícola, mas precisa ser feito de maneira sustentável. A pressão sob o aquífero está preocupando todo mundo”, alerta.

ESTUDOS CIENTÍFICOS Miranda lembra que a exploração exagerada de águas do subsolo é um problema complexo, pois o levantamento de informações e as medias de controle dependem de estudos científicos. “Em relação às águas superficiais, podemos medir as vazões existentes. Dentro do plano de gestão de qualquer bacia, podermos detectar o potencial de águas da superfície. Mas no aquífero não tem possibilidade de aferir isso (a quantidade de água disponível visualmente)”, frisou. Outro fator complicador é a abertura de poços tubulares clandestinos, cujo combate depende do reforço da fiscalização dos órgãos ambientais.

Ele informou que já estão em andamento pesquisas para avaliar o impacto da exploração de águas subterrâneas para a agricultura irrigada, bem como sobre a redução do lençol freático e os reflexos para a Bacia do Velho Chico. Segundo Miranda, foram iniciados estudos pela Agência Nacional de Águas (ANA). A pedido da Associação dos Irrigantes do Oeste da Bahia, a questão também é objeto de estudos da Universidade Federal de Viçosa (UV) e de uma instituição estrangeira. Além disso, o CBHSF pretende contratar levantamentos a respeito da situação.

“A ANA vem fazendo estudos em profundidade, que ainda estão em andamento. Ainda não existem afirmações conclusivas. Mas, há evidências concretas de que a vazão do escoamento de base (nascentes do Rio São Francisco) está em processo declínio”, observa o presidente do CBHSF. “Esse é um assunto que só a ciência pode resolver, para nos dizer que exatamente está acontecendo de fato. As universidades podem nos ajudar com pesquisas, que venham contribuir para que seja estabelecido o uso equilibrado das águas subterrâneas.” *O repórter viajou a convite do Comitê da  Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF)

 

Problema em outras regiões


Anivaldo de Miranda Pinto, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, salienta que o problema da retirada descontrola de água do subsolo afeta outras áreas do rio. Uma delas é a região do aquífero Bambuí, que vai do Cerrado ao semiárido, sobretudo, no Norte do estados. Sua área natural de recarga alcança uma superfície de mais de 180 mil quilômetros quadrados em Minas, Bahia, Goiás e Tocantins. O presidente do CBHSF disse também que a abertura descontrolada de poços tubulares atinge duramente o Rio Grande, um dos principais afluentes da bacia, que nasce na cidade de Bocaiuva e deságua no São Francisco no trecho do município de Malhada (BA). “Em função da superexploração de águas subterrâneas na região, o Verde Grande vem dando sinais de crise”, ressalta o ambientalista. Em 2017, Verde Grande ficou totalmente seco, no trecho a partir do município de Jaíba, no Norte do estado.

 

Ainda segundo o presidente do CBHSF, no município de Lapão, no interior da Bahia, região do Rio Jacaré – támbém na bacia do Velho Chico –, os efeitos da exploração desenfreada de águas subterrâneas são tão severos que, diante do rebaixamento do lençol freático, as consequências estão sendo sentidas na superfície, com o surgimento de fendas no chão e rachaduras nas paredes das casas, além do desaparecimento de nascentes. O Comitê da Bacia Hidrográfica do Velho Chico, em parceria com a Prefeitura de Lapão, vai encomendar estudo geológico da região, para avaliar o fenômeno.