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Meio Ambiente

Pindaíbas – início das ações de preservação e conservação de nascentes no distrito


Publicado em: 21/09/2018
 

O programa Pronascentes, em parceria com o Coletivo Local de Meio Ambiente (Colmeia), prossegue com as ações de preservação e conservação de nascentes do município. Na última terça-feira (18), foi realizada uma vistoria técnica em várias nascentes que foram cercadas dentro do projeto desenvolvido no distrito de Pindaíbas.

 

Segundo a bióloga e coordenadora do Pronascentes, Eni Amaral, a equipe técnica ambiental realizou visitas a várias sub-bacias com o intuito de acompanhar os serviços. “Toda terça-feira, nós realizamos uma visita técnica nas nascentes que foram diagnosticadas e que receberam ou vão receber o cercamento. Além dessa vistoria, nós orientamos os proprietários dos terrenos para não deixar que os animais pisoteiem nas nascentes diagnosticadas”, explica a coordenadora.

 

Ainda segundo Eni Amaral, no mês de outubro, será realizada uma nova etapa de educação ambiental para toda a comunidade. “A ação educadora tem o objetivo de desenvolver nas pessoas a consciência dos problemas ambientais, além de estimulá-las a tentar buscar soluções para essas demandas”, ressalta a bióloga.

 

O Programa Pronascentes foi instituído por Lei Municipal nº 501/2015 e busca a conservação e proteção de todas as nascentes do Município.

 


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Por que o ‘cheiro’ da chuva é tão bom?


Publicado em: 13/08/2018
 

Não é só alívio, após um longo período de seca, que faz com que o cheiro da chuva seja tão bom. Há também a química envolvida.

 

Bactérias, plantas e até trovoadas têm influência no aroma de ar limpo e terra molhada que a gente sente após uma tempestade.

 

Conhecido como “petrichor”, esse odor tem sido estudado por cientistas e até por fabricantes de perfume.

 

Chão rachado: Fabricantes de perfume tentam replicar o cheiro da chuva em seus produtos © Science Photo Library Fabricantes de perfume tentam replicar o cheiro da chuva em seus produtos

Terra molhada

O nome “petrichor” foi cunhado por dois pesquisadores australianos em 1960. A palavra vem do grego “petros”, que significa “pedra”, e do termo “ichor”, que quer dizer “o fluido que passa pelas veias dos deuses”.

 

Essa fragrância que a gente sente quanto a chuva bate no solo é produzida por uma bactéria.

 

“Micróbios são abundantes no solo”, explica o professor Mark Buttner, diretor do departamento de microbiologia do John Innes Centre, na Inglaterra.

 

“Quando você diz que sente cheiro de terra molhada, na verdade está sentindo o cheiro de uma molécula sendo criada por um certo tipo de bactéria”, disse ele à BBC News.

 

Gotas de água em uma teia: O nome 'petrichor' foi cunhado por dois pesquisadores australianos em 1960. © Science Photo Library O nome ‘petrichor’ foi cunhado por dois pesquisadores australianos em 1960.

 

Essa molécula é o “geosmin”, produzido pela bactéria Streptomyces. Presente na maioria dos solos saudáveis, essa bactéria também é usada para produzir alguns tipos de antibióticos.

 

Quando as gotas de água caem na terra, fazem com que o geosmin seja lançado no ar, tornando-o bem mais abundante do que antes da chuva.

 

“Vários animais são sensíveis a esse cheiro, mas os seres humanos são extremamente sensíveis a ele”, diz Buttner.

 

Os pesquisadores Isabem Bear e RG Thomas, que deram o nome de “petrichor” ao cheiro da chuva, descobriram que na década de 1960 ele já era “capturado” para ser vendido como uma essência chamada “matti ka attar”, em Uttar Pradesh, na Índia.

 

Agora, o geosmin está se tornando mais comum como ingrediente de perfume.

beterraba: O geosmin é produzido por uma bactéria no solo e lançado no ar quando chove. Essa mesma substância garante o gostinho de 'terroso' da beterraba © Science Photo Library O geosmin é produzido por uma bactéria no solo e lançado no ar quando chove. Essa mesma substância…

 

“É uma substância potente. Há algo de bem primitivo nesse cheiro”, afirma a perfumista Marina Barcenilla.

 

“Mesmo quando você o dilui, ainda é possível identificá-lo”, acrescenta.

 

Mas nós temos uma relação contraditória com o geosmin – ao mesmo tempo em que somos atraídos pelo aroma dele, muitos de nós tem aversão pelo gosto.

 

Embora não seja tóxico para seres humanos, pequenas quantidades podem fazer com que rejeitemos um copo de água ou de vinho que tenha sido “contaminado” pela substância.

 

“Não sabemos por que não gostamos de geosmin. Por algum motivo, associamos a algo ruim”, diz o professor Jeppe Lund Nielson, da Universidade de Aalborg, na Dinamarca.

 

Plantas

De acordo com Nielson, pesquisas sugerem que o geosmin pode estar relacionado ao “terpeno”- fonte do perfume de várias plantas.

 

E a chuva pode acentuar essas fragrâncias, diz o professor Philip Stevenson, pesquisador-chefe do Royal Botanic Gardens, em Londres.

 

“Normalmente, as químicas das plantas que têm cheiro bom são produzidas pelos ‘cabelos’ das folhas. As chuvas podem danificar as folhas e, com isso, soltar os componentes dela”, explica.

 

planta com gotas de água: Chuva pode liberar cheiros ao quebrar e danificar as folhas das plantas © Science Photo Library Chuva pode liberar cheiros ao quebrar e danificar as folhas das plantas

 

“A chuva também pode romper materiais secos das plantas, liberando substâncias químicas de forma similar a quando quebramos e esmagamos ervas. Com isso, o cheiro fica mais forte.”

 

Períodos de seca também podem reduzir o metabolismo das plantas. O retorno das chuvas pode desencadear uma aceleração, fazendo com que as plantas exalem um cheiro agradável.

 

Raios

Raios também têm influência no cheiro agradável que sentimos após a chuva © Science Photo Library Raios também têm influência no cheiro agradável que sentimos após a chuva

 

As trovoadas também desempenham um papel relevante, ao criar um aroma de ozônio acentuado e limpo, em decorrência das descargas elétricas na atmosfera.

 

“Além dos raios, as trovoadas e chuvas ajudam a melhorar a qualidade do ar. A poeira, o aerossol e outras partículas são varridas pela chuva e pelos raios, limpando o ar”, explica a professora Maribeth Stolzenburg da Universidade do Mississippi, nos EUA.

(MSN)

 

 



Instituto Lina Galvani completa 15 anos com mais de 50 mil pessoas impactadas


Publicado em: 24/07/2018
 

Por meio de metodologia própria de Desenvolvimento Comunitário, a organização realiza diversos projetos nas comunidades em que a Galvani atua

O Instituto Lina Galvani (ILG), criado para contribuir com o desenvolvimento das comunidades em que atua para liderarem a transformação social local, completa 15 anos de história. Neste período, a organização já impactou positivamente mais de 50 mil pessoas, com investimento superior a R$ 19 milhões em projetos sociais nas localidades onde suas mantenedoras atuam. Hoje, o Instituto mantém ações em Serra do Salitre (MG), Luís Eduardo Magalhães (BA), Campo Alegre de Lourdes (BA) e no bairro do Jaguaré, em São Paulo (SP).

 


“Percebemos que as regiões atendidas e as comunidades locais se desenvolveram significativamente nestes 15 anos. Ao invés de fazermos ações para eles, temos como princípio fazer junto com eles, buscando sua autonomia e fortalecimento”, explica Ricardo Mastroti, diretor-executivo do Instituto Lina Galvani. Por meio de sua metodologia, que inclui a prática da Terapia Comunitária Integrativa, o Instituto apoiou projetos que vão desde a reforma de praças, mutirão em escolas, atividades educacionais, culturais e esportivas até a criação de editais para apoio a projetos de locais.

 

O ano também marcou a criação da Teoria da Mudança do ILG, que aponta os impactos pretendidos pela organização com suas ações e ajuda a explicar a atuação e as perspectivas da organização para os próximos anos, elencando recursos, atividades, entregas, resultados e impactos às comunidades locais, como o desenvolvimento da população e da economia local.

 

“Nos próximos anos, pretendemos continuar lado a lado com as comunidades, ajudando com a identificação de oportunidades de melhorias em suas regiões, por meio da cooperação, do protagonismo e do empoderamento das localidades”, completa Mastroti.

 

Sobre a Galvani

A Galvani atua no mercado de fertilizantes, desde a década de 1960, apoiando agricultores a produzir mais alimentos. Trabalha desde a mineração até a produção e distribuição de fertilizantes fosfatados. Possui unidades nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Ceará. Em dezembro de 2014, a Yara International adquiriu 60% das ações da Galvani. Para deixar evidente essa parceria, a empresa passou a usar a marca Yara, mas continua a ser uma organização independente, com conselho, diretoria e posicionamentos próprios. Fundada em 1905, na Noruega, para solucionar a fome emergente na Europa, hoje a Yara possui presença mundial, com mais de 15 mil colaboradores e vendas para mais de 160 países.

 

Mais informações:

www.galvani.ind.br

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Lixo Orgânico pode virar adubo: veja os benefícios


Publicado em: 16/07/2018
 
Mais do que separar o lixo doméstico do material reciclável, cada cidadão pode transformar os resíduos orgânicos em adubo. O processo de compostagem, que é simples e pode ser feito em casa, beneficia o próprio morador, a cidade e o meio ambiente, pois diminui drasticamente a quantidade de lixo enviado aos aterros.
A sugestão é que se aproveite ao máximo as sobras de alimentos, como talos, cascas, sementes, raízes e folhas para o preparo de receitas. Mas as sobras inadequadas ao consumo, como cascas de ovos, frutas estragadas e borra de café, podem ir para a compostagem, gerando uma poderosa fonte de nutrientes para jardins, hortas, vasos e floreiras. Outros resíduos, como erva de chimarrão, restos de cortes e palha, também podem se transformar em composto orgânico.
Quando você transforma seu lixo em adubo, pode oferecer ao solo um material rico em nutrientes (no caso de uma horta ou mesmo para as plantas do seu jardim).
Compostagem em sistema de enterro:
– Deve ser aberto um buraco no chão, em local sombreado, onde os resíduos orgânicos serão depositados diariamente. A dimensão e a quantidade de buracos vão depender da quantidade de material orgânico disponível e da área de plantio. Recomenda-se, para hortas e jardins no quintal, a abertura de dois ou mais buracos, podendo-se utilizar medidas aproximadas de 1 metro de comprimento, 0,50 metro de largura e 0,50 metro de profundidade.
– É importante cobrir cada camada de material orgânico com uma fina porção de solo ou de palha para evitar o sol direto e para não atrair animais.
– Pode se misturar esterco, pois acelera a fermentação e enriquece o adubo.
– O adubo orgânico somente deve ser utilizado na horta e vasos quando este estiver totalmente curtido, após um prazo de 90 a 120 dias.
Compostagem em recipientes (indicada para apartamentos e casas sem quintal):
– Quando não há disponibilidade de espaço ao ar livre para formação de pilha ou enterro dos resíduos, os mesmos podem ser dispostos em recipientes, para a fabricação do composto orgânico.
– De preferência, reaproveite baldes de plástico velho, caixas de madeira, galões de água, caixas d’água quebradas ou potes de sorvete.
– Basta depositar o resíduo orgânico no local, tendo sempre a preocupação de manter o recipiente tampado, para evitar insetos e mau cheiro.
– Faça furos no fundo do recipiente para a saída do chorume (líquido eliminado pelo material orgânico em decomposição).
– Se o recipiente estiver sobre uma superfície impermeável, coloque uma vasilha (bacia rasa) no fundo para recolher o chorume.
– O líquido pode voltar à mistura do composto ou ser diluído e aplicado nas plantas (um copo de chorume para nove litros d’água).
ATENÇÃO:
Enterre seu lixo orgânico no fundo de seu terreno para que este se decomponha ou, caso não seja possível, coloque-o na lixeira bem embalado, apenas no dia do recolhimento do lixo, que é nas quartas e sábados pela manhã, a fim de evitar extravios no lixo por cães e outros animais, proliferação de animais e mau cheiro.
Campanha da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente


Construção de barragem em Córrego de Posses do Chumbo preocupa moradores


Publicado em: 02/07/2018
 
O caso foi levado ao Ministério Público em Patos de Minas para tentar proibir a construção da segunda barragem no local

 

A construção de uma barragem no Córrego de Posses tem deixado pequenos produtores e moradores da comunidade de Posses do Chumbo e Areado, preocupados. A intervenção teria como objetivo levar água para uma irrigação do cultivo de café. Com o afluente já bastante afetado por outras captações, o apelo é para que preserve e revitalize as nascente da região.

 

A possibilidade de se construir uma segunda barragem no córrego que já possui pouca vazão, causa preocupação para quem reside na região e depende direta ou indiretamente do curso de água, que é o principal afluente do Rio Areado, segundo informou o coordenador do movimento SOS Areado, Nascimento Araujo “Xel”. De acordo com ele, a autorização para que outra obra de capação de água ocorra já foi dada, e será utilizada por um produtor de café.

 

Xel alerta que a nova intervenção deve prejudicar gravemente não só o córrego de Posses, que atende diversas pequenas propriedades rurais, mas também o Rio Areado, que já está com a vazão abaixo do ideal. É que nos meses de seca prolongada, o rio é quem socorre o abastecimento nos distritos que sofrem com a falta de água, como por exemplo a comunidade de Pindaíbas, ou Major Porto.

 

Ainda segundo Nascimento Xel, já foi protocolado um documento com abaixo assinado junto ao Ministério Público em Patos de Minas para tentar proibir a construção de mais uma barragem. Os moradores que dependem dessa água para sobreviver estão temerosos. Os pequenos produtores relatam que o temor é que a medida possa diminuir ainda mais a vazão. Para eles é preciso antes de tudo, revitalizar a área ao invés de degradar.

(Patosja)