Curiosidades

Significado de Sexta-feira da Paixão


Publicado em: 14/04/2017
 

O que é Sexta-feira da Paixão:

Sexta-feira da Paixão ou Sexta-feira santa é um feriado religioso comemorado pelos cristãos, simbolizando o dia da morte de Jesus Cristo, e faz parte das festividades da Páscoa, que simboliza a ressurreição do Messias.

 

A sexta-feira da Paixão é considerada uma data móvel, ou seja, não possui um dia específico para ser comemorado anualmente. Por regra, deve ser celebrada na sexta-feira que precede o domingo de Páscoa.

 

De acordo com a tradição, para se definir o dia em que é celebrada a sexta-feira santa, considera-se a primeira sexta-feira de lua cheia após o equinócio de primavera (no Hemisfério Norte) ou equinócio de outono (no Hemisfério Sul). Neste caso, a sexta-feira da Paixão pode ocorrer entre os dias 22 de março e 25 de abril.

 

Após a definição da data da sexta-feira santa, outras comemorações são estabelecidas, como o domingo de Páscoa, a quarta-feira de Cinzas (primeiro dia da Quaresma) e o Carnaval.

 

Para os cristãos, tradicionalmente, a sexta-feira da Paixão é um dia de rituais e penitências, como o jejum ou a abstinências de prazeres mundanos.

 

É comum ver reconstituições, encenações, homenagens e outras formas de representações artísticas de como teriam sido os últimos momentos de vida de Jesus Cristo, seu julgamento, crucificação e ressurreição do “mundo dos mortos”.

(significados)



O que é o domingo de páscoa?


Publicado em: 12/04/2017
 

O que significa o domingo de páscoa, o que é comemorado nesta data, entenda a simbologia do dia de páscoa.

 

O domingo de páscoa conclui a quaresma, as semana santa. No domingo de páscoa celebramos a vitória de Jesus que desceu a mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia para salvar os pecados de todos os homens.

 

Jesus cumpre sua missão como homem e sobe aos céus para então retornar ressurecto para se sacrificar em prol da humanidade, para passar a palavra a seus discípulos sobre a boa nova, sobre o inicio da era da salvação.

 

O domingo de páscoa é uma das datas maiores do calendário cristão. Época de comemorar, festejar, afinal o salvador ressuscitou para nos salvar.

 

Conheça o que é o domingo de páscoa, sua simbologia, significado e explicações para essa data tão especial.

 

O simbolismo do Domingo de Páscoa

o que é domingo de páscoa, a ressurreição de Jesus

 

O Domingo de Páscoa é o final de uma comemoração que se indicia na quarta feira de cinzas, periodo que chamamos de quaresma. O domingo de pascoa é o dia em que até mesmo a mais pobre igreja se reveste com seus melhores ornamentos, é o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da Paixão e a alegria imensa depois da dor. E uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao acontecimento mais importante da humanidade: a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.

 

São Paulo nos diz : “Aquele que ressuscitou Jesus Cristo devolverá a vida a nossos corpos mortais”. Não se pode compreender nem explicar a grandeza da Páscoa cristã sem evocar a Páscoa Judaica, que Israel festejava, e que os judeus ainda festejam, como festejaram os hebreus há três mil anos. O próprio Cristo celebrou a Páscoa todos os anos durante a sua vida terrena, segundo o ritual em vigor entre o povo de Deus, até o último ano de sua vida, em cuja Páscoa aconteceu na ceia e na instituição da Eucaristia.

 

Cristo, ao celebrar a Páscoa na Ceia, deu à comemoração tradicional da libertação do povo judeu um sentido novo e muito mais amplo. Não é um povo, uma nação isolada que Ele liberta, mas o mundo inteiro, a quem prepara para o Reino dos Céus. A Páscoa cristã – cheia de profunda simbologia – celebra a proteção que Cristo não cessou nem cessará de dispensar à Igreja até que Ele abra as portas da Jerusalém celestial. A festa da Páscoa é, antes de tudo, a representação do acontecimento chave da humanidade, a Ressurreição de Jesus depois de sua morte consentida por Ele para o resgate e a reabilitação do homem caído. Este acontecimento é um dado histórico inegável. Além de que todos os evangelistas fizeram referência. São Paulo confirma como o historiador que se apoia, não somente em provas, mas em testemunhos.

 

Páscoa é vitória, é o homem chamado a sua maior dignidade. Como não se alegrar pela vitória d’Aquele que tão injustamente foi condenado à paixão mais terrível e à morte de cruz?, pela vitória d’Aquele que anteriormente foi flagelado, esbofeteado, cuspido, com tanta desumana crueldade.

 

Este é o dia da esperança universal, o dia em que em torno ao ressuscitado, unem-se e se associam todos os sofrimentos humanos, as desilusões, as humilhações, as cruzes, a dignidade humana violada, a vida humana respeitada.

 

A Ressurreição nos revela a nossa vocação cristã e nossa missão: aproximá-la a todos os homens. O homem não pode perder jamais a esperança na vitória do bem sobre o mal. Creio na Ressurreição?, a proclamo?; creio em minha vocação e missão cristã, a vivo?; creio na ressurreição futura? , é alento para esta vida?, são perguntas que devem ser feitas.

 

A mensagem redentora da Páscoa não é outra coisa que a purificação total do homem, a libertação de seus egoísmos, de sua sensualidade, de seus complexos, purificação que, ainda que implique em uma fase de limpeza e saneamento interior, contudo se realiza de maneira positiva com dons de plenitude, com a iluminação do Espírito, a vitalização do ser por uma vida nova, que transborda alegria e paz – soma de todos os bens messiânicos-, em uma palavra, a presença do Senhor ressuscitado. São Paulo o expressou com incontida emoção neste texto: ” Se ressuscitastes com Cristo, então vos manifestareis gloriosos com Ele”.

 

Nesse domingo de páscoa reúna sua família, seus amigos, comemore a volta do cristo que se sacrificou para nos livrar dos pecados. Que nessa páscoa o verdadeiro cristo ressuscite dentro de seu coração, que sua fé seja renovada e a esperança de um mundo melhor firmado.

(esoterikha)

 



O que é o Domingo de Ramos?


Publicado em: 09/04/2017
 

Em Roma, até o século V, só se lia a Paixão. Foi no começo do século XII, quando os costumes franco-germânicos penetram a cidade (após sua própria decadência litúrgica), que a procissão dos ramos começou a ser mencionada nos livros romanos.

 

No Domingo de Ramos, celebra-se a entrada solene de Jesus em Jerusalém, que marca o começo da Semana Santa e prepara os cristãos para reviver a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. Os ramos, abençoados nesse dia, são o sinal da vitória da vida sobre a morte e o pecado. Desde 1984, por iniciativa de João Paulo II, no Domingo de Ramos se comemora também a festa dos jovens, em todas as dioceses do mundo.

 

O Domingo de Ramos é, simbolicamente, a “porta de entrada” da Semana Santa e, portanto, para chegar à Páscoa. Ainda hoje, como na época de Jesus, a bênção dos ramos atrai as multidões.

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Todos os anos, a passagem evangélica da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém dá todo o sentido à bênção dos ramos. Revivem-se os momentos em que a multidão acolhe Jesus na cidade de Davi, “cidade símbolo da humanidade” (João Paulo II), como um rei, como o Messias esperado há séculos. Aclamam Jesus, dizendo: “Bendito é aquele que vem em nome do Senhor” e “Hosana” (em hebraico, este termo significa “Salvai-nos!” e se tornou uma exclamação de triunfo, alegria e confiança).

 

Jesus é um Rei de paz, humildade e amor. Ele se apresenta à multidão montado em um jumentinho. Zacarias havia anunciado: “Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta” (9, 9).

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As pessoas estendiam seus mantos no caminho ou o cobriam com ramos de árvores, como relata Mateus, em seu evangelho (Mt 21, 8).

 

Ainda hoje, a bênção dos ramos atrai multidões, com um público pouco habitual, seduzido pelos ramos, que podem ser conservados em casa até o ano seguinte.

 

Símbolo de vida e de ressurreição, os ramos são portadores de bem, mais que de sorte. São colocados nas casas, enfeitam os crucifixos: fazem Jesus ressuscitado entrar nos lares.

 

Os ramos, segurados para aclamar a cruz de Cristo, são colocados também, às vezes, sobre os túmulos, adquirindo assim mais um significado espiritual. Não se trata somente de honrar a memória de um ente querido, mas também de manifestar a própria esperança, de renovar e fazer florescer a própria fé na ressurreição de Jesus Cristo e, por conseguinte, na ressurreição dos que já partiram.

 

Normalmente, as paróquias organizam uma procissão após a bênção dos ramos, antes da Missa. Nas grandes cidades, a assembleia pode reunir milhares de pessoas, como em Notre-Dame de Paris, onde o rito da abertura das portas da catedral sempre é impactante. Depois, os fiéis entram na igreja, atrás do sacerdote, manifestando com isso que acompanham Cristo Rei em sua Paixão.

 

Diversos testemunhos revelam que Jerusalém já celebrava, no século IV, a entrada triunfal de Jesus na cidade. Uma peregrina chamada Egéria, que percorreu a Terra Santa em 380, dá testemunho disso em um manuscrito encontrado em 1884. De Jerusalém, a procissão se estende ao mundo inteiro.

 

Egéria (ou Etéria) descreve a procissão que, do Monte das Oliveiras ao Santo Sepulcro, celebra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém: “E, na hora undécima (17h), lê-se aquela passagem do Evangelho, quando as crianças com ramos e folhas de palmeira saíram ao encontro do Senhor, dizendo: ‘Bendito é aquele que vem em nome do Senhor’. Em seguida, o bispo e todo o povo se levantam e vão, a pé, saindo do alto do Monte das Oliveiras, caminhando com hinos e antífonas, respondendo sempre: ‘Bendito é aquele que vem em nome do Senhor’.”

(Aleteia)



Como ocorre a fecundação dos ovos da galinha


Publicado em: 04/04/2017
 

A galinha não depende do galo para produzir ovos, porém a participação do macho é fundamental para que ocorra a fertilização deles. O galo é o fornecedor de espermatozoides que precisam se fundir com os óvulos da fêmea para que haja a fecundação.

 

De acordo com o tipo de criação, as aves atingem a maturidade sexual em idades diferentes. Em criatórios comerciais, que utilizam genética específica para produção de ovos, levam 20 semanas ou cinco meses. Em ambientes pouco tecnificados, como um galinheiro simples de fundo de quintal, o prazo dobra para 40 semanas – 10 meses.

 

Contudo, independentemente da fecundação, o ovo forma-se nas galinhas domésticas, grosso modo, como ocorre na mulher a ovulação mensal (menstruação). Assim, se o objetivo do criador for a produção de ovos para o consumo, então serão obtidos somente ovos não fecundados – processo amparado pelo Decreto no 56.585, de 20 de julho de 1965, do Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A fertilização só se realiza em ovos que, posteriormente, serão incubados para o nascimento de pintos, os quais, quando tornarem-se aves adultas, servirão para postura de ovos ou para a produção de carne.

criacao_aves_ovos (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)

Para verificar se o ovo foi fertilizado, utiliza-se um processo chamado “ovoscopia”. A partir do oitavo dia de incubação, pode-se observar a existência ou não de embrião com o uso de um reflexo de luz – feixe de luz. Nos ovos inférteis há passagem da iluminação, enquanto nos férteis forma-se uma sombra que indica a presença de embrião.

 

Para avaliar a fertilidade dos machos, em produção comercial de pintos para venda, recomenda-se quebrar uma amostra de ovos no dia da postura. Nos ovos férteis, o blastodisco – camada superficial de células que dará origem ao embrião – apresenta duas áreas nítidas separadas, além da formação de um arco visível. Já os inférteis têm um aspecto difuso.

 

A fertilização do óvulo amadurecido (gema) ocorre no infundíbulo, estrutura afunilada que se localiza no início do canal de reprodução da galinha. Chamado oviduto, esse canal tem aproximadamente 60 centímetros de comprimento e também abriga outras estruturas, como magno, istmo, útero e vagina, nas quais são formadas a clara, as membranas da casca e a própria casca.

 

criacao_frango_aves_ovos (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)
DA OVULAÇÃO À POSTURA EM 25 HORAS

• No ovário, a gema em desenvolvimento está presa por membranas denominadas folículos, que rompem-se quando o óvulo atinge a maturidade. A gema, ou o óvulo, cai no infundíbulo – processo denominado de ovulação –, onde permanece aproximadamente 20 minutos e ocorre a fertilização, caso haja a existência de espermatozóides.

 

• Em seguida, o óvulo – caso não tenha ocorrido a fertilização –, ou ovo fertilizado – se o espermatozóide penetrou no óvulo –, continua o seu caminho para o magno, onde é envolvido por parte da clara (50%) em um tempo de duas a três horas.

 

• No istmo, no qual o ovo permanece por uma hora e meia, recebe as membranas da casca e mais 10% de clara.

 

• Dali o ovo vai em direção ao útero, onde se faz a deposição da casca e o restante (50%) da clara. No útero o ovo permanece por um prazo de 21 a 23 horas.

 

• Após esse período o ovo passa pela vagina, por cerca de 15 minutos, e recebe a cutícula que protege as paredes porosas da casca contra a entrada de microorganismos.

 

Consultores: Paulo Rosa, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Distrito de Tamanduá, s/n, CEP 89700-000, Concórdia, SC, tel. (49) 3441-0400, sac@cnpsa.embrapa.br; e Maria Virgínia F. da Silva F. DA SILVA, membro da ABC Aves – Associação Brasileira de Criadores de Aves de Raça Pura, endereço para correspondência: Rua Ferrucio Dupré, 68, CEP 04776-180, Interlagos, São Paulo, SP, tel. (11) 5667-3495, www.abcaves.com.br



1º de abril – De onde surgiu o Dia da Mentira?


Publicado em: 01/04/2017
 

O Dia da Mentira é celebrado anualmente em 1º de abril.

Também conhecido como o Dia dos Bobos, o Dia da Mentira é uma data onde as pessoas contam leves mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

O Dia da Mentira é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos!

Algumas piadas e pegadinhas chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas, em geral, são brincadeiras saudáveis.

Entre os ingleses, o Dia da Mentira é conhecido como April Fools’ Day, que significa literalmente “Dia dos Bobos de Abril”.

 

Origem do Dia da Mentira

Há muitas explicações para que o dia 1º de abril esteja relacionado com o Dia da Mentira, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. De acordo com esta teoria, por volta do século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, e as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo.

Assim, algumas pessoas começaram a fazer brincadeiras e a ridicularizar aqueles que insistiam em continuar a considerar o dia 1º de abril como ano novo. Eram considerados bobos, pois seguiam algo que era sabido não ser verdadeiro.

 

Origem do Dia da Mentira no Brasil

Entre os brasileiros, o Dia da Mentira começou a se popularizar em Minas Gerais, através do periódico “A Mentira”, que tratava de assuntos efêmeros e sensacionalistas do começo do século XIX.

Este periódico teria sido lançado em 1º de abril de 1848 uma matéria que noticiava a morte do então imperador Dom Pedro II. Dois dias depois o jornal teve que desmentir a publicação, visto que muita gente realmente acreditou na notícia.

 

Pegadinhas e piadas do Dia da Mentira

Entre os temas que costumam ser mais utilizados como motivo de pegadinhas e piadas no Dia da Mentira estão:

  • Falar para o namorado que está grávida;
  • Falar para a esposa que foi demitido;
  • Falar para o filho que ele é adotado;
  • Falar para os seus amigos que você ganhou na loteria;
  • Falar que roubaram o seu carro;
  • Falar que vai sair do país e não volta mais;
  • Falar que vai se casar (mesmo não tendo noiva/noivo).