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Curiosidades

Maior sino do mundo será instalado no Brasil


Publicado em: 28/09/2018
 

O Vox Patris ficará numa basílica em Goiás

O sino Gotemba, que fica na cidade de Shizuoka, no sudeste do Japão, pesa pouco mais de 36 toneladas e é considerado o maior em atividade do mundo. Mas seu posto está prestes a ser suplantado pelo Vox Patris, que foi confeccionado na Polônia e será instalado no Brasil, numa torre de 100 m de altura.

O gigantesco sino produzido pela fundição Metalodlew SA, da Cracóvia, foi encomendado pela Basílica do Divino Pai Eterno (datada de 1840), situada na cidade de Trindade, em Goiás, e deve ser trazido para o Brasil em 2019.

 

O Vox Patris possui quatro metros de altura por 4,5 m de largura e é fabricado com uma liga de cobre e estanho. O molde usado em sua produção foi preparado no solo usando cera de fundição especial, num grande buraco (7,5 m de largura e por 5,5 m de profundidade). A Metalodlew SA começou a fabricar o sino em 2014.

 

“Esse foi o maior desafio para a nossa fundição. Os preparativos e os testes duraram quase quatro anos […] O molde não aguentou, surgiram fissuras, o que provocou vazamento do metal fundido. O metal é uma mescla de 78% de cobre e 22% de estanho. Tivemos que começar outra vez, e na segunda tentativa obtivemos sucesso”, comenta Piotr Olszewski, proprietário da fundição, em entrevista para a agência francesa de notícias AFP.

 

Além do maior sino do mundo, a empresa polonesa, que tem mais de 200 anos de existência, vai entregar outros 70 sinos menores à basília que está localizada a 200 km de distância de Brasília.

(Portal uai)



O que acontecerá quando a RAINHA morrer?


Publicado em: 24/09/2018
 

Quando a rainha morrer o país vai ficar abalado, não restam dúvidas. Vai ter luto, vai ter um sentimento de perda enorme, ainda mais pra uma figura que está há mais de 60 anos no posto. E se eu te disser que o velório dela já foi até ensaiado?

 

Os ensaios e simulações da morte da rainha mostram um problema de saúde. Sendo assim quem estaria próximo a ela o tempo todo será o médico dela. Ele vai decidir quem pode ver ela ou não, e qual tipo de notícia pode ir a público ou não. Quem vai lidar com as notícias vai ser o secretário direto da rainha. Inclusive com a pior de todas, da morte dela.

 

Quando o momento chegar e Charles virar rei, o secretário da rainha vai ter o árduo papel de comunicar ao Primeiro Ministro usando linhas seguras e o código “London Bridge is Down“. Esta é a mensagem que significa “a rainha está morta”. No caso do pai dela, o Rei George VI, o código era “Hyde Park Corner”. A mãe dela (a Rainha Elizabeth, Rainha Mãe) era “Tay Bridge”. Seja dia, noite ou madrugada. Depois o papel é informar os países da Commonwealth, o grupo de países que de uma forma ou outra fazia parte do Império Britânico.

 

Depois é hora de a gente ficar sabendo. A BBC e a Press Association vão ser informadas e o mundo todo vai ficar sabendo. As rádios tem um sistema com uma luz de alerta que acende caso haja algum desastre ou ataque no país. Isso para que o locutor/DJ olhe as notícias e mude a música assim que possível. No caso de quando a rainha morrer, esta luz vai piscar. Esta é a deixa pro locutor/DJ mudar a música na mesma hora. Mesmo em rádios mais jovens e animadas a música vai mudar pra algo sombrio e triste.

 

As emissoras BBC 1, BBC 2 e BBC 4 vão se unir e transmitir a mesma programação que vai consistir no Estandarte Real, a bandeira do monarca, na tela com o hino nacional sendo tocado eventualmente. A cada cerca de 15 minutos terão boletins com notícias da morte da rainha. A BBC 3 e outras emissoras podem seguir com sua programação, apenas tirando a comédia sarcástica – porém deixando comédia leve.

 

O website do Palácio de Buckingham vai assumir um estilo preto, com a foto dela em preto e branco, e um texto simples por cima. O template está pronto. O The Guardian já tem algumas notícias prontas para irem ao ar, e o The Times já tem 11 dias de cobertura pronta pra ir ao ar.

 

Charles

Assim que a rainha morrer Charles vira Rei. Seus irmãos beijam sua mão como uma forma de jurar fidelidade a ele. No fim da tarde do mesmo dia que a rainha morrer ele fará seu primeiro discurso como rei. Apesar de boatos dizerem que a rainha pode ter declarado que William será o próximo rei, isso é mentira. Não cabe a ela decidir, na verdade.

 

coldstream guards tocano o hino nacional na proclamation gallery para proclamação do novo rei depois que a rainha morrer

Foto: Alamy Stock Photo

 

Às 11h do dia seguinte à morte Charles será proclamado rei na Proclamation Gallery do Palácio de St. James. A proclamação também será lida junto à estátua de Charles I em Trafalgar Square e 41 tiros de canhão serão disparados no Hyde Park para celebrar a chegada do 41º monarca a ocupar o trono. Ainda no  St. James a banda dos Coldstream Guards vai tocar o hino nacional e depois Charles viaja para Edimburgo, Cardiff e Belfast para participar de cerimônias em homenagem à sua mãe.

 

Apesar de a maioria das pessoas serem contra isso, Camilla vai virar rainha. Quando Charles e Camilla casaram em 2005 ele teria dito que ela viraria Princesa Consorte, mas este anúncio foi retirado do site da Clarence House então dá a entender que ela realmente receberá o título de rainha.

O corpo

O destino do corpo será a Sala do Trono, no Palácio de Buckingham. Se a rainha morrer na Escócia ela será levada de trem até Londres. Se for fora do país (o que é pouco provável) o Esquadrão 32 da Royal Air Force possui um avião de prontidão para repatriação do corpo, inclusive com um caixão pronto.

 

Palácio de Buckingham ao fundo e St. James's Park na frente. Lago no outono. Foto melancólica do palácio de buckingham

Luto

Quando a rainha morrer, serão respeitados 9 dias de luto em todo o país. O Parlamento vai se reunir o mais rápido possível para jurar fidelidade ao novo rei. Na Câmara dos Lordes um dos tronos será retirado – até o momento que Camilla for coroada, já que o único trono que ficará pertence ao novo rei.

 

Por todo o país bandeiras serão hasteadas a meio mastro. Sinos de igrejas irão tocar. O assunto vai dominar cada pub e cada casa. Críquete e rugby estarão proibidos nestes nove dias, e nos Parques Reais (Royal Parks) nenhum esporte será permitido.

 

No quarto dia da morte da rainha, o corpo será levado da Sala do Trono ao Westminster Hall, no Parlamento. Lá os soldados vão se revezar a cada 20 minutos para fazer sua guarda e as pessoas poderão acessar o Hall para prestar suas últimas homenagens. No caso do George VI foram 305 mil pessoas. No caso da Elizabeth II esperam-se mais de 500 mil pessoas. São 23 horas por dia de visitas.

 

Funeral

No último dia, o dia do funeral, o Big Ben vai tocar às 9h com notas abafadas ao invés do seu tradicional Mi maior. Será um dia de luto, com estabelecimentos comerciais fechados ou operando em horário de domingo, com fotos da rainha na  frente das lojas. Às 11h o caixão vai adentrar a Abadia de Westminster e o país vai parar. Os trens e estações ferroviárias vão parar. Os motoristas de ônibus vão descer dos ônibus. O respeito e luto vai imperar por alguns minutos no país todo.

 

Dali, o caixão segue em procissão para Windsor onde o restante da cerimônia será privado e restrito à Família Real. Charles será o primeiro a jogar um punhado de terra vermelha sob o caixão da mãe. Uma era chegará ao fim.

 

 

 



Confira os modelos premiados no Encontro Nacional de Automóveis Antigos de Araxá


Publicado em: 12/09/2018
 

Evento reuniu quase 300 veículos, que contam a história automotiva mundial. De clássicos luxuosos e esportivos consagrados a veículos nacionais, confira os modelos que se destacaram no encontro

 

De Araxá (MG)* – O 23ª Encontro Nacional de Automóveis Antigos, organizado pelo Instituto Cultural Veteran Car de Minas Gerais, reuniu cerca de 300 veículos em Araxá nesse feriado de Independência. Além dos veículos mais raros e valiosos, a premiação conta a história do automóvel desde seus primórdios, como o Ford T de 1908, ano de lançamento do modelo, que mantém os faróis de carbureto. Mas quem levou o prêmio mais importante, o Troféu Roberto Lee, foi um Packard Roadster 1931. Com “pegada” esportiva (ok, para a época!), ele se destacava dos demais modelos da marca de luxo americana, que eram mais sisudos.

 

Ford T 1908 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Ford T 1908
Rolls-Royce Silver Wraith 1953 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Rolls-Royce Silver Wraith 1953
 Cadillac 314 Coupé 1927 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Cadillac 314 Coupé 1927

Já o troféu da Federação Brasileira de Veículos Antigos foi entregue ao Rolls-Royce Silver Wraith 1953, que, além de luxuoso, tem linhas muito sensuais para um veículo da marca inglesa. O troféu Og Pozzoli, que premia a originalidade, foi para o Cadillac 314 Coupé 1927, veículo que nunca foi restaurado. Essa nova premiação é uma homenagem ao colecionador que lhe empresta o nome, um dos precursores do antigomobilismo no Brasil que morreu no final do ano passado. Todo seu acervo foi adquirido pela empresária Lia Maria Aguiar, que possui uma fundação com fins educativos. Ela aproveitou o evento para anunciar a construção de um museu de automóveis antigos em Campos do Jordão, que ainda vai contar com uma escola de restauração. A previsão é que o museu fique pronto em 2020.

Renault Voiturette (esq.) e Torpedo - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Renault Voiturette (esq.) e Torpedo

Em 2018 a Renault completa 120 anos de “vida”, 20 deles fabricando veículos no Brasil. Para contar um pouco de sua história, a marca francesa patrocinou o evento e levou parte de seu acervo, como uma réplica do pequeno Voiturette, seu primeiro veículo fabricado. Modelos como o Dauphine e o Interlagos, que aqui foram produzidos sob licença da Willys, eram projetos da marca francesa e não deixam de ser um registro de que, indiretamente, eles estavam aqui a mais tempo. O Renault Torpedo de um expositor foi premiado, se destacando pela colocação do radiador na traseira para melhorar a aerodinâmica do cupê.

 Karmann Ghia conversível 1970 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Karmann Ghia conversível 1970
 Puma GTE 1963 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Puma GTE 1963

Os veículos nacionais também foram lembrados. Um Karmann Ghia conversível 1970 ganhou o Troféu Fábio Steinbruch, que premia os esportivos nacionais. No Brasil foram feitas apenas 172 unidades dessa carroceria, sendo a unidade premiada a número 154. Um Puma GTE 1963 também chamou a atenção, com lentes translúcidas nos faróis e retrovisor cromado posicionado mais à frente que o convencional.

VW Kombi 1960 Turismo - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press VW Kombi 1960 Turismo

Outro nacional premiado foi um impecável Santa Matilde 1986, com design assinado por uma mulher, a arquiteta Ana Lídia. Outro destaque foi uma VW Kombi 1960 modelo Turismo. Preparada para acampamentos, com toldos, cadeiras e até reservatório de água, esta versão podia ser encomendada na própria concessionaria da marca, mas a adaptação era terceirizada.

VW Fusca 1951 e Kombi 1950 (ao fundo) - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press VW Fusca 1951 e Kombi 1950 (ao fundo)

Modelos da Volkswagen a que estamos familiarizados, só que mais antigos, trazem detalhes interessantes. A Kombi 1950 não tem janela, e a enorme tampa do motor abriga o tanque de combustível e o estepe bem acima do motor, uma mistura perigosa! Em 1951, o Fusca não tinha o prático quebra vento, mas uma abertura batizada de “gela saco” captava o ar de fora e o trazia para refrescar o interior do veículo. Outras características do modelo: janela traseira split, seta “bananinha” e caixa de ferramentas original.

Chevrolet Corvette 1954 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Chevrolet Corvette 1954
Ford Thunderbird 1956 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Ford Thunderbird 1956

O Chevrolet Corvette 1954 nasceu da demanda dos soldados americanos que voltaram da Segunda Guerra Mundial apaixonados pelos esportivos europeus, que a América simplesmente não tinha. Maior e equipado com motor V8, o Thunderbird 1956 foi a respostada da Ford ao Corvette.

Cadillac 1956 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Cadillac 1956
Chevrolet Belair 1956 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Chevrolet Belair 1956
Mercury Montclair Touring 1958 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Mercury Montclair Touring 1958

Dois modelos da General Motors, o sofisticado Cadillac 1956 e um “humilde” Chevrolet Belair 1956, revelam que naquele mercado o design estava disponível para todos. Dentro dessa linha, é possível ficar horas admirando cada detalhe do Mercury Montclair Touring 1958.

Trinca de Mercedes-Benz 300 SL: dois cupês 'Asa de Gaivota' e um roadster (ao fundo) - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Trinca de Mercedes-Benz 300 SL: dois cupês ‘Asa de Gaivota’ e um roadster (ao fundo)

Um dos raros modelos em que a carroceria cupê chama mais a atenção que a conversível é o Mercedes-Benz 300 SL. Foram premiadas duas unidades da Asa de Gaivota, uma de 1956 (verde) e outra 1955 (vermelha), e um roadster 1957.

Cadillac 1941 muito bem conservado, mas nunca restaurado - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Cadillac 1941 muito bem conservado, mas nunca restaurado
Cadillac 1941 impecavelmente restaurado - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Cadillac 1941 impecavelmente restaurado

O encontro também permitiu comparar dois Cadillacs 1941, um verde que segue a tendência de ser bem preservado, porém com as marcas do tempo, e um preto impecavelmente restaurado. Este foi o ano em que a grade do modelo foi horizontalizada, lançando tendência.

Porsche 912 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Porsche 912
Corvette 1963 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Corvette 1963
Chrysler Town and Country 1947 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Chrysler Town and Country 1947

Uma curiosa unidade do Porsche 912 1968 – que era a versão de entrada da primeira geração do lendário 911 – também foi premiada no evento, caracterizado pelo motor 1.6 de 4 cilindros com 90cv de potência. Na mesma linha de curiosidades, foi apenas em 1963 que o Corvette saiu com vidro traseiro tipo split. No estilo woody, o Chrysler Town and Country 1947 tem carroceria em madeira, tipo de trabalho artesanal que já é difícil de ser encontrado.

Fiat Zagato Coupé 1951 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Fiat Zagato Coupé 1951

O Fiat Zagato 1951 tem projeto assinado pelo italiano Ugo Zagato, mas o veículo é ainda mais raro porque foi construído pela Riva, um estaleiro de barcos.

Ferrari F50 (esq.) e F40 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Ferrari F50 (esq.) e F40

A cerimônia de premiação contou com um desfile de Ferraris, ao todo foram 38 no evento, finalizada com a entrada das icônicas F40 e F50.

 Nash 600 1946 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Nash 600 1946
 Nash Rambler 1952 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Nash Rambler 1952

Dois modelos da americana Nash Motors foram premiados. O Nash 600 1946 é um cupê raro, já que a maioria das carrocerias importadas eram de quatro portas. O sempre curioso Nash Rambler 1952 chama a atenção por não ter caixas de roda.

Amilcar 1920 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Amilcar 1920
Allard 1948 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Allard 1948

Veículos para as pistas em dois tempos: o Amilcar 1920 é um monoposto francês; já o Allard 1948 é um veículo inglês com carroceria de alumínio que usava os motorzões americanos.

 Cord Phaeton 1937 - Pedro Cerqueira/EM/D.A Press Cord Phaeton 1937

O Cord Phaeton 1937 foi trazido novinho para o Brasil e, além do design elegante, se destaca pelo câmbio eletro-hidráulico, tecnologia complexa e avançada.

* A convite da Renault

(estado de minas)



Onde ficará a maior estátua do mundo, prestes a ser concluída


Publicado em: 08/09/2018
 

A estrutura do que será a estátua mais alta do mundo está prestes a ficar pronta na Índia. Projetada para ter 182 metros, o equivalente a um prédio com mais de 50 andares, ela é um tributo a Sardar Vallabhbhai Patel, herói da luta pela independência do país.

 

Quando concluída, a obra tomará o lugar que até então é do Buda do Templo da Primavera, na China, com 128 metros de altura.

 

Para quebrar o recorde, a Índia estima um gasto equivalente a R$ 1,7 bilhão. A empreitada, com inauguração marcada para o dia 31 de outubro, é vista como um projeto pessoal do primeiro-ministro Narendra Modi.

 

Estátua de Sardar Vallabhbhai Patel no estado de Gujarat, Índia em Agosto de 2018.: Sardar Patel é reverenciado por muitos nacionalistas hindus © AFP Sardar Patel é reverenciado por muitos nacionalistas hindus

 

Homenagem a Patel, o primeiro vice-ministro do país depois da independência, em 1947, a figura tem sido chamada de a “estátua da unidade” – o líder é conhecido como o “homem de ferro da Índia” por ter persuadido regiões rivais a se unirem e se tornarem parte do país depois da independência.

 

O político nasceu na zona rural de Gujarate, o Estado no qual está sendo erguida a imagem em tributo a ele.

Visita oficial de políticos indianos à estátua: A estátua começou a ser construída em 2013 e 2,5 mil trabalhadores correm para cconcluí-la até o fim de outubro © AFP A estátua começou a ser construída em 2013 e 2,5 mil trabalhadores correm para cconcluí-la até o fim de outubro

 

Nacionalistas hindus, que assumiram o governo da Índia com o Partido do Povo Indiano (Bharatiya Janata ou BJP, na sigla em inglês), alçado ao poder nas eleições de 2014, afirmavam que o lugar de Patel na História havia sido esquecido em favor de membros da dinastia Nehru, que por décadas dominou a política indiana.

 

Quando estavam fazendo campanha para se tornar o premiê da Índia, em 2013, Modi disse que “todo indiano lamenta o fato de Sardar Patel não ter sido primeiro-ministro da Índia”.

 

Quando estiver completa, a estátua de bronze vai ter quase duas vezes o tamanho da estátua da Liberdade, um dos principais símbolos de Nova York, nos EUA.

 

Acredita-se que o local escolhido para abrigá-la vai se transformar numa atração turística em Gujarate. Na altura do peito da imagem haverá uma galeria para visitação, com vista panorâmica do entorno.

 

A estátua de Patel está sendo erguida a 200 km da principal cidade do Estado, Ahmedabad.

 

Mais de 2,5 mil trabalhadores estão envolvidos na construção, entre eles centenas de chineses.

(msn)



7 maiores próteses de silicone que pessoas já colocaram


Publicado em: 13/08/2018
 

Algumas mulheres são muito felizes com o tamanho de seus seios. Outras já gostam de dar uma “turbinada”. Especialmente depois de terem filhos ou mesmo quando a idade vem chegando. E ainda existem aquelas que gostam de ter seios enormes, como é o caso das mulheres com enormes seios que vamos mostrar nessa matéria.

 

Para quem não sabe, as próteses de silicone são estruturas compostas por silicone não tóxico para o nosso organismo. Mas até que ponto colocar silicone pode fazer mal para a nossa saúde? Devido ao peso, ter seios muito pesados pode ser um verdadeiro problema para a coluna, mas isso parece não ser um problema para as pessoas que mostraremos nessa matéria. Então, caros leitores, confiram agora a nossa matéria com as 7 maiores próteses de silicone que pessoas já colocaram:

7 – Sheyla Hershey

Finalmente, uma brasileira na nossa lista. Sheyla Hershey é uma modelo e designer de moda brasileira que reside, desde 2002, em Houston, Texas, Estados Unidos. Ela já foi considerada a mulher com as maiores próteses de silicone do mundo, com 3,5 litros de silicone em cada mama. Em 2010 ela sofreu algumas complicações com sua última cirurgia plástica, o que a obrigou a tirar as próteses pois corria risco de vida. Ela fez sua primeira cirurgia aos vinte anos. Em 2011, já tinha feito mais de vinte operações, sendo nove apenas para aumentar seus seios.

 

Em 2011, Sheyla estava com depressão e tentou se matar. Depois de 4 dias em coma, ela deu uma entrevista ao jornal The Sun onde afirmou que iria recolocar as próteses de silicone em seus seios.

 

6 – Minka

Minka é a asiática com os maiores seios do mundo. Ela era uma treinadora de tênis sul coreana. Ela se mudou para os EUA depois de ganhar um torneio de duplas em Chicago, em 1993. Ela até tentou a carreira de treinadora de tênis nos EUA, mas não obteve sucesso por causa do idioma. Essa frustração fez Minka procurar trabalho na área de filmes adultos, onde ela teve muito sucesso.

 

5 – Sabrina Sabrok

Sabrina é apresentadora de televisão argentina. Ela já é uma celebridade por si só, mas seus implantes gigantes chamam ainda mais a atenção. Sabrina começou a fazer mudanças drásticas em 1999 através de cirurgias plásticas. Rockeira, Sabrina tinha uma banda de punk que chegou a fazer turnês pela Europa, no México, América do Sul e EUA. Ela é formada em música e trabalhou durante anos como professora de música no ensino fundamental.

 

4 – Chelsea Charms

Nascida em 1976, Chelsea Charms diz que começou a desenvolver seios quando era muito nova. Chelsea fez história em 2000 quando recebeu implantes de fio de polipropileno. Esses implantes irritam os seios, fazendo com que eles fiquem inchados. Em 2011 ela tornou-se a detentora do recorde do Guinness World Records como a mulher com os maiores seios do mundo. Hoje em dia, a substância que Chelsea usou para tais implantes é proibida em boa parte da Europa e nos EUA.

 

3 – Lolo Ferrari

Lolo Ferrari, nome artístico de Eve Valois, foi uma personalidade televisiva, cantora, dançarina e atriz pornográfica francesa. Ela nasceu em 1963 e infelizmente morreu ainda em 2000. Quando ela era viva, Lolo fez cerca de 22 cirurgias nos seios antes de chegar ao tamanho que queria. Em 1999 ela foi registrada no Guinness Worlds Records como a mulher dos maiores seios do mundo.

 

2 – Maxi Mounds

Maxi Mounds é outra atriz de filmes adultos. Ela utiliza String Breast Implant, ou seja, implantes de polipropileno, mesmo tipo utilizado por outras modelos famosas em seus seios mega-grandes. Ela já afirmou que ter os seios desse tamanho é como carregar uma criança de 3 a 4 anos de idade.

 

1 – Beshine

Mayra Hills, mais conhecida como Beshine, uma estrela de filmes eróticos alemã, ficou muito famosa depois de colocar seus 20 litros de silicone. Ela mesma se diz a mulher com os maiores seios alterados do mundo. Ela exercita bastante as costas para que seus músculos possam aguentar o peso dos seus seios. Hills diz que a única desvantagem em ter seios tão grandes é não encontrar roupas com facilidade e a incapacidade de dormir de bruços.

(fatos desconhecidos)