Curiosidades

8 invenções que os detentos improvisam na prisão


Publicado em: 09/12/2016
 
O livro Prisoners’ Inventions, escrito pelo detento Angelo, detalha mais de 50 invenções que dão mais comodidade aos presos dos EUA. Aqui no Brasil, rola até fabricação de cachaça na cadeia. Lembramos que as descrições a seguir são meramente informativas e não um manual para ser copiado.

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

ISQUEIRO DE PILHA

1. Duas pilhas pequenas são presas uma à outra com fita adesiva, com polos opostos fazendo contato

2. Um pedaço de fio de cobre com as pontas desencapadas é preso com a fita adesiva nos polos livres das pilhas

3. É só encostar as pontas dos fios para fechar o circuito. A eletricidade esquenta o cobre, que acende o cigarro

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

VELA DE POTE

1. É preciso atravessar um barbante, feito com vários fios de camiseta enrolados, por uma tampa de alumínio, como aquelas de potes de iogurte

2. Um pedacinho de papel alumínio é enrolado no barbante para ajustar o tamanho da chama e manter o pavio firme no buraco da tampa

3. O potinho então é preenchido com óleo para bebês, que os presos descobriram ser um combustível bem menos perigoso que álcool e querosene. Conforme a vela queima, coloca-se pedras para subir o nível de óleo e facilitar a absorção pelo pavio

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

AQUECEDOR DE ÁGUA

1. Duas escovas de dente são grudadas em forma de “T”. Os presos derretem os pontos de contato, juntam as escovas e deixam esfriar

2. Pedaços de metal – prendedores de folha de fichário, por exemplo – são presos com elástico nas escovas

3. Os prendedores formam pinos para plugar na tomada. A corrente elétrica aquece o metal que, por sua vez, esquenta a água

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

CAMISINHA DE PLÁSTICO

1. Na falta de preservativos para os momentos mais íntimos, os presos improvisam usando sacolas plásticas

2. O plástico deve ser bem preso e moldado até tomar a forma do dito-cujo. Um elástico de borracha prende a ponta

3. O espaço entre o elástico e a ponta deve ser pequeno. Isso evita acúmulo de ar e diminui a chance do plástico estourar

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

DADO DE PAPEL

1. Um lenço de papel molhado é modelado como bolinha e repete-se o processo. Seis camadas dão para um cubo

2. Na hora de modelar o cubo é preciso cuidar para não apertar demais e tirar toda a água do papel

3. É hora de apertar os cantos para deixar as faces retas. Depois de seco, pinta-se as bolinhas no dado

4. O dado é mergulhado rapidamente em uma mistura de água e açúcar para criar uma camada rígida

COPO DE PAPEL

1. Lenços de papel são abertos e molhados, um sobre o outro. Repete-se o processo até que se possa moldar o papel

2. O punho fechado serve de molde. É importante apertar o papel para tirar o excesso de água e deixar secar

3. A parte interna é forrada com plástico. A sobra é dobrada para fora e coberta com outra camada de papel

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

TATUADOR DE CANETA

1. Um pedaço de metal fino, mas firme, como um clipe, é moldado em “L” para servir como agulha

2. A ponta mais longa do clipe é raspada numa superfície áspera, como paredes ou chão da cela, até ficar bem afiada

3. Outro arame é enrolado em espiral para caber justinho no eixo de um motorzinho de walkman ou de brinquedo (o motor precisa ser fornecido por alguém de fora da cadeia)

4. A perna mais curta da agulha é encaixada entre os dentes da engrenagem do motor, ficando presa pela espiral

5. Um prendedor de caneta dobrado serve como suporte para a ponta

6. A ponta é encaixada no motor, com a agulha passando por dentro. O tubo de carga fornece tinta

7. O encaixe da ponta no motorzinho é finalizado com fita adesiva

8. Os fios do motor são ligados a duas pilhas. O eixo gira e movimenta a ponta para frente e para trás

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime

PINGA DE PANELA

1. Essa receita é bem brasileira! A cachaça feita improvisada e artesanalmente na prisão tem o apelido de “Maria Louca”. Em um balde ou tambor com água são colocados grãos de pipoca ou de arroz e o dobro, em peso, de açúcar e cascas de frutas. Depois é só vedar a boca do recipiente com um pano

2. A mistura fica fermentando por uma semana. Depois desse período vai para um recipiente metálico. O pano serve como filtro, retendo grãos e cascas.

3. O caldão é fervido em um aquecedor improvisado. A tampa da panela deve ter um furo para passar, justinho, uma mangueira conectada a uma serpentina (que também vem de fora da cadeia)

4. O vapor de álcool passa pela serpentina – resfriada com uma caneca de água pelo detento. Na outra ponta do tubo, pinga o líquido destilado. Cada quilo de grãos rende quase dois litros de bebida e as cascas de fruta dão o sabor

Laboratório do crime

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Laboratório do crime


Colecionador afirma ter achado fotos da mulher de Hitler nua


Publicado em: 09/12/2016
 
Mais de meio século depois, Adolf Hitler segue sendo pesquisado a fundo. E em meio a essas pesquisas, polêmicas imagens envolvendo sua esposa, Eva Braun, podem ter sido encontradas.
O responsável pela possível descoberta é Bernard S., colecionador austríaco. Ele afirma que comprou do antiquário Stefan Kreuzmayr fotos nas quais é possível ver Eva Braun completamente nua.
“Uma mulher veio à minha loja nove anos atrás. Ela trazia uma caixa repleta de fotos. A mulher havia encontrado as imagens no sótão e afirmou que, em duas delas, a figura nua se parecia demais com Eva Braun”, afirma Stefan em entrevista ao Bild.
Mas não é apenas de diz-que-me-diz que se comprova a veracidade das imagens. Tanto o comprador quanto o vendedor afirmam que, na parte de trás da foto, não há dúvidas de que há o nome “Eva Braun” escrito.
A polêmica sobre a veracidade das imagens ainda ganhou mais um elemento em fevereiro. Trata-se da morte do colecionador Guido Freiherr von Zobel Giebelstadt Darmstadt, um renomado historiador militar.Ele teria identificado a mulher como Eva, mas nunca fez a confirmação de maneira oficial.
Tanto Eva quanto Hitler se suicidaram em um bunker em Berlim em 1945. A morte ocorreu simultaneamente à chegada das tropas dos Aliados para tomar a capital alemã, no que marcou o final da Segunda Guerra.
*** blogdoparrini


Por que as aves não caem do galho enquanto dormem?


Publicado em: 08/12/2016
 

“Os passarinhos conseguem dormir sem cair do galho? como isso é possível?”

 

Antes de saber como as aves conseguem dormir sem cair do galho, é preciso esclarecer que o sono de alguns animais é bem diferente do nosso. As aves e mamíferos aquáticos (como os golfinhos, baleias), por exemplo, conseguem descansar o corpo mantendo o cérebro em alerta.

 

No caso das aves, qualquer movimento ou ruído já é o bastante para que estejam prontas para voar. Essa capacidade é chamada de “descanso unilateral do cérebro”, ou seja, enquanto um lado do cérebro dorme, o outro lado permanece atento. Inclusive alguns destes animais podem dormir com um olho aberto e outro fechado, o que garante não ser surpreendido por nenhuma situação de perigo.

 

Pois bem, o “descanso unilateral do cérebro” é um dos fatores que permitem que as aves possam tirar um cochilo sem relaxar totalmente o corpo a ponto de despencar do galho durante o sono. Além disso, as aves são equipadas com pés especializados com quatro dedos livres e tendões capazes de travar os dedos e permitir um “empoleiramento” seguro. Os dedos ficam firmes no galho apenas pela ação dos tendões sobre eles e dessa forma os músculos podem até relaxar enquanto as aves dormem.

 

A articulação nos joelhos das aves também tem seu papel, eles se mantêm dobrados enquanto o pé está preso no galho. Os pés não irão soltar o galho, até que as aves desdobrem o joelho para voar. O joelho dobrado auxilia o trabalho dos tendões e dá ao passarinho a força para segurar firme, mesmo durante o sono!

 

A articulação nos joelhos das aves tem seu papel, eles se mantêm dobrados enquanto o pé está preso no galho.

*** diariodebiologia.

 



Para que serve o bolsinho na frente de sua calça jeans?


Publicado em: 07/12/2016
 

Bolsinho pequeno do seu jeans existe para uma função específica e você nunca soube

 

No site norte-americano de perguntas e respostas Quora, a pergunta foi proposta: “Por que nosso jeans tem um bolsinho pequeno na frente? Era algo útil ou é só uma coisa da moda?”. A verdade é que há utilidade no pequenino bolso das calça jeans, cabe uma moeda, aquela nota solitária que você não pode perder de jeito nenhum ou uma palheta de violão.

Mas será que é para isso mesmo?

Para que o terceiro bolso da frente na calça jeans?

Segundo a lembrança de muitos usuários de jeans, a motivação original para ter um bolsinho na frente da calça era para guardar o relógio de bolso. Até então, os homens usavam seus relógios de bolso pendurados no colete. Para evitar que se quebrassem, a marca Levi’s introduziu esses bolsinhos na calça, especialmente, para guardar o relógio.

 

camisinhas no bolso 0916 400x800 © Fornecido por Batanga Media Difusão pela Internet LTDA camisinhas no bolso 0916 400×800

Mesmo que você pense que o quadradinho da atual calça jeans seja muito pequeno para caber um relógio de bolso, é preciso lembrar também que, conforme o uso de relógios desse tipo foi diminuindo, as fabricantes passaram a diminuir o tamanho dos bolsos. E o blog oficial da Levi Strauss & CO. confirma a hipótese:

“Nosso primeiro jeans tinha quatro bolsos – apenas um atrás, dois na frente, além do pequeno bolso para relógio. Originalmente incluído como proteção para relógio de bolso, essa divisão extra tem várias funções: bolso para camisinha, para fósforo, para entradas de cinema. Esse bolso não só é extremamente útil, como é adorado pelos apaixonados por denim porque desbota naturalmente com o uso”, revela a seção de curiosidades do site da marca.

*** msn



Ficha criminal de 1940 contra Lampião e seu bando é encontrada no RN


Publicado em: 25/11/2016
 

Um prontuário criminal de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e seu bando, datado de 1940, foi encontrado na última semana no arquivo do Itep (Instituto Técnico-Científico de Polícia) do Rio Grande do Norte.

Engavetado há quase oito décadas, o documento foi encontrado há duas semanas e faz parte de um dos três processos contra o bando de cangaceiros mais temido do Nordeste da década de 1930. Lampião e seu bando invadiram as cidades de Mossoró, Martins e Pau dos Ferros, no ano de 1927, e após essa invasão três processos foram instaurados.

O prontuário é datado de dois anos após a morte de Lampião, ocorrida em 1938, mas o Itep atesta sua veracidade. O prontuário é parte de uma peça criminal instaurada em 1927, no qual consta a identificação de Lampião e mais 55 integrantes do grupo. Foi encontrado nos arquivos criminais do Itep e estava misturado com outros que não possuem valor histórico.

Na ficha, não há o nome da companheira de Lampião, Maria Bonita. O órgão, desde aquela época, detinha as fichas criminais de acusados de crimes no Estado, como também os primeiros registros de identificação de moradores e já fazia exames de corpo de delito e necropsia.

De acordo com o chefe de gabinete do Itep-RN, Thiago Tadeu Santos de Araújo, foi neste documento que Lampião e seu bando foram incluídos no cadastro criminal do Estado.

“O documento consta o número 2261, que sugere ser a página do processo. O prontuário criminal de Lampião estava como um documento comum, no arquivo criminal, mas, devido ao seu valor cultural, já separamos e guardamos em outro local”, explica Araújo. “Vamos também digitalizá-lo.”

Domínio Público

O temido cangaceiro Lampião

Futuro museu

Pesquisador das histórias da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outros órgãos de segurança pública do Estado do Rio Grande do Norte, o coronel Angelo Dantas também diz que o prontuário é parte de peça criminal do processo aberto na comarca de Pau dos Ferros. Dantas estuda há mais de 15 anos o resgate da história de segurança pública e possui acervo de fatos históricos que ocorreram no Estado.
“Descobrimos que em 1936 houve uma nova legislação vigente e foi implantado um sistema de identificação criminal. Essa peça, certamente veio da comarca para o Itep com esse novo sistema para identificação dos réus no processo da comarca de Pau dos Ferros. Lá, um soldado foi assassinado pelo bando, que também cometeu roubos e furtos. Como nessa época tudo era difícil, pode-se explicar a demora desse documento ter chegado ao Itep”, explica.
Segundo Dantas, as pesquisas apontaram também que existe a certidão do oficial de Justiça cumprindo a ordem do juiz de prender Lampião. “Por ser um cangaceiro temido e ágil, que fugia rápido após os crimes, o oficial relatou no cartório que percorreu o município de Vitória, atualmente Marcelino Vieira, onde estava o distrito de Pau dos Ferros e não achou o bando.”

No documento, Lampião e seu bando foram enquadrados no artigo 294, parágrafo 1º (assassinato), e no artigo 356 (roubo) do Código Penal brasileiro de 1890.

“Os artigos que ele e seu bando foram enquadrados equivalem ao artigo 121, que é matar alguém, e artigo 157, que é subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça, dispostos no código penal atual [que é de 1940]”, explica Araújo.

Eduardo Vessoni/UOL

Vista do rio São Francisco, entre Sergipe e Alagoas, uma das vias de acesso ao local onde Lampião e seu bando foram mortos

O achado fará parte de uma sala-museu do Itep-RN que deverá ser criada em breve. Além do documento, constarão máquinas fotográficas antigas, material usado em necropsias, documentos das primeiras pessoas civis identificadas no Rio Grande do Norte e fotos, entre outros.Segundo Dantas, Lampião ficou quatro dias no Rio Grande do Norte e, “por onde passou, só deixou desgraça”. Em 1927, segundo Dantas, o bando chegou à região oeste do Estado e invadiu a cidade de Mossoró, porém o então prefeito, Rodolfo Fernandes, e os moradores defenderam o município.

Lampião nasceu em Pernambuco e era filho de um proprietário rural. Sua fama de cangaceiro começou quando ele foi acusado de roubar bodes de outra propriedade. Em 28 de julho de 1938, Lampião e parte do seu bando foram assassinados na fazenda de Angicos, no sertão de Sergipe, vítimas de uma emboscada armada por soldados de Alagoas.