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Curiosidades

Família que tem 15 pessoas com 6 dedos, nas mãos e nos pés


Publicado em: 30/06/2018
 

Brasilienses ficaram conhecidos na última Copa quando Brasil também buscava hexa. Mutação genética foi herdada de advogado que ajudou a fundar Clube do Choro no DF

 

Com seis dedos nas mãos e nos pés, os 15 membros da família Silva viraram uma espécie de “amuleto de sorte” da seleção brasileira em Brasília. Desde o Mundial em 2014 eles decidiram aproveitar a variação genética para incentivar o Brasil rumo à conquista do sexto título mundial.

“Hexa nós já somos, falta agora o Brasil correr atrás do dele. Mas dessa vez vai.”

A história dos Silva foi revelada durante a Copa do Mundo no Brasil e, à época, ganhou repercussão internacional. Desde então, nasceu mais um Silva com seis dedos e eles são procurados para dar palpites sobre a seleção e também para falar sobre a mutação genética.

A anomalia – termo médico para a diferença – começou com um dos pioneiros de Brasília, Francisco de Assis Carvalho da Silva, já falecido. Conhecido como “Six”, ele era advogado e músico. Ganhou notoriedade por causa do dedo extra e também por ser um dos fundadores do Clube do Choro, um espaço tradicional da música em Brasília (veja mais abaixo).

Agora vai

Membros da família da Silva que tem 6 dedos nas mãos posam para uma foto em Brasília (Foto: Joedson Alves/Reuters)

Membros da família da Silva que tem 6 dedos nas mãos posam para uma foto em Brasília (Foto: Joedson Alves/Reuters)

Apesar da conquista do hexa não ter ocorrido na Copa de 2014, os Silva dizem estar confiantes que dessa vez o Brasil conquista a Copa. “O hexa tem que sair, estamos confiantes. A seleção está muito boa”, diz a administradora Silvia dos Santos Silva.

Para o primeiro jogo do Brasil, no domingo (17), a família se reuniu em um condomínio em Águas Claras. Eles torceram junto com amigos que “infelizmente nasceram só com cinco dedos”, brincam.

Em homenagem ao hexa – o da família e o que a seleção busca – cada um dos Silva vestiu uma camisa com o número 6. Nesta sexta (22), prometem repetir o ritual e apostam na vitória.

“Pelo menos, 2 a 0 a favor da seleção brasileira.”

Entre os jogadores preferidos, eles listam Neymar e Marcelo. “Acho que é melhor seleção dessa Copa do Mundo, diferente da outra [2014]”, afirma o estudante João Assis, de 18 anos.

João Assis, de 18 anos, mostra mão com seis dedos (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)

João Assis, de 18 anos, mostra mão com seis dedos (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)

Seis dedos

A variação genética que fez 15 dos 22 membros da família Silva nascer com seis dedos nas mãos e nos pés é a polidactilia. Sílvia, filha de Francisco de Assis Carvalho da Silva, conta que dos quatro filhos do músico, três – incluindo ela – nasceram com seis dedos.

Netos e bisnetos herdaram a anomalia e dizem estar acostumados a lidar com olhares curiosos de quem percebe, mas não entende, a “marca da família”, como cita a advogada Ana Carolina Silva.

“Muita gente presta a atenção, vê que tem algo de diferente na mão, mas não entende. Outras pessoas não têm coragem de perguntar.”

Ana Carolina explicou que por ter a mão maior do que a média das pessoas, costuma ouvir com frequência brincadeiras sobre o dedo extra. “A clássica é se na manicure eu pago mais caro”.

Sorrindo, ela já emenda a resposta, “digo que não, porque lá se paga pela mão e pelos pés feitos”. Mas tem uma excessão.

“Para fazer a unha decorada é mais caro, cobram por quatro dedos a mais, nas mãos e nos pés.”

Aceitação e adaptação

Os Silva dizem que aprenderam a ver e conviver com a mutação genética. Na “família hexa” as crianças são ensinadas desde pequenas a valorizar a diferença. Maria Morena, de 12 anos, toca piano desde os 10 e lembra que o professor precisou adaptar as técnicas para ensiná-la a usar o instrumento.

A recomendação dada pela mãe da menina foi a de sempre usar o dedo nos exercícios. “É um dedo funcional, tem que usar”. Maria conta que assim que aprendeu as técnicas sentiu que ter o “dedo extra” tornava o movimento “mais fácil”.

“Consigo alcançar mais teclas do que a maioria das pessoas e ter mais agilidade entre as notas”.

Durante a escrita, a administradora Sílvia dos Santros Silva segura caneta entre o segundo e terceiro dedo (Foto: Marília Marques/G1)

Durante a escrita, a administradora Sílvia dos Santros Silva segura caneta entre o segundo e terceiro dedo (Foto: Marília Marques/G1)

 

Práticas do dia a dia também, foram adaptadas. Silvia, por exemplo, na hora de escrever segura a caneta entre o segundo e o terceiro dedo. Eles encontraram até um jeito de expressar o número 5 com as mãos. Ao invés de mostrar a mão completa, costumam dobrar um dos dedos.

Agora, quando vão apontar algum objeto, às vezes causam um certo incômodo. Silvia explica que a família usa dedo do meio, que desempenha a função de indicador. “Mas gera confusão”, diz ela.

“Acham que estamos fazendo ‘aquele gesto’.”

 

Dedo 'extra' do estudante Bernardo Assis está entre o polegar e o que seria o 'segundo dedo' (Foto: Marília Marques/G1)

Dedo ‘extra’ do estudante Bernardo Assis está entre o polegar e o que seria o ‘segundo dedo’ (Foto: Marília Marques/G1)

Na escola, os mais jovens da família também aprenderam a naturalizar a condição. Com seis dedos também nos pés, os meninos dizem lidar bem com a situação, apesar de evitarem usar sandálias de dedo, que normalmente “não ficam bem”.

Entre as meninas, a família optou por retirar um dos dedos do pé ainda quando são bebês. O motivo, além de estético, é a dificuldade em encontrar sapatos femininos mais largos, feitos para quem tem seis dedos.

'Família hexa' junta as mãos durante encontro da família (Foto: Marília Marques/G1)

‘Família hexa’ junta as mãos durante encontro da família (Foto: Marília Marques/G1)

Interesse científico

O dedo que dá aos Silva o título de “hexa” está localizado entre o polegar e o indicador. O movimento de pinça, normalmente usado para segurar objetos é feito com ele, que tem um papel funcional no corpo.

Na medicina, segundo explicam os membros da família, há poucos registros pessoas nesta mesma condição. Devido à transferência hereditária da polidactilia para tantos parentes, dois membros da família Silva – o estudante João, de 18 anos, e a administradora Sílvia foram chamados para um estudo em uma universidade alemã.

Na Europa, os dois passaram por testes de força, responderam a questionários e fizeram exames para descobrir qual a região do cérebro é ativada quando movem o “dedo extra”. Até esta quinta (21), o resultado ainda não tinha sido divulgado. Quando houver uma conclusão, o estudo será replicado em pessoas que perderam o movimento de algum membro, por exemplo.

No DF não é possível estimar o quão frequente é a característica de um sexto dedo com uma função evidente, mas, segundo especialistas, é possível dizer é que “entre 3% e 5% dos bebês nascem com algum defeito congênito, e que os dedos a mais são os mais recorrentes”.

A alteração genética está ligada à hereditariedade e, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, não há fatores externos que possam desencadeá-la. O mais comum é que a pessoa nasça com apenas um dedo a mais em cada membro, mas há casos em que a mutação vem acompanhada de lábio leporino ou de doenças no coração.

Embora geralmente os dedos a mais funcionem bem, a cirurgia para extraí-los costuma ser recomendada. O tratamento é oferecido pela rede pública do DF, mas a mudança nas mãos não chega nem a ser cogitada pela família Silva.

Fonte G1



Entenda em quais situações o juiz utiliza o VAR e como é a comunicação


Publicado em: 19/06/2018
 

A Copa do Mundo da Rússia entrou para a história antes mesmo de começar, por conta de uma novidade: o Árbitro de Vídeo (VAR). E já na primeira rodada, a tecnologia “entrou em campo” em algumas partidas e determinou lances como o pênalti que deu a França a vitória por 2 a 1 sobre a Austrália.

 

O não uso do VAR por suposta opção da arbitragem também começou a ser discutido em rodas de torcedores e programas de televisão. Então, para que você não tenha dúvidas em relação a este recurso, abaixo seguem algumas respostas importantes.

 

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Árbitro e VAR conversam o tempo inteiro?

O fone do árbitro e o microfone do VAR estão abertos o tempo todo, mas isso não significa que durante todo o jogo um esteja falando com o outro. A comunicação é feita apenas para avisar em lances que estão sob revisão.

 

Existe um idioma universal do VAR, como na aviação?

Há alguns comandos pré-estabelecidos a serem dados para indicar revisão. O idioma para a conversa depende de quem estiver na cabine. Por exemplo, se o árbitro de campo falar espanhol e o VAR também, nada impede que se comuniquem no idioma. Se forem de países com idiomas diferentes, é preferível o inglês.

 

Ninguém sabe o que é dito entre juiz e VAR?

A comunicação só é ouvida pelo árbitro, assistentes em campo e quem está na sala do VAR, no Centro Internacional de Mídia, em Moscou, onde ficam o VAR e seus três assistentes.

 

O VAR avalia todos os lances durante o jogo?

Sim, o VAR analisa todos os lances e avisa o árbitro em campo caso alguma marcação esteja sob análise.

 

Tudo é gravado?

Sim, para ser avaliado depois pela comissão de arbitragem da Fifa.

 

O árbitro de campo pode chamar o VAR?

Pode consultar caso haja dúvida em alguma marcação para pedir revisão.

 

De quem é a decisão final, do árbitro do campo ou do auxiliar de vídeo?

Sempre do árbitro de campo. Para os lances interpretativos, o auxiliar de vídeo passará a informação, e o de campo tomará a decisão.

 

O árbitro do campo pode rever o lance no monitor?

A Fifa mudou seu protocolo e a partir de agora recomenda que apenas lances interpretativos possam ser revistos pelo árbitro de campo.

 

A visualização em câmera lenta pode ser utilizada?

Apenas em lances não interpretativos, como para determinar se houve contato entre o jogador e a bola em um lance, ou no caso de confusão de identidade de jogadores para aplicação de cartão.

 

O VAR auxilia em qualquer lance de cartão?

Não, apenas em incidentes passíveis de cartão vermelho.

 

Como em outros esportes, jogadores e comissão técnica podem pedir ajuda do VAR?

Não, isso é proibido. Jogadores que fizerem o gesto indicando uma televisão (usado pelo juiz para indicar que pediu auxílio do VAR) podem inclusive serem punidos com cartão.

 

Até quando o árbitro pode mudar uma marcação?

Depende do lance. Em casos de gol, pênaltis ou impedimentos, a decisão precisa ocorrer antes que a bola seja colocada em jogo novamente. Em casos de identidade trocada, pode acontecer depois.

 

Existe um tempo-limite para tomada de decisão?

Não, mas a tendência é que as decisões levem entre 30 segundos e um minuto.

Com informações da Folhapress.



Como evitar ser abduzido por alienígenas, usando coisas simples


Publicado em: 28/05/2018
 

Você acha mesmo que estamos sozinhos nesse universo gigantesco? Tem gente que aposta que sim, mas já mostramos alguns relatos de aparições de extraterrestres que deixam qualquer cético balançado, como você já viu aqui, nessa outra matéria.

 

Muita gente por aí acredita serem reais as possibilidades de qualquer indivíduo ser abduzido por alienígenas a qualquer momento. Aliás, muitos são os relatos de pessoas que juram já ter enfrentado experiências de abdução e de contato direto com alienígenas.

 

Tem até gente que se dedica a estudar o assunto, acredita? Um bom exemplo disso é a ufologista Ann Druffel, que garantiu, em entrevista, que os extraterrestres realmente estão por aí e que não são nada amistosos: estão apenas interessados em estudos a estrutura do corpo humano e fazer experiências conosco.

 

Portanto, pelo sim e pelo não, melhor saber como se defender dessas criaturas e saber como evitar ser abduzido por alienígenas, não acha? Na lista abaixo, como você vai ver, selecionamos alguns técnicas de defesa que os especialistas garantem funcionar contra os ETs.

 

OBS: caro leitor, tenha bom humor! Obviamente, as informações abaixo são apenas uma forma descontraída de lidar com o assunto… (ou não).

 

Como evitar ser abduzido por alienígenas:

1. Ilumine o lugar

 

Quase não se ouve falar em ataques de ETs sob a luz do dia. Isso sugere que eles não gostam de lugares iluminados. Por isso, uma boa forma de evitar ser abduzido por alienígenas é deixando a luzes acesas durante a noite. Usar uma lanterna também pode ser útil.

 

2. Utilize sal

Alguns relatos afirmam que a pele dos ETs é bem parecida com a dos répteis. Se isso for verdade, você pode tentar usar sal para evitar ser abduzido por alienígenas, já que a Ciência aponta esse nosso tempero aparentemente inocente como um agente corrosivo da epiderme desses animais.

 

De repente, se você cercar sua câmera com um círculo de sal pode funcionar como uma barreira contra os extraterrestres.

 

3. Construa uma gaiola

Não é para você pirar, nem nada disso, mas construir uma gaiola que proteja sua cama pode ser uma boa ideia. Isso, claro, partindo do princípio de que a maior parte dos “casos” de abdução acontecem quando os alienígenas estão bem próximos às suas vítimas. Logo, as grades podem evitar essa aproximação dos extraterrestres.

 

4. Ligue o ventilador

Dizem também que um simples ventilador ligado pode manter os alienígenas afastados. Embora não pareça ter lógica alguma nisso, quem entende de extraterrestres diz que o movimento das pás e o barulho que isso faz interfere na capacidade extrassensorial dos ETs.

 

5. Use todas as armas

Quem estuda os ETs garante que eles são criaturas interessadas em fazer apenas experiências físicas em humanos e não estão abertos a diálogo. Portanto, não tente se comunicar com essas criaturas.

 

Se você notar que pode ser um alvo desses seres e pode ser abduzido por alienígenas a qualquer momento, utilize todos os métodos de defesa e prevenção que listamos até aqui. E, em último caso, adota a dica abaixo.

 

6. Ataque certeiro

Pessoas que já foram atacadas por ETs no Arizona relataram que os alienígenas têm uma pele bastante fina, quase transparente, ao ponto de deixar transparecer seus órgãos dentro do corpo.

 

Em último caso, use isso ao seu favor e ataque! Mas é bom que seja um ataque certeiro porque, muito provavelmente, você não vai ter uma segunda chance!

 

E então, acha que está apto a se defender dos extraterrestres agora?

 

E, se você ainda acha que tudo isso não passa de loucura, você deveria conferir esse outro post: EUA divulgam vídeo de óvni e admitem investigação que durou 5 anos.

Fonte: Super Interessante, Mega Curioso



Mitos sobre sexo: muita coisa que você ouve por aí pode ser balela


Publicado em: 25/05/2018
 

Por mais que você seja um rapaz instruído e com um currículo sexual respei­tável, há sempre o que aprender sobre esse assunto

 

Há muita mentira sendo dita e repetida por aí, especialmente em relação às mulheres.

 

Não caia nessas histórias.

 

Mulheres não gozam com penetração

Algumas gozam, sim. Mas a maioria delas chega ao orgasmo com estimulação clitoriana.

 

Algumas inclusive demoram para atingir o clímax, o que exigirá de você um certo empenho no sexo oral.

 

Para facilitar, alterne com estimulação manual.

 

Agora, se você já entendeu que o corpo feminino e a resposta sexual da mulher são diferentes, então sua dose de humildade só lhe trará louros: que tal deixar ela mesma estimular o clitóris enquanto você se preocupa com a penetração? Sacou?

 

Elas só gozam com estimulação clitoriana

Também não é verdade absoluta. Algumas mulheres têm orgasmos com a penetração — a posição em que ela fica por cima é uma das que mais favorecem o orgasmo nessa modalidade.

 

Portanto, auxilie sua parceira segurando-lhe o quadril para dar sustentação, mas deixe que ela se movimente livremente a fim de encontrar um bom caminho.

 

Variar algumas posições ao longo da relação também favorece descobertas.

 

Mulheres grávidas não gostam de sexo

A gravidez deixa os genitais femininos mais irrigados pelo sangue, o que favorece orgasmos intensos.

 

É preciso ter cuidado com os mamilos, que estão sensíveis demais, e com a posição sexual, dependendo do tempo da gestação.

 

Desde que ela esteja se sentindo bem e não tenha nenhuma intercorrência gestacional que impeça a relação sexual e o orgasmo, esqueça questões como “machucar o bebê” ou “provocar problemas”.

 

Mesmo grávida, a mulher gosta de ser desejada sexualmente.

 

Nenhuma mulher gosta de sexo anal

Há as que gostam, as que detestam, as que nunca experimentaram e têm receio ou curiosidade.

 

Na média das que praticam, é mais ou menos assim: elas não o fazem sempre, preferem quando a excitação é grande, logo após terem um orgasmo, pois estão relaxadas, quando o sistema digestivo está funcionando bem e, principalmente, quando o parceiro não tem pressa.

 

Lembre-se de que estamos falando de uma região bem mais sensível, que não tem lubrificação natural.

 

Lá uma aproximação afoita ou mais vigorosa, sem lubrificante, pode realmente machucar. Tem interesse no assunto? Leia O Prazer Secreto, de Celso Marzano.

(Ana Canosa // Abril.com)



Teorias da Conspiração: 5 coisas suspeitas sobre a morte da Princesa Diana


Publicado em: 19/05/2018
 

Um dos casos que, sem sombra de dúvidas, mais deram origem a teorias da conspiração foi o acidente que provocou a morte da Princesa Diana e seu namorado, Dodi Fayed, em agosto de 1997. Marcus Lowth, do portal ListVerse, reuniu algumas delas em uma intrigante lista, e nós do Mega Curioso selecionamos 5 das mais suspeitas para você conferir:

 

1 – Troca de carros estranha

Durante todo o dia, Diana e Dodi circularam por Paris em um Mercedes que, mais tarde, deveria sair para recolher o casal no Hotel Ritz. No entanto, o veículo misteriosamente sofreu uma pane e não pegou — obrigando o motorista a conduzir outro Mercedes.

Pane repentina

Para os teóricos da conspiração, como se a pane repentina não fosse estranho o suficiente, o segundo automóvel acabou saindo para buscar Diana e Dodi sem um carro de reserva, algo bastante incomum, já que o casal costumava circular acompanhado de um automóvel com seguranças — e havia passeado o dia todo com uma equipe por perto.

 

Além disso, também circularam informações de que Diana não estaria usando o cinto de segurança, algo que, segundo vários de seus amigos mais próximos, ela sempre fazia. Por outro lado, o segurança que se encontrava no carro no momento do acidente, Trevor Rees-Jones, estava de cinto — o que não é uma prática comum para esses profissionais, já que o acessório limita os movimentos em caso de uma emergência.

 

2 – Escolha de rota esquisita

Na verdade, na fatídica madrugada do acidente, por alguma razão desconhecida, Henry Paul, o motorista no volante da Mercedes, em vez de seguir pela rota mais curta para levar o casal do Ritz até o apartamento de Dodi, no centro de Paris, ele optou por um caminho mais distante, ao longo do rio Sena — e através do túnel da Pont d’Alma.

 

 Motorista escolheu caminho diferente do habitual

 

Segundo a versão oficial, o motorista teria mudado de caminho para fugir dos paparazzi — que passaram o dia seguindo Dodi e Diana —, o que é até compreensível. O estranho, no entanto, é que a troca de rota teria sido repentina e, curiosamente, nenhuma das 17 câmeras de segurança que existem pelo caminho tomado por Henry Paul estava funcionando quando a Mercedes passou por ali.

 

Isso significa que, segundo os teóricos da conspiração de plantão, imagens vitais que poderiam responder a um sem fim de questões envolvendo o que aconteceu na noite do acidente jamais foram registradas.

 

3 – A controvérsia envolvendo o motorista

Investigações conduzidas na época do acidente revelaram que Henry Paul, o motorista ao volante da Mercedes que levava Dodi e a Princesa Diana, havia bebido na noite do acidente. Entretanto, diversos especialistas teriam vindo a público para criticar os resultados dos exames de sangue e até a forma como a necropsia de Paul foi conduzida, apontando mais de 50 erros básicos que teriam sido cometidos nos procedimentos médicos.

 

Segundo vários especialistas, Henry Paul não estava embriagado

 

Para piorar as coisas, também surgiram suspeitas de que Henry Paul teria conexões com os serviços de inteligência britânico e francês. Além disso, outro fato que chamou a atenção dos teóricos da conspiração é que existem evidências de que o motorista teria recebido vários depósitos de grandes somas de dinheiro em sua conta nos meses que precederam o acidente, o que nunca foi investigado.

 

4 – O resgate da Princesa

Mesmo o lado em que Diana se encontrava no carro não ter sofrido grandes danos aparentes no acidente, as equipes de socorro levaram um longo tempo para retirá-la do veículo. O automóvel bateu contra a 13ª pilastra do túnel às 00:25, e as autoridades receberam a primeira notificação sobre o desastre às 00:26.

 

A ambulância levou quase uma hora para sair com destino ao hospital

 

Os primeiros policiais chegaram ao local do acidente entre 00:28 e 00:30, e tiveram bastante dificuldade em isolar a área e limitar o acesso dos paparazzi. Os bombeiros e a ambulância chegaram às 00:32, mas a Princesa só foi levada do túnel para o hospital à 01:25. Dodi foi pronunciado morto na cena à 01:30.

 

Como se fosse pouco, quando a ambulância finalmente saiu com destino ao hospital, o veículo não passou dos 50 quilômetros por hora, passou reto por um hospital no caminho e ainda deu uma paradinha de cinco minutos no caminho, para aplicar uma injeção de adrenalina em Diana.

 

Segundo o motorista da ambulância, o médico a bordo teria pedido que ele dirigisse em baixíssima velocidade (mesmo em se tratando de uma emergência grave), com o objetivo de salvar a vida da Princesa. Já sobre a equipe ter passado por um hospital e ter seguido adiante até outro, a razão seria que havia um time preparado para receber a emergência no segundo local.

 

Ademais, sobre o motivo de a ambulância ter demorado tanto tempo para sair do túnel com destino ao hospital, o time de resgate explicou que os médicos tiveram que estabilizar as condições de Diana antes de partir. Mas, os teóricos da conspiração estão convencidos que, se a Princesa tivesse sido levada imediatamente, suas chances de sobrevivência seriam muito maiores — e que tudo foi orquestrado para que ela morresse.

 

5 – Ameaças

Durante as investigações sobre a morte de Diana, veio à tona uma carta que a Princesa teria escrito a Paul Burrell, mordomo e amigo pessoal dela. Na nota, ela claramente diz que suspeitava que a Família Real e o Príncipe de Gales, seu então marido, estavam planejando acabar com a sua vida.

 

Essa seria uma cópia da tal nota enviada por Diana a Burrell

 

A carta foi enviada a Burrell em outubro de 1993, dez meses depois de a separação dela ser anunciada, e o mais intrigante é que, na nota, Diana revela que seu ex-marido pretendia matá-la e que ela morreria em um acidente de carro. A carta foi tornada pública e, na época, e diversas pessoas próximas à Princesa lançaram a suspeita de que o mordomo podia ter forjado a letra de Lady Di — mas é claro que os teóricos da conspiração não se deixaram levar.

*Pubicado originalmente em 28/10/2016.

(megacurioso)