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17 de setembro – aniversário de PADRE JOSÉ LELES


Publicado em: 17/09/2018
 

PADRE JOSÉ LELES,

 

 

Quando o coração de um cristão é preparado, nada pode abalar a sua vida e a sua fé. Quando um cristão é provado, a brasa viva do poder de Deus, está sobre ele. Quando um cristão é chamado, Deus o torna firme e forte para vencer.

 

Hoje uma pessoa especial para Deus, para o céu e para todos nós, está completando mais um ano de vida. Deus tem se alegrado com a sua determinação e propósito; e isso faz com que você sinta a felicidade de mais um ano, de mais uma página na sua história de vida.

 

É bom saber que nesse mundo, existe uma pessoa especial como você, para tomar a amizade. Que muitos e muitos anos cheguem a preencher sua alma de bom ânimo e fé.

 

Que Deus te abençoe, que você siga sempre o caminho do Pai, para que nada venha faltar na sua estrada. Muitos anos de vida e saúde. Você merece!

 

Parabens pelo seu aniversário … que Deus o abençoe ricamente todos os dias !!!

 

São os votos de GERALDO CRITÓVÃO DO AMARAL.



16 de setembro – aniversário de ARNALDO JOSÉ MOURA


Publicado em: 16/09/2018
 

ARNALDO,

 

Um dos mais renomados e experientes profissionais do ramo da contabilidade em nossa sociedade.

Um grande empresário!

Um fazendeiro dedicado!

Um amigo que não sabe dizer não!

Um exemplar chefe de família…

e agora com certeza, também será um nobre advogado.

 

 

Mais um ano de vida é para muitos um tormento, pois apenas se focam nos números, e ter mais um ano adicionado à idade pode ser mortificante. Mas sabemos que você não é assim, e que apenas se foca no positivo e no que é realmente importante.

 

Para você mais um ano é sinônimo de mais vida, sabedoria, experiência, alegrias e tristezas, derrotas e conquistas, sonhos sonhados e realizados, e essa é a atitude correta. Feliz aniversário!

 

A vida é muito curta, frágil e preciosa para nos preocuparmos com números simbólicos, pois o que realmente conta é o que está dentro e fora da pessoa, e no seu caso todo conjunto é fabuloso! Você é uma pessoa maravilhosa e cada ano que passa fica ainda melhor, mais interessante e envelhece melhor que o mais fino dos vinhos.

 

Parabéns e muitas felicidades! Que complete muitos anos e que continue mantendo esse espírito de quem conhece e valoriza as prioridades certas. Seja feliz!

 

PARABENS, HOJE E SEMPRE … são os votos de todos nós do portal de notícias UAIGENTE.



15 de setembro – Dia de Nossa Senhora das Dores


Publicado em: 15/09/2018
 

O Dia de Nossa Senhora das Dores é celebrado em 15 de setembro.

Esta é uma celebração litúrgica, onde os cristãos católicos homenageiam uma das figuras de Nossa Senhora, a Mãe de Cristo: Nossa Senhora das Dores.

Também conhecida por Mater Dolorosa, a devoção a este título da Virgem Maria costuma ser bastante comum nos países de origem ou predomínio do catolicismo, como Itália, Portugal e Brasil.

 

O culto

O culto a Nossa Senhora das Dores iniciou-se no ano 1221 no Mosteiro de Schönau, na então Germânia, hoje, Alemanha. A festa de Nossa Senhora das Dores como hoje a conhecemos, celebrada em 15 de setembro, teve início em Florença, na Itália, no ano de 1239 através da Ordem dos Servos de Maria, uma ordem profundamente mariana.

 

As sete dores de Nossa Senhora

1.       A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)

2.       A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);

3.       O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);

4.       O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);

5.       O sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);

6.       Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);

7.       O sepultamento do corpo do filho no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).

 

Imagem de Nossa Senhora das Dores

Nossa Senhora das Dores é representada com um semblante de dor e sofrimento, tendo sete espadas ferindo seu imaculado coração. Às vezes, uma só espada transpassa seu coração, simbolizando todas as dores que ela sofreu. Ela é também representada com uma expressão sofrida diante da Cruz, contemplando o filho morto. Foi daí que se originou o hino medieval chamado Stabat Mater Dolorosa (Estava a Mãe Dolorosa). Ela ainda é representada segurando Jesus morto nos braços, depois de seu corpo ser descido da Cruz, dando assim origem à famosa escultura chamada Pietà.

 

Nossa Senhora das Dores, mãe de todos os homens

Foi aos pés da Cruz, quando Maria viveu a sua dor mais crucial, que ela recebeu do Filho a missão de ser a Mãe de todos homens, Mãe da Igreja (Corpo Místico), Mãe de todos os fiéis. Foi naquele momento de dor que Jesus disse a ela: Mãe, eis aí o teu filho (este filho está simbolizando a todos os fiéis). Foi nesse mesmo momento que Jesus disse a São João, que ali representava a todos nós: Filho, eis aí tua mãe. É por isso que a devoção a Nossa Senhora das Dores se reveste de grande importância para todos os cristãos.

 

Promessas aos devotos de Nossa Senhora das Dores

Nas revelações dadas a Santa Brígida, aprovadas pela Igreja Católica, vemos sete graças maravilhosas que Nossa Senhora prometeu a quem rezar a cada dia sete Ave-Marias em honra de suas Sete dores, fazendo uma pequena meditação sobre essas dores. As promessas são as seguintes:

1ª – Porei a paz em suas famílias.  2ª – Serão iluminados sobre os Divinos Mistérios.  3ª – Consolá-los-ei em suas penas e acompanhá-los-ei nos seus trabalhos.  4ª – Conceder-lhes-ei tudo o que me pedirem, contanto que não se oponha à vontade de meu adorável Divino Filho e à santificação de suas almas.  5ª – Defendê-los-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal e protegê-los-ei em todos os instantes da vida.  6ª – Assistir-lhes-ei visivelmente no momento da morte e verão o rosto de Sua Mãe Santíssima.  7ª – Obtive de Meu Filho que, os que propagarem esta devoção (às minhas Lágrimas e Dores) sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois ser-lhes-ão apagados todos os seus pecados e o Meu filho e Eu seremos a sua eterna consolação e alegria. 

 

Promessas de Jesus a Santo Afonso

Santo Afonso Maria de Ligório recebeu revelações em que Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu aos devotos de Nossa Senhora das Dores as seguintes graças:

1ª – Que aquele devoto que invocar a divina Mãe pelos merecimentos de suas dores merecerá fazer antes de sua morte, verdadeira penitência de todos os seus pecados.

2ª – Nosso Senhor Jesus Cristo imprimirá nos seus corações a memória de Sua Paixão dando-lhes depois um competente prêmio no Céu.  3ª – Jesus Cristo guardá-los-á em todas as tribulações em que se acharem, especialmente na hora da morte.  4ª – Por fim os deixará nas mãos de sua Mãe para que delas disponha a seu agrado, e lhes obtenha todos e quaisquer favores.

 

Terço de Nossa Senhora das Dores

O Rosário das Lágrimas, ou, Terço das Lágrimas, ou Terço de Nossa Senhora das Dores é também um símbolo de Nossa Senhora das Dores. Ele tem 49 contas brancas divididas em sete partes de sete contas cada. Cada uma dessas sete partes representa uma das sete dores de Nossa Senhora. Contempla-se uma Dor de Maria e reza-se um Pai Nosso e sete Ave-Marias.

 

Oração a Nossa Senhora das Dores

Esta é a oração inicial do terço de Nossa Senhora das Dores.

Virgem Dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores particulares, graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Alcançai-nos Senhora, de Vosso Divino Filho, pelos mérito de Vossas Dores e lágrimas, a graça…(pedir a graça). Amém.

Em seguida, reza-se o Terço das Dores, contemplando cada Dor e rezando 1 Pai Nosso e 7 Ave Marias em cada dor contemplada.



08 de setembro – dia de N.S. Patrocínio – padroeira da cidade


Publicado em: 08/09/2018
 

Padroeira da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio

 

O Papa Alexandre VII concedeu ao Rei Felipe II a celebração da Festa a N. Sra. do Patrocínio aos 28 de julho de 1656. A finalidade era dar graças a Deus pelos inúmeros benefícios. A festa era celebrada inicialmente no 3º domingo de novembro em todo o extenso domínio da Espanha e, posteriormente também no 4º domingo de outubro. O Papa concedia àqueles, que participando da missa solene, após confessar, comungar e  rezar nas intenções de costume, uma indulgência plenária. Esta devoção chegou ao Brasil através dos colonizadores portugueses. Várias igrejas no Brasil são erguidas a Deus em honra de N. Sra. do Patrocínio, sendo uma das mais famosas e históricas a de Itu, São Paulo.

 

 

Em Patrocínio MG, a construção da nova Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio teve início em 1º de novembro de 1933 e o término em 08 de setembro de 1935. A chegada da imagem de Nossa Senhora do Patrocínio foi no dia 30 de agosto de 1935. Vinda do Rio de Janeiro, foi trazida pelo Monsenhor Joaquim Thiago dos Santos e Sr. José Elói dos Santos. Era vigário, naquela época Padre Philiberto Braum, da Congregação dos Padres dos Sagrados Corações.

 

Os paroquianos acolheram a imagem de N. Sra. do Patrocínio com uma procissão, pela cidade, sendo carregada por quatro homens fortes, pois é muito pesada. Dentre os quatro homens encontrava-se o Sr. Gervásio Amaral. Juntamente com esta imagem vieram também uma imagem de pequeno porte e uma estampa no quadro. Dr. Cândido, Juiz de Direito daquela época, encantado com a beleza da figura de Maria, ficou com o quadro dizendo: “Por onde eu for a levarei comigo”. A consagração da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio aconteceu em 1º de novembro de 1936

 



07 de Setembro – Dia da Independência do Brasil


Publicado em: 07/09/2018
 

O Dia da Independência do Brasil é celebrado em 07 de setembro, dado que foi nesse dia em que, às margens do rio Ipiranga, D. Pedro tornou o país independente.

 

 

A Independência do Brasil é celebrada em todo dia 07 de setembro. Essa comemoração acontece desde a época do Primeiro Império, que, a cada ano, rememorava a ocasião em que o país se tornou independente de Portugal no ano de 1822. O processo de independência do Brasil teve como principais atores históricos, além do príncipe regente D. Pedro (que se tornou o imperador D. Pedro I), alguns representantes da elite interessada na ruptura entre Brasil e Portugal. Entre esses representantes, encontrava-se aquele que também se tornou um dos maiores articuladores do Império, José Bonifácio de Andrada e Silva.

 

De certa forma, a possibilidade de um “Brasil independente” remonta à época da vinda da família real para o Brasil em 1808, acontecimento que inaugurou em nosso país o chamado Período Joanino. D. João VI veio com sua corte para o Brasil por ter se recusado a ser conivente com a política do Bloqueio Continental, imposta por Napoleão Bonaparte contra o Reino Unido. Como Portugal possuía importantes acordos econômicos com os ingleses, D. João VI achou por bem desobedecer às ordens do imperador francês e abandonar a Península Ibérica, sendo escoltado por navios ingleses até a costa brasileira.

 

Nessa época, o Brasil foi alçado à condição de Reino Unido, junto a Portugal e Algarves, deixando assim a condição de ser colônia. Muitas das ações empreendidas por D. João VI no Brasil durante o período em que aqui esteve (1808-1821) colaboraram para que o país ganhasse uma relevância que ainda não possuía. Essa relevância tinha dimensões econômicas, políticas e culturais. Entretanto, nos anos que seguiram após o fim da Era Napoleônica (1799-1815), Portugal passou por intensas turbulências políticas. Essa situação exigiu a volta do rei D. João VI com sua corte em 1821.

O rei português deixou no Brasil como seu representante D. Pedro, seu filho, que recebeu o título de príncipe regente. Durante o ano de 1821 e até os primeiros dias do mês de setembro de 1822, as turbulências políticas de Portugal fizeram-se refletir também no Brasil. As assembleias que ocorriam em Lisboa (que contavam também com representantes brasileiros) ganhavam pautas que defendiam o retorno de Portugal como o centro político do referido Reino Unido e, por consequência, a submissão do Brasil à sua posição.

 

Ao mesmo tempo, em terras brasileiras, o príncipe regente, orientado por representantes das elites políticas locais, promovia uma série de reformas que desagradavam as elites lusitanas. As ações de de D. Pedro mobilizaram a corte portuguesa a pedir a sua volta imediata para Portugal no início de 1822. D. Pedro recusou-se a abandonar o Brasil e, em 09 de janeiro, optou pela sua permanência no país. Esse dia ficou conhecido como Dia do Fico.

 

As indisposições entre Portugal e Brasil continuaram ao longo do primeiro semestre de 1822. Esse período de intensas discussões e propostas direcionadas à efetivação da independência foi exaustivamente estudado por muitos historiadores, tanto portugueses quanto brasileiros. No Brasil, destacam-se os nomes de Oliveira Lima e Nelson Werneck Sodré. No mês de setembro, as cortes portuguesas deram um ultimato para D. Pedro voltar para Portugal, sob ameaça de ataque militar. O príncipe que estava em viagem ao estado de São Paulo recebeu a notícia e, antecipando uma decisão que já estava quase nas “vias de fato”, declarou o país independente às marges do rio Ipiranga, no dia 07. Esse gesto implicaria a futura organização do país enquanto nação e enquanto império, um projeto que não era fácil de ser conduzido, como acentua o historiador Boris Fausto:

 

Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em 1° de dezembro, como apenas 24 anos, o príncipe, regente era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I. O Brasil se tornava independente, com a manutenção da forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país teria no trono um rei português. Este último fato criava uma situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do país. Em todo de dom Pedro I e da questão de sua permanência no trono muitas disputas iriam ocorrer, nos anos seguintes.” [1]

 

NOTAS

[1] FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013. p 116.

Por Me. Cláudio Fernandes