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Curiosidades

Por que o leão é o mascote do Imposto de Renda?


Publicado em: 09/08/2016
 

O Leão ruge pela primeira vez

Nas décadas de 1970 e 1980, a Receita Federal, tal como outros órgãos federais, dispunha de uma verba para campanha institucional. Na Receita, um grande usuário da verba era o Programa Imposto de Renda (PIR). Eram informações básicas como quem estava obrigado a declarar, prazo e locais de entrega da declaração, modelos de formulário, comprovante de rendimentos, entrega de manual e formulários.
No final de 1979, a agência de propaganda contratada pela Secretaria da Receita Federal preparava a campanha institucional para divulgar o Programa Imposto de Renda (PIR) do exercício de 1980, quando foi sugerido o leão como símbolo do PIR 1980. De início, a ideia teve reações diversas, mas, mesmo assim, a campanha foi lançada.
A escolha do leão levou em consideração algumas de suas características:

1) É um animal nobre, que impõe respeito e demonstra sua força pela simples presença;
2) É o rei dos animais, mas não ataca sem avisar;
3) É justo;
4) É leal;
5) É manso, mas não é bobo.

As peças publicitárias começaram a ser veiculadas no início de 1980. A campanha resultou, de imediato, numa identificação pela opinião pública do leão com o imposto de renda. O sucesso foi absoluto. Em dez anos foram realizados mais de trinta filmes. A primeira peça institucional do Leão foi apresentada em janeiro de 1980. O objetivo era apresentar o Leão ao contribuinte. Aparecia o domador abraçado com o leão.

O projeto de divulgação previa correlação entre a propaganda apresentada na imprensa escrita e a mostrada na televisão. O filme veiculado em janeiro tinha o domador e leão, tal como mostrado nos jornais e revistas. O objetivo era apresentar o leão ao contribuinte.

O texto do filme era o seguinte:

Cenário: O domador andando.
Locutor: Um dia, você vai ter que enfrentar…
Cenário: O leão aparece e ruge.
Locutor: … o imposto de renda.
Cenário: O leão ruge.
Locutor: Mas, não precisa ter medo. Ninguém quer lhe arrancar um pedaço. Guarde os seus comprovantes de despesas, de investimentos e de retenção na fonte. Em fevereiro, você recebe o Manual de Instruções e os formulários. Faça a sua declaração com toda calma. Você vai ver que o leão é manso e conhece o seu lugar.
Cenário: Termina com Programa Imposto de Renda, Secretaria da Receita Federal, Ministério da Fazenda.

Em fevereiro de 1980, a Receita Federal distribuiu, para os contribuintes, manuais de orientação e formulários. A campanha mostrava o Leão fazendo a entrega do material.

O diálogo do filme da televisão era o seguinte:

Cenário: Leão andando com o Manual na boca.
Locutor: O material para a declaração do imposto de renda já está sendo entregue na sua casa. Guarde com todo o cuidado a etiqueta de endereçamento. Ela vai ter que ser usada na sua declaração.
Cenário: Da janela da casa, um menino vê o leão.
Menino: Mamãe, tem um leão aí fora.
Locutor: Leia com atenção o Manual de Instruções. Reúna seus comprovantes e prepare para fazer você mesmo a sua declaração.
Cenário: A mãe aparece e apanha o Manual da boca do leão.
Mãe: É só o imposto de renda.
Cenário: Leão andando.
Locutor: Conforme você fizer sua declaração, o imposto de renda é um gatinho. Conforme, ele vira um leão.
Cenário: Programa Imposto de Renda, Secretaria da Receita Federal, Ministério da Fazenda.
Cenário: O leão ruge.

Março de 1980 era a época em que o contribuinte preenchia a declaração. Nesse ano, o prazo de entrega foi 24/03/1980 para declarantes com imposto a ser restituído, 07/04/1980 para declarantes com imposto a pagar e 15/05/1980 para declarantes isentos de imposto. A imagem de março de 1980, nos jornais e revistas, mostrava uma família, com o marido preenchendo a declaração, a esposa fazendo crochê, a filha lendo uma revista em quadrinhos, o filho sentado no chão e o leão observando o preenchimento da declaração.

Na televisão, o diálogo do filme era:

Cenário: Na sala, o marido preenche o formulário de IRPF e a filha lê, no sofá, uma revista em quadrinhos. O leão entra na sala.
Locutor: Você pode pensar que o imposto de renda está de boca, prontinho para te arrancar um pedaço,…
Cenário: O marido acaricia o leão.
Locutor: …mas não é verdade.
Cenário: O leão abre a boca.
Locutor: Leia com atenção o Manual de Instruções.
Cenário: Aparece a esposa fazendo crochê.
Locutor: Escolha o formulário adequado.
Cenário: Aparece o filho, sentado no chão.
Locutor: Coloque a etiqueta. Assine corretamente e entregue a sua declaração em dia.
Cenário: O marido entrega a declaração, preenchida, na boca do leão.
Cenário: O leão sai da sala com a declaração na boca. Locutor: Você vai ver que o leão não quer ficar com a parte do leão.
Cenário: Termina com o texto “Programa Imposto de Renda, Secretaria da Receita Federal, Ministério da Fazenda”.

O sucesso da campanha publicitária foi tão grande que chegou aos dicionários. O “Houaiss” define Leão como o órgão responsável pela arrecadação do imposto de renda. Segundo o “Aurélio”, Leão é o órgão arrecadador do imposto de renda. Para o “Sacconi”, Leão é o serviço de arrecadação do imposto de renda. Na definição do “Dicionário da Academia Brasileira de Letras”, Leão é o órgão encarregado de recolher o imposto de renda. Pelos conceitos emanados dos dicionários, verifica-se a relação do Leão com o imposto de renda e não especificamente com a Receita Federal. Também se observa que se liga o felino à arrecadação, embora, no início, a afinidade fosse forte com a fiscalização. Embora hoje em dia a Receita Federal não use a figura do leão, a imagem do símbolo ficou guardada na mente dos contribuintes, numa das mais bem sucedidas peças publicitárias da mídia brasileira.

Fonte: Receita Federal do Brasil



7 PESSOAS QUE VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR QUE EXISTEM


Publicado em: 01/08/2016
 

 



As Criaturas Mais Mortais Da Amazônia


Publicado em: 01/08/2016
 

 

fonte: nsn

 



Os sete pecados capitais prejudiciais para seu carro


Publicado em: 01/08/2016
 

| Crédito: Ivan Carneiro

Se no passado não eram poucos os carros que ferviam ao menor sinal de congestionamento, hoje eles rodam milhares de quilômetros sem apresentar grandes problemas. Mas um fato não mudou: a forma de dirigir afeta diretamente a durabilidade do veículo e os custos de manutenção. Conheça os sete pecados que você pode cometer ao volante sem perceber e que causam desde um leve desperdício de combustível a uma quebra de câmbio automático.

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Crédito: Ivan Carneiro

 

Pegar no batente

Ao manobrar, é comum segurar a direção hidráulica no fim do curso. Nesse momento, pode-se ouvir a bomba da direção chiando e até mesmo a correia. Não adianta ficar forçando o volante no batente, pois as rodas já estão esterçadas ao máximo. Isso apenas desgasta a bomba da direção e reduz sua vida útil. Ao perceber que o volante está no fim do curso, alivie a pressão e manobre normalmente. Seu bolso agradece.

 

Acelerar, não frear

| Crédito: Ivan Carneiro

Quando estão em um congestionamento ou semá­foro em uma ladeira, muitos motoristas acabam mantendo o carro automático parado usando apenas a força do câmbio, acelerando aos poucos. Isso jamais deve ser feito, pois aumenta a temperatura da caixa e acelera o desgaste dos materiais internos, provocando problemas nas válvulas solenoides e nos discos de acoplamento. No futuro, a transmissão pode começar a patinar ou dar trancos nas trocas de marcha. Por causa desse mau hábito, você pode ter de mandar abrir o câmbio para fazer um conserto. Não vai sair por menos de 1 000 reais (para trocar as válvulas) e pode passar dos 15 000 reais (se a caixa for substituída). A dica também vale para a transmissão manual. Segurar o carro em aclives só com a aceleração aumenta o desgaste do disco de embreagem. O correto nas duas situações é sempre deixar o pé no freio ou manter o freio de mão acionado enquanto o veículo estiver parado.

 

Ter ligações perigosas

| Crédito: Ivan Carneiro

Quando a carga da bateria acaba, o normal é fazer a popular “chupeta”, ou seja, transferir energia de outro veículo por meio de cabos auxiliares. No entanto, se o seu automóvel tiver chaves codificadas, como a maioria dos veículos atuais, tome cuidado. Você deve retirá-la da ignição antes de conectar os cabos, pois há risco de queimar o chip eletrônico da chave. Esse perigo é muito maior nas que não usam a haste metálica para dar a partida, como Renault Mégane, Mercedes, Volvo e importados premium, pois são mais sensíveis à sobrecarga. Nessa situação, o custo de uma nova chave pode passar de 2 000 reais.

 

Forçar a barra

Crédito: Ivan Carneiro

Nunca suba em calçadas sem rebaixamento do meio-fio. É um hábito que destrói ou abrevia a vida útil dos pneus, ainda mais se estiverem com baixa pressão. Dependendo do ângulo de entrada e da velocidade, os danos se estendem à direção e à suspensão. Se por uma emergência tiver de subir na calçada (para fugir de um alagamento ou acidente), faça-o sempre em baixa velocidade e entre perpendicularmente, tocando ao mesmo tempo as duas rodas no meio-fio. Por falar em pneus, vale lembrar que mantê-los calibrados é o melhor recurso para fazê-los durar mais e economizar dinheiro. Pneus murchos aumentam o consumo de combustível em até 20%, além de acelerar seu desgaste.

 

Parar sem freio

Crédito: Ivan Carneiro

Não deixe um carro automático estacionado na posição P sem o freio de mão acionado. Isso força a trava do câmbio, pois todo o peso estará apoiado nela – não projetada para o esforço –, provocando dificuldades de engate posteriormente. O ideal é colocar a alavanca na posição N, puxar o freio de mão, soltar o pedal de freio para se certificar de que o automóvel está totalmente imobilizado e só depois pôr a alavanca em P. O mesmo vale para a transmissão manual, a fim de evitar danos na engrenagem da marcha engatada.

 

 

Relaxar no câmbio 

Crédito: Ivan Carneiro

Alavanca de câmbio manual só serve para trocar as marchas, não para descansar a mão quando está num congestionamento. O péssimo hábito desgasta aos poucos o trambulador, peça que faz a comunicação da alavanca com o câmbio. Em alguns automáticos, como nos BMW mais novos, pode surgir uma folga na alavanca ou problemas nos contatos. E nada de descansar levemente o pé no pedal de embreagem ao dirigir, um vício que desgasta o disco de embreagem. Isso diminui sua vida útil em até 50%, dependendo da pressão no pedal. A mesma dica se aplica a quem não pressiona o pedal de embreagem até o fim do curso ao trocar a marcha: desgastará o disco em excesso sem perceber.

 

 

Acelerar ao desligar

Crédito: Ivan Carneiro

Ainda tem gente que costuma dar uma última acelerada antes de desligar o motor. É um mito que vem da época do motor de dois-tempos, no qual o óleo era misturado ao combustível. Acreditava-se que assim as paredes dos cilindros estariam mais lubrificadas e facilitariam a partida no futuro. Outros acreditavam que no motor de quatro tempos o excesso de combustível ficaria na câmara e ajudaria na combustão no próximo uso. Com a injeção eletrônica, nada disso faz sentido. O procedimento só desperdiça combustível. Em alguns modelos com motores turbo, ainda há o risco de a última acelerada interromper a lubrificação da turbina antes de ela parar de girar. A lógica vale também para o hábito que muitos têm de manobrar o veículo dando várias aceleradas. Puro desperdício.

fonte: msn

 

 

 



Conheça o maior cachorro do mundo


Publicado em: 30/07/2016
 

O maior cachorro do mundo entrou para o Guinness Book em 2013 e mede 1,12 m. Conheça o Zeus e apaixone-se com este cão!

 

O cão Zeus está famoso: entrou para o Guinness Book de 2013, por ser considerado o maior cachorro do mundo. Ele tem 1,12 m de patas até os ombros que tem medidas de 2,2 cm. Ele é da raça Dogue Alemão, e tem uma convivência bem tranquila e sociável com os donos. Devido ao seu tamanho, ele consegue beber água diretamente da torneira da cozinha.

 

Ele come, aproximadamente, 10 kg de ração por dia e tem apenas 3 anos de idade, pesando 70,3 Kg.

O Dogue alemão é famoso pelo seu tamanho, porque eles podem medir até 1m – ou mais, como o caso de Zeus- e pesar até 80 Kg. Eles são cães gentis, afetuosos e adoram brincar. O antigo cachorro considerado o maior do mundo, também, é da raça Dogue Alemão e Zeus mede apenas 2,5 cm a mais do que o antigo recordista.

 

fonte: msn