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Curiosidades

A província turca que leva o nome do herói Batman


Publicado em: 10/08/2018
 

A província de Batman, na Turquia, está localizada no sudeste do país e conta com cerca de 500 mil habitantes. Ela é umas das mais importantes da região devido às reservas e refinarias de petróleo instaladas por lá. O algodão é a principal atividade agrícola de Batman.

 

O nome da cidade é devido a uma antiga medida turca de peso e a pronúncia correta para seu nome é “Baht-man”. Em 2008, o prefeito de sua capital homônima teria reivindicando os direitos autorais de propriedade intelectual pelos filmes hollywoodianos que levavam o nome do “homem-morcego”, porém sem sucesso.

 

Recentemente um internauta turco, Kemal Atakan K?rca, foi a internet para criar um novo capítulo nessa história. Ele deu início a uma petição online onde sugeria que as fronteiras da província fossem redesenhadas para se parecer com o formato do super-herói.

 

“Batman precisa de algumas mudanças! Poderemos começar pelas fronteiras. Se as mudarmos, parecerá mais realista”, explicou Kirca, através da plataforma change.org. A petição já reúne cerca de 23 mil assinaturas. A meta de Kirca é atingir 25 mil assinaturas, ou mais. Na petição, o nome da capital também deve ser alterado e deverá passar a se chamar Gotham, assim como nas histórias que vivem o personagem.

O diretor Christopher Nolan em 2008 foi processado pelo prefeito de Batman, Huseyin Kalkan, por aparentemente ter infringido direitos autorais de propriedade intelectual em seus filmes. E além de perder o processo, Kalkan ainda teria atribuído à franquia de filmes a culpa por uma série de crimes e um aumento nas taxas de suicídio de moradores da cidade.

 

“Só há um Batman no mundo. Os produtores norte americanos usaram o nome da nossa cidade sem nos informar”, informou Kalkan ao jornal britânico “The Telegraph”. A petição do prefeito turco não possui valor legal e tem sido recebida com muito humor pelos cidadão de Batman.

(fatos desconhecidos)

 



Sabe por que a camisa da Croácia é quadriculada? Entenda


Publicado em: 16/07/2018
 

O xadrez está presente em vários símbolos nacionais do país e três teorias tentam explicar isso

 

A Copa do Mundo da Rússia chegou ao fim. A França foi campeã vencendo a Croácia na final, jogada em Moscou. A camisa da seleção croata, nada discreta, é xadrez, uma mistura quadriculada de vermelho e branco, que muitas vezes vira piada ao ser comparada a uma toalha de mesa. Mas qual o motivo disso? Você sabe?

A origem do design é controversa e existem pelo menos três explicações para isso: uma lenda relacionada ao rei, uma referência às duas etnias da população e uma homenagem à flor Fritillaria. Conheça as três histórias:
O tabuleiro de xadrez
No século X, o rei croata Stephen Drzislav foi capturado por inimigos da Dalmácia. Para tentar se livrar do confinamento, o monarca propôs aos seus carcereiros uma partida de xadrez. Se ele vencesse o embate, estaria livre, mas, se perdesse, seria morto. Ele venceu e, quando retornou a seu reino, Drzislav instituiu o tabuleiro de xadrez no brasão e na bandeira croata, que permanecem até os dias de hoje.
Croácia Vermelha e Croácia Branca
A origem do povo croata é incerta e, de acordo com a teoria mais aceita, a tribo se deslocou da área a norte dos Cárpatos, região que forma o sistema de montanhas europeu, nas fronteiras da República Checa, Eslováquia, Polônia, Romênia e Ucrânia, e a Oeste do rio Vístula, maior rio da Polônia, e migrou para a Oeste dos Alpes Dináricos, cordilheira que abrange partes da Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Sérvia, Montenegro e Albânia. Essa região é chamada de Croácia Branca. Na população, também existem linhagens originárias do Oriente Médio e sua frequência nos Bálcãs é alta, mas os escandinavos são os únicos similares a eles. Acredita-se que o grupo tenha permanecido o último período glacial no Sul da península Balcânica, migrando para o Norte à medida que o gelo recuava.
 
As pétalas quadriculadas
Fritillaria é uma flor pertencente à família dos lírios e foi identificada pela primeira vez na Europa, em 1571. Com um formato de sino com bulbos com escamas carnudas e as pétalas quadriculadas, é muito utilizada na medicina chinesa. Sua aparência teria inspirado a bandeira.
Reprodução
(Portal Uai)


Família que tem 15 pessoas com 6 dedos, nas mãos e nos pés


Publicado em: 30/06/2018
 

Brasilienses ficaram conhecidos na última Copa quando Brasil também buscava hexa. Mutação genética foi herdada de advogado que ajudou a fundar Clube do Choro no DF

 

Com seis dedos nas mãos e nos pés, os 15 membros da família Silva viraram uma espécie de “amuleto de sorte” da seleção brasileira em Brasília. Desde o Mundial em 2014 eles decidiram aproveitar a variação genética para incentivar o Brasil rumo à conquista do sexto título mundial.

“Hexa nós já somos, falta agora o Brasil correr atrás do dele. Mas dessa vez vai.”

A história dos Silva foi revelada durante a Copa do Mundo no Brasil e, à época, ganhou repercussão internacional. Desde então, nasceu mais um Silva com seis dedos e eles são procurados para dar palpites sobre a seleção e também para falar sobre a mutação genética.

A anomalia – termo médico para a diferença – começou com um dos pioneiros de Brasília, Francisco de Assis Carvalho da Silva, já falecido. Conhecido como “Six”, ele era advogado e músico. Ganhou notoriedade por causa do dedo extra e também por ser um dos fundadores do Clube do Choro, um espaço tradicional da música em Brasília (veja mais abaixo).

Agora vai

Membros da família da Silva que tem 6 dedos nas mãos posam para uma foto em Brasília (Foto: Joedson Alves/Reuters)

Membros da família da Silva que tem 6 dedos nas mãos posam para uma foto em Brasília (Foto: Joedson Alves/Reuters)

Apesar da conquista do hexa não ter ocorrido na Copa de 2014, os Silva dizem estar confiantes que dessa vez o Brasil conquista a Copa. “O hexa tem que sair, estamos confiantes. A seleção está muito boa”, diz a administradora Silvia dos Santos Silva.

Para o primeiro jogo do Brasil, no domingo (17), a família se reuniu em um condomínio em Águas Claras. Eles torceram junto com amigos que “infelizmente nasceram só com cinco dedos”, brincam.

Em homenagem ao hexa – o da família e o que a seleção busca – cada um dos Silva vestiu uma camisa com o número 6. Nesta sexta (22), prometem repetir o ritual e apostam na vitória.

“Pelo menos, 2 a 0 a favor da seleção brasileira.”

Entre os jogadores preferidos, eles listam Neymar e Marcelo. “Acho que é melhor seleção dessa Copa do Mundo, diferente da outra [2014]”, afirma o estudante João Assis, de 18 anos.

João Assis, de 18 anos, mostra mão com seis dedos (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)

João Assis, de 18 anos, mostra mão com seis dedos (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)

Seis dedos

A variação genética que fez 15 dos 22 membros da família Silva nascer com seis dedos nas mãos e nos pés é a polidactilia. Sílvia, filha de Francisco de Assis Carvalho da Silva, conta que dos quatro filhos do músico, três – incluindo ela – nasceram com seis dedos.

Netos e bisnetos herdaram a anomalia e dizem estar acostumados a lidar com olhares curiosos de quem percebe, mas não entende, a “marca da família”, como cita a advogada Ana Carolina Silva.

“Muita gente presta a atenção, vê que tem algo de diferente na mão, mas não entende. Outras pessoas não têm coragem de perguntar.”

Ana Carolina explicou que por ter a mão maior do que a média das pessoas, costuma ouvir com frequência brincadeiras sobre o dedo extra. “A clássica é se na manicure eu pago mais caro”.

Sorrindo, ela já emenda a resposta, “digo que não, porque lá se paga pela mão e pelos pés feitos”. Mas tem uma excessão.

“Para fazer a unha decorada é mais caro, cobram por quatro dedos a mais, nas mãos e nos pés.”

Aceitação e adaptação

Os Silva dizem que aprenderam a ver e conviver com a mutação genética. Na “família hexa” as crianças são ensinadas desde pequenas a valorizar a diferença. Maria Morena, de 12 anos, toca piano desde os 10 e lembra que o professor precisou adaptar as técnicas para ensiná-la a usar o instrumento.

A recomendação dada pela mãe da menina foi a de sempre usar o dedo nos exercícios. “É um dedo funcional, tem que usar”. Maria conta que assim que aprendeu as técnicas sentiu que ter o “dedo extra” tornava o movimento “mais fácil”.

“Consigo alcançar mais teclas do que a maioria das pessoas e ter mais agilidade entre as notas”.

Durante a escrita, a administradora Sílvia dos Santros Silva segura caneta entre o segundo e terceiro dedo (Foto: Marília Marques/G1)

Durante a escrita, a administradora Sílvia dos Santros Silva segura caneta entre o segundo e terceiro dedo (Foto: Marília Marques/G1)

 

Práticas do dia a dia também, foram adaptadas. Silvia, por exemplo, na hora de escrever segura a caneta entre o segundo e o terceiro dedo. Eles encontraram até um jeito de expressar o número 5 com as mãos. Ao invés de mostrar a mão completa, costumam dobrar um dos dedos.

Agora, quando vão apontar algum objeto, às vezes causam um certo incômodo. Silvia explica que a família usa dedo do meio, que desempenha a função de indicador. “Mas gera confusão”, diz ela.

“Acham que estamos fazendo ‘aquele gesto’.”

 

Dedo 'extra' do estudante Bernardo Assis está entre o polegar e o que seria o 'segundo dedo' (Foto: Marília Marques/G1)

Dedo ‘extra’ do estudante Bernardo Assis está entre o polegar e o que seria o ‘segundo dedo’ (Foto: Marília Marques/G1)

Na escola, os mais jovens da família também aprenderam a naturalizar a condição. Com seis dedos também nos pés, os meninos dizem lidar bem com a situação, apesar de evitarem usar sandálias de dedo, que normalmente “não ficam bem”.

Entre as meninas, a família optou por retirar um dos dedos do pé ainda quando são bebês. O motivo, além de estético, é a dificuldade em encontrar sapatos femininos mais largos, feitos para quem tem seis dedos.

'Família hexa' junta as mãos durante encontro da família (Foto: Marília Marques/G1)

‘Família hexa’ junta as mãos durante encontro da família (Foto: Marília Marques/G1)

Interesse científico

O dedo que dá aos Silva o título de “hexa” está localizado entre o polegar e o indicador. O movimento de pinça, normalmente usado para segurar objetos é feito com ele, que tem um papel funcional no corpo.

Na medicina, segundo explicam os membros da família, há poucos registros pessoas nesta mesma condição. Devido à transferência hereditária da polidactilia para tantos parentes, dois membros da família Silva – o estudante João, de 18 anos, e a administradora Sílvia foram chamados para um estudo em uma universidade alemã.

Na Europa, os dois passaram por testes de força, responderam a questionários e fizeram exames para descobrir qual a região do cérebro é ativada quando movem o “dedo extra”. Até esta quinta (21), o resultado ainda não tinha sido divulgado. Quando houver uma conclusão, o estudo será replicado em pessoas que perderam o movimento de algum membro, por exemplo.

No DF não é possível estimar o quão frequente é a característica de um sexto dedo com uma função evidente, mas, segundo especialistas, é possível dizer é que “entre 3% e 5% dos bebês nascem com algum defeito congênito, e que os dedos a mais são os mais recorrentes”.

A alteração genética está ligada à hereditariedade e, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, não há fatores externos que possam desencadeá-la. O mais comum é que a pessoa nasça com apenas um dedo a mais em cada membro, mas há casos em que a mutação vem acompanhada de lábio leporino ou de doenças no coração.

Embora geralmente os dedos a mais funcionem bem, a cirurgia para extraí-los costuma ser recomendada. O tratamento é oferecido pela rede pública do DF, mas a mudança nas mãos não chega nem a ser cogitada pela família Silva.

Fonte G1



Entenda em quais situações o juiz utiliza o VAR e como é a comunicação


Publicado em: 19/06/2018
 

A Copa do Mundo da Rússia entrou para a história antes mesmo de começar, por conta de uma novidade: o Árbitro de Vídeo (VAR). E já na primeira rodada, a tecnologia “entrou em campo” em algumas partidas e determinou lances como o pênalti que deu a França a vitória por 2 a 1 sobre a Austrália.

 

O não uso do VAR por suposta opção da arbitragem também começou a ser discutido em rodas de torcedores e programas de televisão. Então, para que você não tenha dúvidas em relação a este recurso, abaixo seguem algumas respostas importantes.

 

Resultado de imagem para imagens de arbitro de video

 

Árbitro e VAR conversam o tempo inteiro?

O fone do árbitro e o microfone do VAR estão abertos o tempo todo, mas isso não significa que durante todo o jogo um esteja falando com o outro. A comunicação é feita apenas para avisar em lances que estão sob revisão.

 

Existe um idioma universal do VAR, como na aviação?

Há alguns comandos pré-estabelecidos a serem dados para indicar revisão. O idioma para a conversa depende de quem estiver na cabine. Por exemplo, se o árbitro de campo falar espanhol e o VAR também, nada impede que se comuniquem no idioma. Se forem de países com idiomas diferentes, é preferível o inglês.

 

Ninguém sabe o que é dito entre juiz e VAR?

A comunicação só é ouvida pelo árbitro, assistentes em campo e quem está na sala do VAR, no Centro Internacional de Mídia, em Moscou, onde ficam o VAR e seus três assistentes.

 

O VAR avalia todos os lances durante o jogo?

Sim, o VAR analisa todos os lances e avisa o árbitro em campo caso alguma marcação esteja sob análise.

 

Tudo é gravado?

Sim, para ser avaliado depois pela comissão de arbitragem da Fifa.

 

O árbitro de campo pode chamar o VAR?

Pode consultar caso haja dúvida em alguma marcação para pedir revisão.

 

De quem é a decisão final, do árbitro do campo ou do auxiliar de vídeo?

Sempre do árbitro de campo. Para os lances interpretativos, o auxiliar de vídeo passará a informação, e o de campo tomará a decisão.

 

O árbitro do campo pode rever o lance no monitor?

A Fifa mudou seu protocolo e a partir de agora recomenda que apenas lances interpretativos possam ser revistos pelo árbitro de campo.

 

A visualização em câmera lenta pode ser utilizada?

Apenas em lances não interpretativos, como para determinar se houve contato entre o jogador e a bola em um lance, ou no caso de confusão de identidade de jogadores para aplicação de cartão.

 

O VAR auxilia em qualquer lance de cartão?

Não, apenas em incidentes passíveis de cartão vermelho.

 

Como em outros esportes, jogadores e comissão técnica podem pedir ajuda do VAR?

Não, isso é proibido. Jogadores que fizerem o gesto indicando uma televisão (usado pelo juiz para indicar que pediu auxílio do VAR) podem inclusive serem punidos com cartão.

 

Até quando o árbitro pode mudar uma marcação?

Depende do lance. Em casos de gol, pênaltis ou impedimentos, a decisão precisa ocorrer antes que a bola seja colocada em jogo novamente. Em casos de identidade trocada, pode acontecer depois.

 

Existe um tempo-limite para tomada de decisão?

Não, mas a tendência é que as decisões levem entre 30 segundos e um minuto.

Com informações da Folhapress.



Como evitar ser abduzido por alienígenas, usando coisas simples


Publicado em: 28/05/2018
 

Você acha mesmo que estamos sozinhos nesse universo gigantesco? Tem gente que aposta que sim, mas já mostramos alguns relatos de aparições de extraterrestres que deixam qualquer cético balançado, como você já viu aqui, nessa outra matéria.

 

Muita gente por aí acredita serem reais as possibilidades de qualquer indivíduo ser abduzido por alienígenas a qualquer momento. Aliás, muitos são os relatos de pessoas que juram já ter enfrentado experiências de abdução e de contato direto com alienígenas.

 

Tem até gente que se dedica a estudar o assunto, acredita? Um bom exemplo disso é a ufologista Ann Druffel, que garantiu, em entrevista, que os extraterrestres realmente estão por aí e que não são nada amistosos: estão apenas interessados em estudos a estrutura do corpo humano e fazer experiências conosco.

 

Portanto, pelo sim e pelo não, melhor saber como se defender dessas criaturas e saber como evitar ser abduzido por alienígenas, não acha? Na lista abaixo, como você vai ver, selecionamos alguns técnicas de defesa que os especialistas garantem funcionar contra os ETs.

 

OBS: caro leitor, tenha bom humor! Obviamente, as informações abaixo são apenas uma forma descontraída de lidar com o assunto… (ou não).

 

Como evitar ser abduzido por alienígenas:

1. Ilumine o lugar

 

Quase não se ouve falar em ataques de ETs sob a luz do dia. Isso sugere que eles não gostam de lugares iluminados. Por isso, uma boa forma de evitar ser abduzido por alienígenas é deixando a luzes acesas durante a noite. Usar uma lanterna também pode ser útil.

 

2. Utilize sal

Alguns relatos afirmam que a pele dos ETs é bem parecida com a dos répteis. Se isso for verdade, você pode tentar usar sal para evitar ser abduzido por alienígenas, já que a Ciência aponta esse nosso tempero aparentemente inocente como um agente corrosivo da epiderme desses animais.

 

De repente, se você cercar sua câmera com um círculo de sal pode funcionar como uma barreira contra os extraterrestres.

 

3. Construa uma gaiola

Não é para você pirar, nem nada disso, mas construir uma gaiola que proteja sua cama pode ser uma boa ideia. Isso, claro, partindo do princípio de que a maior parte dos “casos” de abdução acontecem quando os alienígenas estão bem próximos às suas vítimas. Logo, as grades podem evitar essa aproximação dos extraterrestres.

 

4. Ligue o ventilador

Dizem também que um simples ventilador ligado pode manter os alienígenas afastados. Embora não pareça ter lógica alguma nisso, quem entende de extraterrestres diz que o movimento das pás e o barulho que isso faz interfere na capacidade extrassensorial dos ETs.

 

5. Use todas as armas

Quem estuda os ETs garante que eles são criaturas interessadas em fazer apenas experiências físicas em humanos e não estão abertos a diálogo. Portanto, não tente se comunicar com essas criaturas.

 

Se você notar que pode ser um alvo desses seres e pode ser abduzido por alienígenas a qualquer momento, utilize todos os métodos de defesa e prevenção que listamos até aqui. E, em último caso, adota a dica abaixo.

 

6. Ataque certeiro

Pessoas que já foram atacadas por ETs no Arizona relataram que os alienígenas têm uma pele bastante fina, quase transparente, ao ponto de deixar transparecer seus órgãos dentro do corpo.

 

Em último caso, use isso ao seu favor e ataque! Mas é bom que seja um ataque certeiro porque, muito provavelmente, você não vai ter uma segunda chance!

 

E então, acha que está apto a se defender dos extraterrestres agora?

 

E, se você ainda acha que tudo isso não passa de loucura, você deveria conferir esse outro post: EUA divulgam vídeo de óvni e admitem investigação que durou 5 anos.

Fonte: Super Interessante, Mega Curioso