Curiosidades

Será este o lugar mais quente do planeta?


Publicado em: 14/08/2017
 

Existem lugares específicos da Terra que reinam como os mais quentes do planeta. Atingindo altas temperaturas anuais e com uma média de aquecimento acima do normal, esses são os lugares mais desagradáveis para os seres humanos em relação ao clima.

Vamos conhecer alguns destes locais extremamente quentes!

A temperatura mais alta já registrada no mundo foi no deserto de Lut, no sudeste do Irã, em 2005. O deserto de sal é verdadeiramente escaldante. Os satélites registraram uma temperatura de solo no deserto de Lut superior a 159,3 graus Fahrenheit (70,7 graus Celsius).
deserto de Lut, no sudeste do Irã

Essa temperatura chocante do deserto de Lut só não supera a marca registrada em 1972, no Vale da Morte, na Califórnia, conhecido como Furnace Creek. Essa área experimentou uma temperatura de solo de 201 graus Fahrenheit (93,8 graus Celsius), considerada a maior de todos os tempos.
Furnace Creek

Entre as regiões habitadas da Terra, o lugar mais quente é Dallol, um assentamento etíope no deserto de Danakil, que se estende por três países da África. Trata-se, de acordo com todas as fontes, do inferno na Terra.
Dallol, deserto de Danakil

Muitos vulcões ativos jorram rocha derretida na região de Dallol. Além disso, a localidade tem a mais alta temperatura média anual de qualquer lugar na Terra, cerca de 94 graus Fahrenheit (34,4 graus Celsius).

Outra região com temperaturas extremamente altas é Meca, na Arábia Saudita. O local de peregrinação santa, que recebe cerca de dois milhões de visitantes por ano, tem uma temperatura média anual de 87,3 graus Fahrenheit (30,7 graus Celsius). Meca é uma cidade-deserto, com um calor intenso e seco.
Meca, Arábia Saudita

No entanto, o prêmio de cidade mais sufocante do mundo vai para Bangkok, na Tailândia, que tem mais de seis milhões de habitantes e uma temperatura média anual de 86,5 graus Fahrenheit (30,2 graus Celsius). Você viveria em alguma dessas regiões escaldantes?



Você sabia que o Android possui um botão “Pânico”? Descubra o que é e para que serve


Publicado em: 22/07/2017
 

Por mais que a tecnologia nos ajude bastante em inúmeras situações de nosso dia a dia, não podemos dizer que ela funciona só a favor do bem. Quem é que nunca ouviu falar de hackers? Pois é, criminosos que fazem de tudo para se infiltrar em nossos aparelhos e conseguir roubar dados bancários, ou tantas outras informações pessoais importantes que temos. O Android, por exemplo, é bastante visado por eles.

 

Mas será que você sabia que o Android pode contar com um botão de pânico? Bom, provavelmente você deve estar se perguntando o que isso significa e como poderia te ajudar, então vamos te contar. Sabe quando você está no seu computador e acidentalmente clica em algum lugar que não era pra clicar, e depois descobre que o pc pegou um vírus daqueles? Pois é, o mesmo pode acontecer com seu celular. Por mais que o Google trabalhe incansavelmente para livrar seus usuários disso, infelizmente, ainda acontece bastante.

 

Muita gente é obrigada a ter que lidar com malwares de vez em quando. Ao contrário do computador, quando certo tipo de vírus consegue se instalar em seu aparelho, ele bloqueia a tela e não te deixa fazer absolutamente nada. O aparelho só é desbloqueado depois de a vítima pagar uma determinada quantia exigida pelo criminoso ou fazer exatamente o que ele quer.

 

O botão do pânico pode ajudar exatamente nisso. Aproveitando-se de nossas ações instintivas ao usar o celular, como apertar repetidas vezes de forma até mesmo frenética, o botão de “voltar” do aparelho quando ele trava ou faz alguma coisa que você não quer, o tal botão poderia ser acionado da mesma forma. Ao perceber um vírus, bastaria pressionar o botão de voltar 4 vezes seguidas, nem mais, nem menos, já que se trata de um padrão. Automaticamente, o dispositivo entende que o aparelho corre riscos e volta para a tela inicial, possibilitando que seu usuário identifique o aplicativo mal intencionado e o desinstale, ou tome qualquer outra medida necessária.

 

Este é um código secreto que foi descoberto, sendo que ainda não foi nem mesmo comentado pelo Google. O botão está presente em aparelhos que possuem pelo menos o Android 7.1, mas é importante ressaltar que a função precisa estar ativa para realmente funcionar, ou seja, não basta simplesmente apertar 4 vezes sem antes ter ativado, pois não irá acontecer nada.

 

Algumas hipóteses foram levantadas para tentar entender os motivos que levaram o Google a não divulgar essa nova funcionalidade, sendo que algumas delas são que este é um projeto ainda em fases de teste, portanto, seria melhor manter segredo já que pode acabar não funcionando da forma que esperam. Outra hipótese é que não querem divulgar o que estão fazendo para impedir malwares, até mesmo para não facilitar a vida dos hackers, os dando tempo de inventar novos meios de burlar o sistema.

Apesar de tudo isso, estima-se que a função pode ser lançada definitivamente na versão “O” do Android, que ainda parece não ter um nome certo, e desta vez já com o padrão ativado, sem ser necessário fazer qualquer outra coisa para torná-lo eficaz.

E então pessoal, o que acharam? Já sabiam da existência desse botão? Diz pra gente aí nos comentários!

(fatosdesconhecidos)



Para o cérebro, A masturbação é igual ao sexo?


Publicado em: 20/06/2017
 
A masturbação faz parte da naturalidade dos homens e das mulheres. As sensações de prazer são as mais agradáveis ao corpo, trazendo o relaxamento e felicidade. O ato da masturbação é feito no toque dos órgãos genitais masculinos e femininos, a fim de que gerem a excitação e, posteriormente, ao orgasmo. Porém, este assunto ainda é um tabu para muitas pessoas, principalmente as mulheres, que não conhecem o seu corpo e possuem certo medo de descobrir seu próprio corpo e gerar prazer.

A prática da masturbação começa na época da puberdade, quando o corpo está sofrendo as modificações necessárias para tornar-se um adulto e é bem diferenciada entre os homens e mulheres:

– Para os homens, o toque da masturbação é mais rápido e intenso, visto que o pênis reage rapidamente aos estímulos realizados no órgão. Os homens necessitam de estímulos visuais, como filmes erótico, fotos ou a lembrança de alguma parceira ou mulher atraente ao seu gosto, para que os estímulos sejam mais eficazes. O local não é necessariamente um problema, porém tranquilidade e privacidade fazem com que o momento seja ainda mais duradouro e prazeroso. O desempenho sexual para os homens também melhora, já que o conhecimento do próprio corpo faz com que a ejaculação seja sentida e seja melhor interpretada na hora do sexo. Além disso, a masturbação masculina melhora o sono, proporciona uma sensação de bem-estar, auxilia na prevenção do câncer de próstata e melhoram significativamente a imunidade pela liberação de cortisol.

– Para as mulheres, a masturbação é um ato ainda de muita repreensão, porém não menos praticado. As mulheres precisam de ainda mais estímulos do que os homens, ambiente mais tranquilo e relaxado, recordações ou imagens de estímulo, além de muito toque em todo o corpo e na região da vagina principalmente. Movimentos circulares, que vão aumentando a velocidade com o tempo, são os ideais para atingir o orgasmo, mesmo que demore mais para ocorrer do que com os homens. Os benefícios variam em autoconhecimento, aumenta a liberação de endorfina, prevenção de infecções e incontinência urinária, diminuição significativa nos sintomas da TPM (tensão pré-menstrual) e cólicas e melhora e muito a libido.

Porém, como sabemos, tudo o que ocorre em excesso faz mal à saúde. Pesquisas apontam que a dopamina liberada pelo cérebro no momento em que o indivíduo assiste um filme erótico, por exemplo, pode ocorrer em uma perda de sensibilidade por parte do cérebro no eixo de recompensa. Quando este processo se encontra sem estabilidade, as atividades destes neurotransmissores ficam menos prazeirosas pois quando há o orgasmo a sensação é muito mais prazerosa do que qualquer outro fator. Todo este processo ocorre com pessoas que possuem vícios, como alimentícios ou em drogas ilícitas.

O sexo e a masturbação para o cérebro são diferenciados e devem ser tratados em cada caso diferenciado. O córtex orbitofrontal (responsável por provocar a excitação) domina sobre o córtex dorsolateral pré-frontal (ou CPFDL – responsável pelas nossas funções do cotidiano) durante o orgasmo, por isto a concentração no ato sexual é tão importante para ambos e todo o processo de estímulos deve ser bem resolvido para o casal. No entanto, durante a masturbação, os dois córtex trabalham juntos e o CPFDL auxilia no toque no corpo e nas genitais. Como nas relações sexuais a liberação de dopamina é limitada por cada parceiro, na masturbação é acompanhada de estímulos visuais (como filmes pornográficos ou imagens, por exemplo) a quantidade de dopamina é ilimitada por conta da quantidade de parceiros no imaginário do indivíduo.

Desta forma, quando o indivíduo tem praticado a masturbação, o cérebro pede por cada vez mais estímulos para conseguir alcançar estímulos maiores a cada vez, tornando este ato um vício sem fim. Quando isto ocorre, o ato sexual torna-se prejudicado, pois durante o sexo o prazer deve ser mútuo e agradar o outro parceiro pode ser muito mais complicado e inalcançável. Além disso, os hormônios que o cérebro libera durante a excitação estão ligados emocionalmente com o lado visual ou no raciocínio, podendo levar o indivíduo responder melhor aos estímulos da masturbação do que da relação sexual.

A prática da masturbação é algo natural e benéfico para nosso organismo, porém deve ser bem regulado com a prática sexual e visando sempre a satisfação pessoal e do parceiro.



12 de junho – Dia dos Namorados


Publicado em: 12/06/2017
 
O Dia dos Namorados é uma data comemorativa, não oficial, destinada aos casais de namorados, pretendentes e apaixonados. É tradição a troca de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre namorados ou pessoas que se amam. Aqui no Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho. Em outros países, como nos Estados Unidos, por exemplo, a comemoração ocorre em 14 de fevereiro (Dia de São Valentim – Valentine’s Day).

 

Como surgiu o Dia dos Namorados – A História e a Origem do dia dos namorados.

Qual a origem do dia dos namorados, qual o significado, conheça a história e as tradições sobre essa data comemorativa onde o amor e o relacionamento a dois são o maior presente.

como surgiu o dia dos namorados, história e origem

O que é o dia dos namorados? Como surgiu? Quais suas tradições? Como comemorar?

Nesse texto você encontrará as respostas e entenderá um pouco melhor o verdadeiro significado do dia 12 de junho. Segundo a versão mais conhecida. a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III.

 

O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

 

Além de continuar celebrando casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. Tendo se recusado a renunciar ao Cristianismo, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.

 

Historia do dia dos namorados no BrasilAntes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado”.

 

Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pã (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

 

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.

como surgiu o dia dos namorados
 

A história do dia nos namorados no Brasil

No Brasil, é comemorado em 12 de junho a partir de 1949, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes.

 

Como junho é um mês de vendas baixas, eles decidiram comemorar a data nesse mês e ainda escolheram a véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro como o Dia dos Namorados.

 

A idéia inicial pode ter sido um tanto quanto interesseira, afinal, escolheram o mês de junho por ser um mês fraco de vendas, no entanto seja qual quer que seja a data que se comemora um namoro, uma paixão, um relacionamento a dois, o importante é o amor e o carinho que são demonstrados, compartilhados e vivênciados por um casal. Além desse texto que explica como surgiu o dia dos namorados no Brasil e no Mundo preparamos também um especial com frases, textos, mensagens e vídeos para namorados e apaixonados, nesse dia 12 de junho faça uma surpresa para a pessoa amada.

(Esoterikha)



A noite em que a Força Aérea Brasileira caçou um ovni


Publicado em: 05/06/2017
 

Era uma noite estrelada, em 19 de maio de 1986. Às 23h15, chegou a informação de que a torre de controle de São José dos Campos, no interior de São Paulo, havia avistado luzes de cores amarelo, verde e laranja se deslocando sobre a cidade. Ao mesmo tempo, sinais foram detectados no radar em solo. O primeiro a observar o fenômeno foi o coronel Ozires Silva, então recém-nomeado presidente da Petrobras (antes, tinha comandado a Embraer). Ele estava a bordo do avião Xingu PT-MBZ e viu uma dessas luzes. “A visibilidade era uma beleza. Uma noite toda estrelada, típica do mês de maio. E entre as estrelas eu vi um clarão, um objeto ovalado. Parecia um astro. A diferença é que astro não aparece no radar”, disse o fundador da Embraer numa entrevista. “Voei na direção dele. E, enquanto me aproximava, ele começou a desaparecer.”

 

Às 0h39, foi acionada a aeronave de alerta da defesa da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O jato de caça partiu rumo a São José dos Campos, guiado pela detecção de sinais intermitentes no radar da torre de controle. A uma altitude de 5.200 metros, o piloto avistou uma luz branca abaixo de seu nível de voo. Posteriormente o objeto foi subindo e se posicionou 10 graus acima da aeronave de interceptação. Ambos começaram a aumentar a altitude, e o caça o perseguiu até os 10 mil metros. No trajeto, a luz por um momento mudou de branca para vermelha, depois verde e novamente branca, permanecendo nessa cor. O radar do caça detectou o objeto, que indicava estar de 10 a 12 milhas de distância (16 a 18,2 km), voando na direção do mar.

 

A perseguição prosseguiu até a aeronave atingir o ponto de não-retorno (que significa que não haveria combustível suficiente para voltar à base de origem). Como não houve aproximação efetiva, decidiu-se pelo fim da caça. Menos de 30 minutos depois, detecções de eco de radar começaram a ser feitas sobre a região de Anápolis, Goiás. Os sinais de radar eram mais confiáveis, davam direção e velocidade de deslocamento dos objetos. À 1h48, um segundo caça, dessa vez partindo da Base Aérea de Anápolis, subiu aos céus para investigar. O piloto chegou a obter contato pelo radar da sua aeronave, mas não conseguiu ver nada. Parecia uma perseguição absolutamente desleal. Enquanto o jato voava como um avião, em velocidade supersônica, o objeto tinha um nível de agilidade incompatível com aeronaves terrestres. Voava em zigue-zague, ora se aproximava, ora se afastava, mesmo estando mais rápido que o caça. Por fim, ao perder contato por radar, o avião retornou à base. Em compensação, no Rio de Janeiro, a mobilização continuava. Um segundo caça decolou à 1h50 na direção de São José dos Campos e avistou uma luz vermelha de onde emanava o sinal de radar detectado em solo. Perseguiu-a por alguns minutos, sem conseguir se aproximar, até que ela se apagou.

 

Simultaneamente, apareceram nada menos que 13 diferentes registros do radar em solo na traseira da aeronave. O piloto fez uma volta de 180 graus para tentar observá-las, mas nenhum contato visual ou com o radar de bordo foi efetuado. Uma segunda e uma terceira aeronaves decolariam de Anápolis, às 2h17 e às 2h36, sem obter qualquer tipo de contato. Os interceptadores lá no Rio foram pousando conforme sua autonomia chegava ao fim. O último recolheu-se à base às 3h30. No resumo do relatório assinado naquele ano pelo brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, então comandante interino do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), os militares tiram conclusões definitivas. Primeiro, sobre a natureza dos objetos perseguidos e observados, capazes de “produção de ecos radar, não só no sistema de Defesa Aérea, como nos radares de bordo dos interceptadores (…), variação de velocidade de voo subsônico até supersônico, bem como manutenção de voo pairado, variação de altitudes inferiores a 5 mil pés (aproximadamente 1.500 m) até 40 mil pés (aproximadamente 12 mil metros), emissão de luminosidade nas cores branca, verde, vermelho, e outras vezes não apresentando indicação luminosa, capacidade de aceleração e desaceleração de modo brusco, capacidade de efetuar curvas com raios constantes, bem como com raios indefinidos”.

 

Não é preciso dizer que esse conjunto de qualidades não existe em nenhuma aeronave cujo princípio de operação seja dominado pela ciência terrestre. Da forma cautelosa, como seria peculiar a um documento de origem militar, o relatório termina da seguinte maneira: “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligências, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também voar em formação, não forçosamente tripulados.” Foi a afirmação mais contundente sobre ovnis já feita pela Força Aérea Brasileira.

(msn)