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Curiosidades

Minas Gerais: o paraíso das cachoeiras


Publicado em: 02/02/2018
 

Marca registrada de Minas Gerais, as montanhas estão presentes em todo seu vasto território. Na rabeira delas, sempre há cachoeiras para não apenas embelezar o cenário, como garantir momentos que vão da aventura ao relaxamento total. Nesse post, focamos apenas nas quedas d’água do sul do estado, que já é uma região bem abrangente, próxima das divisas com São Paulo e Rio de Janeiro.

1 – Cachoeira dos Garcias – Aiuruoca

Cachoeira dos Garcias no Parque Estadual do Papagaio, em Aiuruoca, Minas Gerais © Fornecido por Abril Comunicações S.A. Cachoeira dos Garcias no Parque Estadual do Papagaio, em Aiuruoca, Minas Gerais

 

Inserida no Vale dos Garcias, dentro do Parque Estadual do Papagaio, uma área repleta de quedas d’água e trilhas para caminhar, a Cachoeira dos Garcias assume-se com grande protagonismo na região. Com 30 m de queda, é visualmente bonita e tem um poço para banho meio traiçoeiro devido a sua profundidade de 5 m.

 

Prefira visitá-la em dias ensolarados, ou melhor, em uma sequência de dias sem chuva, uma vez que dirige-se por 17 km em estrada de terra, com trechos íngremes e escorregadios. O percurso tem trechos com cascalho, mas às vezes não dão conta e ainda ferem o protetor de carter. O acesso à trilha se dá junto a um bar – geralmente veículos sem tração não conseguem chegar até ele e precisam estacionar um pouco antes. A trilha é íngreme e em descida, sem dificuldade extrema, mas necessitando cuidados.

 

A Cachoeira dos Garcias é a primeira do Ribeirão Papagaio. Mais abaixo e com acesso de carro, dá para conhecer quedas menores.

 

2 – Cachoeira do Machado I – Bueno Brandão

Bueno Brandão Cachoeira_Machado_I_- Gabrielrvallim – Wikimedia Commons: Cachoeira do Machado I, em Bueno Brandão (MG): a queda nem é alta, mas o volume de água chega a assustar © Wikimedia Commons Cachoeira do Machado I, em Bueno Brandão (MG): a queda nem é alta, mas o volume de água chega a assustar

 

Com 30 cachoeiras no município, Bueno Brandão recebe um público bem jovem. A maioria das quedas têm acesso pelas estradas para Munhoz (terra) e Socorro (asfalto). Pela segunda rodovia, chega-se a Cachoeira do Machado I, uma das mais frequentadas devido à facilidade de acesso. Ela fica no fundo de uma propriedade particular: paga-se R$ 7 de entrada e percorre-se uma trilha curta e com descida tranquila. Aqui, vale a máxima do tamanho não é documento. Com 18 m de queda volumosa, muita gente se contenta apenas com a vista. Quem entra na água, vai pegar uma correnteza perigosa até chegar à ducha que bate forte no corpo.

 

Você deve estar se perguntando: se o nome da queda é a Cachoeira do Machado I, dever ter ao menos outra. Sim, existe. A Cachoeira do Machado II tem 70 m de altura, mas um fio fininho de água. E nem fica tão perto assim.

 

3 – Cachoeira dos Félix – Bueno Brandão

Bueno Brandão – Cachoeira dos Félix: Além de alta, a bela Cachoeira dos Félix, em Bueno Brandão (MG) tem bom poço para banho © Flickr Além de alta, a bela Cachoeira dos Félix, em Bueno Brandão (MG) tem bom poço para banho

 

É uma das preferidas para quem viaja com crianças pequenas. Fácil entender os motivos: cachoeira alta (40 m), com queda volumosa, poço rasinho para banho e até uma prainha. Show de bola, né! Sem contar a trilha ecológica (1 km) de acesso formada por 600 pneus que ajudam um bocado na locomoção.

 

Não espere por tranquilidade, é uma das cachoeiras mais visitadas da cidade. Paga-se R$ 10 de entrada, parte dele pode ser revertido em compras numa lojinha na entrada, onde um bar serve petiscos.

 

Pegue a estrada para Socorro e dirija por 7 km até encontrar a estradinha de terra de 2 km que leva à portaria da cachoeira

 

4 – Sete Quedas – Gonçalves

Gonçalves – Sete Quedas: Próxima do Centro, as Sete Quedas são as melhores cachoeiras de Gonçalves © Flickr Próxima do Centro, as Sete Quedas são as melhores cachoeiras de Gonçalves

 

Vamos combinar: banho de cachoeira a 1300 m de altitude em plena Serra da Mantiqueira é de doer os ossos. Tem muita gente que encara essa, inclusive esse que vos escreve, mas a maioria vai mesmo contemplar a mais famosa sequência de quedas de Gonçalves.

 

Funciona assim: você deixa o carro próximo da Pousada Trem das Cores, paga R$ 5 de entrada, que ainda dá direito a curtir a vizinha Cachoeira do Cruzeiro, desce um caminho de 500 m até chegar à primeira queda de 7 m. A partir daí, ladeia-se o rio em um caminho sem sinalização, enquanto o rio vai formando pequenas quedas que formam a portentosa Cachoeira do Retiro, que primeiramente é vista de cima.

 

Depois, a pedida é subir a um quiosque com barzinho para ver as quedas ao longe.

 

As cachoeiras ficam a 4 km do Centro de Gonçalves, na estrada de terra que segue para São Sebastião das Três Orelhas.

 

5 – Cachoeira do Pacau – Santa Rita do Jacutinga

M2081S-1029: Do mirante da estrada, a Cachoeira do Pacau, em Santa Rita do Jacutinga (MG) exibe sua beleza © Flickr Do mirante da estrada, a Cachoeira do Pacau, em Santa Rita do Jacutinga (MG) exibe sua beleza

 

Com quase 70 quedas d’água catalogadas, Santa Rita da Jacutinga é conhecida como a “Terra das Cachoeiras de Minas Gerais”. Com 90 m de queda, a Cachoeira do Pacau é a mais impactante. Para vê-la, há um mirante sem sinalização a 20 km do Centro, na MG-457, na subida para Bom Jardim de Minas. A fotografia vai ficar legal, pode ter certeza.

 

Agora, se você quiser chegar à base da cachoeira, não tem jeito, entre em contato com a central de informações turísticas da cidade (32/3291-3306) e embarque em um dos roteiros montados por eles. Do contrário, a chance de você se perder na mata é muito grande. A trilha nem é tão demorada – apenas 20 minutos de caminhada – mas em mata fechada e terreno íngreme.

 

A temperatura da água é pouco convidativa, mas depois de tanto esforço, quem resiste ao banho?

(msn)



3 alimentos fontes de vitaminas B que afastam a tristeza


Publicado em: 01/02/2018
 

Mesmo nos dias em que você tem a impressão de que não deveria ter saído da cama, os alimentos podem dar um ânimo. O ideal é caprichar em opções que carregam vitaminas do complexo B, em especial a B12, e outros itens importantes para a produção dos neurotransmissores do bem-estar.

 

1. Chocolate amargo

Um quadradinho de 30 gramas da versão 70% não atrapalha a dieta e já deixa você mais feliz – primeiro pelo prazer de comer chocolate, segundo porque reúne substâncias (tirosina e feniletilamina, por exemplo) que deixam você de bem com a vida. Outra opção: uma banana assada e polvilhada com canela e cacau em pó.

 

2. Folhas verde-escuras

São fontes de ácido fólico, um tipo de vitamina do complexo B aliado no tratamento de depressão. Mas, para obter a dose necessária, elas devem entrar no seu prato todos os dias, de preferência cruas ou cozidas no vapor para que as propriedades benéficas sejam preservadas.

 

3. Carne vermelha

É um dos poucos alimentos que fornecem vitamina B12 (a carência é associada a irritabilidade e depressão), além de tirosina e triptofano. É adepta da segunda-feira sem carne? Tudo bem, você não precisa (nem deve) comer carne vermelha todos os dias – duas vezes por semana está de bom tamanho.

(msn)



Por que a lua é importante para o homem do campo?


Publicado em: 31/01/2018
 

Poucas pessoas sabem que além do sol existe outro astro muito importante para a agricultura e estamos falando da lua, na verdade ela vai muito além de apenas ajudar na agricultura porque trás energias para animais, água, plantas e até mesmo para a terra. Ela passa por quatro fases que conhecemos e que estão em nosso calendário, tratam -se da minguante, cheia, nova e crescente que são conhecidas pela beleza que proporcionam em nossas noites.

 

Com a ajuda do sol a lua consegue emitir as ondas que chegam a te a terra e causam todos os benefícios que estamos acostumados a ver, a minguante por sua vez influencia muito a terra e sua força é significante para nós por isso é que os mais velhos diziam que no período da lua minguante tudo o que estava debaixo da terra tendia a crescer, mas isso não ficou no passado até hoje ainda é assim e plantas como beterraba, cenoura, inhame, batata, cebola, e outras da mesma qualidade tendem a crescer bastante neste período.

 

Durante o período desta lua é bom tirar madeiras e bambus para construções porque vão ficar firmes visto que tudo vai se fortificar, as empresas ligadas a isso conseguem colher materiais muito bons para revendas e os clientes que conseguem comprar não têm problemas com eles. Quando está na fase nova à lua começa a exercer grande influência sobre a terra e a seiva, manifestando-se em maior quantidade na seiva das plantações é nesta fase que os fazendeiros costumam plantar couve, almeirão, cebolinha, plantas medicinais e espinafres que vão ficar ainda mais ricos em suas vitaminas e minerais e as medicinais vão ter mais forças para agir no corpo da pessoa podendo realizar seus principais afazeres no corpo das pessoas.

 

Também é bom para o plantio de arvores nas quais serão utilizadas para retirar a madeira, são bem mais simples de crescer do que nos outros períodos e podem ser aproveitadas rapidamente por isso que em alguns lugares você pode ver que quando arvores são plantadas crescem rapidamente.

 

A lua crescente exerce uma ótima função diretamente no caule, nos ramos e também nas folhas fortificando as plantas que vai ficar mais fortes contra as pragas que as atacam em grandes quantidades principalmente em plantações extensas. Essa lua é muito boa para quem quer plantar tomate, feijão, pepino, milho, arroz, abóbora, jiló, quiabo e até mesmo cereais que vão ficar simples para serem podados e terem o crescimento acelerado.

 

Vale ressaltar que em especial quem se destaca mesmo nesta época é o tomate que vai produzir mais, tendo suas pencas próximas uma das outras diferente das outras estações lunares que diminuem a velocidade do crescimento. A lua cheia é muito boa porque é onde a terra sofre influência máxima dos poderes da lua, mas infelizmente isto acontece apenas nos primeiros dias porque depois de sofrer com o impacto da minguante ela deixa de mandar toda a energia que pode. Esse é um ótimo período para quem quer plantar repolho, couve-flor, alface e outras plantas hortaliças parecidas.

(gestaonocampo)



Interior do Rio Grande do Norte tem castelo inusitado, em meio ao agreste


Publicado em: 26/01/2018
 

Era uma vez, lá, no Nordeste…

 

Tudo começou quando, na infância, José Antônio Barreto teve uma visão em que uma senhora lhe pedia para construir sete igrejas, em locais diferentes.

 

Desde que aquela imagem apareceu para ele, em 1941, foram outras 12 aparições até que, já adulto, Barreto, por fim, encontraria o endereço certo para a construção da sua igreja/castelo.

 

Zé dos Montes já foi chamado de doido, mas hoje ele é um artista.” – Joseildo Gomes de Oliveira-filho

VEJA VÍDEO

Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de Privacidade)

 

 

 

Atualmente, o autor da obra tem 85 anos e se tornou uma espécie de atração turística do município de Sítio Novo, onde fica o Castelo Zé dos Montes, como é conhecido o local, a 100 km de Natal.

 

“É uma construção manual e intuitiva, sobre uma rocha”, explica o filho Joseildo Gomes de Oliveira, administrador do local.

 

“Até a parte financeira da cidade melhorou com o castelo”, explica Joseildo.

 

Mas nem sempre foi assim.

 

Toda vez que chegava um forasteiro querendo visitar a construção, Zé dos Montes dizia: “Vamos fazer o seguinte? Eu não vou cobrar a entrada, mas você promete que não volta mais aqui?

 

“Isso não foi feito para ser visitado”, dizia, antes da fama desse castelo de estilo arquitetônico indefinido, mas com claras influências árabes e europeias.

 

Não concluída, a obra de contornos surrealistas pode ser visitada apenas nos finais de semana, cujos ambientes sem móveis podem ser explorados pelo visitante, como salões rochosos e altares em pedra.

 

Porém o destaque é o curioso labirinto feito de terra que  representa a Via Crucis.

(msn)



Você sabe a diferença entre gasolina comum e aditivada? Descubra a melhor opção para seu veículo.


Publicado em: 15/01/2018
 

Muitas vezes, ao parar no posto para abastecer o veículo, somos questionados sobre a preferência entre gasolina comum ou aditivada.

 

O problema é que nem sempre o condutor sabe qual a diferença entre os dois tipos de combustível e, com isso, acaba sem saber qual a melhor opção.

 

Por isso, resolvi abordar essa temática no artigo de hoje, a fim de esclarecer algumas dúvidas sobre gasolina comum e aditivada.

 

Se quiser tirar todas as suas dúvidas, não deixe de seguir a leitura até o final.

 

Gasolina comum x gasolina aditivada


 

Parece uma obviedade, mas a grande diferença consiste nos aditivos presentes na composição do combustível aditivado.

 

Dependendo da marca do combustível, ocorrem variações na fórmula de sua composição e da proporção de seus ingredientes.

 

O objetivo fundamental da gasolina aditivada é colaborar com a limpeza do motor e dos canais por onde passa o combustível.

 

Manter o sistema de alimentação limpo é importante para o bom funcionamento do motor e, além disso, é importante para que a emissão de poluentes seja menor.

 

Além disso, a limpeza desse sistema ajuda a diminuir os gastos com manutenções e com o consumo do motor.

 

Qual dos dois escolher?

Alguns especialistas afirmam que o ideal seria dar prioridade ao uso da gasolina comum. Porém, alternar entre eles seria uma opção, desde que a utilização do combustível aditivado seja feita de forma esporádica.

 

Uma dica interessante seria utilizar a gasolina aditivada uma vez a cada quatro abastecimentos com a comum. Não usá-la sempre representa, inclusive, evitar gastos sem necessidade.

 

Mas atenção! Caso você não possua um veículo flex, que são aqueles preparados para aceitar os dois tipos de combustível, é importante prestar atenção à seguinte recomendação.

 

Veículos que tenham rodado mais de 30.000 km utilizando apenas gasolina comum devem receber a gasolina aditivada aos poucos.

 

Realizar a mudança de combustível de forma brusca pode entupir o sistema, devido ao fato de o aditivo ser muito forte.

 

Mas se sua dúvida tem mais relação com o custo benefício, a solução pode ser obtida analisando o tipo de situação que você precisa encarar no trânsito.

 

Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), veículos que encaram trânsito intenso e parado, que obriga o condutor a parar e acelerar várias vezes, deveriam ser abastecidos preferencialmente com gasolina aditivada.

 

Essa escolha se justifica pelo fato de este tipo de combustível contribuir para a economia de consumo e, também, para a preservação do motor.

 

Já aqueles condutores acostumados com trânsito livre, no qual é possível transitar mais livremente e com velocidade constante, a indicação é para que se dê preferência ao combustível comum.

 

Qual tipo de gasolina polui menos?

Em tempos de grande preocupação com o meio ambiente, é normal encontrar motoristas que escolhem o combustível do veículo a partir do questionamento “qual é menos poluente?”.

 

A resposta para essa pergunta pode não ser a mais animadora, visto que ambos poluem a atmosfera, pois não podemos esquecer que nos dois casos ocorre a queima de gases por meio de combustão.

 

Sendo assim, o que é possível afirmar sobre o nível de poluição causado pelos dois tipos de gasolina é que a comum polui mais que a aditivada.

 

Isso ocorre devido ao fato de a aditivada manter os bicos injetores mais limpos, contribuindo para uma emissão menor de hidrocarboneto e monóxido de carbono.

 

O futuro dos combustíveis

Já que os combustíveis fósseis, como é o caso da gasolina, não tem colaborado de forma efetiva para a preservação do meio ambiente, existem inúmeros debates acerca do uso de combustíveis alternativos que ajudam a minimizar o impacto ambiental gerado pelo crescente número de veículos em circulação.

 

Na Europa, já se fala em prazo para que saiam de circulação os veículos movidos a esses combustíveis. Na Alemanha, por exemplo, a proposta é tirar esses veículos das vias do país até o ano de 2030.

 

E para que seja possível retirá-los do trânsito, várias medidas são pensadas. Uma delas é a produção e popularização de veículos elétricos.

 

Na Holanda, por exemplo, a ideia é que até 2025 sejam concedidas licenças apenas a veículos movidos a eletricidade. Para isso, o governo estuda a possibilidade de que esse tipo de veículo chegue mais facilmente aos condutores.

 

No Brasil, a possibilidade de termos uma frota composta por veículos elétricos em sua maioria ainda parece distante.

 

Isso porque, além do alto preço cobrado por esses veículos, é necessário realizar uma série de mudanças no sistema de trânsito do país como, por exemplo, a forma como esses veículos seriam abastecidos.

 

No entanto, as montadoras já trabalham em propostas para estimular a comercialização de veículos elétricos no país.

 

Agora é com você!

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as características dos dois tipos de gasolina abordados neste artigo, espero que fique mais fácil responder ao frentista do posto se quer abastecer com comum ou aditivada.

(Doutormultas)