Curiosidades

Gravidez em homens trans: como ocorre?


Publicado em: 27/09/2017
 

É possível um homem trans engravidar mesmo que esteja em meio ao tratamento hormonal com testosterona. De acordo com a Dra. Mariana Farage, endocrinologista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é aconselhado ao paciente que também tome algum anticoncepcional durante o processo de transição de gênero.

 

“Na dose que é feita, espera-se que o método barre a ovulação, para inibir o ciclo menstrual. Se a pessoa tomou testosterona e não tomou a pílula, ela pode engravidar”, explica a médica.

 

Além da concepção em homens trans que mantiveram o útero, outro caminho é o congelamento de óvulos, que pode ser feito de forma planejada, antes do início da transição. A ginecologista Dra. Carla Iaconelli, especialista em reprodução humana, conta que esse é o método mais indicado, por ter acompanhamento médico desde o começo.

 

“O uso de testosterona, ainda mais no início da gestação, pode causar abortamento, é preciso ter as informações e o tratamento correto”, afirma a especialista.

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Mas e durante a gravidez, é preciso parar o uso de testosterona? “O ideal seria interromper. O hormônio aumenta os glóbulos vermelhos e a pressão arterial no corpo feminino, o que pode ser um risco para a pessoa”, aponta a endocrinologista. E dependendo do grau da transição de gênero, não há com o que se preocupar, já que nem todas as características são completamente revertidas.

 

“Os pelos no corpo podem diminuir, assim como no rosto. Mas a voz grossa e o aumento do clitóris, características proporcionadas pela testosterona, permanecem iguais, mesmo com a interrupção no uso do hormônio”, explica a médica. O tratamento também pode ser retomado depois da gravidez.

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Além disso, independente de já ter iniciado a transição de gênero, o organismo segue as modificações normais de uma gestação. “Os hormônios da gravidez que vão predominar”, explica a Dra. Carla, destacando que é possível até que a pessoa amamente a criança depois do parto, já que as glândulas mamárias são estimuladas durante a gravidez.

 

“Se o gestante tomou poucas doses de testosterona e interrompeu o uso, seguindo orientação médica, ele pode amamentar”, acrescenta a Dra. Mariana.

Consequências dos hormônios para o feto

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Caso não interrompa a ingestão de testosterona, quem mais corre riscos durante a gravidez é o feto feminino. De acordo com a Dra. Mariana, o hormônio masculino pode causar alterações severas no organismo do bebê.

 

“A principal mudança é no órgão genital, que pode ter características dos dois gêneros, resultando em uma deformação. Além disso, a testosterona altera também a formação cerebral do feto, através das sinapses. Pode nascer uma menina mais agressiva, masculinizada”, explica.

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Já no caso de um feto masculino, as consequências são menores, pois os efeitos do hormônio são sentidos de forma mais natural. “Como ele já tem a testosterona predominante no organismo, não há tantos problemas caso o feto entre em contato com o hormônio”, aponta a Dra. Carla, “Diferente do feto menina, que sofre uma virilização mesmo”.

(msn)



Maior diamante bruto do mundo é vendido por US$ 53 milhões


Publicado em: 26/09/2017
 

Cinquenta e três milhões de dólares, ou pouco mais de 167 milhões de reais. Esse é o preço do maior diamante bruto do mundo, de 1.109 quilates, vendido pela canadense Lucara Diamond para a empresa Graff Diamonds.

 

As negociações, segundo os novos detentores da pedra preciosa, demoraram um ano. “Nossa equipe de artesãos altamente qualificados trabalhará dia e noite para garantir que façamos justiça a este singular presente da Mãe Natureza”, declarou Laurence Graff, dono da Graff Diamonds.

 

O diamante, batizado de “Lesedi La Rona” (“Nossa Luz”, na língua tswana), foi encontrado em novembro de 2015 pela Lucara em Botsuana – país africano é o segundo maior produtor do mundo da pedra preciosa, atrás apenas daRússia. Em 2016, a pedra preciosa foi levada a leilão pela Sotheby’s de Londres, mas não encontrou um comprador disposto a pagar 70 milhões de dólares.

 

Apesar do tamanho impressionante – um pouco menor que uma bola de tênis – e de ser o maior diamante descoberto em mais de 100 anos, o “Lesedi La Rona” não quebra um recorde histórico, ocupado pelo “Cullinan”.  Com 3.016,75 quilates, esse diamante bruto, encontrado em 1905 na África do Sul e transformado em nove pedras para a Coroa britânica, ainda segue como o maior de todos os tempos na sua categoria.

(msn)



Você conhece um JACÁ?


Publicado em: 18/09/2017
 

Segundo o dicionário, o significado é “Cesto feito de vime ou bambu, de tamanho grande. Antigamente os bares vendiam, além de bebida, frutas e verduras que eram expostos em jacás. Estes jacás ficavam no chão do bar, e de vez em quando algum cidadão bebia demais e pisava sem querer num dos jacás. Daí a expressão “enfiar o pé no jacá”, que virou “enfiar o pé na jaca“.

O Jacá ou balaio é um cesto de aproximadamente 60 litros, feito por mãos habilidosas e utilizando-se como matéria prima o bambu (taquara) ou ainda cipó são joão ou imbé ou ainda cipó-imbira, etc que deve ser colhida (cortada) na lua minguante para não carunchar. Trançado habilidosamente sem uso de arames ou metais tem o formato de um grande cesto e é muito usado na zona rural para transportar milho, feijão, forragens e etc. Seu uso pode ser de forma manual, ou seja transportado pelo trabalhador ou no lombo de animais. É usado também como medida no caso de se comercializar legumes ou cereais entre os habitantes das zonas rurais.

Antigamente, em meados dos séculos XVII e XVIII, o transporte de cargas e mercadorias tornou-se expressivo com o advento da economia mineradora. O transporte de tais mercadorias era realizado por tropeiros, que se utilizavam de mulas, as quais transportavam dois jacás em seu lombo.

 

 

Durante o trajeto, muitas vezes os tropeiros paravam nas vendas (mercearias à beira das estradas) para pernoitarem ou para descansar um pouco. Ali eles faziam uso de bebida alcoólica, principalmente a cachaça, e acabavam se embriagando. Alguns, depois de muitos goles, passavam por certos vexames na hora de subir no lombo das mulas, oportunidade em que  acabavam enfiando o “pé no jacá” na hora de seguir o seu destino. Nessa história, a pobre jaca (fruta) acabou tomando o lugar do objeto de carga (jacá).

– Um jacá de milho deve conter 120 espigas de milho seco, assim diz-se que é um balaio de duas mãos, sendo cada mão 60 espigas.



Nossa terra, nossa gente – cestos de bambu fazem sucesso e poesia


Publicado em: 15/09/2017
 

Autor: Valdomiro Oliveira Campos (artesão)

Descrição física: Cestos trançados com bambu

Comercialização: “As encomendas vêm do Mercado Municipal de Januária, principal comprador desse artesanato. Toda semana os artesãos entregam peças no mercado e já retornam com o dinheiro ou com alimentos. Às vezes recebem encomendas de pessoas da região que hoje moram em cidades grandes, como São Paulo Brasília”. (pg. 17)

Materiais: Fibra vegetal, bambu

“Os mestres artesãos utilizam duas espécies de bambu para tecer as peças, como usam dizer. O bambu verde, mais fino e de cor verde, é empregado para tecer o fundo (base) dos cestos, o corpo e fazer acabamento. Pode-se tecer uma peça apenas com esse tipo. E com o Bambu amarelo, conhecido também como bambu-gigante, mais grosso e amarelo se fazem as alças, os acabamentos e arremates. Também pode ser utilizado para tecer parte do corpo da peça, fazendo um matiz decorativo, uma faixa de cor deferente”.

Técnicas: Trançado

Descrição do processo técnico:

“Primeiro, com o facão cortam pedaços pequenos do bambu a partir da raiz, parte que utilizam para fazer as ‘pernas’: ‘tiras’ mais largas, usadas para montar a base (fundo) e levantar o corpo da peça. Em seguida, abrem o bambu ao meio, depois vão retirando as tiras mais finas, que são usadas para tecer ou trançar a peça. Com uma faca, retiram das tiras o ‘miolo’, isto é, a parte interna do bambu, que não é utilizada. (…)

O bambu é cortado em todo seu comprimento em tiras cuja largura depende do tipo de objeto que se quer fazer: as mais largas são usadas para tecer peças maiores; as mais estreitas, para peças menores. As tiras são cortadas e desbastadas para cada fase de confecção da peça – para tecer a base, o corpo e fazer o acabamento – com largura adequada à fase que se está tecendo e tirada do bambu certo, verde ou amarelo. Se os artesãos não conseguem terminar uma peça cujas tiras já estão cortadas, guardam-nas mergulhadas em água para que não sequem, assim, readquirem a flexibilidade necessária ao traçado.
(…)

Começam dispondo num banquinho ou no chão 12 pernas que irão totalizar, no final, 24 pontas. As pernas são dispostas de três em três em formato de cruz, compondo assim a estrutura da base do cesto, o que, no dizer dos artesãos, é dar fundo à peça. Em seguida, introduzem mais uma perna, que é presa ao centro da estrutura. É a chamada perna mestra, e sua finalidade é formar com as demais o número ímpar de pontas, necessário para dar início ao trançado.

Montada a estrutura, inicia-se a amarração com tiras finas e longas. Apoiando o joelho ou o pé sobre as penas dispostas no chão, vão passando a tira em movimento circular, prendendo as pernas de três em três, depois prendendo as duas e soltando uma, e por fim prendem de uma em uma continuando assim até completar o cesto.

Trançado o ‘fundo’, as pernas são dobradas para que fiquem perpendiculares à base, definindo, assim, o esboço do corpo do cesto. Nesse momento, os artesãos passam a trabalhar com a peça sobre o colo, não mais no chão. Inicia-se então o trançado do corpo, passando-se as tiras de uma em uma até tecê-lo todo. À medida que cada tira utilizada termina, outra é introduzida até que se alcance a altura desejada.
Terminado o trançado do corpo, as pernas são aparadas numa mesma altura. Em seguida, é feita uma amarração na borda, usando-se uma tira bem mais fina e torcida, o que propiciará firmeza e acabamento.

Para o acabamento das bordas de alguns cestos são usadas tiras mais finas e largas (feitas de bambu amarelo), chamadas de talas de enrolar, que são introduzidas em um orifício do trançado e puxadas para fora numa espécie de laçada. Se a peça tiver alça, esta é confeccionada com esse mesmo tipo de tala”.

 

“As ferramentas são simples: facão, faca e lima para amolar”.

Utilização:

Recipiente

Balaio para milho

Contexto socioeconômico:

“(…) foram os bandeirantes paulistas que fundaram as primeiras povoações, as atuais Matias Cardoso, Januária, São Romão e Guaicuí, todas às margens do Rio São Francisco, eixo econômico da região”.

 

“Sua população registra 63.458 habitantes, 56,54% residentes na área urbana e 43,465 na área rural. O índice de desenvolvimento humano (IDH), inferior aos de todo o estado, alcança o nível médio de 0,509 (1991).

A economia concentra-se fortemente nas atividades agropecuárias, embora os setores terciário (comércio e prestação de serviços) e secundário (agroindústria) apresentem expansão nos últimos 10 anos”.

 

“[Valdivino Campos] Estudou até a terceira série primária e diz que sabe ler apenas o suficiente para se defender na vida. Mantém a família fazendo cestos e balaios diariamente, cujas encomendas divide com o irmão Valdomiro. Nenhum dos filhos de Valdivino quis aprender a trançar, estão todos estudando e não se interessam pelo ofício do pai. Um explicação que parece lógica para esse desinteresse é a precária condição de vida da família”.

 

“E os mestres artesãos prosseguem, continuam a produzir o ano inteiro, só param alguns dias do ano, nos meses das chuvas, quando vão cuidar das pequenas lavouras em volta de suas casas. Entretanto, mesmo cuidando das roças, se recebem encomendas, aceitam e trabalham à noite”.

 

“A renda mensal que obtém com a venda dos objetos não atinge um salário mínimo, mas, mesmo assim, não há quem duvide de que carregam em seus cestos e balaios muita esperança. Esperança de uma vida melhor”.

 

“As famílias são formadas por pequenos proprietários de terra, que trabalham com agricultura de subsistência e pequenas criações de gados, porcos e galinha, e por trabalhadores rurais sem terra, que têm apenas o lote em que moram e trabalham como diaristas nas propriedades locais.

As mulheres dedicam-se ao trabalho doméstico e também à lavoura, juntamente com o marido e os filhos mais velhos.

Os adultos de hoje em sua maioria cursaram até a quarta série do ensino fundamental, sendo, contudo, ainda muito comum encontrar analfabetos entre eles.

Em contrapartida, a realidade das crianças e dos jovens é melhor: todos os que se encontram em idade escolar estão estudando, e a maioria chega a concluir a oitava série e o segundo grau.

Os homens, assim que atingem os 16 anos, não encontrando trabalho no município, migram para outras regiões a fim de atuar no plantio e na colheita de grandes fazendas. É trabalho sazonal, e alguns jovens ficam até seis meses fora da comunidade. As moças, quando não saem para trabalhar como domésticas em Januária, casam-se muito cedo, antes de completar 20 anos.

A região de Estiva não tem rios nem riachos, e a população se serve de quatro poços artesanais, cisternas e barragens que reservam água das escassas chuvas.

A maior parte das moradias tem luz elétrica e banheiro, mas encontramos casas em que as famílias ainda fazem o uso de lamparinas, mesmo estando a apenas sete quilômetros do município. A população conta com uma escola estadual, que oferece matrículas da pré-escola à quarta série do ensino fundamental, uma igreja católica e várias linhas de ônibus. Não há, porém, serviço telefônico.

Enfrentam-se atualmente problemas graves: a população está sendo vítima de assaltos e roubos em suas casas, muito próximas de bairros periféricos de Januária, considerados de risco com relação à criminalidade; também estão perto do lixão da cidade, depósito a céu aberto que atrai para as residências moscas e vários outros insetos nocivos à saúde. Por intermédio da Associação Comunitária, os moradores estão, unidos, lutando para resolver essas questões”.

Contexto cultural:

“Raros casarões antigos misturam-se com novas construções em seus becos e ruelas, onde a vida segue, pacata”.

 

“Famosa pela qualidade de sua cachaça, a cidade de Januária possui ricos artesanato e folclore. Com um dos melhores carnavais de rua de Minas Gerais, seu clima é de animação constante. No cais, onde a noite acontece, bares, restaurantes, festas e muita gente circulando pela avenida que beira o rio”.

 

“Com sorrisos sempre abertos, carregam a esperança pela vida – no trabalho, nas festas de São Cristóvão (padroeiro da Comunidade de Lapão), de São João, nas danças de São Gonçalo e do balaio, esta última com música do folclore regional, que transcrevemos:

 

Eu queria ser balaio
Balaio eu queria ser
Para andar dependurado
Na cintura de você

 

Balaio, meu bem, balaio
Sinhá, balaio do coração
Moça que não tem balaio
Sinhá, põe a costura no chão

 

Eu queria ser balaio na
Colheita do café
Para andar dependurado
Na cintura do Zezé

 

Balaio, meu bem, balaio,
Sinhá, balaio do…

 

Eu queria ser balaio na
Colheita do feijão
Para andar dependurado
Na cintura do João

 

Balaio, meu bem, balaio
Sinhá, balaio do…
Eu queria ser balaio na
Colheita da mandioca
Para andar dependurado
na cintura da Chandoca

 

Balaio, meu bem, balaio
Sinhá, balaio do…”.

 

“A cestaria também atende às necessidades do meio rural, especialmente os balaios que, com ou sem alça, são comuns na região. Extrapolando seu uso primeiro, inspirou uma dança presente na zona rural de toda Minas Gerais”.

 

Contexto ambiental:

“Em Januária, o sol se faz presente durante o ano inteiro, o que permite aproveitar as praias do Rio São Francisco, um dos patrimônios naturais do município, no qual se encontram ainda o Vale do Peruaçu, que reúne em suas veredas cenário único, de flora diversificada e fauna de espécies raras, centenas de cavernas e mais de 100 sítios arqueológicos e espeleológicos, além de cachoeiras do Rio Pandeiros”.

 

“A matéria prima, era de fácil acesso. (…) Aí começou o desmate, para fazer pasto para gado, o povo botava fogo nas terras, e o fogo atingia as moitas de bambu, as moitas que meu pai usava foram todas queimadas. Outras vezes os fazendeiros mandavam cortar tudo porque começava a aparecer muita cobra no bambuzal”.

 

“O bambu não é mais encontrado com facilidade na região. Agora, os artesãos têm que pagar pela madeira (é assim que denominam o bambu) e a um carroceiro para transportá-la até suas casas”.

 

“A região de Estiva não tem rios nem riachos, e a população se serve de quatro poços artesianos, cisternas e barragens que reservam água das escassas chuvas.”

 

“Antes de cortar o bambu, há muitos detalhes a serem observados. Para Valdivino e Valdomiro, ele só pode ser cortado nas fases minguante e crescente da lua, nunca durante a lua nova ou cheia, para evitar que depois de pronta a peça se encha de caruncho (bicho). Além disso, precisa ser cortado rente na terra, para que a planta brote: Se cortar com toco alto, o bambu morre, tem que cortar baixo, recomenda Valdivino”.

Notas:

Fonte:

PEREIRA, Tereza Cristina do Carmo. Cesteiros de Januária. Rio de Janeiro: Funarte/CNFCP, 2003.

Bibliografia Associada:
Cesteiros de Januária

(http://www.acasa.org.br)

 

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CELULAR carregando pode EXPLODIR?


Publicado em: 06/09/2017
 

Porque um celular explode? Aparelho celular pode explodir, seja carregando, na mochila ou mesmo no bolso. Uma notícia roda a internet sobre celular que explode quando atendido enquanto está carregando, mas será que é verdade? A bateria fornece energia elétrica para o funcionamento do celular e as bateria de lítio acumulam muita energia em um pequeno espaço.

 

O uso de carregador falso danifica o celular além de possibilitar falhas na bateria que podem levar a explosão, usar carregador pirata, bateria pirata para celular ou mesmo celular pirata podem aumentar a probabilidade de explosão dos aparelhos celulares.

 

Dentre os objetivos deste vídeo, destacamos:

– Dicas de segurança para uso de celulares.

– Como funciona internamente uma bateria.

 

Abordamos os seguintes itens no decorrer deste vídeo:

– Existem muitas reportagens e notícias que falam sobre explosão de celulares, sejam carregando, nas mochila ou no bolso dos usuários.

– A bateria de um celular pode sim explodir e causar danos. A bateria é o que fornece energia elétrica para o funcionamento do celular.

– As baterias atuais são fabricadas em lítio que consegue armazenar grande quantidade de energia mas não é um material tão estável.

– Um eletrólito mantém o interior da bateria estável, em caso de falha do eletrólito uma reação exotérmica pode causar sobreaquecimento na bateria e isso pode lavar a um incêndio ou uma explosão.

– Um circuito eletrônico dentro da bateria mantém a temperatura da bateria ideal, fazendo o controle e monitoramento desta temperatura.

VEJA O VÍDEO PUBLICADO POR

 Publicado em 5 de set de 2017