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Curiosidades

Volkswagen Fusca: as versões que nunca tivemos no Brasil


Publicado em: 12/04/2018
 

Vendido nos quatro cantos do mundo e considerado um dos carros mais icônicos da história, o Volkswagen Fusca se adaptou para cada país em que foi vendido. Para tanto, a última e atual geração assumiu como nome de batismo oficial o apelido que seu avô carregou em cada país onde foi vendido. Pensando nisso, reunimos três versões de cada geração do Fusca que não tivemos no Brasil.

 

GSR

Versão com apelo esportivo do Fusca original foi vendida apenas na cor Amarelo Saturno. Ela se diferenciava pela pintura preta na tampa do motor, capô e para-choques. Rodas esportivas maiores e interior com couro preto também faziam parte do pacote. O motor 1300 não era alterado.

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Cabrio

Apesar das inúmeras transformações feitas no Brasil, o verdadeiro Fusca conversível jamais foi vendido oficialmente pela Volkswagen por aqui. Nos primeiros anos o modelo contava com para-brisa reto.

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Super Beetle/1302/1303

A evolução do Fusca: nos EUA e na Europa o modelo recebeu novo para-brisa, interior com um painel mais requintado feito de plástico, suspensão McPherson, porta-malas ampliado, freios a disco na dianteira, seta no para-choque e espaço interno ampliado. Alterações que nunca chegaram ao Brasil.

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RSi

Com produção limitada a apenas 250 unidades feitas entre 2001 e 2003, essa foi a versão mais potente e rápida do New Beetle. Ele era equipado com motor VR6 3.2 de 221 cv associado à transmissão manual de seis marchas e tração integral. O visual também era bastante esportivo.

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Turbo S

Mais manso que o New Beetle RSi, porém ainda esportivo, o modelo recebeu motor 1.8 turbo de 180 cv do Golf GTI junto a um aerofólio traseiro ativo. O Turbo S durou pouco, apenas entre 2002 e 2004.

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Final Edition

Apresentado em 2010, o New Beetle Final Edition seguiu o mesmo esquema de cores da nossa Kombi Final Edition, porém invertido: a parte de baixo da carroceria recebia pintura branco Campanella enquanto da linha de cintura para baixo a cor era Azul Aquarius.

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GSR

Tal qual o Fusca original, o novo modelo também a série especial GSR. A carroceria era pintada em amarelo acompanhada de adesivos em preto. Os para-choques vinham da versão R-Line e o motor era o conhecido 2.0 TSI, porém com 10 cv extras, totalizando 210 cv.

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50’s/60s’/70’s

Celebrando toda a história do Fusca, a Volkswagen desenvolveu três séries especiais logo no lançamento da atual geração. Cada uma trazia elementos alusivos às décadas de produção do modelo. O Fusca que homenageia a década de 1950 conta até com calotas “tigela”.

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Dune

Já pensou em um Fusca off-road? E que tal conversível? Antecipando a reestilização do modelo, a versão Dune foi apresentada em 2016 e trazia suspensão elevada em 1,4 cm, tração integral e muito plástico preto.

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(Icarros.com)

 



Ilha de luxo exclusiva para mulheres já tem data para inaugurar


Publicado em: 04/04/2018
 

A “SuperShe Island” está prestes a abrir suas portas e se tornar o primeiro resort exclusivo para mulheres. Tudo isso para que elas possam aproveitar e descansar alguns dias, em um ambiente de paz e vistas maravilhosas, longe dos homens.

 

A SuperShe é um resort de luxo apenas para mulheres e está sendo construído em uma ilha privada situada a 90 minutos de Helsinque, capital da Finlândia. A data prevista para sua inauguração é em junho de 2018.

 

Para fazer uma reserva, não basta ser mulher. (Foto: Instagram)

 

A ideia surgiu da empreendedora Kristina Roth, fundadora de uma linha de roupas femininas e de um blog chamado “SuperShe”, por isso o nome do resort. No site oficial do resort, Kristina explica o porquê de um local apenas para mulheres. A dona da ilha conta que durante uma viagem de feriado, percebeu que as mulheres mudavam seus comportamentos quando estavam diante de homens, além disso, elas deixavam de fazer inúmeras coisas que gostariam para ficar com eles. Logo em seguida a empresária pensou em criar um espaço exclusivo para as mulheres, onde elas pudessem relaxar sem qualquer preocupação. Foi quando um amigo pessoal indicou a ilha, que estava à venda.

 

Tudo foi pensado para criar uma atmosfera de paz. (Foto: Instagram)

 

Para fazer uma reserva, não basta ser mulher. É necessário se tornar membro do clube “SuperShe”, passar por uma entrevista no Skype e, só após isso, é possível confirmar sua estadia. A hospedagem contará com atividades físicas, yoga, trilhas, caminhada, exercícios na piscina, café na cama, almoços especiais, festas e luais. Se hospedar durante uma semana na ilha privada custará cerca de 2.850 euros, com tudo incluso e as inscrições já estão abertas.

(br.jetss.com)



Como é feita a exumação de um cadáver?


Publicado em: 03/04/2018
 

Um corpo pode ser retirado da terra para dar espaço a outros em cemitérios ou para descobrir a causa de uma morte mal explicada. Os ossos são retirados da sepultura e colocados em urnas menores, gavetas ou vão para a cremação. No caso de mortes suspeitas, antes de irem para as urnas, os corpos passam por exames periciais.

 

Toda exumação, exceto as que atendem a um pedido judicial, tem que ser feita após três anos da morte, pelo menos. Ao abrirem o caixão, os coveiros usam luvas, respirador e macacão para evitar contaminações por bactérias, baratas e insetos que cobrem o corpo. Lascas de roupa e pele são jogadas num saco de lixo, junto com o caixão, e levadas a um aterro. Já os ossos podem seguir para o Instituto Médico Legal (no caso de investigações). Também podem ser alocados em ossários ou até mesmo incinerados.

 

Defuntos célebres, como Charles Chaplin, Evita Perón e Che Guevara já foram exumados. No Brasil, já tiraram da cova o presidente João Goulart e o imperador dom Pedro I.

 

CSI do além

Partes do corpo podem dar pista dos momentos que antecederam a morte

Como é feita a exumação de um cadáver? © Mundo Estranho Como é feita a exumação de um cadáver?

 

1) CABELOS – Se uma pessoa foi envenenada, resquícios da substância podem estar nos pelos, assim como em pequenas amostras do solo em que foi enterrada

 

2) TUMORES CALCIFICADOS – Formações desse tipo podem deixar marcar nos ossos, indicando a ocorrência de câncer e uma possível causa mortis

 

3) SANGUE – Manchas pardas nos ossos duram muitos anos e podem ser uma evidêncida de hemorragia interna

 

4) OSSOS – Raios X indicam o estágio de desenvolvimento dos ossos, revelando a idade na ocasião do óbito. Marcas indicam se houve fratura e quando ocorreu. Restos de metais ou fragmentos de bala incrustados podem indicar algum crime

 

5) DENTES – Pela arcada dentária é possível saber se a pessoa estava saudável ou desnutrida nos dias que antecederam sua morte

 

6) ÚTERO – Alterações no tamanho desse órgão ou pequenos ossos fetais podem indicar gravidez no momento da morte

 

7) UNHAS – Dependendo das substâncias encontradas nelas, é possível saber se a pessoa comia carne ou era vegetariana, por exemplo

 

Pergunta da leitora – Juliana Pogogelski, Ponta Grossa, PR

CONSULTORIA Livro Medicina Legal, de Genival França / FONTES Serviço Funerário do Município de São Paulo, Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo



Os 10 erros de português mais cometidos pelos brasileiros


Publicado em: 02/04/2018
 

Equipe de linguistas revela equívocos mais comuns em aplicativo de idiomas que ensina português também para nativos.

 

“Vi no Facebook uma mulher dizendo que casaria com o primeiro homem que soubesse usar crase, mas não são só os homens que não sabem usar. As mulheres também!”, alerta a linguista Camila Rocha Irmer, uma das encarregadas de avaliar os erros de português no Babbel, um dos maiores aplicativos de ensino de idiomas no mundo.

 

Ela se refere a um dos erros mais comuns entre falantes de português brasileiro – quando usar a crase? -, juntamente com as dúvidas sobre os “por ques” e outras.

 

“É algo difícil de explicar. Acho que esses erros acontecem porque há um abismo entre o que escrevemos e o que falamos”, diz à BBC Brasil.

 

“Quem não lida com a escrita diariamente não se lembra das regras. E, mesmo que as pessoas estejam dando mais opiniões nas redes sociais, é uma escrita rápida. Você não tem muito tempo para pensar sobre como escrever.”

 

Há os “erros de sempre”, mas Irmer afirma que existem também as questões que aumentam ou diminuem a cada ano. Em 2017, por exemplo, a dúvida sobre quando usar “há” e “a” apareceu mais vezes no aplicativo do que no ano anterior.

 

“Agora, estamos alcançando um público de menor escolaridade que não quer só aprender idiomas estrangeiros, mas tem problemas com português mesmo. E recebemos muitos recados, pelo aplicativo, de pessoas que estão aprendendo português ao estudar outra língua.”

 

A pedido da BBC Brasil, a equipe de linguistas e educadores do Babbel fez um levantamento dos erros mais recorrentes entre os falantes de língua portuguesa no ano de 2017. Veja a lista:

 

1. “Entre eu e você”

O correto, segundo os especialistas, é usar “entre mim e você” ou “entre mim e ti”. Depois de preposição, deve-se usar “mim” ou “ti”.

Por exemplo: Entre mim e você não há segredos.

 

2. “Mal” ou “mau”

“Mal” é o oposto de “bem”, enquanto que “mau” é o contrário de “bom”. Na dúvida sobre qual usar? Os especialistas recomendam substituir o advérbio pelo seu oposto na frase e ver qual faz mais sentido.

Por exemplo: Ela acordou de bom humor; Ela acordou de mau humor.

 

3. “Há ou “a”

“Há”, do verbo haver, indica passado e pode ser substituído por “faz”.

Por exemplo: Nos conhecemos há dez anos; Nos conhecemos faz dez anos.

Mas o “a” faz referência à distância ou a um momento no futuro.

Por exemplo: O hospital mais próximo fica a 15 quilômetros; As eleições presidenciais acontecerão daqui a alguns meses.

 

4. “Há muitos anos”, “muitos anos atrás” ou “há muitos anos atrás”

Usar “Há” e “atrás” na mesma frase é uma redundância, já que ambas indicam passado. O correto é usar um ou outro.

Por exemplo: A erosão da encosta começou há muito tempo; O romance começou muito tempo atrás.

Sim, isso quer dizer que a música Eu nasci há dez mil anos atrás, de Raul Seixas, está incorreta.

 

Ilustração © BBC Ilustração

5. “Tem” ou “têm”

Tanto “tem” como “têm” fazem parte da conjugação do verbo “ter” no presente. Mas o primeiro é usado no singular, e o segundo no plural.

Por exemplo: Você tem medo de mudança; Eles têm medo de mudança.

 

6. “Para mim” ou “para eu”

Os dois podem estar certos, mas, se você vai continuar a frase com um verbo, deve usar “para eu”.

Por exemplo: Mariana trouxe bolo para mim; Caio pediu para eu curtir as fotos dele.

 

7. “Impresso” ou “imprimido”

A regra é simples: com os verbos “ser” e “estar”, use “impresso”.

Por exemplo: Camisetas com o slogan do grupo foram impressas para a manifestação.

Mas com os verbos “ter” e “haver”, pode usar “imprimido”.

Por exemplo: Só quando cheguei ao trabalho percebi que tinha imprimido o documento errado.

 

8. “Vir”, “Ver” e “Vier”

A conjugação desses verbos pode causar confusão em algumas situações, como por exemplo no futuro do subjuntivo. O correto é, por exemplo, “quando você o vir”, e não “quando você o ver”.

Já no caso do verbo “ir”, a conjugação correta deste tempo verbal é “quando eu vier”, e não “quando eu vir”.

 

9. “Aquele” com ou sem crase

Em vez de escrever “a aquele”, “a aqueles”, “a aquela”, “a aquelas” e “a aquilo”, use “àquele”, “àqueles”, “àquela”, “àquelas” e “àquilo”.

Por exemplo: Maíra deu o número de telefone dela àquele rapaz

 

10. “Ao invés de” ou “em vez de”

“Ao invés de” significa “ao contrário” e deve ser usado apenas para expressar oposição.

Por exemplo: Ao invés de virar à direita, virei à esquerda.

Já “em vez de” tem um significado mais abrangente e é usado principalmente como a expressão “no lugar de”. Mas ele também pode ser usado para exprimir oposição. Por isso, os linguistas recomendam usar “em vez de” caso esteja na dúvida.

Por exemplo: Em vez de ir de ônibus para a escola, fui de bicicleta.

(msn)



1º de abril – DIA DA MENTIRA


Publicado em: 01/04/2018
 

O dia 1º de abril é considerado em vários países ocidentais como o Dia da mentira, uma data em que muitos se aproveitam para “pregar uma peça” em amigos ou mesmo em desconhecidos. Mas como essa data teve origem? E por que ela ocorre justamente em 1º de abril?

 

  • Mudança do calendário e as origens do Dia da Mentira, ou “Dia de todos os tolos”

 

As origens do Dia da Mentira não são plenamente exatas, mas é certo que remontam à França da segunda metade do século XVI. Em 1564, o rei francês Carlos IX tornou oficial nos domínios de seu reinado o novo calendário, definido durante o Concílio de Trento (1545 a 1563). Esse novo calendário ficou conhecido como calendário gregoriano por ter sido proposto pelo Papa Gregório XIII. O calendário gregoriano substituiu o calendário juliano (proposto por Júlio César no século I a.C.), provocando alterações fundamentais, como a mudança de datas comemorativas.

O Ano Novo, por exemplo, era comemorado, no calendário juliano, sempre em 25 de março, quando se iniciava a Primavera no Hemisfério Norte. As comemorações duravam cerca de uma semana, finalizando-se no dia 1º de abril. O calendário gregoriano mudou a comemoração dessa data para o dia 1º de janeiro – vigente até hoje. Carlos IX, sendo o primeiro a adotar o calendário, provocou uma mudança nos hábitos de seus súditos. Grande parte dos franceses, após 1564, ainda comemorava o Ano Novo na passagem do mês de março para o mês de abril. Aqueles que sabiam que o calendário antigo havia sido revogado começaram a zombar dos desavisados, chamando-os de tolos e acusando-os de comemorarem de forma mentirosa a passagem do ano.

 

O último dia da antiga comemoração, o dia 1º de abril, ficou marcado então como o “Dia da mentira”, isto é, da “comemoração mentirosa da passagem do ano”. Em 1582, o Papa Gregório XIII publicou a bula Inter gravissimas, que instituiu oficialmente o novo calendário em todos os países católicos. Esse fato contribuiu para que o Dia da mentira se propagasse para outras regiões além da França, tornando-se popular em todo o mundo ocidental.

 

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  • Exemplos de mentiras contadas no dia 1º de abril

Como dissemos no início do texto, o Dia da mentira é frequentemente utilizado para se “pregar uma peça”. Muitos casos de mentiras contadas no dia 1º de abril tornaram-se famosos. No Brasil, um dos casos mais notórios ocorreu em 1º de abril de 1848. O periódico pernambucano chamado sugestivamente de “A Mentira” noticiou o falecimento do então imperador do Brasil Dom Pedro II. Como sabemos, Dom Pedro II só morreu em 1891, na França. O jornal teve que desmentir o fato dois dias depois da publicação.

 

Outro exemplo que podemos dar, mais recente e de âmbito internacional, vem da empresa Google. O site de buscas Google é conhecido por ser um dos mais inovadores do mundo da internet, mas também um dos mais descontraídos. No dia 1º de abril do ano 2000, o Google disponibilizou ao público uma versão de sua página de buscas chamada MentalPlex. A MentalPlex seria capaz de ler a mente das pessoas, isto é, não era necessário que a pessoa digitasse o que estava a fim de saber na barra de busca. Bastava apenas olhar fixamente em uma bolinha de cristal colorida e com movimentos gráficos hipnóticos, disponível na página, para que o próprio sistema soubesse o que você estava querendo saber. Não é preciso dizer que muitos dos usuários do Google tentaram ter seus pensamentos adivinhados pela MentalPlex.

(Por Me. Cláudio Fernandes)