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Curiosidades

Cheiro do companheiro reduz estresse em mulheres, aponta estudo


Publicado em: 07/02/2018
 

Você já se viu pegando uma peça de roupa do seu namorado ou marido para sentir o cheiro do seu parceiro e se sentir acolhida? Pois bem, essa sensação tem uma explicação. Um estudo realizado pela Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, indicou que o cheiro do companheiro é capaz de diminuir o nível de cortisol no organismo feminino.

 

Este hormônio está relacionado com o seu nível de estresse. Quanto maior o nível deste hormônio no seu organismo, pior. “Muitas pessoas usam a camisa do companheiro ou dormem no lado do parceiro da cama quando ele está ausente, mas não percebem por que fazem isso. Apenas o perfume, mesmo sem a presença física, pode ser uma ferramenta poderosa para ajudar a reduzir o estresse”, afirmou Marlise Hofer, uma das autoras do estudo.

 

A pesquisa teve a participação de 96 casais. O procedimento feito foi: os homens tiveram que vestir uma camisa por um dia inteiro e depois a roupa seria embalada e guardada. Depois, as mulheres eram expostas a três tipos de camisetas: um nova, a do seu parceiro ou a uma de um estranho. Em seguida, elas foram participar de um teste para medir os seus níveis de estresse.

 

Aquelas que tiveram contato com a blusa do seu parceiro, tiveram um grau menor de cortisol em comparação àquelas que entraram com o odor de um estranho. O resultado foi publicado pelo Journal of Personality and Social Psychology.

 

O cheiro carrega uma sensação de familiaridade e por isso tem o poder de diminuir o estresse, indica Frances Chen, outro autor do estudo. “Com a globalização, as pessoas estão viajando mais a trabalho e se mudando para novas cidades. Nosso estudo sugere que algo tão simples como levar uma peça de roupa usada pela pessoa amada pode ajudar a baixar os níveis de estresse quando se está longe de casa”.

(msn)



Minas Gerais: o paraíso das cachoeiras


Publicado em: 02/02/2018
 

Marca registrada de Minas Gerais, as montanhas estão presentes em todo seu vasto território. Na rabeira delas, sempre há cachoeiras para não apenas embelezar o cenário, como garantir momentos que vão da aventura ao relaxamento total. Nesse post, focamos apenas nas quedas d’água do sul do estado, que já é uma região bem abrangente, próxima das divisas com São Paulo e Rio de Janeiro.

1 – Cachoeira dos Garcias – Aiuruoca

Cachoeira dos Garcias no Parque Estadual do Papagaio, em Aiuruoca, Minas Gerais © Fornecido por Abril Comunicações S.A. Cachoeira dos Garcias no Parque Estadual do Papagaio, em Aiuruoca, Minas Gerais

 

Inserida no Vale dos Garcias, dentro do Parque Estadual do Papagaio, uma área repleta de quedas d’água e trilhas para caminhar, a Cachoeira dos Garcias assume-se com grande protagonismo na região. Com 30 m de queda, é visualmente bonita e tem um poço para banho meio traiçoeiro devido a sua profundidade de 5 m.

 

Prefira visitá-la em dias ensolarados, ou melhor, em uma sequência de dias sem chuva, uma vez que dirige-se por 17 km em estrada de terra, com trechos íngremes e escorregadios. O percurso tem trechos com cascalho, mas às vezes não dão conta e ainda ferem o protetor de carter. O acesso à trilha se dá junto a um bar – geralmente veículos sem tração não conseguem chegar até ele e precisam estacionar um pouco antes. A trilha é íngreme e em descida, sem dificuldade extrema, mas necessitando cuidados.

 

A Cachoeira dos Garcias é a primeira do Ribeirão Papagaio. Mais abaixo e com acesso de carro, dá para conhecer quedas menores.

 

2 – Cachoeira do Machado I – Bueno Brandão

Bueno Brandão Cachoeira_Machado_I_- Gabrielrvallim – Wikimedia Commons: Cachoeira do Machado I, em Bueno Brandão (MG): a queda nem é alta, mas o volume de água chega a assustar © Wikimedia Commons Cachoeira do Machado I, em Bueno Brandão (MG): a queda nem é alta, mas o volume de água chega a assustar

 

Com 30 cachoeiras no município, Bueno Brandão recebe um público bem jovem. A maioria das quedas têm acesso pelas estradas para Munhoz (terra) e Socorro (asfalto). Pela segunda rodovia, chega-se a Cachoeira do Machado I, uma das mais frequentadas devido à facilidade de acesso. Ela fica no fundo de uma propriedade particular: paga-se R$ 7 de entrada e percorre-se uma trilha curta e com descida tranquila. Aqui, vale a máxima do tamanho não é documento. Com 18 m de queda volumosa, muita gente se contenta apenas com a vista. Quem entra na água, vai pegar uma correnteza perigosa até chegar à ducha que bate forte no corpo.

 

Você deve estar se perguntando: se o nome da queda é a Cachoeira do Machado I, dever ter ao menos outra. Sim, existe. A Cachoeira do Machado II tem 70 m de altura, mas um fio fininho de água. E nem fica tão perto assim.

 

3 – Cachoeira dos Félix – Bueno Brandão

Bueno Brandão – Cachoeira dos Félix: Além de alta, a bela Cachoeira dos Félix, em Bueno Brandão (MG) tem bom poço para banho © Flickr Além de alta, a bela Cachoeira dos Félix, em Bueno Brandão (MG) tem bom poço para banho

 

É uma das preferidas para quem viaja com crianças pequenas. Fácil entender os motivos: cachoeira alta (40 m), com queda volumosa, poço rasinho para banho e até uma prainha. Show de bola, né! Sem contar a trilha ecológica (1 km) de acesso formada por 600 pneus que ajudam um bocado na locomoção.

 

Não espere por tranquilidade, é uma das cachoeiras mais visitadas da cidade. Paga-se R$ 10 de entrada, parte dele pode ser revertido em compras numa lojinha na entrada, onde um bar serve petiscos.

 

Pegue a estrada para Socorro e dirija por 7 km até encontrar a estradinha de terra de 2 km que leva à portaria da cachoeira

 

4 – Sete Quedas – Gonçalves

Gonçalves – Sete Quedas: Próxima do Centro, as Sete Quedas são as melhores cachoeiras de Gonçalves © Flickr Próxima do Centro, as Sete Quedas são as melhores cachoeiras de Gonçalves

 

Vamos combinar: banho de cachoeira a 1300 m de altitude em plena Serra da Mantiqueira é de doer os ossos. Tem muita gente que encara essa, inclusive esse que vos escreve, mas a maioria vai mesmo contemplar a mais famosa sequência de quedas de Gonçalves.

 

Funciona assim: você deixa o carro próximo da Pousada Trem das Cores, paga R$ 5 de entrada, que ainda dá direito a curtir a vizinha Cachoeira do Cruzeiro, desce um caminho de 500 m até chegar à primeira queda de 7 m. A partir daí, ladeia-se o rio em um caminho sem sinalização, enquanto o rio vai formando pequenas quedas que formam a portentosa Cachoeira do Retiro, que primeiramente é vista de cima.

 

Depois, a pedida é subir a um quiosque com barzinho para ver as quedas ao longe.

 

As cachoeiras ficam a 4 km do Centro de Gonçalves, na estrada de terra que segue para São Sebastião das Três Orelhas.

 

5 – Cachoeira do Pacau – Santa Rita do Jacutinga

M2081S-1029: Do mirante da estrada, a Cachoeira do Pacau, em Santa Rita do Jacutinga (MG) exibe sua beleza © Flickr Do mirante da estrada, a Cachoeira do Pacau, em Santa Rita do Jacutinga (MG) exibe sua beleza

 

Com quase 70 quedas d’água catalogadas, Santa Rita da Jacutinga é conhecida como a “Terra das Cachoeiras de Minas Gerais”. Com 90 m de queda, a Cachoeira do Pacau é a mais impactante. Para vê-la, há um mirante sem sinalização a 20 km do Centro, na MG-457, na subida para Bom Jardim de Minas. A fotografia vai ficar legal, pode ter certeza.

 

Agora, se você quiser chegar à base da cachoeira, não tem jeito, entre em contato com a central de informações turísticas da cidade (32/3291-3306) e embarque em um dos roteiros montados por eles. Do contrário, a chance de você se perder na mata é muito grande. A trilha nem é tão demorada – apenas 20 minutos de caminhada – mas em mata fechada e terreno íngreme.

 

A temperatura da água é pouco convidativa, mas depois de tanto esforço, quem resiste ao banho?

(msn)



3 alimentos fontes de vitaminas B que afastam a tristeza


Publicado em: 01/02/2018
 

Mesmo nos dias em que você tem a impressão de que não deveria ter saído da cama, os alimentos podem dar um ânimo. O ideal é caprichar em opções que carregam vitaminas do complexo B, em especial a B12, e outros itens importantes para a produção dos neurotransmissores do bem-estar.

 

1. Chocolate amargo

Um quadradinho de 30 gramas da versão 70% não atrapalha a dieta e já deixa você mais feliz – primeiro pelo prazer de comer chocolate, segundo porque reúne substâncias (tirosina e feniletilamina, por exemplo) que deixam você de bem com a vida. Outra opção: uma banana assada e polvilhada com canela e cacau em pó.

 

2. Folhas verde-escuras

São fontes de ácido fólico, um tipo de vitamina do complexo B aliado no tratamento de depressão. Mas, para obter a dose necessária, elas devem entrar no seu prato todos os dias, de preferência cruas ou cozidas no vapor para que as propriedades benéficas sejam preservadas.

 

3. Carne vermelha

É um dos poucos alimentos que fornecem vitamina B12 (a carência é associada a irritabilidade e depressão), além de tirosina e triptofano. É adepta da segunda-feira sem carne? Tudo bem, você não precisa (nem deve) comer carne vermelha todos os dias – duas vezes por semana está de bom tamanho.

(msn)



Por que a lua é importante para o homem do campo?


Publicado em: 31/01/2018
 

Poucas pessoas sabem que além do sol existe outro astro muito importante para a agricultura e estamos falando da lua, na verdade ela vai muito além de apenas ajudar na agricultura porque trás energias para animais, água, plantas e até mesmo para a terra. Ela passa por quatro fases que conhecemos e que estão em nosso calendário, tratam -se da minguante, cheia, nova e crescente que são conhecidas pela beleza que proporcionam em nossas noites.

 

Com a ajuda do sol a lua consegue emitir as ondas que chegam a te a terra e causam todos os benefícios que estamos acostumados a ver, a minguante por sua vez influencia muito a terra e sua força é significante para nós por isso é que os mais velhos diziam que no período da lua minguante tudo o que estava debaixo da terra tendia a crescer, mas isso não ficou no passado até hoje ainda é assim e plantas como beterraba, cenoura, inhame, batata, cebola, e outras da mesma qualidade tendem a crescer bastante neste período.

 

Durante o período desta lua é bom tirar madeiras e bambus para construções porque vão ficar firmes visto que tudo vai se fortificar, as empresas ligadas a isso conseguem colher materiais muito bons para revendas e os clientes que conseguem comprar não têm problemas com eles. Quando está na fase nova à lua começa a exercer grande influência sobre a terra e a seiva, manifestando-se em maior quantidade na seiva das plantações é nesta fase que os fazendeiros costumam plantar couve, almeirão, cebolinha, plantas medicinais e espinafres que vão ficar ainda mais ricos em suas vitaminas e minerais e as medicinais vão ter mais forças para agir no corpo da pessoa podendo realizar seus principais afazeres no corpo das pessoas.

 

Também é bom para o plantio de arvores nas quais serão utilizadas para retirar a madeira, são bem mais simples de crescer do que nos outros períodos e podem ser aproveitadas rapidamente por isso que em alguns lugares você pode ver que quando arvores são plantadas crescem rapidamente.

 

A lua crescente exerce uma ótima função diretamente no caule, nos ramos e também nas folhas fortificando as plantas que vai ficar mais fortes contra as pragas que as atacam em grandes quantidades principalmente em plantações extensas. Essa lua é muito boa para quem quer plantar tomate, feijão, pepino, milho, arroz, abóbora, jiló, quiabo e até mesmo cereais que vão ficar simples para serem podados e terem o crescimento acelerado.

 

Vale ressaltar que em especial quem se destaca mesmo nesta época é o tomate que vai produzir mais, tendo suas pencas próximas uma das outras diferente das outras estações lunares que diminuem a velocidade do crescimento. A lua cheia é muito boa porque é onde a terra sofre influência máxima dos poderes da lua, mas infelizmente isto acontece apenas nos primeiros dias porque depois de sofrer com o impacto da minguante ela deixa de mandar toda a energia que pode. Esse é um ótimo período para quem quer plantar repolho, couve-flor, alface e outras plantas hortaliças parecidas.

(gestaonocampo)



Interior do Rio Grande do Norte tem castelo inusitado, em meio ao agreste


Publicado em: 26/01/2018
 

Era uma vez, lá, no Nordeste…

 

Tudo começou quando, na infância, José Antônio Barreto teve uma visão em que uma senhora lhe pedia para construir sete igrejas, em locais diferentes.

 

Desde que aquela imagem apareceu para ele, em 1941, foram outras 12 aparições até que, já adulto, Barreto, por fim, encontraria o endereço certo para a construção da sua igreja/castelo.

 

Zé dos Montes já foi chamado de doido, mas hoje ele é um artista.” – Joseildo Gomes de Oliveira-filho

VEJA VÍDEO

Reprodutor de vídeo de: YouTube (Política de Privacidade)

 

 

 

Atualmente, o autor da obra tem 85 anos e se tornou uma espécie de atração turística do município de Sítio Novo, onde fica o Castelo Zé dos Montes, como é conhecido o local, a 100 km de Natal.

 

“É uma construção manual e intuitiva, sobre uma rocha”, explica o filho Joseildo Gomes de Oliveira, administrador do local.

 

“Até a parte financeira da cidade melhorou com o castelo”, explica Joseildo.

 

Mas nem sempre foi assim.

 

Toda vez que chegava um forasteiro querendo visitar a construção, Zé dos Montes dizia: “Vamos fazer o seguinte? Eu não vou cobrar a entrada, mas você promete que não volta mais aqui?

 

“Isso não foi feito para ser visitado”, dizia, antes da fama desse castelo de estilo arquitetônico indefinido, mas com claras influências árabes e europeias.

 

Não concluída, a obra de contornos surrealistas pode ser visitada apenas nos finais de semana, cujos ambientes sem móveis podem ser explorados pelo visitante, como salões rochosos e altares em pedra.

 

Porém o destaque é o curioso labirinto feito de terra que  representa a Via Crucis.

(msn)