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Curiosidades

Comemorando 20 anos – Conheça as curiosidades envolvendo o Viagra


Publicado em: 27/03/2018
 

Lançado há 20 anos nos Estados Unidos, o Viagra se tornou um grande sucesso e uma fonte de renda inesperada para o laboratório americano Pfizer, assim como para os falsificadores do mundo inteiro.

 

A seguir as curiosidades sobre a pílula revolucionária:

– Fruto do acaso –

No início dos anos 1990, os cientistas do laboratório Pfizer pesquisavam um novo medicamento contra a angina de peito, o citrato de sildenafila. Os testes revelaram a ineficiência da substância para reduzir a dor provocada por esta doença.

 

Mas entre os homens o remédio provocou um efeito inesperado: uma ereção. E muitos voluntários relataram uma vida sexual melhor.

 

A Pfizer reorientou a pesquisa para a impotência masculina, um transtorno que afeta um terço dos homens com mais de 40 anos. O tratamento da disfunção erétil era na época o primo pobre das farmacopeia moderna, com propostas que não eram práticas nem eficientes, como mini-supositórios para a uretra e injeções no pênis.

 

A FDA (agência americana para alimentos e remédios) aprovou o novo medicamento em 27 de março de 1998. O produto começou a ser vendido com o nome Viagra no início de abril nos Estados Unidos.

 

– Sucesso fulgurante –

O êxito do comprimido azul foi imediato: nas duas primeiras semanas de comercialização 150.000 receitas foram registradas nos Estados Unidos.

 

O Viagra se tornou um sucesso mundial antes mesmo de ser autorizado fora do território americano. Vendas por meio de contrabando aconteceram em países como Israel, Polônia e Arábia Saudita em meados de 1998, com preços de três a cinco vezes superiores ao cobrado nos Estados Unidos (por volta de 10 dólares).

 

Pouco depois do lançamento oficial na Europa, em setembro de 1998, a pílula contra a impotência se tornou rapidamente uma locomotiva financeira para a Pfizer.

 

As vendas mundiais de Viagra dispararam mais de 30% em 1999 e em 2000, superando rapidamente um bilhão de dólares por ano. Uma surpresa para o grupo farmacêutico que havia previsto inicialmente um faturamento de 100 milhões de dólares por ano.

 

– Contrabando por todos os lados –

As campanhas publicitárias protagonizadas por um ex-candidato republicano à Casa Branca (Bob Dole, em 1999) e pelo rei do futebol Pelé (em 2002), entre outros famosos, deram notoriedade a um medicamento que segundo os cientistas começa a surtir efeito, em média, 27 minutos depois da ingestão.

 

O contrabando entra em movimento: comprimidos falsos fabricados na Tailândia ou na Índia eram vendidos pela internet poucas semanas depois do início da comercialização.

 

Os falsificadores perceberam que o Viagra era uma mina de ouro. O remédio passou a ser o mais contrabandeado e as apreensões nas alfândegas explodiram.

 

Uma pesquisa realizada em 2011 pela Pfizer mostrou que 80% do Viagra comprado na internet era produto de contrabando. Isto significa que pode conter produtos tóxicos como pesticidas, gesso ou tinta para impressora, advertiu a empresa americana.

 

– Uso indevido –

O uso indevido ou “recreativo” de Viagra também avançou rapidamente. Um estudo britânico detectou em 1999 uma utilização pequena, mas real, entre jovens.

 

Em 2012, uma pesquisa americana mostrou que 8% dos jovens do país tomavam Viagra e outros “facilitadores de ereção” (Cialis, Levitra) apenas para garantir o rendimento sexual.

 

Ao mesmo tempo, cientistas começaram a pesquisar se o Viagra – os genéricos chegaram às farmácias da Europa em 2013 e dos Estados Unidos em 2017 – representa uma substância dopante para os atletas.

 

Após hesitar por algum tempo, a Agência Mundial Antidoping decidiu não incluir a substância na lista de produtos proibidos: o citrato de sildenafila teria um efeito dopante apenas em altitude elevada.

 

Fontes: AFP, Pfizer e publicações científicas como British Medical Journal e Journal of Sexual Medicine.



Machu Picchu: tudo o que você precisa saber antes de conhecer o destino


Publicado em: 22/03/2018
 

Considerado um dos destinos mais desejados do mundo, Machu Picchu, no Peru, também está na lista das 7 maravilhas do mundo moderno. Trata-se de um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo inteiro, que abrigou a civilização Inca até a chegada dos Espanhóis ao Peru, em 1532.

 

Além de ser um lugar repleto de história, Machu Picchu guarda uma energia singular que só quem foi consegue descrever. Para os místicos de plantão, o destino é um prato cheio: é comum que se fale de boas vibrações e de renovação de energias por lá.

 

Para te inspirar a conhecer esse lugar incrível na América do Sul, o Guia da Semana fez um roteiro com tudo o que você precisa saber para planejar a sua viagem ao Machu Picchu! Confira:

 

INFORMAÇÕES GERAIS

 

  • INFORMAÇÕES GERAIS

    QUANDO IR: A melhor época para visitar Machu Picchu é entre os meses de abril a setembro, época que ocorrem menos chuvas. Para quem não quer encontrar o local mais cheio, a dica é evitar os meses de julho e agosto, quando acontecem as férias na Europa e Estados Unidos. Evite o verão, pois chove muito por lá e isso pode acabar estragando sua viagem.

     

    O QUE PRECISO PARA VIAJAR: Para conhecer o Peru, os brasileiros não precisam de passaporte, mas é importante dizer que o processo fica mais rápido quando se tem um. Machu Picchu fica dentro de um Parque Nacional, por isso, é preciso comprar ingresso e ter um documento (passaporte ou RG) para apresentar.

     

    ONDE SE HOSPEDAR: A dica para os viajantes é fazer a ‘base’ de sua expedição em Cusco – cidade grande que conta com todo o conforto e mordomia que o viajante pode querer. De lá é que saem os principais transportes para se chegar ao Machu Picchu.

     

    QUEM LEVA: Várias companhias aéreas fazem a viagem Brasil/Peru, entre elas estão LATAM e COPA. Clique AQUI para encontrar sua passagem promocional.

     

    COMO CONHECER MACHU PICCHU

    Foto: Shutterstock
  • COMO CONHECER MACHU PICCHU

    Chegar até Machu Picchu não é uma das tarefas mais fáceis do mundo, mas todo esforço vale a pena ao se deparar com o cenário único. Saindo de Cusco, o visitante pega uma van até Ollantaytambo, de onde sai um trem que o leva até Águas Calientes, cidade mais próxima de Machu Picchu. De lá, um ônibus ou trilha leva o visitante até a porta do Parque.

     

    TRILHA INCA: é basicamente o caminho escolhido por quem ama fazer trekking e viagens de aventura. Ao todo são 4 ou 5 dias de caminhada para chegar até Machu Picchu – o trajeto percorre montanhas e lugares recheados de natureza.

     

    ÔNIBUS + TRILHA: esse é o caminho escolhido por 99% dos visitantes, já que o roteiro é mais leve. Em Águas Calientes, cidade mais próxima a Machu Picchu, há um ônibus que leva o visitante até a entrada do Parque. De resto, o visitante terá que subir alguns degraus e inclinações – por isso, é indicado ir com roupas e calçados bem confortáveis.

     

    Para deixar o passeio mais rico, a dica é contratar um guia turístico em Águas Calientes ou na entrada de Machu Picchu. É certo que não existem muitas informações sobre o império inca, uma vez que eles não deixaram nada escrito (também não há alguma menção deles na história espanhola). Por isso, o guia turístico é interessante, pois ajuda a contextualizar a viagem, além de passar informações importantes.

     

    INGRESSOS: é preciso comprar um ingresso para entrar ao Parque de Machu Picchu. Vale ressaltar que este é dividido em algumas categorias: apenas para visitar a cidade de Machu Picchu; cidade de Machu Picchu + Montanha Machu Picchu e cidade Machu Picchu + Huayna Picchu.

     

    Os valores variam de R$ 128 a R$ 152 reais – lembrando que estudante paga meia-entrada. Os ingressos podem ser comprados online através do site oficial do parque ou com agências de turismo do Peru.

    OUTROS PASSEIOS NA REGIÃO

    Foto: Shutterstock
  • OUTROS PASSEIOS NA REGIÃO

    Além da visita às ruínas incas, é possível estender o passeio subindo nas montanhas de Huayna Picchu ou de Machu Picchu (xará do Parque) – esses locais possibilitam a vista panorâmica das ruínas. Mas vale ressaltar que Machu Picchu e as Montanhas são lugares totalmente diferentes.

     

    As trilhas exigem um tipo de ingresso diferente do tradicional – este é indicado apenas para quem gosta de fazer grandes trilhas, já que o trajeto até o topo dura de 1 a 3 horas de caminhada.

    PASSEIO DE TREM

    Foto: Shutterstock
  • PASSEIO DE TREM

    Conhecer Machu Picchu envolve um passeio incrível de trem, que permite que o viajante aprecie paisagens espetaculares. Para chegar até Águias Calientes, cidade principal de onde sai o transfer até Machu Picchu, é preciso pegar um trem: Peru Rail e Inca Rail são as opções.

     

    Ambas companhias oferecem primeira classe e classe econômica, além de mordomias como wifi e janelões para observar a vista incrível. Os trens saem da cidade de Ollantaytambo, a cerca de 70 km de Cusco. O transporte até a cidade pode ser facilmente negociado com vans ou agências de turismo.

    (guiadasemana)

 

 



Francisco completa cinco anos como papa: veja sete curiosidades sobre ele


Publicado em: 13/03/2018
 

Em 13 de março de 2013, o cardeal brasileiro Cláudio Hummes estava sentado ao lado do argentino Jorge Mario Bergoglio quando este foi eleito papa. “Ele [Hummes] me abraçou, me beijou e disse: ‘Não se esqueça dos pobres’. Eu me lembrei imediatamente de Francisco de Assis”, revelou o próprio papa Francisco para contar a história da escolha de seu nome.

Slide 1 de 7: Em 13 de março de 2013, o cardeal brasileiro Cláudio Hummes estava sentado ao lado do argentino Jorge Mario Bergoglio quando este foi eleito papa. "Ele [Hummes] me abraçou, me beijou e disse: 'Não se esqueça dos pobres'. Eu me lembrei imediatamente de Francisco de Assis", revelou o próprio papa Francisco para contar a história da escolha de seu nome.

 

Slide 2 de 7: Nascido em Buenos Aires em 17 de dezembro de 1936, o papa Francisco vive há 60 anos somente com um pulmão. Segundo o jornal "Clarín", a outra parte foi retirada quando o atual pontífice tinha 21 anos, por conta de uma pneumonia. Na ocasião de sua eleição, o Vaticano confirmou a cirurgia, mas disse que o problema, ocorrido há "muitos e muitos anos", não impediu que ele se dedicasse ao sacerdócio.
Slide 3 de 7: Em junho de 2013, uma moto Harley-Davidson foi dada ao papa em comemoração do 110° aniversário da marca. Em 2014, a motocicleta foi leiloada por 241 mil euros (cerca de 970 mil reais) num leilão em Paris. Francisco também ganhou uma jaqueta de couro, que também foi leiloada por 57,5 mil euros. Francisco destinou os lucros do leilão a uma organização de caridade em Roma.
Slide 4 de 7: No final da década de 1970, ainda como Jorge Mario Bergoglio, o atual papa teve sessões de psicanálise semanalmente, durante seis meses. A informação consta em um livro de entrevistas concedidas ao sociólogo francês Dominique Wolton. Na época, o pontífice estava com 42 anos, e sua analista era mulher e judia, relatou o Santo Padre.
Slide 5 de 7: O papa Francisco é filho de emigrantes piemonteses: o pai era funcionário ferroviário, trabalhando como contador, enquanto a mãe ocupava-se da casa e da educação dos cinco filhos. Segundo o Vaticano, o pontífice diplomou-se primeiramente como técnico químico, e depois escolheu o caminho do sacerdócio, entrando no seminário diocesano de Villa Devoto.
Slide 6 de 7: O papa Francisco é pioneiro em diversos campos: ele é o primeiro papa latino-americano e primeiro jesuíta à frente da Igreja Católica da história. E também é o primeiro a assumir o nome Francisco. Ele somente se tornará Francisco 1° quando houver um Francisco 2°, informou o Vaticano.
Slide 7 de 7: Aqui se vê Jorge Mario Bergoglio antes do conclave que o elegeu papa em 2013. De acordo com o jornal "Corriere Della Sera", ele recebeu mais de 90 votos dos 115 cardeais presentes. Consta que, na eleição do sucessor de João Paulo 2°, em 2005, ele já havia ficado em segundo lugar na votação dos cardeais. Assim, pode-se dizer que o atual pontífice é o sucessor natural de seu antecessor, Bento 16.
(msn)


Os negócios do cantor Roberto Carlos


Publicado em: 03/03/2018
 

Faz 32 anos que Ubirajara Guimarães, 71, é amigo de Roberto Carlos – e a longa parceria se estende também aos investimentos corporativos. Antes de conhecer o cantor, Bira, como é conhecido, já se destacava como empresário no setor automotivo. Aos 17 anos, esse paulista de Rio Grande da Serra que não concluiu o curso superior era office boy no Grupo Souza Ramos, revendedor da Ford.

 

O que o aproximou de RC foi a paixão por automóveis. “Quando nos conhecemos, eu havia produzido um carro modificado: uma limusine sobre a base de um landau”, conta Bira.

 

Os laços se estreitaram tanto que o cantor virou sócio dele em três revendas, nas cidades de Suzano, Mogi das Cruzes e Jacareí, no interior de São Paulo. Na escolha do nome, veio o primeiro pitaco do músico: deveria ter a palavra horizonte – a mesma que, anos depois, batizaria os empreendimentos da incorporadora idealizada pelo “rei”.

 

A sociedade durou de 1985 a 2003. A amizade, no entanto, se firmou. Bira apresentou a Roberto Dody Sirena, que virou empresário do músico, e continuou diversificando os negócios. Foi sócio dos irmãos Leonardo e Ayrton Senna na representação da montadora alemã Audi no Brasil e investiu em fazendas e na comercialização de barcos.

 

Entre amigos

Há seis anos, Roberto Carlos resolveu tirar do papel um projeto antigo. Fã de engenharia e arquitetura, aproveitou o boom vivido pelo mercado imobiliário para empreender. A ideia era lançar apenas um prédio que tivesse seu nome. Mas Dody percebeu uma oportunidade de negócio. “O Roberto é bem informado e sabe que temos um déficit imobiliário”, diz Jaime Sirena, irmão de Dody. “Então, aceitou investir na área.”

 

Surgia ali a Emoções Incorporadora, tendo o cantor, Dody, Jaime e Bira como sócios. Cada um têm 30% do negócio, exceto Jaime, que ficou com 10%. Lançada em 2011 e especializada em imóveis de alto padrão, a empresa já entregou três prédios em São Paulo e um em Aracaju (SE). Entre eles, o Horizonte JK, na capital paulista, que reúne apartamentos e salas comerciais ao estilo Dubai, a meca das construções espelhadas. “Quisemos trazer aspectos da personalidade de Roberto para cá”, diz Bira, “como a preferência por cores suaves e o acabamento impecável.”

 

O empreendimento, que tem nome inspirado na música Além do Horizonte, é para poucos. O metro quadrado residencial não sai por menos de 16 mil reais e o comercial está na faixa dos 20 mil reais. Significa que um apartamento por lá, de até 262 metros quadrados, pode passar dos 4 milhões de reais.

 

De 2008 a 2011, a valorização dos imóveis chegou a 20%. Em paralelo, houve a expansão do crédito, o que fez os preços inflarem. Quando lançaram a incorporadora, os sócios esperavam atingir, em quatro anos, 1 bilhão de reais em VGV (valor geral de vendas, calculado pela soma do valor potencial de negociação de todas as unidades. A marca foi atingida, mas, em 2016, a crise bateu às portas da empresa, que brecou os lançamentos e chegou a registrar queda de 40% nas vendas.

 

Agora, animados com a recuperação da economia, eles querem chegar novamente ao patamar de 1 bilhão de reais. Para isso, há novos empreendimentos em fase de aprovação para lançamento.

 

De certo até agora, só o residencial Horizonte Flamboyant, em Goiânia. E, claro, o cruzeiro do projeto Emoções em Alto Mar, que está na 14a edição e é outro negócio rentável do empresário Roberto Carlos, que tem apenas Dody como sócio (veja quadro). Uma cabine interna com acomodação dupla no navio custa 9.452 reais. A suíte com varanda, 26.520 reais para cinco dias de viagem.

 

Negócios bem-sucedidos

Emoções Incorporadora, do ramo de empreendimentos imobiliários. Sócios: além de Roberto Carlos (30%), Ubirajara Guimarães (30%), Dody Sirena (30%) e Jaime Sirena (10%).

 

Projeto Emoções em Alto Mar, que organiza cruzeiros marítimos. Sócios: Roberto Carlos (50%) e Dody Sirena (50%).

 

Editora Musical Amigos Ltda., de comércio de filmes, CDs, DVDs e discos. Roberto Carlos é o sócio majoritário.

(msn)



Arqueólogo pode ter descoberto segredo da forma das pirâmides


Publicado em: 22/02/2018
 

Durante séculos, as pirâmides de Gizé desafiaram pesquisadores – não apenas seus mistérios e câmaras escondidas, mas exatamente como os egípcios conseguiram construir estruturas tão impressionantes sem tecnologias modernas. Uma das questões mais desafiadoras era entender como as pirâmides tornaram-se tão bem alinhadas – Quéops, por exemplo, está em sintonia quase perfeita com os pontos cardeais – norte, sul, leste e oeste.

 

Existem diversas hipóteses, desde o uso da Estrela Polar até cálculos tendo como base sombras projetadas pelo Sol. Glen Dash, engenheiro e arqueólogo, decidiu ir mais a fundo nesta investigação.

 

“Todas as três grandes pirâmides exibem o mesmo erro de cálculo: estão minimamente viradas no sentido anti-horário dos pontos cardeais”, afirma em uma pesquisa publicada no periódicoThe Journal of Ancient Egyptian Architecture.

 

A pesquisa mais recente de Dash sugere que os egípcios podem ter utilizado um equinócio para encontrar o alinhamento. Este é o momento que acontece duas vezes ao ano, quando o Sol, em sua órbita aparente, cruza o equador celeste. Medidas utilizando equinócios já foram consideradas possíveis métodos de alinhamento, mas não se provaram tão eficazes. Dash, porém, acredita que isso seria possível com o uso de um gnomon – a parte do relógio solar que possibilita a projeção de sombras.

 

Para entender, o engenheiro fez um experimento próprio, começando no primeiro dia do equinócio de outono do hemisfério norte de 2016 – 22 de setembro -, utilizando a ferramenta para projetar uma sombra.

 

A partir disso, ele rastreou o ponto em que a sombra se encontrava durante intervalos regulares, até interceptar os dois pontos da curva que formavam uma linha quase perfeita correndo do leste ao oeste. “No equinócio, a ponta da sombra corre em uma linha reta em sincronia quase perfeita entre leste e oeste”, explica Dash. Ele também diz, no estudo, que a margem de erro é pequena e leva ao sentido anti-horário, similar ao encontrado no alinhamento das pirâmides.

 

O experimento foi conduzido em Connecticut, nos Estados Unidos, mas o arqueólogo afirma que o mesmo acontece no Egito. Ainda assim, não há provas reais do que aconteceu de verdade. “Os egípcios, infelizmente, deixaram poucas dicas. Nenhum documento de engenharia ou planos arquitetônicos foram encontrados com explicações técnicas, demonstrando como eles alinharam qualquer um de seus templos ou pirâmides.”

 

Este texto foi publicado originalmente no site Superinteressante.