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Meio Ambiente

Economizando água


Publicado em: 18/08/2014
 

Introdução

Como sabemos, a água é um bem natural precioso. Embora encontrada em grande quantidade no planeta Terra, seu tratamento é caro e trabalhoso. Alguns especialistas afirmam que, se o consumo de água continuar nos níveis atuais (considerando o alto desperdício), futuramente poderemos enfrentar sérios problemas de falta de água. Além de colaborar com o meio ambiente, a prática de economia de água e seu consumo consciente, podem gerar uma boa economia na conta de água no final do mês.

Dicas de como economizar água (consumo consciente de água)

– Ao escovar os dentes e se barbear, manter a torneira fechada;
– Fechar a torneira enquanto ensaboar as louças e talheres;
– Usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima;
– Na hora do banho, procurar se ensaboar com o chuveiro desligado e procurar tomar banho rápido;
– Não jogar óleo de fritura pelo ralo da pia. Além de correr o risco de entupir o encanamento da residência, esta prática polui os rios e dificulta o tratamento da água;
– Não deixar que ocorram vazamentos em encanamentos dentro da residência;
– Entrar em contato com a companhia de água ao verificar vazamentos de água na rede externa;
– Usar a descarga no vaso sanitário apenas o necessário. Manter a válvula sempre regulada;
– Reutilizar a água sempre que possível; 
– Utilizar regador no lugar de mangueira para regar as plantas;
– Usar vassoura para varrer o chão e não a água da mangueira;
– Lavar o carro com balde ao invés de mangueira;
– Captar a água da chuva com baldes. Esta água pode ser usada para lavar carros, quintais e regar plantas;
– Tratar a água de piscinas para não precisar trocar com freqüência. Outra dica é cobrir a piscina com lona, enquanto não ocorre o uso, para evitar a evaporação;
– Colocar sistemas de controle de fluxo de água (aeradores) no bico das torneira.



Evitar queimadas: bom para o meio ambiente e para o produtor rural


Publicado em: 01/08/2014
 

As queimadas são tragédias ecológicas que acontecem em grande parte do território brasileiro, todos os anos, principalmente, durante a época de estiagem. Com a vegetação ressecada pela falta de chuva, qualquer fagulha pode detonar uma catástrofe, dizimando enormes áreas de vegetação e matando uma grande quantidade de animais. Além disso, o prejuízo pode se estender por áreas produtivas, como pastagens, lavouras ou, até mesmo, áreas habitadas.

Outro aspecto muito importante que diz respeito às queimadas é que os gases emanados atuam no efeito estufa, assunto que tanto preocupa toda a comunidade internacional. Monitorados por satélites, os focos de queimadas no Brasil estão crescendo em um ritmo alarmante, causando a emissão de toneladas de gases que contribuem para o aumento do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global, mudanças climáticas e outras possíveis devastações ecológicas.

O aspecto mais preocupante no que diz respeito à natureza das queimadas, no Brasil, é que a maior parte delas poderia ser evitada ou minimizada, pois são diretamente causadas pela irresponsabilidade de produtores rurais que ateiam fogo em pastagens, na colheita de cana ou lavouras, para, posteriormente, iniciar uma nova cultura no local. Além disso, há, também, o descaso e o descuido que as provocam, como um simples cigarro aceso jogado da janela de um automóvel, à beira de uma estrada ou, ainda, a criminosa prática de “soltar balões”, principalmente, durante a época das secas.

O que queremos ressaltar é a importância da responsabilidade de cada produtor rural, individualmente, policiar sua propriedade e região. Isto é vital, pois sem a ajuda deles, as autoridades pouco podem fazer para conter o avanço da devastação. Existem algumas providências simples que podem ajudar na prevenção de acidentes que acarretam grandes queimadas e incêndios.

Podemos citar, por exemplo, as seguintes:

– nunca realizar queimadas em pastos ou lavouras, mesmo que, aparentemente, seja algo totalmente controlável;

– proibir os funcionários de fumar nos pastos e nas lavouras. Isso é bastante difícil, mas sempre surte algum efeito, pois alguns se intimidam diante da possibilidade de perder o emprego, caso sejam descobertos;

– quando uma determinada área apresentar a vegetação muito seca, se possível, deve-se “regar” ou molha-la, não totalmente, mas em pontos estratégicos, visando prevenir ou ajudar a conter um possível incêndio;

– Capinar, preventivamente, faixas de terra, deixando-as totalmente limpas e usando-as para isolar outras áreas com o perigo iminente de ocorrência de incêndios.

Existe um grande número de medidas preventivas que podem e devem ser tomadas. É aconselhável que se procure o grupamento de bombeiros da região, para se obter orientação preventiva e, se possível, que todas as pessoas envolvidas no trabalho da propriedade rural assistam às instruções dadas pelos bombeiros. Esta é a primeira e mais importante medida de segurança que o produtor rural deve tomar, para evitar prejuízos com as queimadas e para, conscientemente, ajudar na proteção ambiental.

Fonte: Rural News



Preservando nascentes de água


Publicado em: 25/07/2014
 

A água é um recurso natural insubstituível para a manutenção da vida saudável e bem estar do homem, além de garantir auto-suficiência econômica da propriedade rural. Nas últimas décadas, o desmatamento de encostas e das matas ciliares além do uso inadequado dos solos, vêm contribuindo para a diminuição da quantidade e qualidade da água.
Para a recuperação e preservação das nascentes e mananciais em propriedades rurais, pode-se adotar algumas medidas de proteção do solo e da vegetação que englobam desde a eliminação das práticas de queimadas até o enriquecimento das matas nativas. Conheça algumas delas, já praticadas por alguns produtores rurais que podem valorizar suas terras.

Conservação do Solo
Plantio em curva de nível: é uma técnica de conservação do solo e da água, excelente para o cultivo em morros e terrenos acidentados. Neste tipo de plantio, cada linha de plantas forma uma barreira diminuindo a velocidade da enxurrada.
Evitar queimadas pois estas, causam sérios danos às florestas e outros tipos de vegetação deixando o solo descoberto e matando os microrganismos e a vida do solo. Este solo sem proteção da cobertura vegetal pode ficar endurecido pela ação das gotas da chuva, o que irá reduzir a velocidade e quantidade de infiltração da água, além de favorecer as enxurradas.
Plantio em consórcio, intercalando faixas com plantas de crescimento denso com faixas de plantas que oferecem menor proteção ao solo. As faixas com plantas de crescimento denso têm a função de amortecer a velocidade das águas da enxurrada permitindo uma maior infiltração de água no solo.
Fazer uso dos restos culturais (palhada). Esse material, também chamado de matéria orgânica, quando apodrece favorece os organismos que vivem na terra melhorando as condições de infiltração e armazenamento de água no solo, além de diminuir o impacto das gotas de chuva sobre a superfície.

Uso de Defensivos
O uso excessivo e descontrolado de defensivos agrícolas nas lavouras são grandes agentes de contaminação do solo e da água, principalmente do lençol freático. Por isso seu uso dever ser controlado e feito sob a orientação de um técnico responsável.
Deve-se construir locais apropriados para o descarte das embalagens, que jamais devem ser jogadas em rios e córregos ou junto ao lixo comum da fazenda.

Cercamento de Nascentes
Construção de cercas, fechando a área da nascente, num raio de 30 a 50 metros a partir do olho d’água: evita a entrada dos animais e por conseguinte o pisoteio e compactação do solo.
Manutenção do asseio, ou seja a limpeza em volta da cerca para evitar que o fogo, em caso de incêndio, atinja a área de nascente.

Enriquecimento da Vegetação
A vegetação em torno das nascentes funciona como barreira viva na contenção da água proveniente das enxurradas.
Deve-se priorizar espécies nativas da região que geralmente são divididas em pioneiras e clímax.
Guapuruvu, bracatinga, orelha-de-negro, amoreira, pitanga, alecrim e sibipiruna são exemplos de espécies pioneiras, ou seja de ciclo de crescimento rápido que produzem uma grande quantidade de sementes, facilitando assim a renovação natural da área plantada, já que possuem duração máxima de 20 anos. Exigem muita luz solar e servem para fazer sombreamento para as espécies clímax.
Recomenda-se que as covas das espécies pioneiras devam ser feitas em ziguezague, proporcionando uma cobertura vegetal mais ampla. O plantio das mudas pode obedecer um espaçamento padrão de 3m x 3 m.
Óleo de copaíba, ipê, peroba, acácia, paineira, jacarandá, cedro, pau-brasil, angico, pau-de jacaré, pau-ferro, entre outras, são exemplos de espécies de clímax, de desenvolvimento mais lento, que necessitam do sombreamento das espécies pioneiras para se desenvolverem. Produzem sementes e frutos e possuem vida média de 100 anos.
A mata ciliar não deve ser plantada em cima da nascente. Deve-se respeitar um espaço mínimo de 30 metros de distância. A renovação da vegetação junto à nascente deve acontecer de maneira natural.

Outras Medidas
Construção de fossas assépticas nas residências rurais, evitando o lançamento de esgotos nas águas da propriedade.
Construção de fossas para os rejeitos animais, principalmente no caso de criação de suínos..
Construção de cochos para abastecimento de água para o gado ao longo da propriedade, evitando o trânsito de animais junto às nascentes e córregos.



A Poluiçao causada por veiculos


Publicado em: 15/07/2014
 

A poluição causada pelos veículos

A queima do combustível

 

A utilização de veículos automotores pressupõe a queima de combustíveis, fundamental para a economia, porém vital para a natureza, em virtude da emissão de gases tóxicos na atmosfera.Enquanto esses gases estiverem espalhados não corremos risco, mas a alta concentração desses gases gerados por muitas fontes emissoras, resulta na poluição que todos, veementemente combatemos. Calcula-se que 60% da poluição atmosférica nas regiões das grandes cidades sejam decorrentes dos veículos automotores, contudo existem outros vilões, como as indústrias e as queimadas, agravadas pelas condições climáticas.

 

A poluição vinda dos veículos

 

O combustível consumido pelos motores dos veículos é transformado em gases que são lançados no ar. Desses, 99,9% são inofensivos, mas 1% é altamente perigoso ao homem e ao meio ambiente e, que se for considerada a frota de veículos automotores existente no país e a quantidade de combustível queimado por ano, esta parcela de 1% passa a ser bastante significativa.

 

A capacidade poluente dos automóveis é a maior dentre quaisquer outras atividades desenvolvidas pelo homem, pois 50% do total de gases poluentes e, portanto, tóxicos que são expelidos para a atmosfera são provenientes da combustão dos motores dos automóveis. Nas grandes cidades, onde além da grande quantidade de veículos, existem constantes congestionamentos, os veículos respondem por quase 90% do total de gases tóxicos lançados na atmosfera, provocando um grande risco para a vida humana, animal e ao meio ambiente.

 

0s principais poluentes

 

Baseados em estudos desenvolvidos nesta área, sabemos que não existe, ainda, um veículo automotor que não polua. Na verdade o que varia é o grau ou a intensidade de poluição que um determinado veículo provoca, dependendo da qualidade do combustível utilizado ou do seu motor.

 

O monóxido de carbono, expelido durante a combustão da gasolina, é considerado o poluente mais perigoso, pois liga-se à hemoglobina, neutralizando-a e impedindo o trânsito do oxigênio. Com isso a oxigenação do sangue diminui, causando vertigens, alterações no sistema nervoso central, cardiovascular e pulmonar.

 

A fumaça, poeira e fuligem provenientes, sobretudo dos veículos movidos à diesel e do desgaste de pneus e freios dos veículos em geral, provoca o agravamento de quadros alérgicos e do aparelho respiratório, causando, ainda, irritação nos olhos e garganta, reduzindo a resistência às infecções.

 

Ao contrário do que muitos acreditam, a emissão de gases poluentes pelos veículos à álcool é bastante semelhante aos veículos movidos à gasolina, a diferença reside na tecnologia empregada nos veículos mais novos que, certamente e independentemente do tipo de combustível que utilizam, poluem menos que os veículos mais antigos, por possuírem mecanismos como catalisadores, canister e injeção eletrônica.

 

Porém não devemos esquecer de um fator muito importante: a regulagem do motor, pois um veículo novo mas mal regulado, certamente responderá por um maior percentual de gases tóxicos lançados em nossa atmosfera.



A importância da reciclagem


Publicado em: 09/07/2014
 

História da reciclagem

Ainda que a reciclagem possa parecer um conceito moderno introduzido com o movimento ambiental da década de 70, ela já existe de fato há cerca de milhares de anos. Antes da era industrial, você não conseguia produzir bens rapidamente e com baixo custo; assim, virtualmente todos praticavam a reciclagem de alguma forma. Os programas de reciclagem de larga escala, porém, eram muito raros: eram os moradores das casas que predominantemente praticavam a reciclagem.

A produção em massa da era industrial é, de muitas formas, a razão básica pela qual precisamos nos preocupar com a reciclagem em larga escala. Quando os produtos podem ser produzidos e comprados muito baratos, geralmente faz mais sentido econômico simplesmente jogar fora itens antigos e comprar outros novinhos em folha. Essa cultura de bens “descartáveis”, porém, criou inúmeros problemas ambientais, que discutiremos em detalhes na próxima seção.

Nas décadas de 30 e 40, a conservação e a reciclagem se tornaram importantes na sociedade dos EUA e em muitas outras partes do mundo. Depressões econômicas fizeram da reciclagem uma necessidade para muitas pessoas sobreviverem, já que elas não podiam pagar por bens novos. Na década de 40, produtos como o náilon, a borracha e muitos metais eram racionados e reciclados para ajudar a suportar o esforço da guerra. A explosão econômica dos anos pós-guerra, porém, causou o fim do conservacionismo da consciência dos EUA . Não foi antes do movimento ambiental das décadas de 60 e 70, preconizado pelo primeiro Dia da Terra (em inglês), em 1970, que a reciclagem novamente se tornou uma idéia corrente. Apesar da reciclagem ter sofrido alguns anos de baixa (por causa da aceitação do público e do mercado de bens reciclados estagnado), de modo geral ela aumentou ano após ano. O sucesso da reciclagem se deve à aceitação do grande público, ao crescimento da economia da reciclagem e às leis que exigem coletas recicladas ou forçam o conteúdo reciclado em determinados processos de manufatura.

Inovação da reciclagem: campos de golfe de aterro.

E se você pudesse reciclar um aterro inteiro, cheio de milhões de toneladas de lixo? Isso foi realizado em muitos locais, onde o aterro é coberto com terra, plantado com vegetação e transformado em um campo de golfe. O Mountain Gate Country Club, perto de Los Angeles, é um exemplo disso

Uma outra maneira de reciclar aterros envolve capturar o gás metano liberado pelo lixo em decomposição e usá-lo para produzir energia. A medida é também mitigadora do aquecimento global. Outra maneira é reutilizar os antigos buracos dos aterros, onde o lixo se decompôs, preenchendo-o com lixo novamente.

Benefícios da reciclagem

A maioria das razões pelas quais reciclamos é ambiental, ainda que algumas sejam econômicas.
Lixo em excesso
Uma das principais razões para a reciclagem é reduzir a quantidade de lixo enviada para os aterros. O uso de aterros atingiu seu ápice na década de 80, quando os americanos mandaram quase 150 milhões de toneladas de lixo para aterros por ano. Atualmente, ainda são lançados mais de 100 milhões de toneladas de lixo em aterros anualmente. Apesar de os aterros sanitários modernos serem mais seguros e menos incômodos do que os depósitos abertos do passado, ninguém gosta de ter um deles por perto. Nas áreas densamente povoadas, o espaço para aterros é escasso. Onde há muito espaço, enchê-lo com lixo não é uma solução muito boa para o problema.
Em 2006, os esforços de reciclagem nos Estados Unidos desviavam 32% do lixo dos aterros. Isso evita que mais de 60 milhões de toneladas de lixo acabem em aterros anualmente.

Na imagem acima o lixo transborda em um aterro

Bens novos consomem recursos:
Fabricar um produto novinho em folha sem qualquer material reciclado causa o esgotamento de recursos naturais no processo de manufatura. O papel usa a polpa de madeira das árvores, ao passo que a fabricação de plástico requer o uso de combustíveis fósseis, como petróleo e gás natural. Fazer alguma coisa com materiais reciclados significa usar menos recursos naturais.

Ciclo da reciclagem:

A reciclagem (às vezes) usa menos energia
Há muito espaço para debate sobre esse aspecto da reciclagem, mas muitos processos de reciclagem requerem menos energia do que os fabricantes precisariam para fazer o mesmo item novinho em folha. A fabricação de plástico é muito barata, e alguns bens de plástico podem ser difíceis de reciclar eficientemente. Nesses casos, o processo de reciclagem provavelmente consome mais energia. Também pode ser difícil calcular todos os custos de energia ao longo da cadeia de produção inteira. A reciclagem de aço certamente usa menos energia que o processo inteiro de mineração do minério de ferro, refinamento e forja de aço novo. Alguns alegam que a frota de caminhões de reciclagem que coleta plástico e papel de porta em porta semanalmente nas cidades abala o equilíbrio da energia contra a reciclagem. O uso da energia é um fator que deve ser considerado caso a caso.
Dinheiro
A reciclagem tem uma série de impactos econômicos. Para as empresas que compram bens usados, os reciclam e revendem como produtos novos, a reciclagem é a fonte de toda sua receita. Para cidades em áreas densamente povoadas que devem pagar por tonelagem para usar seus aterros, a reciclagem pode cortar milhões de dólares dos orçamentos municipais. A indústria da reciclagem pode ter um impacto ainda mais amplo. Análises econômicas mostram que a reciclagem pode ser três vezes rentável por tonelada do que aterros, bem como gerar quase seis vezes o número de empregos.
No Brasil, um dos protagonistas da cadeia de reciclagem são as cooperativas de catadores. Elas tem sido responsáveis pela melhoria das estatísticas de reciclagem, além de serem verdadeiros mecanismos de inclusão social (são uma alternativa efetiva de trabalho para boa parte da população carente do País)

Todos materiais passíveis de reciclagem (99% do lixo produzido) sem aumento de custo para o município e para os participantes, gerando empregos e oportunidades para a comunidade local. Colaborando com a limpeza pública, PROTEGENDO O MEIO AMBIENTE. Os grande lixões, além de poluirem o solo, trazem mal cheiro, doenças, poluição das nascentes e rios. Os oceanos praticamente não contam com políticas de conservação. Enquanto a conservação de parques e reservas abrange algo em torno de 9% da superfície terrestre, nos oceanos, ocupam menos de 1%. Além disso, são jogadas cerca de 6,5 milhões de toneladas de lixo, por ano nos oceanos só no Brasil, sem contar os acidentes com vazamentos de petróleo, os naufrágios de navios e submarinos com carga ou combustível nucleares e as descargas contínuas de esgotos!

Se você quer implantar a coleta seletiva, na sua residência ou local de trabalho, Leia com atenção a baixo como separar o lixo corretamente, faça um movimento conjunto e planeje campanhas e a retirada dos materiais recicláveis.

COMO COLOCAR A RECICLAGEM EM PRÁTICA.

Em sua casa, apartamento ou trabalho, as orientações a seguir:-

Normalmente em todos os locais só existe um cesto de lixo. Pois bem, separe vários sacos plásticos e vá colocando cada tipo de lixo em um deles.

É fácil…basta você “guardar” os saquinhos de embalagens que você ganha nos supermercados! Depois fixe um “sarrafo” de uns dois metros na parede do quintal ou da área de serviços e pendure os saquinhos com um prego, e vá substituindo-os conforme eles encherem. Se quiser, poderá escrever “caprichadinho” no sarrafo, um nome para o destino de cada saquinho. Para empresas é só orientar os funcionários e colocar tambores grandes com os respectivos nomes.

logo terá muitas pessoas de olho naquele lixo que vale dinheiro.